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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Feliz 2015!

Feliz 2015!


Agradecemos a você que nos visita e te desejamos um Ano Novo com muita Fé, e Paz, e que o seu  maior objetivo em 2015 seja buscar o verdadeiro sentido da vida que é Jesus Cristo, que Ele te abençoe e que a Virgem de Sião te cubra com o seu manto e o proteja durante sua caminhada. Feliz 2015!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Natal, delicadeza de Deus

Natal, delicadeza de Deus



Tempo de cuidar para não se perder experiências de fé que produziram heranças inestimáveis
Enquanto se vive, de diversos modos, o clima festivo dessa época do ano, é oportuno deixar ecoar nos corações o apelo convocatório de Santo Agostinho, lá no século quinto, em um de seus sermões: “Desperta, ó homem: por tua causa Deus se fez homem. Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e sobre ti Cristo resplandecerá (Ef 5,14).
Por tua causa, repito, Deus se fez homem. Estarias morto para sempre, se ele não tivesse nascido no tempo. Jamais te libertarias da carne do pecado, se ele não tivesse assumido uma carne semelhante à do pecado. Estarias condenado a uma eterna miséria, se não fosse a sua misericórdia. Não voltarias à vida, se ele não tivesse vindo ao encontro da tua morte. Terias perecido, se ele não te socorresse. Estarias perdido, se ele não viesse salvar-te. Celebremos com alegria a vinda da nossa salvação e redenção. Celebremos este dia de festa, em que o grande e eterno Dia, gerado pelo Dia grande e eterno, veio a este nosso dia temporal e tão breve.” Esse apelo essencial é vivamente oportuno no coração deste tempo.
Diante do desafio de se construir a paz universal, uma questão deve interpelar cada pessoa: existe outro fundamento maior e mais completo dessa paz que o amor revelado no Filho de Deus encarnado, Jesus Cristo? A celebração do Natal ultrapassa as luzes e cores não raramente presentes nas praças e casas. Alguns enfeites com tons mais chamativos, mas sem força para remeter ao núcleo central do Natal do Senhor: a manifestação mais plena e incontestável de amor. Acolhido no mais íntimo do coração, esse amor reconcilia cada um com Deus e consigo mesmo, renova as relações entre as pessoas e gera uma indispensável sede de fraternidade, único remédio para se vencer a guerra e acabar com o flagelo amedrontador da violência.
O Natal é a festa do amor e da reconciliação. O presépio, na sua singeleza com força educativa, quando surge no atual contexto – marcado pelas estratégias, armações, cálculos e disputas pelo poder – remete-nos à simplicidade como caminho para descobrir o segredo de saber viver. Não apenas pela indiscutível singeleza da manjedoura, fora da cidade, entre os animais. Acima de tudo, pelo desconcerto que se experimenta ao contemplá-lo, quando se constata que a entrada de Deus no mundo, o Filho encarnado, ocorre sem apego algum à condição divina. O presépio, portanto, é remédio para o orgulho e a altivez.
A encarnação do Verbo de Deus, Jesus Cristo, a festa do Natal, é o antídoto que combate, na raiz, o sofrimento. Desmobiliza a lógica da prepotência, alimentada pelo desejo de dominar e explorar os outros, por ideologias de poder e ódios que se perpetuam entre pessoas, grupos, partidos, tribos, culturas e nações. O verdadeiro sentido do Natal está na contramão desses descompassos que alimentam incontáveis cenários e impedem avanços. Há um silabário da justiça e uma gramática da paz cuja aprendizagem não tem escola mais adequada e eficiente do que aquela em que Ele, Cristo, é o mestre. Seus ensinamentos, pela força pedagógica de sua proximidade – Natal é festa da proximidade de Deus – não se reduz e não se traduz em qualquer tipo de manifestação, mesmo as que contêm elementos religiosos.
O desvirtuamento que se vê impetrado sobre o sentido do Natal pelo consumismo não é menor do que aquele advindo de equivocadas expressões, dinâmicas e práticas religiosas.
São casas de culto que buscam apropriar-se do Natal sem priorizar a construção das bases da personalidade e da cultura a partir do que há de mais autêntico nas raízes cristãs. Silenciosamente, esses desvirtuamentos comerciais e culturais estão produzindo uma séria crise que atinge a beleza do cristianismo e a sua contribuição incalculável para a paz.
Ainda é tempo de cuidar para não se perder experiências de fé que produziram heranças inestimáveis, são bases de culturas e caminho para construir um mundo melhor. Ecoe mais uma vez a indicação de Santo Agostinho: “Como veio a paz à terra senão por ter a verdade brotado da terra, isto é, Cristo ter nascido em carne humana? Ele é a nossa paz: de dois povos fez um só, para que fôssemos homens de boa vontade, unidos uns aos outros pelo suave vínculo da caridade.”
Nessa compreensão e vivência se poderá, copiosamente, celebrar o Natal, delicadeza de Deus.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte,

 Fonte: Canção Nova




terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Como se comportar na Missa

Como se comportar na Missa




Caro Amigo, deseja portar-se na Igreja como verdadeiro católico?
 Ao entrar, observe se há a pia de água benta. Se houver, persigne-se com ela, recordando o seu Batismo, pelo qual você, marcado para sempre pela cruz do Redentor, entrou na Igreja.
 Entrar na igreja-casa deve sempre nos recordar a graça de quando entramos na Igreja-Povo de Deus Pai, Corpo de Cristo e Templo do Espírito! Depois, vá até o seu lugar. Antes de entrar na fileira dos bancos, faça a genuflexão ao Santíssimo Sacramento, se Ele estiver à vista: dobre até o solo seu joelho direito. Os católicos orientais em geral rezam de pé para recordarem que são humanidade nova e gloriosa em Cristo; rezam, pois, de pé, numa posição gloriosa. Belíssimo! Nós, católicos latinos, ajoelhamo-os em várias ocasiões, como ato de humildade ante o Senhor e, sobretudo, recordando o senhorio de Cristo Jesus, diante de Quem deve dobrar-se todo joelho no céu, na terra e nos abismos. Assim, recordamos também que ainda não somos plenamente glorificados, ainda estamos a caminho! Belíssimo também! Depois, já no seu lugar, ajoelhe-se e reze; derrame seu coração ante o Senhor em louvor, adoração e amoroso silêncio. Se não estiver inspirado, basta saudar o Santíssimo Sacramento, rezar o Pai-nosso, um Glória ao Pai, uma Ave-Maria... Somente depois sente-se e, calma e silenciosamente, pensando nas coisas de Deus, nas coisas da vida e nas coisas do céu, espere o início da santa Liturgia! Se necessitar realmente falar com seu vizinho, faça-o com voz muito baixa e com discrição. É importante preservar o ambiente de sacralidade, respeito e religioso silêncio: "O lugar em que pisas é santo"; foi especialmente consagrado a Deus! É assim que um verdadeiro católico, consciente e educado na fé, se porta!

 Por Dom Henrique Soares da Costa.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
A Imaculada Conceição da Virgem Maria

A Imaculada Conceição da Virgem Maria



A Doutrina

  O credo na Imaculada Conceição da Virgem Maria consiste em que Deus no momento da conceição da Virgem (união da alma com o corpo) impediu que sua alma (criada por Deus) fosse manchada pelo corpo, que possuía o germe corrompido do pecado original. Deus fez isso pelos méritos de Cristo, a fim de preparar o tabernáculo onde Cristo entraria e chegaria ao mundo.

O Testemunho de São Lucas

Uma das provas da imaculada conceição da Virgem Maria está na saudação do Anjo Gabriel. São Lucas, ao registrar que a Maria é ?cheia de graça? utilizada a palavra grega ?charitoo?, que é utilizada na Sagrada Escritura para designar a Graça no sentido pleno ou em toda sua plenitude.

Por esta razão, São Jerônimo, o maior especialista cristão nas línguas sagradas, no séc. IV ao traduzir as Escrituras para o latim (versão conhecida como Vulgata), traduziu a expressão grega como "gratia plena", que em português seria ?graça plena?.

Que plenitude da Graça era essa que Maria alcançou? Era a Graça original, a Graça perdida no tempo em a nossa natureza humana não estava sujeita ao pecado, mas caiu nele por livre escolha.

Deus ao preservar a Virgem da transmissão do pecado original, a transforma em uma Nova Eva, Mãe da Igreja e dos Cristãos.

A Necessidade da Imaculada Conceição

O pecado é a ofensa a Deus, ele O entristece, desta forma, a Segunda Pessoa da Trindade não poderia ser concebido em um ventre sujeito ao pecado. Ora, quando recebemos alguém em nossa casa procuramos deixar a casa em ordem, limpa, para que nossos convidados se sintam bem, se sintam acolhidos. Devemos entender a imaculada conceição da Virgem, como esta arrumação, providenciada pelo próprio Deus, pelos méritos de Cristo, para que Ele pudesse se encarnar.

Uma figura da Imaculada Conceição está no livro de Josué, onde lemos:

"Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar diante de vós o Jordão. Tomai doze homens, um de cada tribo de Israel. Logo que os sacerdotes que levam a arca de Javé, o Senhor de toda a terra, tiverem tocado com a planta dos seus pés as águas do Jordão, estas serão cortadas, e as águas que vêm de cima pararão, amontoando-se. O povo dobrou suas tendas e dispôs-se a passar o Jordão, tendo diante de si os sacerdotes que marchavam na frente do povo levando a arca. No momento em que os portadores da arca chegaram ao rio e os sacerdotes mergulharam os seus pés na beira do rio - o Jordão estava transbordante e inundava suas margens durante todo o tempo da ceifa -,as águas que vinham de cima detiveram-se e amontoaram-se em uma grande extensão, até perto de Adom, localidade situada nas proximidades de Sartã; e as águas que desciam para o mar da planície, o mar Salgado, foram completamente separadas. O povo atravessou defronte de Jericó" (Js 3,11-16) (grifos meus).

Da mesma forma como nos tempos de Josué, o Senhor impediu que as águas do Jordão tocassem a Arca da Aliança, o Senhor também impediu que as torrentes do pecado original tocassem a alma da Virgem no momento de sua conceição, com o fim único de preparar o tabernáculo pelo qual Cristo viria.

Por isso o escritor sagrado deixou registrado: "Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo)" (Hb 9,11) (grifos meus).

Se a Virgem não foi preparada para ser a Mãe do Salvador, ela de forma alguma seria "um tabernáculo mais excelente e mais perfeito ".

Respondendo às objeções

1 - A Bíblia afirma que todos pecaram

Alguns apresentam como principal objeção à Imaculada Conceição, as seguintes palavras de São Paulo: "com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus" (Rm 3,23).

Essa é uma lei geral, mas sabemos que existem exceções a leis gerais. Por exemplo, também está escrito: "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo" (Hb 9,27).

No entanto o morto que Elizeu ressuscitou, Lázaro, a filha do Centurião, e tantos outros exemplos de pessoas que foram ressuscitadas, morreram duas vezes.

Devemos nos lembrar que São Paulo escreveu em grego. Onde lemos "todos" ele utilizou a palavra  "pas" que também possui sentido mais geral. Esta palavra designa cada indivíduo de um gênero ou grupo se precedida do mesmo, caso contrário ela tem sentido coletivo de forma geral.

Por exemplo, em Mt 1,17 lemos: "Portanto, [todas] as gerações, desde Abraão até Davi, são quatorze. Desde Davi até o cativeiro de Babilônia, quatorze gerações. E, depois do cativeiro até Cristo, quatorze gerações" (Mt 1,17).

No português, a palavra "todas" (que coloquei entre colchetes) não aparece, mas ela está presente no original grego, onde o versículo começa da seguinte forma: "oun pas genea". A expressão "pas genea" significa "todas as gerações". Assim o escritor sagrado quer deixar bem claro que de Abraão até Davi, TODAS as gerações sem exceção foram quatorze.

"Sua fama espalhou-se por toda a Síria: traziam-lhe [todos] os doentes e os enfermos, os possessos, os lunáticos, os paralíticos. E ele curava a todos" (Mt 4,24).

Assim como no exemplo anterior, a palavra "todos" que não aparece no português, está presente no original grego. A expressão "todos os doentes" foi escrita em grego como "pas kakos echo". Aqui também o escritor sagrado quer deixar bem claro que Jesus curou TODOS os doentes que lhe trouxeram, sem exceção.

Já que demonstramos o uso de "pas" na totalidade, vamos demonstrar o uso de forma geral.

Por exemplo, ainda em Mateus lemos: "Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo" (Mt 10,22). Em grego o versículo começa da seguinte forma: "kai esomai miseo hupo pas dia mou onouma". A expressão  "hupo pas dia mou onouma" significa "por todos por causa do meu nome ".

Aqui o evangelista está se referindo a "todos" de forma geral, não a todos sem exceção, pois, nem todos os homens odiaram os cristãos por causa de Cristo.

O que queremos demonstrar é que "pas" como foi empregado por São Paulo, não tem o sentido de TODAS as pessoas sem exceção, mas significa as pessoas de forma geral. Além do mais, se quisermos dar a  "pas" um emprego que o Apóstolo não deu e que pela exegese bíblica ela não tem, cairíamos em heresia, pois deveríamos afirmar que Cristo também pecou, já que também era homem. Se "todos" são todos os homens, por conseqüência deveremos negaremos que Cristo é verdadeiro homem. Se Cristo foi exceção, por quê não poderá ter havido outras exceções? Estaria Deus limitado a operar tal milagre?

Lamento muito, mas Rm 3,23 não pode ser usado para negar a Imaculada Conceição da Virgem Maria.

2 - Maria não pode ser imaculada, pois afirma que Deus é seu Salvador

Outra tentativa para negar a Imaculada Conceição da Virgem, são as palavras dela mesma conforme o testemunho de São Lucas: "E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador" (Lc 1,46-47).

Sinceramente, eu não vejo como a Graça de Deus operada na Virgem possa negar que este mesmo Deus seja seu o Salvador. Seria o mesmo que dizer que Deus não é o salvador de Elias, por tê-lo arrebatado em vida.

Um bombeiro que tira alguém soterrado em um buraco ou que impede que alguém caia e seja soterrado em um buraco, por acaso não foi o salvador de ambas as vidas?

Muitos cristãos crêem que Moisés não morreu de fato, devido ao mistério que a Escritura coloca sobre sua morte. Se Deus realmente ressuscitou Moisés, por acaso deixou Ele de ser seu Salvador?

São Paulo no ensina que "Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé" (1 Cor 15,14) e ainda "E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados" (1 Cor 15,17).

Isso mostra que Jesus se tornou nosso Salvador após Sua morte e ressurreição. Então, como Deus poderia ter sido o Salvador da Virgem no momento da anunciação? A resposta é simples: da mesma forma como foi o Salvador de Elias e Moisés, isto é, através de uma operação extra-ordinária da Sua Graça. Desta forma, as palavras da Virgem Maria não negam o milagre nela operado, ao contrário, só o confirmam, pois ela declara que Deus é o seu Salvador, mesmo antes do mesmo ter nascido, morrido e ressuscitado.

3 - Jesus não necessitaria que Sua Mãe fosse imaculada, pois poderia operar na Sua própria conceição o milagre que os católicos crêem que foi operado na Virgem.

Primeiramente, com exceção dos Adventistas, todos os cristãos concordam que Jesus era imaculado. E isto está mesmo presente no ensinamento Paulino, onde lemos:

"Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo e que nos últimos tempos foi manifestado por amor de vós" (1 Pd 18-20) (grifos meus).

Uma coisa é ter pecado em Adão e outra coisa é pecar pessoalmente. Pecar em Adão é nascer com a mancha do pecado original. Pecar pessoalmente é cometer algum pecado.

São Paulo quando afirma que Jesus era imaculado, testifica que Ele em sua natureza humana não possuía a mácula do pecado original, por isso chama o Senhor de "o Cordeiro imaculado". E para confirmar que Jesus não possuía o "defeito de fabricação" que a natureza humana herdou de Adão, complementando "e sem defeito algum". Então São Paulo nos ensina que Jesus é "o Cordeiro imaculado e sem defeito algum" do pecado de Adão.

É verdade que o mesmo milagre que nós católicos cremos que Jesus operou em Sua Mãe, ele poderia ter operado na sua própria conceição. Mas como já expomos, e queremos lembrar, o pecado é a ofensa a Ele, por isso ele JAMAIS poderia ser concebido num ventre sujeito ao pecado.

Também devemos lembrar que o "precioso sangue de Cristo" é o mesmo sangue de Maria. Os cromossomos do Senhor são 100% marianos.

Por isto, Salomão inspirado pelo Espírito Santo profetizou sobre a encarnação do Verbo: "A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado" (Sb 1,4). E por esta mesma razão o autor de Hebreus, chama o ventre de Maria de "um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo)" (cf. Hb 9,11).


Fonte: Veritatis Splendor
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Comunidade de Vida 8 Anos

Comunidade de Vida 8 Anos



Deus nos criou únicos, e assim também em 2006 chamou-nos a viver de forma única dentro da vocação Filhos de Sião.
E como tudo que o Senhor pede, Ele mesmo nos dá, então ao longo destes 8 anos Ele foi nos dando a graça de experimentarmos deste carisma de louvar e adorar o Amor que não é amado nas pequenas lutas e desafios do dia-a-dia com mais coração nas mãos.
E hoje com o coração cheio de gratidão queremos partilhar desta alegria com você,  convidando-lhe a experimentar deste mistério que é ser chamado, eleito como Filhos de Sião e membro de uma nova família que se chama Comunidade de Vida Filhos de Sião.

A todos que se ofertam inteiramente a oração e ao serviço; Parabéns.


 Isabella Carvalho, Consagrada da Comunidade de Vida Filhos de Sião
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