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sexta-feira, 31 de julho de 2015
Festa de Aprovação dos Estatutos Filhos de Sião

Festa de Aprovação dos Estatutos Filhos de Sião




Alegrai-vos sempre no Senhor; e digo outra vez: Alegrai-vos!
Filipenses 4,4

A Comunidade Filhos de Sião feliz celebra hoje, seus Seis Anos de Aprovação Estatutária em Caráter Ad Experimentum. O Estatuto para nós é um caminho de conformação à vontade de Deus na vida de cada um de seus membros.

Celebrar nossos estatutos, significa compreender que a nossa Santa Mãe Igreja, afirma a veracidade de nosso Carisma. 

Estamos felizes, estamos de parabéns, Deus nos escolheu almas esposas e nos chamou Filhos de Sião
terça-feira, 21 de julho de 2015
Vocação, uma história de amor

Vocação, uma história de amor





 A vocação, no sentido religioso, é a “inspiração ou moção interior pela qual Deus chama uma pessoa a determinado estado ou forma de vida”(1). Ela difere da aptidão para exercer determinada profissão justamente por ser um chamado que brota do mais profundo do ser, ali de onde se escuta e se responde à voz de Deus.
Diferente dos compromissos profissionais e sociais, que mesmo quando firmados numa fortíssima aptidão participam da instabilidade do ser humano, a vocação como chamado e resposta a Deus é definitiva, irreversível, dura a vida toda. Livre e definitivamente Deus chama, mas também livre e definitivamente devemos dizer “sim”, manifestando cada dia mais profundamente esta afirmação. Deus nos escolhe e nós escolhemos Deus, cada dia mais fortemente. “Como a vida matrimonial não se reduz à primeira declaração de amor nem ao tempo de noivado, assim a vocação é uma história de amor, que deve durar a vida inteira”(2).

Para tentarmos compreender um pouco do que seja esta “história de amor”, precisamos entrar mais profundamente no sentido da existência humana. A Sagrada Congregação para a Doutrina da fé ensina que “O amor é a vocação fundamental do ser humano”(3). Cada um de nós nasce do Amor, vive do Amor e caminha para o Amor, que é Deus.

Cada um de nós nasce e permanece na existência unicamente por causa do amor livre e gratuito de Deus, que nos chamou à vida. O amor de Deus é a nossa origem e é também a finalidade da existência. Cada um de nós nasce de Deus e para Deus, que é o Amor por excelência, do qual nossos maiores amores nesta vida são apenas uma pálida imagem.

Nascido do Amor e para o Amor, cada um de nós é mantido na existência pelo Amor. Caminhamos para o nosso fim, mesmo sem perceber, continuamente “mergulhados” no “oceano” do amor de Deus que sustenta a cada dia nosso caminho. Somos à imagem de Deus que ama continuamente, sem cessar. Então o amor não é somente nossa origem e nosso fim, mas o nosso caminho, o único meio de caminhar para o nosso objetivo.

Nosso caminho é o Amor. Somos fundamentalmente chamados para amar, para refletirmos a imagem e semelhança de Deus no mundo… amando, sendo “amor” como Santa Teresinha do Menino Jesus tão concretamente descobriu em sua própria vida, pela experiência, e por isso encontrou e viveu plenamente sua vocação particular na Igreja.

É dentro deste chamado primeiro e fundamental ao Amor, que nascem todas as vocações religiosas e estados de vida, porque é do chamado fundamental ao Amor que decorre o nosso chamado a ser e a realizar algo no mundo.

O Catecismo da Igreja Católica ensina que “a vocação última do homem é uma só, divina”(4). Cada um de nós responde primeiramente esta vocação pelo Batismo, e a realiza segundo estados e funções diversas, conforme o chamado único, particular de Deus a nós. Para cada pessoa há um chamado singular e insubstituível no universo e na história, que foi fixado pelo projeto de Deus que sempre vai muito além dos nossos próprios projetos, e cuja realização vai tão além da nossa capacidade humana, que jamais poderíamos concretizá-lo sem que Ele nos capacite.

Cada pessoa tem uma identidade única e todo chamado vocacional atinge esta identidade. O chamado de cada pessoa acontece no contexto particular da sua história, onde Deus entra em um diálogo íntimo com ela, um diálogo de amor, que vai durar a vida toda, porque nenhuma vocação se encerra somente no chamado. Toda vocação nos leva a amar sempre mais.

Somente Deus pode arrogar-se o direito de nos propor um destino que toca a nossa vida toda. Somente Deus tem esta força imperiosa capaz não somente de nos atrair, mas de capacitar-nos a dizer sim e perseverar neste chamado por toda a nossa vida, não estaticamente, mas crescendo no nosso “sim” a cada desafio sempre maior.

Da mesma forma, somente a pessoa chamada pode, livremente, acolher o chamado, e se dispor a ir aonde a força do chamado a atrai e impele a concretizá-lo. Por isso, na vocação, tanto o chamado como a resposta são de fundamental importância. Não podemos criar um chamado que Deus não nos fez, e, do mesmo modo, ninguém pode responder ao chamado por nós a não ser nós mesmos, que, livremente escolhidos, livremente podemos dizer “sim”.

Como acontece o chamado?

A vocação é puro dom de Deus que excede a inclinação natural da pessoa. É preciso descobrir os caminhos em que Deus nos espera passar para nos dirigir a palavra. Às vezes Ele chama direta e imediatamente, mas às vezes dispõe de outras maneiras pelas quais se aproxima de nós utilizando meios normais, nos quais está presente como instigador e condutor de suas mediações.
Como se distingue uma vocação autêntica de uma falsa vocação?

O discernimento torna-se praticamente impossível para uma pessoa sozinha. Distinguir adequadamente a voz da Verdade no imenso concerto de vozes que freqüentemente ameaçam afogá-la é obra exclusiva de músicos muito habilidosos e de diretores muito experientes, e não simplesmente dos que gostam de fazê-lo. Daí a necessidade do acompanhamento vocacional.

E a resposta?

A resposta ao chamado de Deus só pode ser dada mediante a fé. Infelizmente esta é a dimensão da vocação em que mais se costuma falhar. Podemos pensar que responder a determinadas vocações ou estado de vida pode ser mais fácil que responder a outros, que consideramos mais agradáveis, enquanto há outros que consideramos difíceis e atemorizantes. Cada vocação se apresenta na vida de cada pessoa de modo único. Há pessoas que hesitaram em dar sua resposta, enquanto há outros que não hesitaram no primeiro “sim”, mas chegaram a abandonar o seguimento já começado.

Há vocações mantidas a grande custo, em meio a abalos interiores e exteriores, algumas cujo seguimento chega a ser considerado verdadeiro martírio, assumido conscientemente, na independência em relação às forças contrárias, porque assim como conta com forças contrárias, conta com a mesma força, profunda e real para segui-la.

“Há uma espécie de tensão de forças entre algo que luta por sair e se expressar na vida, e algo que se retrai diante da passagem decisiva”(5). Toda resposta vocacional exige muitas renúncias, e isto acontece muito claramente no estado de vida: quem escolhe o matrimônio renuncia ao celibato e vice-versa. A renúncia, vista de longe, às vezes nos parece maior do que a opção. Esta é uma dificuldade que se pode encontrar no momento da escolha e pode se tornar uma perseguidora ilusão a querer fazer com que retrocedamos do caminho escolhido, constituindo uma das mais dolorosas tentações.

Qual a saída para este drama?

A abertura à origem de toda vocação e estado de vida: nascemos do Amor, para o Amor e para amar a Deus e aos outros. “Pois ninguém de nós vive e ninguém morre para si mesmo, porque se vivemos é para o Senhor que vivemos, e se morremos é para o Senhor que morremos. Portanto, quer vivamos, quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rm 14,7-8). Aquele ou aquela que não está disposto ou disposta a abrir mão de viver para si mesmo, para colocar como prioridade o amor a Deus e o dom de si, não está preparado para escutar chamado algum, nem assumir vocação ou estado de vida algum dentro da Igreja.

“Sem abertura, não é possível vocação alguma, que é dom e carisma que cada um recebe para utilidade comum”(6). É justamente na abertura e no serviço aos outros que a vocação vai se configurando e a nossa resposta vai se intensificando, apesar dos atritos, e, dizendo melhor, justamente por causa dos atritos.

Por isso, antes de responder a qualquer vocação, é necessário a disposição de sair do egocentrismo que destrói toda forma de autodoação. Não existe realização vocacional onde não ocorra esta determinação. Para aqueles que receberam uma educação onde se cultivou como valores prioritários o ter, o poder e o prazer, torna-se muito mais difícil acolher uma vocação que se apresenta como caminho oposto a estes valores, e perseverar nela até o fim. É aí que a formação para o amor contribui para o crescimento das vocações e a qualidade dos vocacionados, seja qual for o chamado de Deus para eles.

Deus é o Amor que envolve inteiramente a nossa vida, e no qual precisamos “mergulhar” cada dia mais, para encontrarmos a vida plena, a vida feliz! Perder-se em Deus é encontrar-se cada dia mais. Se tivermos sempre isto em mente não teremos medo de dizer “sim”, nem voltaremos atrás no “sim” pronunciado, mas ao contrário, nosso “sim” será sempre mais forte e profundo, para abranger os novos desafios que cada dia Deus nos propõe através da nossa vocação e estado de vida.

Notas bibliográficas:
1- Dicionário de Vida Consagrada. São Paulo: Paulus, 1994, p.1143.
2- Ibidem, p.1143
3- Declaração Persona Humana, n. 7; Cat 2392.
4- Cat 1260.
5- Dicionário de Espiritualidade. São Paulo: Paulus, 1993, p.1191.
6- Ibidem, p.1192.

Fonte: Artigo publicado na Revista Shalom Maná
acesse www.edicoesshalom.com.br/assinaturas
terça-feira, 14 de julho de 2015
O Matrimônio e a Família no Plano de Deus

O Matrimônio e a Família no Plano de Deus



1. O que ensina a Igreja sobre a família?

A Igreja ensina que a família é um dos bens mais preciosos da humanidade.

2. Por que é um bem tão precioso?

A família é um dom precioso porque forma parte do plano de Deus para que todas as pessoas possam nascer e desenvolver-se em uma comunidade de amor, ser bons filhos de Deus neste mundo e participar na vida futura do Reino dos Céus: Deus quis que os homens, formando a família, colaborem com Ele nesta tarefa.

3. Onde estão revelados os planos de Deus sobre o matrimônio e a família?

Nas Sagradas Escrituras -a Bíblia-, se narra a criação do primeiro homem e da primeira mulher: Deus os criou a sua imagem e semelhança; os fez varão e mulher, os ebençou e os mandou crescer e multiplicar-se para povoar a terra (cf. Gn 1, 27). E para que isto fosse possível de um modo veraddeiramente humano, Deus mandou que o homem e a mulher se unissem para formar a comunidade de vida e amor que é o matrimônio (cf. Gn 2, 19-24).

4. Que benefícios traz formar uma família como Deus manda?

Quando as famílias se formam segundo a vontade de Deus, são fortes, sanas e felizes; possibilitam a promoção humana e espiritual dos seus membros contribuindo à renovação de toda a sociedade e da misma Igreja.

5. Como ajuda a Igreja aos homens para conheçam o bem da família?

A Igreja oferece sua ajuda a todos os homens recordando-lhes qual é o desígnio de Deus sobre a família e sobre o matrimônio. Corresponde de modo especial aos católicos compreender e dar testemunho dos ensinamentos de Jesus neste campo.

6 . Como é possível realizar plenamente o projeto de Deus sobre o matrimônio e a família?

Somente com a ajuda da graça de Deus, vivendo de verdade o Evangelho, é possível realizar plenamente o projeto de Deussobre o matrimônio e a família.

7. Por que existem tantas famílias quebradas ou com dificuldades? Por que às vezes parece tão difícil cumprir a vontrade de Deus sobre o matrimônio?

Adão e Eva pecaram desobedecendo a Deus e desde então todos os homens nascen com o pecado original. Este pecado e os que cada pessoa comete tornam fazem que seja difícil conhecer e cumprir a vontade de Deus sobre o matrimônio Por isso Jesus Cristo quis vir ao mundo: para redimir-nos do pecado e para que pudéssemos viver como filhos de Deus nesta vida e alcançar o Céu. É necessária a luz do Evangelho e da gracia de Cristo para devolver ao homem, e também ao matrimônio e à família, sua bondade e beleza originais.

8. Quais são as conseqüências para a sociedade por não cumprir o plano de Deus sobre a família e o matrimônio?

Quando a infidelidade, o egoísmo e a irresponsabilidade dos pais com respeito aos filhos são as normas de conduta, toda a sociedade se vê afetada pela corrupção, pela desonestidade de costumes e pela violência.

9. Qual é a situação da família e nossa sociedade?

As mudanças culturais das últimas décadas influenciaram fortemente no conceito tradicional da família. Entretanto, a família é uma instituição natural dotada de uma extraordinária vitalidade, com grande capacidade de reação e defesa. Não todas estas mudanças foram prejudiciais e por isso o panorama atual sobre a família se pode dizer que está composto de aspectos positivos e negativos.

10. Quais aspectos positivos se notam em muitas famílias?

O sentido cristão da vida influenciou muito para que em nossa sociedade se promova cada vez mais: uma consciência mais viva da liberdade e responsabilidades pessoais no seio das famílias; o desejo de que as relações entre os esposos e dos pais com os filhos sejam virtuosas; uma grande preocupação pela dignidade da mulher; uma atitude mais atenta à paternidade e maternidade responsáveis; um maior cuidado com a educação dos filhos; uma maior preocupação pelas famílias para que se relacionem e se ajudem entre si.

11. Quais aspectos negativos encontramos nas famílias do nosso país?

São muitos e todos eles revelam as conseqüências que provoca o rechaço do amor de Deus pelos homens e mulheres da nossa época. De modo resumido podemos indicar: uma equivocada concepção da independência dos esposos; defeitos na autoridade e na relação entre pais e filhos; dificuldades para que a família transmita os valores humanos e cristãos; crescente número de divórcios e de uniões não matrimoniais; o recursso fácil à esterelização, ao aborto e a extensão de uma mentalidade anti-natalista muito difundida entre os matrimônios; condições morais de miséria, insegurança e materialismo; a emergência silenciosa de grande número de crianças de rua fruto da irresponsabilidade ou da incapacidade educativa dos seus pais; grande quantidade de pessoas abandonadas pela falta de famílias estáveis e solidárias.

12. O que podemos fazer para que os sinais negativos não prevaleçam?

A única solução eficaz é que cada homem e cada mulher se esforcem para viver nas suas famílias os ensinamentos do Evangelho, com autenticidade. O sentido cristão da vida fará que sempre prevaleçam os sinais positivos sobre os negativos, por mais que estes nunca faltem.

13. Jesus Cristo nos deu algum exemplo especial sobre a família?

Sim, porque Jesus Cristo nasceu em uma família exemplar; seus pais foram José e Maria. Ele os obedeceu em tudo (cf. Lc 2, 51) e aprendeu deles a crescer como verdadeiro homem. Assim pois, a família de Cristo é exemplo e modelo para toda família.

14. Estes ensinamentos são válidos para a família dos dias de hoje?

Os exemplos da Sagrada Família alcançam os homens de todas as épocas e culturas, porque o único modo de conseguir a realização pessoal e a dos seres amados é criar um lar onde a ternura, o respeito, a fidelidade, o trabalho, o serviço desinteressado sejam as normas de vida.

15. Quem deve sentir-se responsavel por fortalecer a instituição familiar?

Cada homem é responsável de uma maneira ou de outra pela sociedade em que vive, e portanto da instituição familiar, que é o seu fundamento. Os casados, devem responder pela família que formaram para que seja segundo o desígnio de Deus: los que permanecem solteiros, devem cuidar daquela na qual nasceram. Os jovens e adolescentes têm uma particular responsabilidade de prepararem-se para construir estavelmente sua futura família.

Catecismo da familía e do matrimônio
Padres Fernando Castro e Jaime Molina

Fonte: ACI Digital
sábado, 11 de julho de 2015
Baluarte São Camilo de Lellis

Baluarte São Camilo de Lellis


O mês de Julho é especial para a Comunidade Católica Filhos de Sião porque celebramos no dia 14 São Camilo de Lellis um dos baluartes da nossa vocação. Este santo inspira a vida missionária e apostólica da nossa comunidade, seja qual for a missão somos chamados a realizá-la sempre com prontidão e com ''Coração nas mãos'', isto é, no amor e por amor a Jesus, a exemplo de São Camilo. Ele se tornou conhecido como o ''gigante da caridade'', pois não sabia fazer nem falar de outra coisa a não ser da ''pérola da caridade.''
Antes de sua conversão era um jovem militar, buscava aventuras, viciado em jogos de aposta, até perder tudo, ficar desfigurado e ir parar em um dos conventos franciscanos para trabalhar como servente, e viver ao menos com o mínimo de dignidade. Em uma viagem ao convento de Manfrêdônia enviado pelos franciscanos, Camilo conhece o padre Ângelo que o acolheu com grande afeto, soube ouvir Camilo e dirigiu-lhe palavras cheias de sabedoria e verdade que foram fecundadas no coração dele, Camilo passou a noite meditando naquelas palavras do Padre Ângelo: ''Você precisa de paz. Pense que o que vale verdadeiramente é somente Deus; todo o resto, em comparação, é nada. Preocupe-se em procurá-lo, em pedir, alegrar-se nele, agradá-lo. Somente assim você poderá atingir o único objetivo pelo qual vale a pena se empenhar, lutar, sofrer, nesta vida tão frágil e incerta: salvar a alma, que é a única coisa nossa que não morre.'' (SPINELLI 2010 pág. 73). Então no retorno da sua viagem a Manfrêndônia, dia 02 de fevereiro de 1575, com vinte e cinco anos de idade Camilo tem o seu inesperado mas, inesquecível encontro pessoal com Deus que viria a transformar toda a sua vida. Camilo recebe a visita do próprio Deus, esta causa nele arrependimento profundo dos seus pecados, da vida desregrada que levou durante tanto tempo, e em meio as lágrimas gritou para si mesmo e para o mundo: ''Basta de mundo! Basta de mundo!'' Camilo pede então admissão na ordem dos franciscanos, sendo seu pedido aceito, torna-se noviço. Porém, sofria ele de uma enfermidade na perna direita e a mesma impossibilitaria a sua permanência entre os frades. Em 1579 buscou então pela terceira vez tratamento da mesma ferida no hospital São Tiago em Roma. Lá Camilo, descobre ser a vontade de Deus a sua permanência no hospital, para cuidar dos enfermos, reformar os hospitais, servi-lo aos mais pobres, moribundos. Assim, a partir do serviço de Camilo de Lellis aos doentes, dá-se inicio a que viria a ser a ordem dos Camiliano, uma obra de Deus para atender as necessidades do seu tempo, no qual os hospitais, as cidades de Roma se encontravam em péssimas condições no sistema sanitários e o povo era assolado pela peste bubônica, surge Camilo para [...] ''com seu amor aos doentes e Jesus sofredor, lançar as bases sanitário-assistencial-hospitalar moderno fundamentado pelo menos em linha de princípio, no respeito e na centralidade do doente.'' (SPINELLI 2010 p.183)
''Um santo que amava os doentes e os pobres, não se cansava de servir, não media esforços, nem mesmo quando ficava enfermo, com sua ferida aberta, saia arrastando sua perna pro lado e para outro tão imenso era seu amor, o hospital era o seu paraíso, Jardim de delícias.'' (SPINELLI 2010 p.183)
Morreu aos 64 anos, gigante da caridade, no dia 14 de Julho de 1614, sussurrando suas últimas palavras o nome de Jesus e Maria. A ferida que lhe acompanhou durante a sua vida e lhe levou para Deus, poucos minutos antes da sua morte ficou totalmente cicatrizada. Quão admiráveis são os desígnios do Senhor para nossa vida. Aprendemos a exemplo de Camilo vivermos movidos pelo amor a Deus e ao próximo.
''Coloquem mais coração nas mãos! Não é suficiente fazer bem as coisas, é preciso fazê-las com o coração. O amor é o melhor remédio para todos os males, aquele que torna eficientes todas as outras terapias.'' ( Camilo de Lellis)                                                                                                          
São Camilo de Lellis.
Rogai por nós!

Marciele Silva 
  Consagrada da Com.Vida

(Fonte de pesquisa: / Bibliografia SPINELLI, Mario. Camilo de Lellis: ''mais Coração nas mãos!'' São Paulo: Paulinas , 2010)



                                                                                                                 
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Novo Bispo da Diocese de Sobral

Novo Bispo da Diocese de Sobral




NOMEADO NOVO BISPO PARA A DIOCESE DE SOBRAL.
BOLETIM DA SANTA SÉ:
Nomina del Vescovo di Sobral (Brasile)
Il Santo Padre Francesco ha nominato Vescovo della diocesi di Sobral (Brasile), S.E. Mons. José Luiz Gomes de Vasconcelos, finora Vescovo titolare di Canapio ed Ausiliare di Fortaleza.
brasao_dom_jose_luiz_domes
Seu lema episcopal é PASCE OVES MEAS (Apascenta as minhas ovelhas) que é tirado do Evangelho de João 21,17, como fonte de inspiração, que orienta a missão do Pastor.
Parabéns Dom Vasconcelos!
Deus lhe abençoe.


segunda-feira, 6 de julho de 2015
Humanae Vitae

Humanae Vitae


Pregação sobre a Encíclica apostólica Humanae Vitae do Santo Papa Paulo VI, que fala sobre a paternidade responsável.
Pregador: Paulo Tarso Filho, consagrado na Comunidade Filhos de Sião

Encontro para Casais na Casa da Paz, 20 /21 de Junho 2015.

A encíclica foi publicada em 25 de julho de 1968, pelo papa Paulo V.
Inclui o subtítulo sobre a regulação da natalidade, descreve a postura da Igreja Católica em relação ao aborto e outras medidas que se relacionam com a vida sexual humana.
A encíclica recorda as características do amor conjugal como sendo humano, fiel, total e exclusivo, fecundo: "O matrimônio e o amor conjugal estão por si mesmos ordenados para a procriação e educação dos filhos. Sem dúvida, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e contribuem grandemente para o bem dos pais".
Ela está dividida em três partes:
I-                    Aspecto novos do problema e competência do magistério;
II-                  Princípios doutrinais;
III-                A transmissão da Vida.
O dever de transmitir a vida humana, pelo qual os colaboradores são os esposos, de forma livre e responsável.
A encíclica cita frases do Catecismo da Igreja Católica, do Papa João Paulo II, e do Papa emérito Bento XVI.




quinta-feira, 2 de julho de 2015
Congresso Estadual RCC

Congresso Estadual RCC



   
Uma grande festa de unidade e fé irá marcar os 40 anos de existência da Renovação Carismática Católica do Ceará. Entre outras atividades que estão sendo programadas para esse ano, destaca-se o Congresso Estadual, que ocorrerá de 3 a 5 de julho, em Fortaleza.

A Renovação Carismática Católica do Ceará já deu início às comemorações dos 40 anos do Movimento no Estado. Entre várias atividades que serão desenvolvidas ao longo de 2015, o Congresso Estadual, que acontecerá nos dias 03, 04 e 05 de julho, em Fortaleza/CE, promete ser um marco na história do carismáticos cearenses.
Diversas presenças já estão confirmadas para o evento, entre elas da presidente do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Kátia Roldi Zavaris e do Arcebispo de Fortaleza, Dom José Antônio Tosi.

A unidade será o marco maior nestes 40 anos da história do Movimento no estado. Por isso, o tema principal do Congresso será o mesmo vivenciado pela RCC em todo o Brasil neste ano: 'Se vivemos pelo Espírito, andemos de acordo com o Espírito”.

Segundo o presidente do Conselho Estadual da RCC Ceará, Francisco de Sousa, a família carismática do Ceará está em festa. “Estamos Celebrando neste ano de 2015 , o nosso Jubileu de Esmeralda, 40 anos Semeando a Cultura de Pentecostes. Diante disso, o Congresso deste ano terá um caráter todo especial. Estaremos juntando todas as expressões carismáticas do Estado como Novas Comunidades, músicos e religiosos, para juntos, darmos um grande grito de glória e de louvor ao nosso Deus", adiantou ele.

O Congresso Estadual do Ceará acontecerá no Ginásio Paulo Sarasate. Na sexta-feira, as atividades terão início às 19h, e às 8h, no sábado e domingo. Acompanhe as informações pelo site www.rccceara.org.
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