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domingo, 18 de janeiro de 2015
XVIII Enchei-vos do Espírito Santo

XVIII Enchei-vos do Espírito Santo



Sinta-se convidado a participar do nosso "Carnaval com Cristo"
Tema: “Deixai-vos Conduzir pelo o Espírito Santo” Gl 5,16a.
Louvor, Pregação, Adoração, Santa Missa, Shows e muito mais.
Dias 14,15,16 E 17 de Fevereiro de 2015 no Colégio São Manuel em Marco-CE.
Presenças de Ministério Filhos de Sião, Banda Só pra Jesus  e Banda na Fé.
Venha e traga sua Família, Jesus espera por vocês!
sábado, 17 de janeiro de 2015
Vida Consagrada

Vida Consagrada


Semana de Formação 2015.
 Eis o Mistério da fé
Formador: Adriano Silva- Cofundador da Comunidade Filhos de Sião
Tema:Vida Consagrada

A vida consagrada é uma vida de alegria, é uma adesão para uma transformação em Jesus. A beleza da consagração é sentir a alegria de levar Deus para os outros.
O Papa Francisco nos fala hoje para os leigos sobre a vida consagrada, é porque ele e Deus quer que você seja também um consagrado. Se você não tem tempo pra Deus é porque você está fazendo a coisa errada na hora errada.
Deus tem uma maneira particular de ouvir os consagrados.
Sofonias 3,9-15
A vida consagrada é uma resposta de amor a Jesus cristo. Só quem muito ama é que dá a sua vida para Deus.
É difícil deixar tudo por Jesus. Mas, mais difícil é conhecer jesus e não fazer nada por ele.
Vale a pena se entregar por Jesus.
Vantagens de ser Consagrado:
1- Deus nos escolhe;
2- “EU”, porque eu quero;
3- Liberdade. Eu posso escolher o que eu quero;
4- O Testemunho. (Nós não testemunhamos nós mesmo mas Jesus.);
5- A vida permanente em missão.
6- Estar no lugar certo. Hoje para o mundo o anormal é dizer que vai deixar tudo por Deus.

Consagrados mulheres, homens, jovens desperta! A nossa vida é uma profecia para este mundo e nós estamos contra a corrente.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Eis o mistério da fé

Eis o mistério da fé


Semana de Formação 2015.
Tema: Eis o Mistério da fé
Pregador: Padre Cláudio.
A Ceia Eucarística é festejar, partilhar. O que transforma o pão em corpo e o vinho em sangue é a Oração Eucarística.
A água colocada no vinho, representa nossa humanidade, a água deixa de ser incolor, para tomar a cor do vinho.
Nós precisamos vivenciar a liturgia.
Quando o padre lava as mãos é sinal de purificação.
Quando o padre parte a Hóstia e põe no vinho quer dizer a união, a unidade.
Após a comunhão temos que silenciar e rezar pois Jesus está conosco.
Por fim, essa experiência com Jesus nos renova, nos cura e liberta, pois Jesus está presente na Eucaristia e em nós.

sábado, 10 de janeiro de 2015
Vivendo o mistério da Santa Missa

Vivendo o mistério da Santa Missa


Semana de Formação 2015.
TemaEis o mistério da fé

Formação: Vivendo o mistério da Santa Missa - Lucinha - Fundadora

Ao entrar na igreja lembre-se que devemos estar em silencio, pois Jesus nos espera, pois a Casa do Senhor é uma casa de Oração.
Missa significa despedida, envio.
A missa é dividida em quatro partes:
Ritos iniciais, Liturgia da Palavra, Liturgia Eucarística e Rito Final.
O Altar significa Cristo.
O Ato penitencial é o momento em que eu me purifico das faltas leve para que eu possa participar da Ceia do Senhor.
Depois vem o hino do Glória, onde nosso coração é grato a Deus, pois quem foi perdoado só pode se sentir muito grado a Deus.
A fé passa por nossos ouvidos.
A Liturgia da Palavra tem o mesmo valor da Liturgia Eucarística.
Quando somos batizados assumimos a função sacerdotal, quando lemos as preces aí nossa função sacerdotal é que ler.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Cerco de Jericó

Cerco de Jericó


Cerco de Jericó, uma chuva de graças em nossas vidas.
O Cerco de Jericó acontecerá de 12 á 18 de Janeiro na Casa da Paz, serão 7 dias de muito louvor e adoração a Jesus Eucarístico. Faça já a sua inscrição na Casa da Paz.
Esperamos por você!
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Semana de Formação 2015

Semana de Formação 2015



Semana de Formação 2015 – 7-8-9 de Janeiro

Tema: Eis o mistério da fé


7- Janeiro – quarta feira

19h Louvor de acolhimento e oração

19h45m Formação Vivendo o mistério da Santa Missa - Lucinha - Fundadora

20:30h -Oração/partilha

21:45m -Avisos

8- Janeiro – quinta – Padre Cláudio

19h Louvor de acolhimento e oração

19h45m Formação – Eis o mistério da fé

20:30h -Oração/partilha

21:45m -Avisos

9- Janeiro – Sexta - Adriano Silva - Cofundador

19h Louvor de acolhimento e oração

19h45m Formação – Ano da vida consagrada

20:30h -Oração/partilha

21:45m -Avisos
domingo, 4 de janeiro de 2015
Louvor: Segredo da Felicidade

Louvor: Segredo da Felicidade



A Palavra de Deus é clara: o Senhor pede àqueles que o amam que vivam sem cessar no louvor e na ação de graças. “Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo!” (Ef 5,19-20).
Vivei sempre contentes. Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo.” (1Tes 5,16-18).
Não se trata, portanto, apenas em louvar de tempos em tempos mas de viver num estado de louvor, de ter um coração perpetuamente voltado para Deus pela ação de graças.
Um dom de Deus

Tal exigência da parte do Senhor pode parecer quase impossível de realizar. Esse é o caso, se nos apoiamos somente em nossas forças. Felizmente, sabemos que Deus não nos deixa sozinhos: Ele deseja nos dar gratuitamente aquilo que nos pede para praticar. E para Ele, nada é impossível! (cf. Lc 1,37). Se queremos colocar sua palavra em prática e louvá-lo sem cessar, abramos nosso coração à sua graça: o louvor é antes de tudo um dom de Deus, obra de seu Espírito em nossos corações.
Mas por que Deus nos pede para louvar? Certamente não para Ele mesmo. Como diz o Prefácio Eucarístico nº IV: “Tu não precisas de nosso louvor, entretanto és tu quem nos inspiras a render-te graças; nossos cantos não acrescentam nada àquilo que tu és, mas eles nos aproximam de ti por Cristo nosso Senhor”. Se somos chamados a louvar a Deus, não é para aumentar a sua glória que já é infinita, mas para nos aproximar dele. Na verdade, somos os principais beneficiados de nosso louvor! Ele é a expressão da nossa fé, da nossa esperança e do nosso amor; o louvor nos une mais e mais ao Senhor e nos conduz pouco a pouco à perfeição como o explica S. Tomás de Aquino: “Nós testemunhamos a Deus honra e reverência não para Ele mesmo, porque Ele é pleno de uma glória a que a criatura nada pode acrescentar, mas por nós mesmos; porque reverenciar a Deus e honrá-lo, é de fato submeter-lhe nosso espírito, que encontra nisso sua perfeição. Toda coisa com efeito, encontra sua perfeição na submissão àquele que lhe é superior”. (Suma Teológica, 2 a, 2ae, Q.81, art7).
Para crescer no amor

Há uma ligação muito estreita entre o louvor e o amor. O amor de Deus nos impulsiona a louvá-lo. Podemos dizer que o louvor é uma das expressões do primeiro mandamento: “Tu amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração...” (Mt 22,37; e também Dt 6,5). Isso por que nossa dificuldade e nossa preguiça em louvar devem nos interrogar: se nós louvamos pouco ou com dificuldade, não será porque amamos pouco ou insuficientemente? “Quando tu descobrires o amor infinito de Deus pelo mundo, tu não pensarás mais em teus sentimentos estreitos, tu estarás todo ocupado em admirar, cantar e louvar esse amor. Tu viverás nele, e tu te perderás nesse infinito. A prece nasce da contemplação do Amor...” (P. Jean Lafrance, Prie ton Père dans le secret). Ao mesmo tempo, o louvor faz crescer o nosso amor. Quanto mais louvamos a Deus, mais Ele se revela a nós e mais o nosso coração é impulsionado a amá-lo.
É o amor que pode explicar e justificar o louvor em todo tempo, pois nosso amor por Deus, se é real e verdadeiro, não depende das circunstâncias exteriores da nossa vida. Como o afirma o autor da Imitação de Cristo: “Esses que amam Jesus por Ele mesmo, e não por eles mesmos, o bendizem em todas as tribulações, tanto na angústia do coração como nas consolações mais doces. E quando Ele não deseja consolá-los, mesmo assim, eles o louvarão e sempre lhe renderão graças.
Nosso exercício aqui....

Compreendemos então que o louvor nos prepara para a visão beatífica quando estaremos para sempre, num coração a coração de amor com o nosso Criador. Através do louvor entramos, desde agora, na felicidade à qual Deus nos destina. “Toda nossa vida presente aqui, explica Santo Agostinho, deve transcorrer no louvor de Deus, porque louvar a Deus será também a alegria eterna de nossa vida futura. Ora, ninguém pode tornar-se apto para a vida futura se desde já não se prepara para ela. É por isso que desde hoje nós louvamos a Deus”. (Comentário do Sl 148). Essa felicidade eterna consiste em comungar da felicidade infinita que é a vida da Trindade. Porém, não precisamos atingir o além para entrar nessa felicidade. O amor nos permite entrar aí agora, como nos convida Charles de Foucauld: “Alegrai-vos! Alegrai-vos pelo amor! O Bem-Amado está feliz, alegremo-nos por sua felicidade. Que nosso coração lute na alegria e na paz, porque esse que nós amamos mais que nós mesmos está numa felicidade e numa paz infinitas, perfeitas, imutáveis. O amor consiste não em sentir que amamos, mas em querer amar.
Deus é infinitamente feliz e é essa a razão da nossa alegria. Se Ele é feliz, nós somos felizes!
O oxigênio do mundo

Cardeal Danneels Queridos irmãos e irmãs, talvez alguns entre vocês se perguntem: Para que serve esse louvor, essa benção? Em que isso nos diz respeito ? Em que isso muda o curso da história e do mundo? Talvez estejamos poucos convencidos do valor da “adoração secreta”, do louvor sem razão aparente. Por isso eu vos falo: louvem a Deus todos os dias, durante um hora e então me digam se nada muda em vocês, na sua família, e mesmo no mundo.Nosso mundo morre, não devido a nossa inatividade, mas devido a falta de oxigênio, que é o louvor e a oração gratuita. Somos demasiadamente ativos e, por esse mesmo motivo, quase que asmáticos: nós não respiramos. E então, o que podemos esperar do mundo de alguém que respire a custa de muito esforço?... Cada vez que Deus vem ao encontro do homem, da família, da história, da sociedade, algo maravilhoso acontece. O quê? Ele nos salva desse sentimento de ativismo e preocupação exagerada, pois se falta esse espaço de louvor e de benção dentro da nossa vida, nos tornamos homens ansiosos, isolados, melancólicos, complemente sós, nos sentimos sobrecarregados, oprimidos, e por isso falta-nos a alegria. Por quê? Porque um homem solitário é sempre um homem triste.


Jean-Luc Moens e Pe. Alain Dumont
Artigo transcrito da Revista Il est Vivant nº 157.

Fonte: Com Shalom
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
A oração é a raiz da paz-Papa Francisco

A oração é a raiz da paz-Papa Francisco


Ao presidir hoje a oração do Ângelus, o Papa Francisco alentou a procurar a paz e assegurou que “a oração faz germinar a paz”.

“Essa proximidade de Deus à nossa existência nos dá verdadeira paz: o dom divino que queremos implorar especialmente hoje, Dia Mundial da Paz. Estou lendo ali: ‘A paz é sempre possível’”.

O Santo Padre assegurou que “sempre é possível a paz! Devemos buscá-la...E naquela parte leio: ‘Oração é a raiz da paz’. A oração é justamente a raiz da paz. A paz é sempre possível e a nossa oração é a raiz da paz. A oração faz germinar a paz”.

À continuação, a íntegra das palavras do Papa Francisco antes da oração do Ângelus:

Queridos irmãos e irmãs, bom dia e feliz ano novo!

Neste primeiro dia do ano, no clima de alegria - embora frio - do Natal, a Igreja nos convida a fixar o olhar de fé e amor na Mãe de Jesus. Nela, humilde mulher de Nazaré, “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Por isso, é impossível separar a contemplação de Jesus, o Verbo da vida que se tornou visível e tangível, da contemplação de Maria, que lhe deu seu amor e sua carne humana.

Hoje ouvimos as palavras do apóstolo Paulo: “Deus enviou seu Filho, nascido de mulher” (Gal 4, 4). Aquele “nascido de mulher”, diz de forma essencial, e portanto, ainda mais forte, a verdadeira humanidade do Filho de Deus. Como afirma um Padre da Igreja, santo Atanásio: “Nosso Salvador foi verdadeiramente homem e dele veio a salvação para toda a humanidade”.

Mas São Paulo também acrescenta: “nascido sob a lei”. Com esta expressão, ele destaca que Cristo assumiu a condição humana libertando-a da fechada mentalidade legalista, insuportável. A lei, de fato, privada de graça, torna-se um jugo insuportável, e ao invés de nos fazer bem, nos faz mal. Jesus dizia: “O sábado foi feito para o homem, não o homem para o sábado”. Eis então porque Deus nos envia o seu Filho à terra, para fazer-se homem: uma finalidade de libertação, antes ainda, de regeneração. De libertação “para resgatar aqueles que estavam sob a lei”; e o resgate aconteceu com a morte de Cristo na cruz. Mas, especialmente, de regeneração: “para que recebêssemos a adoção de filhos”. Incorporados Nele, os homens tornam-se verdadeiramente filhos de Deus. Esta passagem maravilhosa acontece em nós com o Batismo, que nos incorpora como membros vivos em Cristo e nos atrai para a sua Igreja.

No início de um novo ano nos fará bem recordar o dia de nosso Batismo. Redescubramos o presente recebido naquele Sacramento que nos regenerou na vida nova, a vida divina. E isto por meio da Mãe Igreja, que tem como modelo a Mãe Maria. Graças ao Batismo fomos introduzidos na comunhão com Deus e não estamos mais sob o poder do mal e do pecado, mas recebemos o amor, a ternura, a misericórdia do Pai celeste.

Pergunto-vos novamente: ‘Quem de vocês recorda o dia em que foi batizado? Para aqueles que não recordam a data de seu Batismo, dou uma tarefa para fazer em casa: procurar a data e guardá-la bem no coração. Vocês podem pedir ajuda aos pais, ao padrinho, à madrinha, aos tios, aos avós... O dia no qual fomos batizados é um dia de festa! Recordem ou procurem a data de vosso Batismo, será muito bonito para agradecer a Deus o dom do Batismo.

Essa proximidade de Deus à nossa existência nos dá verdadeira paz: o dom divino que queremos implorar especialmente hoje, Dia Mundial da Paz. Estou lendo ali: “A paz é sempre possível”. Sempre é possível a paz! Devemos buscá-la...E naquela parte leio: ‘Oração é a raiz da paz’. A oração é justamente a raiz da paz. A paz é sempre possível e a nossa oração é a raiz da paz. A oração faz germinar a paz.

Hoje é o Dia Mundial da Paz, “Não mais escravos, mas irmãos”: eis a Mensagem deste dia. Porque as guerras nos fazem escravos, sempre. Uma mensagem que nos envolve a todos. Todos somos chamados a combater todo tipo de escravidão e a construir fraternidade. Todos, cada um segundo a sua própria responsabilidade.

E lembrem-se bem: a paz é possível! E na raiz da paz, está sempre a oração. Rezemos pela paz.

Existem também aquelas bonitas escolas de paz, escolas para a paz: temos que seguir adiante com essa educação para a paz.

Apresentamos a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, as nossas boas resoluções. Pedimos-lhe para que estenda sobre nós em todos os dias do ano novo o manto de sua proteção maternal, “Santa Mãe de Deus, não desprezeis as nossas súplicas na nossa prova, e livrai-nos de todos os perigos, ó Virgem gloriosa e bendita”.

E vos convido todos a saudar hoje Nossa Senhora como Mãe de Deus. Saudá-la com aquela saudação: ‘Santa Mãe de Deus!’. Como foi aclamada pelos fiéis da cidade de Éfeso, no início do cristianismo, quando na entrada da Igreja gritavam aos seus pastores esta saudação dirigida a Maria: ‘Santa Mãe de Deus! Todos juntos repitamos três vezes: “Santa Mãe de Deus!”, “Santa Mãe de Deus!”, “Santa Mãe de Deus!”.


Fonte: ACI Digital
quinta-feira, 1 de janeiro de 2015
Maria, verdadeira Mãe de Deus

Maria, verdadeira Mãe de Deus



Para que uma mulher possa dizer-se verdadeiramente mãe, é necessário que subministre à sua prole, por via de geração, uma natureza semelhante (ou seja, consubstancial) à sua.

Suposta esta óbvia noção da maternidade, não é tão difícil compreender-se de que modo a Virgem Santíssima possa ser chamada verdadeira Mãe de Cristo, tendo Ela subministrado a Cristo, por via de geração, uma natureza semelhante à sua, ou seja, a natureza humana.

A dificuldade surge, porém, quando se procura compreender de que modo a Virgem Santíssima pode ser chamada verdadeira Mãe de Deus, pois não se vê bem, à primeira vista, de que modo Deus possa ser aqui gerado. Não obstante isso, se se observar atentamente, as duas fórmulas: Mãe de Cristo e Mãe de Deus, se equivalem, pois significam a mesma realidade e são, por isso, perfeitamente sinônimas. Nossa Senhora, com efeito, não é denominada Mãe de Deus no sentido de que houvesse gerado a Divindade (ou seja, a natureza divina do Verbo) e sim no sentido de que gerou, segundo a humanidade, a divina pessoa do verbo.

O sujeito da geração e da filiação não é a natureza, mas a pessoa. Ora, a divina pessoa do Verbo foi unida à natureza humana, subministrada pela Virgem Santíssima, desde o primeiro instante da concepção; de modo que a natureza humana de Cristo não esteve jamais terminada, nem mesmo por um instante, pela personalidade humana, mas sempre subsistiu, desde o primeiro momento de sua existência, na pessoa divina do Verbo. Este e não outro é o verdadeiro conceito da maternidade divina, tal como foi definida pelo Concílio de Éfeso, em 431.

Em suma, "Maria concebeu realmente e deu à luz segundo a carne à pessoa divina de Cristo (única pessoa que há nEle), e, por conseguinte, é e deve ser chamada com toda propriedade Mãe de Deus.

Não importa que Maria não haja concebido a natureza divina enquanto tal (tampouco as outras mães concebem a alma de seus filhos), já que essa natureza divina subsiste no Verbo eternamente e é, por conseguinte, anterior à existência de Maria. Ela, porém, concebeu uma pessoa - como todas as demais mães -, e como essa pessoa, Jesus, não era humana, mas divina, segue-se logicamente que Maria concebeu segundo a carne a pessoa divina de Cristo, e é, portanto, real e verdadeiramente Mãe de Deus.


Fonte: Arautos do Evangelho
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