terça-feira, 25 de novembro de 2014
Advento, Tempo de Espera

Advento, Tempo de Espera





Toda a existência cristã é caracterizada pelo Advento-Vinda, o que vale dizer que somos peregrinos na história, a caminho da pátria definitiva. O Senhor permanentemente vem ao nosso encontro, caminha conosco e mantém viva a nossa esperança.
O Advento manifesta os dois aspectos da vinda do Senhor: nas duas primeiras semanas, o “Advento escatológico”, ou seja, sua vinda definitiva, e, nas duas últimas semanas, o “Advento Natalício”, sua primeira vinda, o Natal. “Abre as portas, deixa entrar o Rei da glória.”
Com o profeta Isaías e com João Batista, acolhemos o apelo à conversão para que sejam superadas todas as formas de dominação, exclusão e miséria, para que se realize uma sociedade com liberdade e dignidade para todos. Com Maria, vivemos a alegria e a confiança.
Seríamos muito pobres se reduzíssemos o Advento, simplesmente, a um tempo de preparação para a festa do Natal. O Advento, tempo de espera, é baseado na expectativa do Reino e a nossa atitude básica é acender e renovar em nós esse desejo e esse ânimo. Num tempo marcado pelo consumo, é preciso que afirmemos profeticamente a esperança.
“O melhor da festa é esperar por ela”, diz um ditado popular. Do ponto de vista humano, a espera e a preparação de um acontecimento são tão importantes quanto o evento. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossas vidas. Que importância damos ao tempo do Advento?
O Advento é um tempo único de graça e conversão, então deixo aqui 4 pontos que nos ajudará a viver bem, certo de que a graça de Deus sempre nos acompanha.
01. Alimentar a alegria
« Esta é a beleza da consagração: é a alegria, a alegria… » [9]. A alegria de levar a todos a consolação de Deus. São palavras do papa Francisco no encontro com os seminaristas, os noviços e noviças. « Não há santidade na tristeza » [10], continua o Santo Padre, « não andeis tristes como os que não têm esperança »(1Ts 4, 13).
A alegria não é um adorno inútil, mas exigência e fundamento da vida humana. Nas preocupações de cada dia, todo o homem e mulher procura alcançar a alegria e permanecer nela com todo o seu ser.
02. Renovar nossa entrega de vida a Jesus Cristo.
Submetendo todo o nosso ser ao único e verdadeiro Deus sem nenhuma restrição. Aqui se faz necessário renovarmos nossa entrega de vida a Jesus. Percebermos tudo o que em nós não se submete mais ao Evangelho, a mentalidade de Cristo e termos coragem e romper com tudo o que nos rouba do mesmo. Coragem para romper com o velho. Coragem para iniciar um novo tempo no seguimento de Cristo. Jesus Senhor do meu corpo, do meu pensar, do meu agir, dos meus relacionamentos e até da minha fraqueza.
03. Unidos à igreja de Cristo
Viver intensamente a unidade com o Corpo de Cristo, a Santa mãe Igreja. Se pudéssemos participar das missas todos os dias nesse tempo seria muito bom. Não podemos nos dispensar de viver a unidade nunca, em nenhum momento, principalmente nesse tempo de Advento, onde juntos como Igreja nos preparamos para receber Jesus. Buscar o Sacramento da Confissão, participar ativamente da Missa no Domingo, dia do Senhor, essas atividades nos ajudará a  viver bem  a unidade que é tão essencial nesse tempo de Advento.
04. Caminhar com Maria
Permanecer unido a Nossa Senhora. Permanecer no colo da mãe. Aprender com ela a esperar o Emanuel no silêncio e na oração, na partilha e no serviço aos irmãos. Esse tempo é propício para renovarmos nossa devoção filial a Nossa Senhora.
Com atenta vigilância, alegre expectativa e renovada esperança, vivamos o Tempo do Advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossa comunidade a certeza de que ele continua vindo através de nós.
Vem Senhor Jesus!!! Vem Senhor Jesus!!!!


segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Renunciai à vida passada

Renunciai à vida passada




Renunciai à vida passada,despojai-vos do homem velho,corrompido pelas concupiscências enganadoras.Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma e revesti-vos do homem novo,criado a imagem de Deus,em verdadeira justiça e santidade
  O homem velho no contexto presente é esse homem marcado e influenciado decisivamente pelas carências. Sem projetar a cruz de Cristo na vida interior,o homem permanece escravo das próprias paixões,mesclando o dom de Deus com sua subjetividade decaída. Esse é o homem velho do qual São Paulo alerta: despojai-vos!          Mas Paulo também se refere a um “homem novo”, que deverá revestir a natureza humana. Esse homem é, ainda segundo Paulo, feito à imagem de Deus. Essa expressão recorda a criação do primeiro homem, Adão, que foi feito à imagem e semelhança do seu criador (Gn 1,26 a).
  A primeira “imagem e semelhança” de Deus foi atingida pelo pecado. Quando Deus enviou Jesus foi como se tivesse criado o homem de novo, já que por meio dele restaurou a essência e natureza original da humanidade. É por isso que São Paulo usa em relação a Jesus, o mesmo qualificativo que foi usado no Gênesis em relação a Adão: imagem e semelhança de Deus. Jesus é a nova, verdadeira e perfeita imagem de Deus. É dele, portanto, que o homem deve ser revestido. Não é suficiente despojar-se de “Adão”, mas é preciso também revestir-se de Cristo. O despojamento do homem velho encaminha a posse do homem novo, No plano subjetivo, isso supõe experimentar, compreender e viver a Redenção. Ora, a imagem da redenção é a imagem do crucificado. Assim, O crucificado é a nova imagem do homem, o cristão deve projetar em si a imagem do crucificado  não apenas para si mesmo, mais principalmente para os outros. É preciso uma mudança radical, mais essa mudança só Deus pode fazer, transformar um coração de pedra em um coração de carne. Esta transformação é Graças a morte e ressurreição de Jesus; e JESUS está VIVO pode fazer tudo novo por que para Deus nada é impossível



Ministério de Formação
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
O Logotipo do Jubileu

O Logotipo do Jubileu



O Logotipo do Jubileu é composto por quatro elementos:

Silhueta da Catedral de Sobral, evidenciando sua torre (tomada do centro para a direita), tendo no centro a imagem da Padroeira;

As Insígnias: 100 Anos, nome da Diocese e data;

12 estrelas, simbolizando a coroa de Maria;

Fundo azul, recordando o Rio Acaraú que atravessa a Diocese.

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A SILHUETA DA CATEDRAL DE SOBRAL simboliza a sede da nossa Diocese, sinal da unidade de nossas paróquias, comunidades e de todo o povo de Deus. Nossa catedral está situada à margem esquerda do rio Acaraú, que banha parte da Diocese, e, por isso, pode ser entendida como um farol que norteia os peregrinos até a presença do Senhor.

AS INSÍGNIAS COM OS 100 ANOS, O NOME DA DIOCESE E A DATA 1915-2015 marcam o evento histórico de criação da Diocese de Sobral pela bula ‘Catolicæ Religionis Bonum’ do Papa Bento XV, o ano inicial de nossa Diocese, 1915, e o ano de 2015, quando completará 100 anos de caminhada.

AS ESTRELAS nos remetem a Maria, mãe de Jesus, nossa padroeira e também às 12 tribos de Israel, povo eleito, raça escolhida e nação santa.

O FUNDO AZUL recorda o rio Acaraú que, com suas águas, atravessa a Diocese e lembra que somos discípulos missionários, pescadores de homens e de mulheres para o Reino de Deus: “Avancem para águas mais profundas…”(Lc 5,4).

Fonte:http://diocesedesobral100anos.com/
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Diocese de Sobral 100 Anos

Diocese de Sobral 100 Anos




A Igreja é chamada a manifestar a presença viva de Jesus Cristo no mundo. O que a alma é para o corpo, assim devem ser os cristãos atuando dentro das realidades do mundo. Sua presença deve primar pelo serviço às pessoas, acolhendo suas elegrias e esperanças, levando o dinamismo do Evangelho, superando as contradições e implantando a fraterna solidariedade. (cf. GS 1)
Esta presença da Igreja registra-se na região norte do estado do Ceará, desde o século XVII, com a chegada dos jesuítas à Serra da Ibiapaba e a missão junto aos índios. No entanto, sua ação evangelizadora torna-se mais visível com a criação da Diocese de Sobral desmembrada da então Diocese de Fortaleza, em 10 de novembro de 1915, pela bula “Catholicae Religionis Bonum” do Papa Bento XV.
A Diocese de Sobral originariamente compreendia quase toda a região norte do Ceará e uma parte da região oeste. Posteriormente cedeu territórios para a criação das dioceses de Crateús em 1964, Tianguá e Itapipoca em 1971. Atualmente seu território compreende 29 municípios com 39 paróquias e 5 áreas pastorais divididas em 4 Regiões Episcopais (Região Sede, Região Vale do Acaraú, Região Vale do Coreaú e Região do Araras).
A Diocese, durante toda a sua existência , marcou a história a zona norte do Ceará e principalmente da cidade de Sobral, não somente com sua missão estritamente evangelizadora, mas também com seu trabalho frutífero no campo da educação, da saúde e da comunicação.


Dom José Tupinambá da Frota


 (1916 – 1923 e 1924-1959)
1° Bispo Lema: “Opportet illum regnare” (É preciso que Ele reine).
Nascimento – 10 de setembro de 1882
Ordenação Presbiteral – 29 de outubro de 1905
Sagração Episcopal – 29 de junho de 1916
Nomeado 1º Bispo de Sobral – 24 de Janeiro de 1916 a 06 de Abril de 1923
Nomeado Bispo da Diocese de Uberaba-MG – 06 de Abril de 1923 a 10 de Março de 1924
Nomeado novamente Bispo de Sobral – 10 de Março de 1924 a 25 de Setembro de 1959
Falecimento – 25 de setembro de 1959


Dom José Bezerra Coutinho


(Bispo auxiliar de D. José e Vigário Capitular)
Nascimento – 07 de Fevereiro de 1910
Ordenação Presbiteral – 03 de Dezembro de 1933
Sagração Episcopal – 28 de Outubro de 1956
Bispo Auxiliar de Sobral – 1956 a 1959
Vigário Capitular – 1959 – 1961
Nomeado Bispo de Estância-SE – 28 de Janeiro de 1961
Falecimento – 7 de novembro de 2008
Lema: “Dominus Illuminatio mea” (O Senhor é minha luz).

Dom João José da Mota Albuquerque



(1961-1964)
2° Bispo Lema: “In manus tuas” (Em tuas mãos).
Nascimento – 27 de março de 1913
Ordenação Presbiteral – 28 de abril de 1935
Sagração Episcopal – 28 de abril de 1957
Bispo de Sobral – 21 de maio de 1961 a 15 de julho de 1964, quando foi designado para a Arquidiocese de São Luís – MA
Falecimento – 12 de setembro de 1987


Dom Walfrido Teixeira Vieira


3º Bispo - Dom Walfrido Teixeira Vieira
(1965-1997)
3° Bispo Lema: “Secundum Verbum Tuum” (Conforme tua Palavra).
Nascimento – 17 de dezembro de 1921
Ordenação Presbiteral – 29 de junho de 1946
Sagração Episcopal – 26 de junho de 1961
Bispo de Sobral – 06 de janeiro de 1965 a 17 de março de 1998
Falecimento – 09 de novembro de 2001


Dom Aldo di Cillo Pagotto




(1998 – 2004)
4° Bispo Lema: “Unum corpus, et unus Spiritus” (Um só Corpo e um só Espírito).
Nascimento – 16 de setembro de 1949
Ordenação Presbiteral – 7 de dezembro de 1977
Sagração Episcopal – 31 de outubro de 1997 como bispo coadjutor de Sobral
Bispo de Sobral – 19 de Março de 1998 a 05 de Maio de 2004 quando foi designado para a Arquidiocese de João Pessoa – PB


Dom Antônio Fernando Saburido




5º Bispo Lema: “Secundum Verbum Tuum” (Conforme tua Palavra).
Nascimento – 10 de junho de 1947
Ordenação Presbiteral –  17 de dezembro de 1983
Sagração Episcopal – 20 de agosto de 2000
Bispo de Sobral – 18 de maio de 2005 a 1º de Julho de 2009 quando foi nomeado Arcebispo de Olinda e Recife – PE


Dom Odelir José Magri, mccj




(12.12.2010)
6º Bispo Lema: “Venite Post Me” (Vinde após mim).
Nascimento – 18 de abril de 1963
Ordenação Presbiteral – 18 de outubro de 1992
Sagração Episcopal e Posse em Sobral – 12 de dezembro de 2010




Fonte: http://diocesedesobral100anos.com
domingo, 9 de novembro de 2014
A castidade no casamento

A castidade no casamento



Os noivos são aconselhados pela doutrina católica a viverem a virtude da castidade também no matrimônio. As motivações são as mesmas desde o namoro, sendo a principal o seguimento dos ensinamentos da Igreja Católica. Entretanto, um aspecto particular da castidade no casamento diz respeito às formas de planejamento familiar, isto é, os casais utilizam apenas com os métodos naturais e não uso de preservativos ou remédios anticoncepcionais para evitar a gravidez. O casal casto que não planeja ter filhos em um determinado momento, tem relação conjugal quando a esposa não está em período fértil, e durante os períodos férteis, vivem em abstinência para que não precisem utilizar de métodos artificiais que não são aceitos pela doutrina católica.
Lembram da nossa irmã Rochelle, (In memorian) Pois bem,ela namorou por mais de 5 anos, viveu a pureza em seu namoro com todos os percalços que já havia citado, permaneceu casada por mais de 13 anos com seu esposo, teve três belos filhos, e viveu a castidade no seu casamento até o fim. “A castidade no matrimônio, antes de ser somente o uso de métodos naturais, significa primeiro ter um lugar no coração reservado para amar a Deus e um lugar reservado para amar ao cônjuge”.Rochelle tinha plena convicção de que sua missão como Filha de Sião também era a de levar seu esposo para o céu, mesmo que ele não fizesse parte da Comunidade Filhos de Sião. Isso sim, é uma sexualidade vivida de acordo com a dignidade da pessoa, com o valor que ela tem por si só.
De acordo com Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, que defende o uso dos métodos naturais, algumas das formas mais comuns são:
O “calendário”(tabelinha), que permite obter, mediante cálculos matemáticos, os dias de fertilidade do casal;
O método da temperatura corporal da mulher devido ao aumento hormonal da progesterona;
E o método billings, que reconhece o período fértil da mulher pela observação diária de uma secreção natural da mulher que varia de acordo com o ciclo menstrual e que fica mais evidente no período fértil, de ovulação.
No caso da Rochelle, ela utilizava o método do calendário juntamente com o método deBillings.
 Dito tudo isto fica claro que é mais fácil viver esses momentos de abstinência, justamente quando se vive já no namoro a castidade. Mas quem conheceu a Rochelle vai concordar comigo, que mesmo tendo vivido a castidade desde o seu namoro, e conhecendo os princípios do seu esposo, sempre foi desafiante para ela viver a castidade. De fato foram a sua fé em Deus e seu ideal de família cristã que a fizeram perseverar!
Portanto, mesmo que seu cônjuge ainda não seja engajado como você, não desista dele. Reze, dialogue, confie em Deus, porque uma dia você verá a mão de Deus agindo em sua casa. Nunca duvide de que a castidade sempre esteve nos planos de Deus para a construção da sua família. E acredite, um dia você e seu cônjuge irão compreender que mesmo não podendo ter uma relação conjugal em alguma época do casamento, isso não vai levar seu marido e nem você a buscar outra pessoa, ou até mesmo procurar obter prazer sozinhos, com filmes pornográficos ou revistas.
E ambos compreenderão que tudo isso traz muito mais segurança na fidelidade do casal. Porque é uma fidelidade que busca ser completa, não somente em relação a traição com outra pessoa, mas em pensamentos e atos individuais.
Para o psicólogo e terapeuta Marcelo Tomokiti, as maiores dificuldades para quem busca viver a castidade é a “cultura predominante na sociedade hoje que prega o próprio prazer como o supremo bem da vida humana”, afirma. Para vencer essas dificuldades, Tomokiti assegura que é necessário “o autoconhecimento e o fortalecimento das próprias convicções e da vida de oração.”


Julineide Mendes, Consagrada da Comunidade Filhos de Sião
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