terça-feira, 24 de novembro de 2015
Kairós Tempo de Graça

Kairós Tempo de Graça



KAIRÓS TEMPO DE GRAÇA

A COMUNIDADE CATÓLICA FILHOS DE SIÃO ESTARÁ REALIZANDO NA CIDADE DE ACARAÚ UM MEGA SHOW COM A CANTORA ANA GABRIELA DA COM. SHALOM. TODO ARRECADADO SERÁ EM PROL DA CONSTRUÇÃO DA NOVA CASA DE MARIA.

Jantar Beneficente Casa de Maria

Jantar Beneficente Casa de Maria





A Comunidade Católica Filhos de Sião Missão Acaraú, realiza o 3º jantar beneficente, este ano em prol da construção da nova Casa de Maria, que cuida de adolescentes com dependência química. Ajude-nos a construir esta obra colaborando co a quantia de R$ 25,00 reais e participe do jantar que será na Casa de Maria. Agradecemos a sua atenção.
quinta-feira, 12 de novembro de 2015
Show de Neto Monteiro no Vem Nessa Onda 2015.

Show de Neto Monteiro no Vem Nessa Onda 2015.


De Pernambuco para o palco do Vem Nessa Onda, tão jovem e tão ungido, Neto Monteiro, fez uma noite de avivamento no Espírito Santo cantando suas lindas canções em louvor e adoração a nosso Deus. Um show que ficou marcado no coração de nossa Juventude.


segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Quando amamos alguém, o tempo de fato não conta

Quando amamos alguém, o tempo de fato não conta


Quando amamos alguém, o tempo de fato não conta. São 24 meses sem a presença da nossa querida irmã Rochelle em nosso meio, mas a impressão que tenho é que ela continua tão presente aqui, tão presente em mim, no seu modo de falar, no seu modo de agir. Tenho certeza que nunca irei esquecer o seu jeito doce e firme de vivenciar as situações, a sua radicalidade e constante preocupação em sempre ser o melhor e dar o melhor como filha de Deus e filha de Sião. Sua presença sempre nos instigava a desinstalar-se da vida que levávamos. Hoje só posso ser grata a Deus por tê-la tido em minha vida, como amiga fiel e irmã de caminhada, por seu testemunho que sempre me estimulou e motiva até hoje. Lembro-me que quando nos consagramos na Comunidade Filhos de Sião no ano de 2008, logo depois da cerimônia, nos abraçamos e fizemos festa uma com a outra e ela me dizia: “Chegamos juntas até aqui, que bom Juli, como é bom, conseguimos”!! É certo que conseguimos e Deus quis que eu continuasse mais um pouquinho por aqui, e que você se juntasse a Ele no céu para interceder por todos nós Filhos de Sião. Hoje sei o quanto sois predileta do Pai e amada pelo Senhor. E em minhas orações sinto o quanto és feliz, e agora completamente por estar mais perto de Deus, e meu coração só se enche de palavras de gratidão ao bom Deus por tê-la conservado, lutando na pureza por uma vida santa e consagrada já aqui!!

Rochelle, que o Senhor confirme no céu, sua contemplação ao amar Deus face a face, e a nós Filhos de Sião, aqui na terra, a missão de amar o amor que não é amado!
Julineide Mendes
Amiga 
e Consagrada Com. Filhos de Sião
quarta-feira, 4 de novembro de 2015
O que são as indulgências?

O que são as indulgências?


Antes de explicar o que são as indulgências, vamos mostrar que a Igreja ensina esta doutrina sem hesitação.
O Catecismo da Igreja (CIC) afirma que:
“Pelas indulgências, os fiéis podem obter para si mesmos e também para as almas do Purgatório, a remissão das penas temporais, sequelas dos pecados.” (CIC, 1498) O Papa Paulo VI (1963-1978), na Constituição Apostólica Doutrina das Indulgências (DI), ensina com clareza toda a verdade sobre esta matéria. Começa dizendo que: “A doutrina e o uso das indulgências vigentes na Igreja Católica há vários séculos encontram sólido apoio na Revelação divina, a qual vindo dos Apóstolos “se desenvolve na Igreja sob a assistência do Espírito Santo”, enquanto “a Igreja no decorrer dos séculos, tende para a plenitude da verdade divina, até que se cumpram nela as palavras de Deus (Dei Verbum, 8)”. ( DI, 1) Assim, fica claro que as indulgências têm base sólida na doutrina católica (Revelação e Tradição) e, como disse Paulo VI, “se desenvolve na Igreja sob a inspiração do Espírito Santo”.
A ORIGEM DAS INDULGÊNCIAS
O uso das indulgências teve sua origem já nos primórdios da Igreja. Desde os primeiros tempos ela usou o seu poder de remir a pena temporal dos pecadores. Sabemos que na Igreja antiga dos primeiros séculos, a absolvisão dos pecados só era dada aos penitentes que se acusassem dos próprios pecados e se submetessem a uma pesada penitência pública; por exemplo, jejum de quarenta dias até o pôr do sol, trajando-se com sacos e usando o silício, autoflagelação, retirada para um convento, vagar pelos campos vivendo de esmolas, etc., além de ser privado da participação na Liturgia eucarística e na vida comunitária. Isto era devido ao “horror” que se tinha do pecado e do escândalo. Aquele que blasfemasse o nome de Deus, da Virgem Maria, ou dos santos, ficava na porta da igreja, sem poder entrar, sete domingos durante a missa paroquial, e, no último domingo ficava no mesmo lugar sem capa e descalço; e nas sete sextas- feiras precedentes jejuava a pão e água, sem poder neste período entrar na igreja. Aquele que rogasse uma praga aos pais, devia jejuar quarenta dias a pão e água.
Essas pesadas penitências, e outras, tinham o objetivo de extinguir no penitente os requícios do pecado e as más inclinações que o pecado sempre deixa na alma do pecador, fazendo-o voltar a praticá-lo. Na fase das perseguições dos primeiros séculos, quando era grande o número de mártires, muitos cristãos ficavam presos e aguardando o dia da própria execução. Surgiu nesta época um belo costume: os penitentes recorriam à intercessão dos que aguardavam presos a morte. Um deles escrevia uma carta ao bispo pedindo a comutação da pesada penitência do pecador; eram as chamadas “cartas de paz”. Com este documento entregue ao bispo, o penitente era absolvida da pesada penitência pública que o confessor lhe impusera, e também da dívida para com Deus; a pena temporal que a penitência satisfazia. Assim, transferia-se para o pecador arrependido, o valor satisfatório dos sofrimentos do mártir.
Desta forma começou o uso da indulgência na Igreja.
Muitas vezes os penitentes não tinham condições de saúde suficiente para cumprir essas penitências tão pesadas; e isto fez com que a Igreja, com o passar do tempo, em etapas sucessivas e graduais, fosse abrandando as penitências. Na idade média, a Igreja, com a certeza de que ela é a depositária dos méritos de Cristo, de Nossa Senhora e dos Santos, o chamado “tesouro da Igreja”, começou a aplicar isto aos seus filhos pecadores. Inspirados pelo Espírito Santo, os Papas e Concílios, a partir do século IX, entenderam que podiam aplicar esses méritos em favor dos penitentes que deviam cumprir penitencias rigorosas. Assim, surgiram as “obras indulgenciadas”, que substituíam as pesadas penitencias. O jejum rigoroso foi substituído por orações; a longa peregrinação, por pernoitar em um santuário; as flagelações, por esmolas; etc.. A partir daí, a remissão da pena temporal do pecado, obtida pela prática dessas “obras indulgenciadas”, tomou o nome de “indulgência”. Nos exemplos das pesadas penitências públicas citadas acima, elas eram substituídas, respectivamente, por uma indulgência de sete semanas e por uma indulgência de 40 dias; por isso as indulgências eram contadas em dias, semanas e meses, porque assim, eram também contadas as penitências públicas.
Com a reza do Terço, por exemplo, em qualquer dia do mês de outubro, se ganhava a indulgência de sete anos. No século IX, os bispos já concediam indulgências gerais, isto é, a todos os fiéis, sem a necessidade da mediação de um sacerdote. Assim, os bispos estipularam que realizando certas obras determinadas, os fiéis poderiam obter, pelos méritos de Cristo, a remissão das penas devidas aos pecados já absolvidos. É preciso compreender que esta prática não se constituía em algo mecânico; não, o penitente, ao cumprir a obra indulgenciada devia trazer consigo as mesmas disposições interiores daquele que cumpria no passado as pesadas penitências, isto é, profundo amor a Deus e repúdio radical de todo pecado. Sem isto, não se ganharia a indulgência. Com o passar do tempo, e principalmente por causa da “questão das indulgências” no tempo de Martinho Lutero (explicado adiante), no século XVI, as indulgências foram ofuscadas e tornaram-se objeto de críticas.
No entanto, após o Concílio Vaticano II (1962-65), o Papa Paulo VI reafirmou todo o seu valor, na Constituição Apostólica Indulgentiarum Doctrina, onde quis claramente mostrar o sentido profundo e teológico das indulgências; incitando os católicos ao espírito de contrição e penitência que deve movê-los ao realizar as obras indulgenciadas, removendo toda a aparência de mecanicismo espiritual que no passado aconteceu.


Fonte : Universo Católico
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