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terça-feira, 30 de setembro de 2014
Aprendendo a amar com as diferenças

Aprendendo a amar com as diferenças



Congresso das Famílias.
Tema:  Restaura nossa casa Senhor.
Pregadores: Erton e Lili - Comunidade Reflexo de Deus.Gen. 2, 24
A única receita de viver um matrimônio santo é seguir os princípios de Deus.
Efe. 5, 22
A mulher deve ser a ajuda perfeita para o marido.
Você marido, está disposto a dá a vida pela esposa? Você homem tem que viver a vida toda dando a vida pela esposa. Você tem que viver como se o amanhã não existisse, como se hoje fosse o ultimo dia.
Não case pensando que vai ser feliz, seja primeiro feliz, depois se case.
Se você mulher é amada por um homem que é capaz de dar a vida a você, naturalmente você será submissa a ele.
Nós passamos um tempo longe da Igreja, e eu posso dizer que longe do Senhor nós provamos do inferno.
O homem precisa
1-    Exaustar a força do homem
2-    Deixar ele ser o cabeça
3-    Fã n° 1
4-    Ser atraente para o homem
5-    Dar um espaço do marido.
 A mulher precisa
Ser amada e valorizada.


O Congresso das Famílias aconteceu nos dias 27 e 28 de setembro na Casa da Paz, na rua Gov. Raul Barbosa, Centro Marco-CE. Confira fotos do evento, aqui: facebook.com/comfilhosdesiao
domingo, 28 de setembro de 2014
 Restaura nossa casa Senhor

Restaura nossa casa Senhor



Congresso das Famílias.
Tema:  Restaura nossa casa Senhor.
Pregadores: Silvana e Antônio – Comunidade Reflexo de Deus.

Salmo 19.
Meu coração está saltando de alegria pela grandeza que Deus fez nesta Comunidade.
O Senhor quer restaurar sua casa hoje, sua vida.
Temos que restaurar nosso casamento todos os dias. No mundo de hoje é difícil conviver. Como é difícil pela manhã fazer nossa oração conjugal achando que não vai dar tempo(ação do inimigo), mas nós sabemos que é preciso para nós conseguirmos viver nosso matrimônio até o fim.
Deus nos criou a Sua imagem e semelhança, como está sua imagem e semelhança de Deus na sua vida? Deus todos os dias bate a porta do seu coração e para restaurar nossa casa.
Josué 24, 14-15
Eu não posso deixar que deuses entre na minha casa, na minha família. Reflita se você está deixando algum mal entrar na sua casa. Eu preciso deixar o Senhor entrar na minha casa e permanecer. Não só pedir, mas permitir Ele participar de nossa casa. É preciso decidir qual o Deus que eu quero seguir, e deixar que os outros deuses saiam de nossas casas.

 
 
O Congresso das Famílias aconteceu nos dias 27 e 28 de setembro na Casa da Paz, na rua Gov. Raul Barbosa, Centro Marco-CE.

Confira fotos do evento, aqui:  facebook.com/comfilhosdesiao
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Guia de votação para os católicos

Guia de votação para os católicos





Para os Verdadeiros Católicos.

Este Guia oferece declarações claras e concisas acerca de cinco assuntos morais inegociáveis. Ao terminar de lê-lo, não restará dúvida ou confusão a respeito do ensino da Igreja, sobre o que ela exige de seus filhos.

Nenhuma parte deste Guia deverá ser interpretada como apoio para algum candidato ou partido político.

Como este guia do eleitor pode ajudá-lo?

Este Guia do Eleitor o ajudará a votar de modo consciente, fundamentado no ensino moral católico. Este Guia o auxiliará a eliminar aqueles candidatos que apóiam políticas irreconciliáveis com as normas de moralidade sustentadas por todo cristão.

Face à maioria dos temas apresentados pelos candidatos e legisladores, os católicos podem favorecer um ou outro, sem ter que agir contra a sua fé. Com efeito, a maioria dos assuntos não necessita de uma “postura católica”.

Porém, alguns assuntos são tão importantes, tão fundamentais, que apenas uma única ação pode estar de acordo com o ensino do evangelho cristão. Ninguém que defenda uma postura incorreta nesses assuntos pode dizer que age segundo as normas morais da Igreja.

Este Guia do Eleitor identifica os cinco assuntos “inegociáveis” e o ajuda a chega numa lista de candidatos aceitáveis, que postulam um cargo político, seja a nível nacional, estatal ou municipal.

Os candidatos que respaldarem qualquer dos cinco assuntos inegociáveis, devem ser considerados desqualificados para o desempenho de cargo público e, portanto, não devem receber o seu voto. Assim, você deverá fazer a sua escolha entre os candidatos restantes.

Seu papel como eleitor católico

Os católicos têm a obrigação moral de promover o bem comum ao exercer o seu privilégio de voto (cf. CIC, §2240). As autoridades civis não são as únicas responsáveis pelo país. “O serviço do bem comum exige dos cidadãos que cumpram com a sua responsabilidade na vida da comunidade pública” (CIC, §2239). Isto significa que os cidadãos devem participar do processo político na urna de votação.

Porém, a votação não pode ser arbitrária. “A consciência cristã bem formada não permite a alguém favorecer com o próprio voto a concretização de um programa político ou a aprovação de uma lei particular que contenham propostas alternativas ou contrárias aos conteúdos fundamentais da fé e da moral” (CVP nº 4).

Algumas questões sempre estarão erradas e ninguém poderá votar a favor delas direta ou indiretamente. Os cidadãos votam a favor desses males quando votam nos candidatos que se propõem a promovê-los. Portanto, os católicos não devem votar a favor de alguém que promove programas ou leis intrinsecamente más.

Os cinco assuntos inegociáveis

Estes cinco assuntos são chamados inegociáveis porque contêm atos que sempre são moralmente maus e nunca podem ser promovidos pela lei. É pecado grave defender ou promover qualquer destes atos e nenhum candidato que verdadeiramente deseja fomentar o bem comum pode apoiar estes cinco assuntos inegociáveis:

1. O Aborto

Sobre uma lei que permite o aborto, a Igreja ensina que “nunca é lícito submeter-se a ela, nem participar em uma campanha de opinião a favor de uma lei semelhante, nem dar-lhe o sufrágio do próprio voto” (EV nº 73). O aborto é o assassinato intencional de um ser humano inocente e, portanto, é uma espécie de homicídio.

A criança sempre é parte inocente e nenhuma lei pode permitir que lhe seja tirada a vida. Mesmo quando uma criança é concebida em razão de estupro ou incesto, a criança não tem culpa e não deve sofrer a morte pelo pecado dos outros.

2. A Eutanásia

Às vezes disfarçada sob a denominação de “morte misericordiosa”, a eutanásia é uma forma de homicídio. Ninguém tem o direito de tirar sua própria vida (suicídio) e ninguém tem o direito de tirar a vida de uma pessoa inocente.

Com a eutanásia, os doentes e os idosos são assassinados sob um sentido de compaixão mal fundamentado, pois a verdadeira compaixão não pode incluir o cometimento de atos intrinsecamente maus contra outra pessoa (cf. EV nº 73).

3. As Pesquisas com Células Estaminais Fetais

Os embriões humanos são seres humanos. “O respeito pela dignidade do ser humano exclui toda manipulação experimental ou exploração do embrião humano” (CDF nº 4b).
Os recentes avanços científicos demonstram que qualquer cura que possa resultar dos experimentos com células estaminais fetais pode também ser desenvolvida a partir do uso de células estaminais adultas. As células estaminais adultas podem ser obtidas sem causar mal aos adultos das quais provêem. Portanto, já não existe um argumento médico favorável ao uso das células estaminais fetais.

4. A Clonagem Humana

“As tentativas… para se obter um ser humano sem conexão alguma com a sexualidade, mediante ‘fissão gemelar’, clonagem, partenogênesis, devem ser consideradas contrárias à moral, porque estão em contraste com a dignidade tanto da procriação humana como da união conjugal” (RVH 1,6).

A clonagem humana também acaba sendo uma forma de homicídio porque destrói o clone “rejeitado” ou “fracassado”; no entanto, cada clone é um ser humano.

5. O “Matrimônio” Homossexual

O verdadeiro matrimônio é a união entre um homem e uma mulher. O reconhecimento legal de qualquer outra forma de “matrimônio” menospreza o verdadeiro matrimônio e o reconhecimento legal das uniões homossexuais na realidade causa dano aos homossexuais, pois os anima a continuar vivendo sob um acordo objetivamente imoral.

“No caso de uma Assembléia Legislativa propor pela primeira vez um projeto de lei a favor da legalização das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de expressar clara e publicamente seu desacordo e votar contra o projeto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um ato gravemente imoral” (UPH nº 10).

Com quais cargos políticos devo me preocupar?

As leis são aprovadas pelo Legislativo, o Executivo as faz cumprir e o Judiciário as interpreta. Isto quer dizer que você deve se preocupar com qualquer candidato ao Legislativo, ou qualquer um que se apresente como candidato ao Poder Executivo e, [nos países onde for cabível] os que se candidatam à magistratura. E isto não apenas em nível nacional, mas também estadual e municipal.

É certo que, quando o cargo é inferior, há menor probabilidade do candidato apoiar certas causas. Por exemplo, é possível que a Câmara Municipal jamais discuta o tema da clonagem humana. Porém, é muitíssimo importante avaliar cada candidato antes das eleições, sem importar o cargo que está disputando.

Poucas pessoas alcançam um alto posto sem ter ocupado um cargo menor. Algumas poucas pessoas se convertem em deputados, em senadores ou presidentes sem ter sido antes eleitas para um cargo menor. Porém, a maioria dos deputados, senadores e presidentes começaram sua carreira política em nível local. O mesmo ocorre com os deputados estaduais; muitos deles começaram nas Câmaras Municipais e associações de bairro, galgando aos poucos a carreira política.

Os candidatos que futuramente postularão cargos superiores procederão principalmente dos atuais candidatos a cargos menores. Por isso, é prudente empregar os mesmos princípios para os candidatos municipais como para os estaduais e federais.

Se os candidatos que estão equivocados nos cinco assuntos inegociáveis fracassarem na eleição para os cargos menores, talvez não postularão cargos superiores. Isto facilitaria a eleição dos melhores candidatos para os postos de maior influência em nível estadual e nacional.

Como determinar a postura de um candidato

1. Isto poderá se conseguir com maior facilidade quanto mais importante for o cargo. Por exemplo: apresentar estes assuntos [inegociáveis] aos deputados e senadores e determinar sua postura. O mesmo podemos fazer em nível estadual. Em ambos os casos, conhecer a postura de um candidato pode ser fácil ao ler artigos em jornais e revistas, buscar suas opiniões na Internet ou avaliar suas propostas impressas e distribuídas durante o período eleitoral.

2. Um pouco mais difícil é conhecer as opiniões dos candidatos aos cargos municipais, porque poucos deles tiveram a oportunidade de considerar a legislação sobre temas como o aborto, a clonagem e a santidade do matrimônio. Porém, estes candidatos, por serem locais, freqüentemente podem ser contatados diretamente ou mantêm comitês eleitorais onde poderão explicar sua postura perante estes temas.

3. Se não for possível determinar a postura do candidato por outros meios, não hesite em escrever-lhe diretamente e perguntar-lhe qual a sua posição sobre cada um dos assuntos inegociáveis.

Como não se deve votar

1. Não confie seu voto apenas à sua filiação partidária, em seus anteriores hábitos de votação ou na tradição familiar de voto. Há alguns anos, estas eram formas confiáveis para determinar em quem se poderia votar, mas hoje não são mais confiáveis. Deve-se olhar cada candidato como um indivíduo. Isto significa que você pode votar em candidatos de partidos distintos.



2. Não vote pela aparência ou personalidade do candidato ou por sua astúcia perante os meios de comunicação. Alguns desses candidatos atraentes, agradáveis e que dizem o que convém apóiam males intrínsecos quando deveriam se opor a eles, enquanto que outros candidatos, que parecem simples, cansados ou incomodados pelas câmaras defendem leis que estão de acordo com os princípios cristãos.

3. Não vote em candidatos apenas porque se declaram católicos. Infelizmente, muitos dos candidatos que se dizem católicos rejeitam os ensinamentos básicos da moral católica. Eles apenas são “católicos” porque querem o voto dos católicos.

4. Não selecione os candidatos baseando-se apenas no pensamento: “O que vou ganhar?”. Tome sua decisão optando pelos candidatos que pareçam mais dispostos a promover o bem comum, ainda que você não se beneficie direta ou imediatamente do ordenamento legal que propõem.

5. Não premie com seu voto os candidatos que estejam corretos em assuntos menos importantes, mas que estão equivocados em assuntos morais fundamentais. Pode ser que um candidato adquira uma certa consideração por ter votado exatamente como você deseja, embora já tenha votado a favor – digamos – da eutanásia. Tal candidato jamais deve receber o seu voto. Os candidatos devem saber que estar equivocado em um dos cinco assuntos inegociáveis é suficiente para excluí-los da sua consideração.

Como votar

1. Para cada cargo, determine primeiro a posição que cada candidato possui em cada um dos cinco assuntos inegociáveis.

2. Elimine da sua relação os candidatos que estiverem equivocados em qualquer um dos assuntos inegociáveis. Não importa que tenham razão em outros assuntos; devem ser desprezados se estiverem equivocados em um só dos não negociáveis.

3. Escolha entre os candidatos restantes, baseando-se no seu juízo sobre as posições de cada candidato em outros assuntos de menor importância.

Quanto não há um candidato “aceitável”

Em alguns debates públicos, cada candidato assume uma postura equivocada em um ou mais assuntos inegociáveis. Nesse caso, você pode votar no candidato que assuma menos posturas incorretas; ou que pareça ser mais incapaz para fazer avançar a legislação imoral; ou pode, ainda, não votar em ninguém.

O papel da sua consciência

A consciência é como um alarme: o adverte quando está a ponto de cometer algum erro. Ela apenas não determina o que é bom ou mau. Para que a sua consciência funcione corretamente, deve estar bem informada. Ou seja, você deve se informar sobre o que é bom e o que é mau. Só assim sua consciência será um guia confiável.

Infelizmente, muitos católicos hoje em dia não formaram suas consciências adequadamente sobre os assuntos fundamentais da moralidade. O resultado é que suas consciências não disparam nos momentos apropriados, inclusive no dia das eleições.

Uma consciência bem formada jamais contradiz o ensino moral católico. Por essa razão, se você tem dúvidas sobre o caminho que deve trilhar a sua consciência no momento de votar, ponha sua confiança no firme ensino moral da Igreja (o Catecismo da Igreja Católica é uma excelente fonte de ensino moral autêntico).

Quando acabar de ler este Guia do Eleitor

Por favor, não pare com a simples leitura deste Guia. Leia-o, aprenda com ele e prepare a sua seleção de candidatos baseado nele. Após, forneça este Guia do Eleitor a um amigo e peça-lhe que o leia e o repasse a outros. Quanto mais pessoas votarem de acordo com os princípios morais básicos, melhor será o nosso país.

Abreviações:

CIC – Catecismo da Igreja Católica
CVP – Congregação para a Doutrina da Fé: Nota doutrinal sobre algumas questões relativas ao compromisso e a conduta dos católicos na vida política.
CDF – Pontifício Conselho para a Família: Carta dos Direitos da Família.
EV – João Paulo II: Carta Encíclica Evangelium Vitae (O Evangelho da Vida)
RVH – Congregação para a Doutrina da Fé: Instrução acerca do respeito da vida humana nascente e dignidade da procriação.
UPH – Congregação para a Doutrina da Fé: Considerações acerca dos projetos de reconhecimento legal das uniões entre pessoas homossexuais

 Fonte: Catholic Answers (EUA) – http://www.catholic.com
(Tradução de Carlos Nabeto)
Fonte: Presbíteros
terça-feira, 23 de setembro de 2014
 #VEMNESSAONDA 2014

#VEMNESSAONDA 2014


Vem aí o encontro para jovens mais esperado do ano  #VEMNESSAONDA 2014.
 Será Sábado 18 e 19 de outubro as 19H00 na Escola Ricardo de Souza Neves, com a presença de Naldo José, Swingueira de Cristo e Ministério de Música Filhos de Sião.
Ingressos na Casa da Paz custando somente 5 Reais.
domingo, 21 de setembro de 2014
sábado, 20 de setembro de 2014
Buscai as coisas do alto

Buscai as coisas do alto


Visto que ressuscitasse com Cristo, procurai o que esta no alto, lá onde se encontra Cristo, sentado a direita de Deus: é no alto que está a vossa meta, não na terra.
Tome como meta da sua vida o céu. (Stª terezinha)
Não vale a pena passar toda a eternidade afastados em conseqüência da vida errada que levamos aqui.
É triste mas os ímpios não tem a visão da eternidade.Não sabem que depois da morte irão se deparar de Deus. Para os ímpios o que importa é aproveitar o agora, porque o tempo é curto, a vida é passageira. E para isso,  vale fazer tudo antes que o tempo acabe. É imprudência! Se o tempo acabar, eles não poderão voltar o coração para o Senhor, será tarde demais.
O nosso tempo é com o Senhor Jesus, porque estamos nos preparando para a eternidade, está é a nossa alegria, o motivo de lutarmos pela santidade.
O maior desejo de todos os santos era estar com Deus por toda a eternidade no céu. Deve ser também este o nosso desejo.
O inimigo de Deus tem oferecido uma ninharia para nos enganar, mas não percamos o céu por tão pouco! É preciso conquistá-lo e só conseguiremos lutando pela santidade.
De pés firmes na terra, enfrentando as estradas da vida, ferindo-nos nas pedras e espinhos deste caminho estreito, de olhos abertos para a realidade, nós caminhamos para a nossa meta o céu.
Nadamos contra a correnteza.  Somos como os peixes na piracema: subimos correnteza acima derramando sangue nas pedras deste rio, para desovar nas alturas, lá de onde viemos e para onde caminhamos. Não queremos e não podemos viver nas águas trepidas da planície, nossa meta é o céu.
Jovens é no alto que está vossa meta não na terra. Cl.3,2
Afeiçoai-vos às coisas lá de cima, e não as da terra. Cl. 3,2 Porque estais mortos e a vossa vida está escondida com Cristo em Deus.
Aonde está Cristo?
Lá no alto a direita de Deus.
Quem é a minha meta? Cristo?
Só tem duas condições para eu  entrar no céu.
Ser batizado- participar da circuncisão de Cristo, isto é, ressuscitar com Cristo.Cl. 2, 11
Levarmos uma vida de pertença a Cristo.
É preciso ter meta -  Stª Terezinha com dois anos tomou a decisão de ser religiosa.
Com três anos tomou a decisão de não negar nada a Deus.


CONGRESSO DA JUVENTUDE – 2006
                                                                      Vander-Lúcia Menezes Farias
                                                                                      Fundadora
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Congresso das Famílias

Congresso das Famílias



Vamos juntos rezar por nossas famílias! venha participar do Congresso das Famílias na Comunidade Filhos de Sião.
Tema: Restaura nossa Casa Senhor
Dias 27 e 28 de setembro na Casa da Paz, com participação especial da Comunidade Reflexo de Deus
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Setembro, mês de bíblia

Setembro, mês de bíblia



Estamos em setembro, e no Brasil já é uma tradição que este mês seja lembrado como o “Mês da Bíblia”.  Setembro foi escolhido pelos Bispos do Brasil como o mês da Bíblia, em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30.  São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do papa Dâmaso e por ele encarregado de revisar  a tradução  latina da Sagrada Escritura. Essa versão latina feita por São Jerônimo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim, significa popular  e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.
Ao celebrar o mês da Bíblia, a Igreja nos convida a conhecer mais a  fundo a Palavra de Deus, a amá-la, cada vez mais, e a fazer dela, cada dia, uma leitura meditada e rezada.  É essencial ao discípulo missionário o contato com a Palavra de Deus para ficar solidamente firmado em Cristo e poder testemunhá-lo no mundo presente, tão necessitado de sua presença. “Desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo  é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247).
A Bíblia contém tudo aquilo que Deus quis nos comunicar em relação a nossa salvação. Jesus é  o centro e o coração da Bíblia. Em Jesus se cumprem todas as promessas feitas  no Antigo Testamento para o Povo de Deus.
Ao lê-la, não devemos nos esquecer que Cristo é o ápice da revelação de Deus. Ele é a Palavra viva de Deus. Todas  as palavras da Sagrada Escritura tem seu sentido definitivo Nele, porque é no mistério de sua morte  e ressurreição que o plano de Deus para a nossa salvação se cumpre plenamente.

Dom Raymundo Cardeal Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida - SP

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