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domingo, 28 de fevereiro de 2016
Festa Vocacional 2016 - Missão Acaraú

Festa Vocacional 2016 - Missão Acaraú

          

A Comunidade Católica Filhos de Sião , realizou neste último domingo dia 28/02 a Festa Vocacional da Missão de Acaraú. Na ocasião foram apresentados os novos Postulantes da Comunidade de Vida e Aliança e os novos Vocacionados de 2016.

Confira todas as fotos no nosso Facebook ---> https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1146794598664273.1073741872.1092385300771870&type=3  <---
Dom Vasconcelos celebra em Acaraú, a Missa de  posse dos novos Párocos: Pe Edmilson e Pe Erlandino

Dom Vasconcelos celebra em Acaraú, a Missa de posse dos novos Párocos: Pe Edmilson e Pe Erlandino




          Paróquia de N. Sra da Conceição de Acaraú está em Festa. Neste último sábado, 27 de fevereiro de 2016, foi celebrada da Igreja Matriz de Acaraú a Missa de posse dos novos párocos; Pe. José Edmilson Eugênio Nascimento; Vigário Paroquial: Pe. Herlandino Sampaio Paiva, celebrada pelo nosso Excelentíssimo e Reverendíssimo, Bispo da Diocese de Sobral Dom José Luiz Gomes Vasconcelos. Na ocasião tivemos várias homenagens aos novos Párocos que iniciarão sua nova missão em solo Acarauense.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Papa: É uma graça ver o pobre que bate à porta de nosso coração

Papa: É uma graça ver o pobre que bate à porta de nosso coração



Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco celebrou a missa na Casa Santa Marta, na manhã desta quinta-feira (25/02). 
No Evangelho do dia, Jesus conta a parábola do homem rico “que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias” e não percebia que à sua porta havia um pobre, chamado Lázaro, cheio de chagas. O Papa convidou a fazer-se a seguinte pergunta: “Sou um cristão que caminha na estrada da mentira, somente do dizer, ou sou um cristão que segue o caminho da vida, ou seja, das obras, do fazer?” Este homem rico, de fato, ressalta Francisco, “conhecia os mandamentos, certamente todos os sábados ia à sinagoga e uma vez por ano ao templo”. Tinha uma certa religiosidade”:
Bolha de vaidade
“Mas era um homem fechado, fechado em seu pequeno mundo, o mundo dos banquetes, das roupas, da vaidade, dos amigos. Um homem fechado numa bolha de vaidade. Não tinha a capacidade de olhar além, mas somente ao seu próprio mundo. E este homem não percebia o que acontecia fora de seu mundo fechado. Não pensava, por exemplo, nas necessidades de muitas pessoas ou na necessidade de companhia dos doentes, somente pensava nele, em suas riquezas, em sua vida boa: se entregava à boa vida.”
Era, portanto, um religioso aparente, “não conhecia nenhuma periferia, era fechado em si mesmo. Não conhecia a periferia que estava próxima à sua porta de casa. Percorria o caminho da mentira, porque confiava somente em si mesmo, em suas coisas, não confiava em Deus”. Um homem que não deixou herança, não deixou vida, porque somente era fechado em si mesmo. É curioso, sublinha o Papa Francisco, que tinha perdido o nome. O Evangelho não diz como se chamava, somente diz que era um homem rico, e quando o seu nome é somente um adjetivo é porque você perdeu a substância, perdeu a força”: 
O pobre é o Senhor que bate à porta 
“Este é rico, este é potente, este pode fazer tudo, este é um sacerdote de carreira, um bispo de carreira. Quantas vezes nós nominamos as pessoas com adjetivos, não com os nomes, porque não têm substância. Mas eu me pergunto: “Deus que é Pai, não teve misericórdia deste homem? Não bateu à porta de seu coração para movê-lo? Sim, o Senhor estava ali na porta, na pessoa de Lázaro, que tinha um nome. Este Lázaro com as suas necessidades e suas misérias, suas doenças, era o Senhor que batia à porta para que aquele homem abrisse o coração e a misericórdia pudesse entrar. Mas ele não via, estava fechado: para ele além da porta não havia nada”.
Estrada da vida ou da mentira
Estamos na Quaresma, recorda o Papa, e nos fará bem nos perguntar: qual estrada estamos percorrendo?
“Estou na estrada da vida ou na estrada da mentira? Quantas fechaduras tenho ainda em meu coração? Onde está a minha alegria: no fazer ou no dizer? O sair de mim mesmo para ir ao encontro dos outros é para ajudar? Olha as obras de misericórdia, hein! Ou a minha alegria é ter tudo arrumado, fechado em mim mesmo? Peçamos ao Senhor, enquanto pensamos nisto, em nossa vida, a graça de ver sempre os Lázaros que estão à nossa porta, os Lázaros que batem ao coração, e que possamos sair de nós mesmos com generosidade, numa atitude de misericórdia a fim de que a misericórdia de Deus possa entrar em nosso coração.” (MJ)
por: news.va
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
Uma reflexão para a Quaresma: o que é, afinal de contas, o pecado?

Uma reflexão para a Quaresma: o que é, afinal de contas, o pecado?



Estamos na Quaresma. Embora o cuidado da vida de graça seja crucial em cada instante da vida, a Quaresma é um período litúrgico particularmente oportuno para revisarmos com mais profundidade a nossa vida de graça e de união com Cristo.
Para isto, é preciso revisar a nossa relação com o pecado.
Comecemos com a reflexão mais óbvia – e, por isso mesmo, tantas vezes descuidada: o que é o pecado?
O conceito de pecado é bastante simples: basicamente, o pecado é um ato de egoísmo exagerado. Pecado é preferir a si mesmo e antepor-se a Deus e aos outros, cedendo às paixões desordenadas que nos colocam no centro da nossa própria existência e negando a nossa natureza que só se completa quando se abre plenamente ao próximo e a Deus.
O pecado é a recusa a instaurar com Deus e com os outros uma relação de amor.
O pecado é um “converter-se às criaturas” e “rejeitar o Criador”.
Em geral, o pecador só deseja os prazeres proporcionados pelas criaturas; ele não necessariamente quer rejeitar o Criador. No entanto, ao se deixar seduzir por satisfações fugazes proporcionadas pelas criaturas, o pecador sabe, implicitamente, que está agindo contra o amor do Criador: ele sente que o prazer terreno não o preenche, mas, mesmo assim, não resiste a ele. É por isso que o pecado fere o próprio pecador, afastando-o da plenitude oferecida por Deus.
E é por isso que o pecado ofende a Deus: não porque Deus, como tal, seja diminuído, mas porque nós próprios, ao pecar, nos diminuímos diante da grandeza que Ele nos oferece.
Para Jesus, o pecado nasce no interior do homem (cf. Mt 15, 10-20). É por isso que é necessária a transformação interior, do coração. Para Jesus, o pecado é uma escravidão: o homem se deixa ficar em poder do maligno, valorizando falsamente as coisas deste mundo, deixando-se arrastar pelo imediato, por satisfações sensíveis que não saciam a nossa sede de amor e de plenitude.
por: Ateleia
Ciência e coração concordam: a vida humana é vida humana desde a concepção

Ciência e coração concordam: a vida humana é vida humana desde a concepção


O professor Bruno Dallapiccola é uma das mais altas autoridades italianas no campo da genética. Lecionou em várias universidades italianas; aquela em que dá aulas atualmente é La Sapienza de Roma. Foi presidente da Sociedade Italiana de Genética Médica, da Federação Italiana de Estudos de Doenças Hereditárias e da Sociedade Italiana de Genética Humana.
Dallapiccola é o atual diretor científico do hospital pediátrico Bambino Gesù, em Roma, além de membro da Comissão Nacional de Bioética e do Conselho Superior de Saúde. Para abreviar, omitimos a menção aos muitos postos de trabalho que ele já exerceu no passado e no presente, os quais lhe atribuem grande prestígio e autoridade no campo da genética.
ZENIT o entrevistou.
***
ZENIT: Professor Dallapiccola, o senhor está entre os primeiros que já assinaram o testemunho-apelo dirigido à União Europeia para implementar a segunda fase da iniciativa “Um de nós” [projeto popular que pede o reconhecimento da obviedade de que o ser humano é um ser humano desde a sua concepção, ndr]. O seu convite é muito importante para cientistas e médicos e, é claro, para todos nós, que lhe perguntamos: a afirmação de que o concebido é um indivíduo vivo da espécie humana desde a fecundação tem base científica ou depende de uma visão religiosa?
Professor Dallapiccola: A declaração tem uma referência científica precisa. Não há dúvida de que a fusão de dois gametas humanos dá origem a um zigoto humano, que tem o potencial de se transformar em um embrião, depois em um feto, depois em um recém-nascido, depois em um adulto. Também não existe dúvida de que o projeto biológico é único e irrepetível, dada a unicidade do genoma humano.
ZENIT: Todos os manuais de genética, biologia e medicina modernos ensinam que, a partir da fecundação, começa um processo de desenvolvimento que não tem saltos de qualidade e que é orientado finalisticamente. Mas alguns argumentam que não haveria um ser humano até o 14º dia depois da concepção. O que responder a essa ideia?
Professor Dallapiccola: O desenvolvimento a partir da concepção é um processo contínuo. Sabemos que, nos primeiros 14 dias, o desenvolvimento é essencialmente de tipo “proliferativo” e, depois, é de tipo “diferenciativo”. O prazo de 14 dias reflete estas duas fases. A primeira delas coincide com o tempo dentro do qual podem se formar os gêmeos monozigóticos (ou seja, a divisão da massa do embrião em duas ou, raramente, mais partes, correspondentes a um número equivalente de gêmeos idênticos em termos genômicos, mas não necessariamente no nível funcional). Este projeto biológico humano é exatamente humano tanto antes quanto depois do 14º dia.
ZENIT: O senhor foi presidente da Comissão Ciência e Vida, vitoriosa no referendo promovido por aqueles que queriam destruir a Lei 40/04 sobre a procriação medicamente assistida. O senhor ainda considera válidos os slogans que a Comissão Ciência e Vida utilizou naquele confronto, “seres humanos” e “unidos pelo futuro do homem”? Continua sendo verdade que o embrião deve ser considerado e protegido como um sujeito e não como uma coisa cujo valor depende de opiniões?
Professor Dallapiccola: Os dez anos que nos separam daquele referendo não afetaram a validade daqueles slogans. Em todo caso, tornaram possível verificar algumas das afirmações que fizemos nossas naquela campanha. Eu me lembro do que eu previa no tocante à destruição de embriões para fins de pesquisa: antes que alguém consiga usar os embriões humanos destinados à pesquisa com fins terapêuticos, outro alguém vai conseguir reprogramar as células do adulto e usá-las com fins semelhantes àqueles com que se usam hoje as células estaminais embrionárias. Menos de dois anos depois, a previsão já tinha se tornado realidade e o descobridor das células estaminais pluripotentes induzidas, Shinya Yamanaka, ganhou com o Prêmio Nobel.
ZENIT: “Um de nós”, em referência ao embrião humano, é uma declaração laica ou confessional?
Professor Dallapiccola: Eu a considero uma afirmação suficientemente laica. Podemos dizer que ele é o menor de nós, um de nós em miniatura, mas dotado de todas as nossas potencialidades.
ZENIT: A União Europeia não tem competência normativa em matéria de aborto e de direito à vida. No entanto, ela sistematicamente oferece ajudas financeiras a organizações internacionais que propagandeiam e praticam o aborto. Diante da demanda de 2 milhões de cidadãos europeus, a Comissão de Bruxelas argumentou que os financiamentos se referem à prática de abortos legais e à salvaguarda da saúde da mulher. O senhor acha que esta justificativa é aceitável?
Professor Dallapiccola: Eu acho que esta afirmação atribui ao conceito de “saúde” um sentido excessivamente amplo e provavelmente não de todo apropriado, ainda mais numa substancial proporção das mulheres que recorrem ao aborto.
por: Zenit
Audiência: Papa pede que políticos corruptos se convertam

Audiência: Papa pede que políticos corruptos se convertam


Cidade do Vaticano (RV) – Cerca de 20 mil fiéis participaram esta quarta-feira (24/02) da Audiência Geral com o Papa Francisco. Ao fazer seu ingresso na Praça S. Pedro a bordo do papamóvel, o Pontífice cumprimentou com afeto os peregrinos, entre eles inúmeros brasileiros. 
Em sua catequese, Francisco deu sequência ao ciclo sobre o Jubileu, falando desta vez da misericórdia na Sagrada Escritura.
Em vários trechos, explicou, se fala de poderosos e reis, homens que estão “no alto”. A riqueza e o poder são realidades que podem ser boas e úteis ao bem comum se colocadas a serviço dos pobres e de todos. Mas com frequência, quando vividos como privilégio, com egoísmo e prepotência, se transformam em instrumentos de corrupção e morte. E o Papa citou como exemplo o episódio descrito no Livro dos Reis, da vinha de Nabot.
No capítulo 21, o Rei de Israel, Acab, quer comprar a vinha de um homem, Nabot, que fica ao lado do palácio real. Diante da rejeição de Nabot de vender sua propriedade, a mulher do Rei, Jezabel, elabora um plano para eliminar Nabot, transformando o poder real em arrogância e domínio.
“E essa não é uma história de outros tempos. É uma história atual, dos poderosos que, para ter mais dinheiro, exploram os pobres, exploram as pessoas. É a história do tráfico de pessoas, do trabalho escravo, das pessoas que trabalham na informalidade, com o mínimo, para enriquecer os poderosos. É a história dos políticos corruptos, que querem sempre mais e mais.”
“Eis até onde leva o exercício de uma autoridade sem respeito pela vida, sem justiça e misericórdia. Eis até onde leva a sede de poder: transforma-se numa cobiça que nunca se sacia”, acrescentou o Papa.
Contudo, Deus é maior do que a maldade e o jogo sujo feito pelos seres humanos. Na  sua misericórdia, Deus envia o profeta Elias para ajudar Acab a se converter. O Rei entende o seu erro e pede perdão.
“Que bonito seria se os poderosos e os exploradores de hoje fizessem o mesmo.”
O Senhor, por sua vez, aceita o arrependimento do Rei, mas um inocente foi morto e a culpa cometida terá consequências inevitáveis. De fato, o mal realizado deixa seus rastros dolorosos, e a história dos homens carrega as feridas.
Neste caso, prosseguiu Francisco, a misericórdia mostra o caminho a ser percorrido:
“Ela pode sanar as feridas e mudar a história. Mas abra o seu coração à misericórdia. A misericórdia divina é mais forte do que o pecado dos homens, este é o exemplo de Acab. Nós conhecemos o poder de Deus quando nos recordamos da vinda do seu Filho, que se fez homem para destruir o mal com o seu perdão".
Jesus Cristo é o verdadeiro rei, concluiu o Pontífice, mas o seu poder é completamente diferente. "O seu trono é a cruz. Ele não mata. Pelo contrário, dá a vida". (BF)
por: news.va
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Papa apelou a consenso internacional contra a pena de morte

Papa apelou a consenso internacional contra a pena de morte



Após a recitação da oração do Angelus neste segundo domingo da Quaresma o Papa Francisco referiu-se à conferência internacional que terá lugar nesta segunda-feira dia 22 em Roma intitulada “Por um mundo sem pena de morte”, promovida pela Comunidade de Santo Egídio. Declarou esperar que este evento possa dar um novo impulso ao compromisso com a abolição da pena capital.
Em particular o Santo Padre destacou os sinais de esperança que se têm desenvolvido, na opinião pública, de uma crescente oposição à pena de morte, recordando que as sociedades modernas têm a capacidade de lidar com o crime sem remover permanentemente a quem o tenha cometido uma ‘chance’ de se redimir.
“Um problema” – continuou o Papa – que “deve ser visto no contexto de um sistema de justiça penal cada vez mais em linha com a dignidade humana e ao plano de Deus para o homem e a sociedade. O mandamento "não matarás" tem um valor absoluto e abrange tanto os inocentes como o culpado” – declarou Francisco tendo apelado aos governantes para um consenso internacional sobre a abolição da pena de morte, em particular, aos governantes católicos, para não executarem nenhuma sentença durante este Ano Santo da Misericórdia:
“O Jubileu especial da Misericórdia é uma ocasião propícia para promover no mundo formas sempre mais maduras de respeito pela vida e pela dignidade de cada pessoa. Mesmo o criminoso mantém o direito inviolável à vida, dom de Deus. Faço um apelo à consciência dos governantes, de modo que se possa alcançar um consenso internacional para a abolição da pena de morte. E proponho àqueles que de entre esses sejam católicos a cumprirem um gesto corajoso e exemplar: que nenhuma sentença seja executada neste Ano Santo da Misericórdia.”
Todos os cristãos e pessoas de boa vontade são chamados hoje a trabalhar não só para a abolição da pena de morte, mas também com o fim de melhorar as condições das prisões, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas de liberdade – disse ainda ao Papa Francisco.
por: news.va
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Cinco conselhos práticos para uma boa oração com a Bíblia

Cinco conselhos práticos para uma boa oração com a Bíblia



Em sua última coluna semanal, Dom José Gómez, Arcebispo de Los Angeles (Estados Unidos), falou sobre a importância de poder falar com Deus através da oração e indicou que um método perfeito para fazê-lo é a “Lectio divina”.
“A lectio divina transforma nossa leitura das Escrituras em uma audiência privada com o Deus vivo que vem a nós com amor e nos fala nas páginas dos textos sagrados… Se a oração for conversação, então temos que escutar Deus tanto como falamos com Ele. ‘Ao ler a Bíblia, Deus fala conosco’, disse Santo Agostinho. ‘Quando rezamos falamos com Deus’”, assinalou.
Por isso, o Prelado deu estes cinco conselhos para meditar com uma passagem bíblica, de preferência com o Evangelho do dia:
1. Procurar um lugar tranquilo
Antes de ler as Sagradas Escrituras devemos procurar estar na presença de Deus. Portanto, Dom Gómez recomenda procurar um lugar tranquilo, onde ninguém interrompa, e apagar todas as “telas”: computador, celular, televisão. E, assim poder estar no mínimo 15 minutos “a sós com o Senhor”.
Depois, “peçam que seu Espírito Santo abra seus corações. Peçam a nossa Mãe Santíssima que nos ajude a meditar em nosso coração os mistérios de Cristo, como Ela o fez”.
2. Deter-se nos detalhes
Depois da oração, “comecem a ler devagar o texto do Evangelho desse dia. Podem ler uma e outra vez. E conforme leem, observem os detalhes. O que está acontecendo? Quais são os personagens principais? Detenham-se nas palavras ou nas frases que lhes chamaram a atenção. Prestem atenção especialmente no que Jesus está dizendo e fazendo”.
Deste modo, Dom Gómez assinalou que não devemos ler a Bíblia como se estivéssemos lendo um romance. “Trata-se de um encontro com o Deus vivo. Jesus vive nos textos sagrados. Deus está falando com vocês de maneira pessoal”.
3. Meditar sobre a leitura
Depois de identificar a passagem que lhes chamou a atenção, o Prelado indicou que deve-se perguntar a Deus o que está tentando dizer através destas palavras específicas.
“Existe aqui uma promessa para vocês? Uma ordem? Uma advertência? Como se pode aplicar este texto na situação que está vivendo neste momento?”, propôs.
“Permitam que a Palavra de Deus se transforme em um desafio para vocês. Se tiverem dificuldade para entender o que estão lendo, peçam ajuda ao Espírito Santo”, sobretudo para compreender os ensinamentos que “não estão de acordo com a nossa maneira de pensar, com nossas expectativas e nossos preconceitos”.
4. Orar
Depois de compreender o que Deus quis dizer, Dom Gómez indicou que é preciso responder-lhe. Isto se faz por meio da oração.
“Pode ser uma oração de agradecimento ou de louvor. A oração de vocês pode ser uma prece, podem pedir que Deus lhes dê a força para seguir em frente ou a fim de que lhes conceda alguma graça ou uma virtude”, explicou.
Também acrescentou que “quanto mais rezamos com os Evangelhos, mais conseguiremos pensar segundo ‘a mente de Cristo’, mais nos apropriaremos dos seus pensamentos e sentimentos; poderemos ver mais a realidade conforme Ele vê”.
Do mesmo modo, ao rezar mais, experimenta-se com maior intensidade “o chamado de Cristo a mudar o mundo, para que desta forma possamos mudar a sociedade e a história de acordo com o desígnio amoroso de Deus”.
5. Contemplar
A lectio divina termina com a contemplação. Este momento se trata de permanecer em silêncio e “contemplar Deus”.
“Na contemplação, somos como crianças que buscam conhecer a maneira de pensar e a vontade do Pai que nos ama. Com nossa mente tranquila, descansa na presença de seu olhar. ‘Eu olho para Ele e Ele olha para mim’”, comentou o Arcebispo de Los Angeles.
Com a contemplação, “a lectio divina nos leva a tomar resoluções concretas e levá-las para a ação”.
Não, a bíblia não é mais violenta do que o alcorão

Não, a bíblia não é mais violenta do que o alcorão



Um estudo realizado por Tom Anderson, engenheiro e desenvolvedor nova-iorquino, concluiu que a bíblia faz referências a “assassinato” e “destruição” com mais frequência do que o alcorão.
Usando o software de análise Odintexte, ele contou o número de ocorrências de palavras pertencentes a um campo semântico violento. Depois de dois minutos e de 886.000 palavras analisadas, as conclusões do Odintexte foram taxativas: termos ligados a morte, assassinato e destruição constituem 2,1% do livro sagrado dos muçulmanos, contra 2,8% do Novo Testamento e nada menos que 5,3% do Antigo Testamento.
Conforme o autor não esconde, o estudo pretende dar apoio a um pedido feito por Barack Obama: durante um discurso televisionado, o presidente dos EUA pediu que fosse rejeitada “qualquer política que tenha como alvo as pessoas ou as religiões”. O presidente democrata estava respondendo ao candidato republicano Donald Trump, que, por sua vez, tinha feito um barulhento apelo em nome da segurança para impedir qualquer muçulmano de imigrar para os Estados Unidos.
Mas, além de levar em conta essa motivação peculiar do estudo, também devemos ir mais a fundo antes de dizer amém aos seus argumentos “científicos” amparados em estatísticas descontextualizadas.
O significado das palavras
Um internauta deu uma primeira resposta – cheia de bom senso – às tabelas apresentadas por Tom Anderson: este estudo só leva em conta a ocorrência das palavras, mas não o significado das frases.
Segundo o método Odintexte, de fato, estariam em pé de igualdade frases como estas:
“Quando os meses sagrados houverem transcorrido, matai os incrédulos onde quer que os encontreis” (Sura 9, Verso 5 do alcorão)
e
Ele ressuscitou dentre os mortos e eis que vos precede na Galileia; lá o vereis” (Mt 28,7).
O pe. François Jourdan, especialista em islã, adverte: “Entre o alcorão e a bíblia, palavras iguais têm significados diferentes porque fazem parte de coerências doutrinais muito diferentes: visão de Deus, de si mesmo, do mundo e dos outros”. O sacerdote toma o exemplo da palavra “misericórdia”: na bíblia, ela surge “das entranhas” do Salvador, de acordo com a raiz hebraica do termo. Já no alcorão, “misericórdia” é simplesmente a compaixão de alguém que é forte para com os fracos.
O pe. Jourdan acrescenta, ainda, algo que não pode entrar no computador de Tom Anderson: a relação dos fiéis com os textos sagrados.
Para os muçulmanos, Deus é o próprio autor do alcorão, enquanto, para os cristãos, a bíblia é inspirada por Deus, mas escrita por pessoas sob a influência de séculos de tradição oral. “Para os cristãos, à luz plena de Cristo, Deus é Amor (1 Jo 4, 8-16) – e puro Amor. Isto obriga os cristãos a corrigirem a leitura dessas violências como ligadas à redação humana e aos seus contextos históricos delimitados, e não a uma ‘redação de Deus’. O número de palavras nada tem a ver com os seus sentidos – e a visão de Deus é completamente diferente entre o alcorão e a bíblia”.
por: ateleia
Segunda Audiência Jubilar: misericórdia é empenho  concreto

Segunda Audiência Jubilar: misericórdia é empenho concreto



Na segunda audiência jubilar dedicada ao tema “misericórdia e empenho” o Papa Francisco, dirigindo-se aos milhares de fiéis e peregrinos presentes, falou do Jubileu da Misericórdia como uma verdadeira oportunidade para entrar em profundidade no mistério da bondade e do amor de Deus. Neste tempo de Quaresma, disse o Papa, somos convidados a viver de maneira coerente a nossa fé com um estilo de vida que exprima a misericórdia do Pai, um empenho que somos chamados a assumir para oferecermos a todos os que encontramos o sinal concreto da proximidade com Deus. Sobre o significado do empenho na vida do cristão, disse Francisco:
“O que é o empenho? E o que significa comprometer-se? Quando me comprometo, isso significa que assumo uma responsabilidade, uma tarefa para com alguém; e significa também o estilo, a atitude de fidelidade e dedicação, de atenção particular com a qual eu realizo esta tarefa. Todos os dias somos convidados a realizar com empenho as coisas que fazemos: na oração, no trabalho, no estudo, mas também no desporto, nas actividades livres ...”
Também Deus empenhou-se connosco – prosseguiu o Papa – antes de tudo criando o mundo e mantendo-o vivo apesar das nossas tentativas de arruiná-lo; mas sobretudo empenhou-se dando-nos Jesus, que é o empenho extremo que Deus assumiu connosco, pois (como diz S. Paulo) "não poupou o seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós".
E no Evangelho vemos como se manifesta o empenho de Deus para com a humanidade, explicou o Papa:
“Em Jesus, Deus empenhou-se de maneira completa para restituir esperança aos pobres, àqueles que não tinham dignidade, aos estrangeiros, os doentes, os prisioneiros, e aos pecadores que Ele acolhia  com bondade. Em tudo isto, Jesus era uma expressão viva da misericórdia do Pai. Jesus acolhia com bondade os pecadores, amava-os e mudava-lhes o coração”.
Partindo deste amor misericordioso com que Jesus exprimiu o empenho de Deus, disse ainda Francisco, também nós podemos e devemos corresponder ao seu amor com o nosso empenho, sobretudo nas situações de maior necessidade e onde há mais sede de esperança, como por exemplo, com as pessoas abandonadas, os trazem graves deficiências, os doentes mais graves, os moribundos, os que não são capazes de exprimir a sua gratidão ... Em todas estas realidades nós trazemos a misericórdia de Deus através de um empenho de vida, que é testemunho da nossa fé em Cristo – sublinhou Francisco.
E o Papa terminou com a esperança de que este Jubileu possa ajudar a nossa mente e o nosso coração a tocar com a mão o empenho de Deus com cada um de nós, para podermos transformar a nossa vida num empenho de misericórdia para com todos.
Aos peregrinos de língua portuguesa o Papa dirigiu as seguinte palavras:
“Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha saudação fraterna para todos vós. Ao realizardes esta peregrinação jubilar, que Deus vos abençoe com uma grande coragem para abraçardes diariamente a vossa cruz e um vivo anseio de santidade para iluminardes com a esperança a cruz dos outros irmãos. Conto com as vossas orações por mim. Bom caminho da Quaresma”
Em seguida o Papa saudou cordialmente, entre outros, os membros da Federação Italiana das Associações de Doadores de Sangue e a Associação das sociedades de mútuo socorro, com o augúrio de que  o Jubileu da misericórdia seja para todos uma oportunidade para redescobrir a importância da fé e difundir  na vida quotidiana  a beleza do amor de Deus por cada um de nós.
A concluir o Santo Padre dirigiu um pensamento particular aos jovens, os doentes e recém-casados, tendo acrescentado:
“Próxima segunda-feira é a festa da Cátedra do Apóstolo Pedro, dia de comunhão especial dos crentes com o Sucessor de São Pedro e com a Santa Sé. Este evento, neste Ano Santo, será também dia de jubileu para a Cúria Romana, que trabalha diariamente ao serviço do povo cristão. Exorto-vos a perseverar na oração pelo meu ministério universal, e agradeço-vos pelo vosso empenho na edificação diária da comunidade eclesial”.
E a todos o Papa Francisco deu a sua bênção.
por: news.va
Ângelus : No México uma experiência de  “transfiguração”

Ângelus : No México uma experiência de “transfiguração”



Domingo, 21 de fevereiro – Angelus com o Papa Francisco na Praça de S. Pedro que neste segundo domingo da Quaresma referiu-se ao Evangelho que nos apresenta a Transfiguração de Jesus.
O Santo Padre tomando como estímulo da sua mensagem o Evangelho deste domingo falou sobre a sua Viagem Apostólica ao México considerando ter sido uma experiência de transfiguração. “O Senhor mostrou-nos a luz da Sua glória através do corpo da sua Igreja, o seu Povo santo que vive naquela terra. Um corpo tantas vezes feridos, um povo tão frequentemente oprimido, desprezado, violado na sua dignidade” – disse o Papa que considerou ainda terem sido encontros “cheios de luz: a luz da fé que transforma o rosto e ilumina o caminho” àqueles que vivem no México e que teve como “centro de gravidade espiritual” a peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe:
“O "centro de gravidade espiritual" da minha peregrinação foi o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe. Permanecer em silêncio diante da imagem da Mãe era aquilo que em primeiro lugar me propunha. E agradeço a Deus que me concedeu. Contemplei e, deixei-me olhar por Aquela que traz gravada nos seus olhos os olhos de todos os seus filhos, e recolhe as dores pela violência, os sequestros, os assassinatos, os abusos em detrimento de muitas pessoas pobres, de muitas mulheres. Guadalupe é o santuário mariano mais visitado do mundo. De toda a América vão rezar onde a Virgem Morenita mostrou-se ao índio S. Juan Diego, dando início à evangelização do continente e à sua nova civilização, fruto de encontro entre as diferentes culturas.”
E esta é a herança que o Senhor deu ao México – afirmou o Papa – “valorizar a riqueza da diversidade e, ao mesmo tempo, mostrar a harmonia da fé comum, uma fé sincera e forte, acompanhada de uma grande carga de vitalidade e de humanidade” – declarou o Santo Padre que se referiu ainda aos testemunhos de fé que encontrou, em particular das famílias mexicanas mas também os jovens, as pessoas consagradas, os sacerdotes, os trabalhadores, os presos, não esquecendo Presidente do México e as autoridades do país.
Neste momento o Papa Francisco recordou com particular emoção o encontro em Cuba com o Patriarca de Moscovo Kirill:
“Um louvor especial elevamos à Santíssima Trindade por ter querido que, nesta ocasião, acontecesse em Cuba o encontro entre o Papa e o Patriarca de Moscovo e de Toda a Rússia, o caro irmão Kirill; um encontro muito desejado também pelos meus Predecessores. Este evento é uma luz profética da Ressurreição, da qual o mundo de hoje tem mais do que nunca necessidade. A Santa Mãe de Deus vai continuar a orientar o caminho da unidade.”
Após a recitação da oração do Angelus o Papa Francisco referiu-se à conferência internacional que terá lugar nesta segunda-feira dia 22 em Roma intitulada “Por um mundo sem pena de morte”, promovida pela Comunidade de Santo Egídio. Declarou esperar que este evento possa dar um novo impulso ao compromisso com a abolição da pena capital.
Em particular o Santo Padre destacou os sinais de esperança que se têm desenvolvido, na opinião pública, de uma crescente oposição à pena de morte, recordando que as sociedades modernas têm a capacidade de lidar com o crime sem remover permanentemente a quem o tenha cometido uma ‘chance’ de se redimir.
“Um problema” – continuou o Papa – que “deve ser visto no contexto de um sistema de justiça penal cada vez mais em linha com a dignidade humana e ao plano de Deus para o homem e a sociedade. O mandamento "não matarás" tem um valor absoluto e abrange tanto os inocentes como o culpado” – declarou Francisco tendo apelado aos governantes para um consenso internacional sobre a abolição da pena de morte, em particular, aos governantes católicos, para não executarem nenhuma sentença durante este Ano Santo da Misericórdia:
“O Jubileu especial da Misericórdia é uma ocasião propícia para promover no mundo formas sempre mais maduras de respeito pela vida e pela dignidade de cada pessoa. Mesmo o criminoso mantém o direito inviolável à vida, dom de Deus. Faço um apelo à consciência dos governantes, de modo que se possa alcançar um consenso internacional para a abolição da pena de morte. E proponho àqueles que de entre esses sejam católicos a cumprirem um gesto corajoso e exemplar: que nenhuma sentença seja executada neste Ano Santo da Misericórdia.”
Todos os cristãos e pessoas de boa vontade são chamados hoje a trabalhar não só para a abolição da pena de morte, mas também com o fim de melhorar as condições das prisões, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas de liberdade – disse ainda ao Papa Francisco.
Ainda neste Angelus uma saudação especial do Santo Padre para a Comunidade Papa João XXIII, fundada pelo Servo de Deus Padre Oreste Benzi, que na próxima sexta-feira irá promover através das ruas do centro de Roma, uma ‘Via Sacra’ de solidariedade e oração pelas mulheres vítimas de tráfico.
No final do Angelus deste segundo domingo da Quaresma o Santo Padre afirmou que este tempo da Quaresma é um tempo favorável para fazer um caminho de conversão que tenha como centro a misericórdia. E para isso, a exemplo do que já aconteceu no passado, o Papa entregou aos fiéis a “Misericordina” um remédio para promover a misericórdia, o amor, o perdão e a fraternidade. A entregar este medicamento espiritual estavam pobres, pessoas sem-abrigo, refugiados e religiosas:
“Por isso, hoje, eu pensei de oferecer a vós que estão aqui na praça um "remédio espiritual" chamado “Misericordina”. Uma caixa contendo o Rosário e uma pequena imagem de Jesus Misericordioso.”
O Papa a todos desejou um bom domingo e bom almoço.
por: news.va
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Pela primeira vez, um ex-residente da Casa de Maria vai fazer parte da Vocação Filhos de Sião.

Pela primeira vez, um ex-residente da Casa de Maria vai fazer parte da Vocação Filhos de Sião.



     É com muita alegria que a Comunidade Católica Filhos de Sião acolhe o ex-residente da CT Casa de Maria, Manoel Everson Souza de Acaraú-Ce, que a poucos dias recebeu alta do tratamento e recebeu o “Sim” para fazer  parte da Vocação. Durante o período de seu tratamento que durou cerca de 10 meses, ele sentiu-se chamado a fazer o vocacionado 2015, os encontros eram realizados mensalmente na Casa de Maria, que é a sede dos Filhos de Sião em Acaraú. E ao longo do ano foi se identificando cada vez mais com o nosso carisma, e em janeiro fez seu pedido para ingressar na Comunidade de Aliança, pedido este que foi concedido pela Secretaria Vocacional.


      Para nós que fazemos parte da CT Casa de Maria, consideramos este acontecimento como uma grande vitória, pois nosso objetivo não é só fazer com que o adolescente consiga viver sem a dependência química, mas que ele também tenha uma experiência com Deus.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Dom Vasconcelos recebe a visita da fundadora e  cofundador da Comunidade Filhos de Sião.

Dom Vasconcelos recebe a visita da fundadora e cofundador da Comunidade Filhos de Sião.



     Hoje  o nosso Bispo diocesano Dom Vasconcelos recebeu a visita da nossa Fundadora Vanderlúcia Menezes Farias  e do nosso Cofundador  Francisco Adriano Silva, onde o mesmo tomou conhecimento da missão da Comunidade Filhos de Sião na missão de Marco e na missão de Acaraú.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Campanha da Fraternidade: mensagem do Papa aos brasileiros

Campanha da Fraternidade: mensagem do Papa aos brasileiros



Cidade do Vaticano (RV) – “O acesso à água potável e ao saneamento básico é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome”: palavras do Papa Francisco que estão contidas na mensagem aos brasileiros por ocasião da Campanha da Fraternidade 2016. O tema este ano é “Casa comum: nossa responsabilidade”.
No texto, o Pontífice recorda que se trata da quarta edição ecumênica da Campanha e que, desta vez, cruza as fronteiras para uma parceria com os católicos alemães, através da Misereor (instituição da Conferência Episcopal Alemã para a cooperação para o desenvolvimento). 
Comentando o tema escolhido sobre saneamento básico, Francisco convida todos a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de Casa Comum.
Superação da injustiça social
“O acesso à água potável e ao saneamento básico é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental”, escreve o Papa.
Citando sua Encíclica Laudato si, Franscisco recorda que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover de água limpa e saneamento as populações mais pobres, evidenciando o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social.
“Aprofundemos a cultura ecológica”, pede o Pontífice. “Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando descobrimos que Jesus quer «que toquemos a carne sofredora dos outros» (Evangelii gaudium, 270), dedicando-nos ao «cuidado generoso e cheio de ternura» (Laudato si’, 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.
Eis a íntegra da mensagem de Francisco.
Queridos irmãos e irmãs do Brasil!
Em sua grande misericórdia, Deus não se cansa de nos oferecer sua bênção e sua graça e de nos chamar à conversão e ao crescimento na fé. No Brasil, desde 1963, se realiza durante a Quaresma a Campanha da Fraternidade. Ela propõe cada ano uma motivação comunitária para a conversão e a mudança de vida. Em 2016, a Campanha da Fraternidade trata do saneamento básico. Ela tem como tema: «Casa comum, nossa responsabilidade». Seu lema bíblico é tomado do Profeta Amós: «Quero ver o direito brotar como fonte e a justiça qual riacho que não seca» (Am 5,24).
É a quarta vez que a Campanha da Fraternidade se realiza com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC). Mas, desta vez, ela cruza fronteiras: é feita em conjunto com a Misereor, iniciativa dos católicos alemães que realiza a Campanha da Quaresma desde 1958. O objetivo principal deste ano é o de contribuir para que seja assegurado o direito essencial de todos ao saneamento básico. Para tanto, apela a todas as pessoas convidando-as a se empenharem com políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum.
Todos nós temos responsabilidade por nossa Casa Comum, ela envolve os governantes e toda a sociedade. Por meio desta Campanha da Fraternidade, as pessoas e comunidades são convidadas a se mobilizar, a partir dos locais em que vivem. São chamadas a tomar iniciativas em que se unam as Igrejas e as diversas expressões religiosas e todas as pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico. O acesso à água potável e ao esgotamento sanitário é condição necessária para a superação da injustiça social e para a erradicação da pobreza e da fome, para a superação dos altos índices de mortalidade infantil e de doenças evitáveis, e para a sustentabilidade ambiental.
Na encíclica Laudato si’, recordei que «o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal, porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para o exercício dos outros direitos humanos» (n. 30) e que a grave dívida social para com os pobres é parcialmente saldada quando se desenvolvem programas para prover de água limpa e saneamento as populações mais pobres (cf. ibid.). E, numa perspectiva de ecologia integral, procurei evidenciar o nexo que há entre a degradação ambiental e a degradação humana e social, alertando que «a deterioração do meio ambiente e a da sociedade afetam de modo especial os mais frágeis do planeta» (n. 48).
Aprofundemos a cultura ecológica. Ela não pode se limitar a respostas parciais, como se os problemas estivessem isolados. Ela «deveria ser um olhar diferente, um pensamento, uma política, um programa educativo, um estilo de vida e uma espiritualidade que oponham resistência ao avanço do paradigma tecnocrático» (Laudato si’, 111). Queridos irmãos e irmãs, insisto que o rico patrimônio da espiritualidade cristã pode dar uma magnífica contribuição para o esforço de renovar a humanidade. Eu os convido, principalmente durante esta Quaresma, motivados pela Campanha da Fraternidade Ecumênica, a redescobrir como nossa espiritualidade se aprofunda quando superamos «a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor» e descobrimos que Jesus quer «que toquemos a carne sofredora dos outros» (Evangelii gaudium, 270), dedicando-nos ao «cuidado generoso e cheio de ternura» (Laudato si’, 220) de nossos irmãos e irmãs e de toda a criação.
Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e aos que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedindo a Deus: «ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho para a vossa luz infinita. Obrigado porque estais conosco todos os dias. Sustentai-nos, por favor, na nossa luta pela justiça, o amor e a paz» (Laudato si’, 246). Aproveito a ocasião para enviar a todos minhas cordiais saudações com votos de todo bem em Jesus Cristo, único Salvador da humanidade e pedindo que, por favor, não deixem de rezar por mim!
por: news.va

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
3 adolescentes que estavam na C.T. Casa de Maria receberam o certificado de alta do tratamento.

3 adolescentes que estavam na C.T. Casa de Maria receberam o certificado de alta do tratamento.



Hoje foi um dia muito especial para nós, Comunidade Filhos de Sião! Os adolescentes, Isaias Rodrigues, Samuel Santos e Everson Souza, que estavam em regime de internação na Comunidade Terapêutica Casa de Maria receberam alta do tratamento.
CNBB divulga mensagem sobre o combate ao aedes aegypti

CNBB divulga mensagem sobre o combate ao aedes aegypti


Com um grande mutirão, que envolva todos os setores da sociedade, seremos capazes de vencer estas doenças que atingem, sem distinção, toda a população brasileira”, diz um trecho da mensagem aprovada pelo Conselho Episcopal Pastoral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e divulgada pela Presidência da entidade, nesta quinta-feira, dia 4, durante entrevista coletiva à imprensa. No texto, a Conferência conclama toda a Igreja no Brasil a continuar e intensificar a mobilização no combate ao mosquitoaedes aegyti, transmissor da dengue, do vírus zika e do chicungunya.
A CNBB também afirma, dada a provável ligação com os casos de microcefalia, que o estado de alerta “não deve levar a pânico”. Outra indicação é que tal situação “tampouco justifica defender o aborto para os casos de microcefalia como, lamentavelmente, propõem determinados grupos que se organizam para levar a questão ao Supremo Tribunal Federal num total desrespeito à vida”.
Leia o texto na integra.
MENSAGEM DA CNBB SOBRE O COMBATE AO AEDES AEGYPTI
“Tu me restauraste a saúde e me deixaste viver” (Is 38,16b)
O Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunido em Brasília-DF, nos dias 3 e 4 de fevereiro de 2016, conclama toda a Igreja no Brasil a continuar e intensificar a mobilização no combate ao mosquito aedes aegyti, transmissor da dengue, do vírus zika e do chikungunya. Com um grande mutirão, que envolva todos os setores da sociedade, seremos capazes de vencer estas doenças que atingem, sem distinção, toda a população brasileira.
Merece atenção especial o vírus zika por sua provável ligação com a microcefalia, embora isso não tenha sido provado cientificamente. A gravidade da situação levou a Organização Mundial da Saúde a declarar a microcefalia e o vírus zika emergência internacional. O estado de alerta, contudo, não deve nos levar ao pânico, como se estivéssemos diante de uma situação invencível, apesar de sua extrema gravidade. Tampouco justifica defender o aborto para os casos de microcefalia como, lamentavelmente, propõem determinados grupos que se organizam para levar a questão ao Supremo Tribunal Federal num total desrespeito ao dom da vida.
Seja garantida, com urgência, a assistência aos atingidos por estas enfermidades, sobretudo às crianças que nascem com microcefalia e suas famílias. A saúde, dom e direito de todos, deve ser assegurada, em primeiro lugar, pelos gestores públicos. A eles cabe implementar políticas que apontem para um sistema de saúde pública com qualidade e universal. Nesse sentido, a Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano contribui muito ao trazer à tona a vergonhosa realidade do saneamento básico no Brasil. Sem uma eficaz política nacional de saneamento básico, fica comprometido todo esforço de combate ao aedes aegypti.
O compromisso de cada cidadão também é indispensável na tarefa de erradicar este mal que desafia nossas instituições. O princípio de tudo é a educação e a corresponsabilidade. Por isso, exortamos as lideranças de nossas comunidades eclesiais a organizarem ações e a se somarem às iniciativas que visem colocar fim a esta situação. As ações de competência do poder público sejam exigidas e acompanhadas. Nas celebrações, reuniões e encontros, sejam dadas orientações claras e objetivas que ajudem as pessoas a tomarem consciência da gravidade da situação e da melhor forma de combater as doenças e seu transmissor. Com o esforço de todos, a vitória não nos faltará.
Deus, em sua infinita misericórdia, faça a saúde se difundir sobre a terra (cf. Eclo 38,8). Nossa Senhora Aparecida, mãe e padroeira do Brasil, ajude-nos em nosso evangélico compromisso de promoção e defesa da vida.
por: Diocese de Sobral
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