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quinta-feira, 31 de julho de 2014
Transformar a dor em amor

Transformar a dor em amor


Tema: Transformar a dor em amor (Lançamento do seu livro “Curando Feridas, Avivando corações”.).
Pregador: Daniel Alves – Fundador da Comunidade Aliança de Paz


Não perde um minuto da tua vida, a experiência com Deus é única e eterna. Uma das principais armas que temos é o amor que temos na dor. A dor do teu coração te salva. A dor que não dói não salva. Quanto mais feliz eu for, mais dor eu terei. Quanto mais doer é mais um convite para ser feliz. São Francisco de Assis morreu com dez doenças no corpo.“Todo sofrimento é curativo e curador”, citação do livro Curando Feridas, Avivando corações. São Francisco foi consumido de dor, mais transformado de alegria. A cura de São Francisco começou a partir do beijo em um leproso, sua cura vai começar quando você beijar o leproso dentro de você.
A dor de Nossa Senhora diante da cruz foi um oceano de dor, mais também um oceano de amor, porém ela permanecia firme. Nós somos cristãos apaixonados por Jesus. Se não dói não é amor.“Devemos conhecer Jesus transfigurado de dor. É impossível carregar a cruz sem amor”,continua a citação do livro Curando Feridas, Avivando corações. Quando não há amor não queremos mais continuar no caminho de Deus, porque já estou carregando a cruz sem amor então é insuportável.“O que sustentou Jesus na cruz não foram o cravos, mas sim o Seu amor por nós.” Santa Catarina de Sena. A dor transfigurada de amor é aquela que além dos meus problemas eu tenho que ver o dos outros também.Nada é nosso, nem nosso dom, nós só estamos aqui porque Deus carimbou você. Desça do salto, e pise no chão. O ministério que Deus te dar é para o ‘outro’. Existe um cego dentro de você, e este cego se chama amor próprio, é um cego de vara curta. A queda que o diabo dá é uma queda difícil de levantar. Quem está de pé cuidado pra não cair, diz São Paulo. Pare de ser Cristão ‘bebê’, não queira viver na ‘Terra do Nunca’ como o filme Peter Pan. A geração que copia tudo que ver na TV e não quer pensar.Vocês são revolucionários da cidade de Marco, deseje receber a coroa da Justiça.
Você que foge da sua lepra, beije ela. A ferida da ostra é pérola, a sua dor, a sua ferida é pérola. Transformar a sua dor é um mistério, só se consegue com Deus. Quando se está doendo é retirando uma pérola. Por providência de Deus, este é o Evangelho do dia de hoje Mateus Cap. 13, 44. O mundo é apenas uma bijuteria, e Deus é uma jóia rara. Quem vai para a missa hoje vista a melhor roupa, o melhor sapato, o melhor perfume, a melhor maquiagem, você deve levar o melhor de você para Deus. As pessoas têm que olhar para você e dizer: além de ser de Deus ainda é bonita! Não é querer aparecer, não, mas dar o seu melhor para Deus. Não temos que querer ser melhor do que o outro, mas sim, dar melhor para o outro. Eu prefiro está no barco com Jesus na tempestade, do que fora do barco sem tempestade e sem Jesus. Quem tem sua identidade aí? Comparando a foto da identidade, está mais bonito agora ou na foto? Agora, porque com Jesus cada dia você com Jesus é melhor.


O Kairós aconteceu no dia 27 de julho na Casa de Retiro Virgem de Sião, no bairro Conjunto Habitacional Geraldo Jovino, Marco-CE.

Confira fotos do evento, aqui:  facebook.com/comfilhosdesiao

domingo, 27 de julho de 2014
Mês das Vocações

Mês das Vocações



Nossa santa e amada Igreja Católica celebra o Mês das Vocações.

 Agosto: mês vocacional
(Artigo escrito pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB)

No Brasil o mês de agosto é sempre uma oportunidade para que possamos refletir sobre o chamado que Deus nos faz para vivermos de um modo mais concreto a nossa vocação à santidade, que recebemos no dia em que fomos batizados.

Na primeira semana, lembramos a vocação sacerdotal, refletimos sobre a sua importância para a Igreja e rezamos ao Senhor da messe para que envie operários, de modo que não faltem padres para cuidar das mais diversas comunidades espalhadas pelo Brasil.

Em seguida, recordamos a vocação religiosa. Nossa mente se volta para os homens e mulheres que se consagraram a Deus através dos conselhos evangélicos da pobreza, castidade e obediência para viverem em comunidade segundo o carisma de seus fundadores e servirem à Igreja e ao povo de Deus nos mais diferentes serviços, sejam de natureza religiosa ou social. Lembramo-nos também dos missionários e missionárias que deixaram suas terras e foram para os locais mais distantes no serviço do Reino de Deus, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não O conhecem.

Há também outra vocação que não pode ser esquecida: a dos fiéis leigos e leigas que, através do exercício de ministérios não ordenados, se fazem presentes nas comunidades eclesiais e no mundo e se dedicam à evangelização na família, no trabalho profissional e no seu ambiente social, para santificar o mundo e fazer com que ele deixe de ser a cidade dos homens para tornar-se a cidade de Deus. Dentre os diferentes ministérios leigos, o último domingo de agosto destaca a catequese, comemorando o dia dos catequistas.

Grandes santos são lembrados neste mês, como: São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, padroeiro dos párocos; São Lourenço, padroeiro dos diáconos; Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação dos Missionários Redentoristas; São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas; Santa Rosa de Lima, padroeira da América Latina e, de modo especial, nossa Santa Mãe do Céu, Maria Santíssima, que é recordada na solenidade da sua Assunção, nos apontando o feliz destino de todos os que dizem “Sim” a Deus.

O tema vocacional é, de modo especial, voltado para os jovens. É um apelo para que todos procurem ouvir a voz de Deus e dizer sim ao seu chamado para servirem concretamente ao seu Reino.

Rezemos para que a Mãe Aparecida abençoe a Igreja, e, especialmente, os jovens, a fim de que sejam fiéis no seguimento de Jesus Cristo e obedientes ao mandato de seu Fundador e Mestre: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos”. O Papa Francisco, em sua homilia da Santa Missa para a 28ª JMJ, afirma: “Não tenham medo! Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai a nossa frente e nos guia. Ao enviar seus discípulos em missão, Jesus prometeu: “Eu estou com vocês todos os dias” (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”

Por Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Catedral Nossa Senhora Aparecida

Agosto: mês vocacional
(Artigo escrito pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB)
No Brasil o mês de agosto é sempre uma oportunidade para que possamos refletir sobre o chamado que Deus nos faz para vivermos de um modo mais concreto a nossa vocação à santidade, que recebemos no dia em que fomos batizados.
Na primeira semana, lembramos a vocação sacerdotal, refletimos sobre a sua importância para a Igreja e rezamos ao Senhor da messe para que envie operários, de modo que não faltem padres para cuidar das mais diversas comunidades espalhadas pelo Brasil.
Em seguida, recordamos a vocação religiosa. Nossa mente se volta para os homens e mulheres que se consagraram a Deus através dos conselhos evangélicos da pobreza, castidade e obediência para viverem em comunidade segundo o carisma de seus fundadores e servirem à Igreja e ao povo de Deus nos mais diferentes serviços, sejam de natureza religiosa ou social. Lembramo-nos também dos missionários e missionárias que deixaram suas terras e foram para os locais mais distantes no serviço do Reino de Deus, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não O conhecem.
Há também outra vocação que não pode ser esquecida: a dos fiéis leigos e leigas que, através do exercício de ministérios não ordenados, se fazem presentes nas comunidades eclesiais e no mundo e se dedicam à evangelização na família, no trabalho profissional e no seu ambiente social, para santificar o mundo e fazer com que ele deixe de ser a cidade dos homens para tornar-se a cidade de Deus. Dentre os diferentes ministérios leigos, o último domingo de agosto destaca a catequese, comemorando o dia dos catequistas.
Grandes santos são lembrados neste mês, como: São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, padroeiro dos párocos; São Lourenço, padroeiro dos diáconos; Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação dos Missionários Redentoristas; São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas; Santa Rosa de Lima, padroeira da América Latina e, de modo especial, nossa Santa Mãe do Céu, Maria Santíssima, que é recordada na solenidade da sua Assunção, nos apontando o feliz destino de todos os que dizem “Sim” a Deus.
O tema vocacional é, de modo especial, voltado para os jovens. É um apelo para que todos procurem ouvir a voz de Deus e dizer sim ao seu chamado para servirem concretamente ao seu Reino.
Rezemos para que a Mãe Aparecida abençoe a Igreja, e, especialmente, os jovens, a fim de que sejam fiéis no seguimento de Jesus Cristo e obedientes ao mandato de seu Fundador e Mestre: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos”. O Papa Francisco, em sua homilia da Santa Missa para a 28ª JMJ, afirma: “Não tenham medo! Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai a nossa frente e nos guia. Ao enviar seus discípulos em missão, Jesus prometeu: “Eu estou com vocês todos os dias” (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”
Por Cardeal Raymundo Damasceno Assis 
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Agosto: mês vocacional
(Artigo escrito pelo Cardeal Raymundo Damasceno Assis - Arcebispo de Aparecida (SP) e Presidente da CNBB)
No Brasil o mês de agosto é sempre uma oportunidade para que possamos refletir sobre o chamado que Deus nos faz para vivermos de um modo mais concreto a nossa vocação à santidade, que recebemos no dia em que fomos batizados.
Na primeira semana, lembramos a vocação sacerdotal, refletimos sobre a sua importância para a Igreja e rezamos ao Senhor da messe para que envie operários, de modo que não faltem padres para cuidar das mais diversas comunidades espalhadas pelo Brasil.
Em seguida, recordamos a vocação religiosa. Nossa mente se volta para os homens e mulheres que se consagraram a Deus através dos conselhos evangélicos da pobreza, castidade e obediência para viverem em comunidade segundo o carisma de seus fundadores e servirem à Igreja e ao povo de Deus nos mais diferentes serviços, sejam de natureza religiosa ou social. Lembramo-nos também dos missionários e missionárias que deixaram suas terras e foram para os locais mais distantes no serviço do Reino de Deus, anunciando Jesus Cristo aos que ainda não O conhecem.
Há também outra vocação que não pode ser esquecida: a dos fiéis leigos e leigas que, através do exercício de ministérios não ordenados, se fazem presentes nas comunidades eclesiais e no mundo e se dedicam à evangelização na família, no trabalho profissional e no seu ambiente social, para santificar o mundo e fazer com que ele deixe de ser a cidade dos homens para tornar-se a cidade de Deus. Dentre os diferentes ministérios leigos, o último domingo de agosto destaca a catequese, comemorando o dia dos catequistas.
Grandes santos são lembrados neste mês, como: São João Maria Vianney, o Cura D’Ars, padroeiro dos párocos; São Lourenço, padroeiro dos diáconos; Santo Afonso Maria de Ligório, fundador da Congregação dos Missionários Redentoristas; São Tarcísio, padroeiro dos coroinhas; Santa Rosa de Lima, padroeira da América Latina e, de modo especial, nossa Santa Mãe do Céu, Maria Santíssima, que é recordada na solenidade da sua Assunção, nos apontando o feliz destino de todos os que dizem “Sim” a Deus.
O tema vocacional é, de modo especial, voltado para os jovens. É um apelo para que todos procurem ouvir a voz de Deus e dizer sim ao seu chamado para servirem concretamente ao seu Reino.
Rezemos para que a Mãe Aparecida abençoe a Igreja, e, especialmente, os jovens, a fim de que sejam fiéis no seguimento de Jesus Cristo e obedientes ao mandato de seu Fundador e Mestre: “Ide e fazei discípulos meus todos os povos”. O Papa Francisco, em sua homilia da Santa Missa para a 28ª JMJ, afirma: “Não tenham medo! Quando vamos anunciar Cristo, Ele mesmo vai a nossa frente e nos guia. Ao enviar seus discípulos em missão, Jesus prometeu: “Eu estou com vocês todos os dias” (Mt 28,20). E isto é verdade também para nós! Jesus nunca deixa ninguém sozinho! Sempre nos acompanha.”
Por Cardeal Raymundo Damasceno Assis 
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sábado, 19 de julho de 2014
Campanha Nova Casa da Misericórdia

Campanha Nova Casa da Misericórdia




A Comunidade Católica Filhos de Sião estar construindo a nova Casa da Misericórdia (Obra de Promoção Humana, que cuida de idosas) a nova casa estar sendo construída próxima a CE-Norte. Estamos na campanha do cimento, se você deseja ajudar esta obra de Deus entre em contato conosco:
Em Marco-CE

Casa da Misericórdia, localizada na Rua Pe. Apoliano próximo a Igreja Matriz, Centro
Casa da Paz, Rua Gov. Raul Barbosa, S/N, Centro
(88) 9957-1576 / 99930033 /99930044
Em Acaraú-CE

Casa de Maria, Av Voluntários da Pátria, bairro Morada Nova
Te.: 88 97085665. 

 Mais tem Deus a dar-lhe. Desde já nossos agradecimentos.
segunda-feira, 14 de julho de 2014
Celebramos São Camilo de Lellis

Celebramos São Camilo de Lellis


Nossa Santa e amada Igreja celebra hoje os 400 anos da morte de São Camilo de Lellis, junto com ela alegra-se a Comunidade Católica Filhos de Sião no qual temos São Camilo como nosso Baluarte.

As cinco misericórdias que Deus proporcionou a São Camilo

Enquanto Camilo levava seu ritmo de vida no Hospital do Espírito Santo, Deus quis, para aperfei­çoar e purificar o seu servo, qual ouro no cadinho, e também para que sentisse em si as palavras de S.Paulo: “Quem fraqueja, sem que eu também me sinta fraco?” enviar-lhe grande falta de apetite. Essa foi a última das misericórdias – assim Camilo chamava as suas enfermidades – com as quais foi generosamente agraciado por Deus nesta vida.

 Quando jovem, a primeira misericórdia com que o céu o agraciou foi uma chaga incurável numa das pernas, que não só o levou a conhecer os hospi­tais, onde teve início a nossa Ordem,(Ordem dos Camilianos) mas também lhe serviu de exercício de paciência. A chaga secretava uma quantidade de líquido que chegava a uma libra por dia, tanto assim que molhava as gazes, as faixas, as meias e chegava até o sapato, ficando com o pé quase sempre molhado. Precisava de uma quantida­de incrível de gazes, que eram preparadas por senho­ras suas amigas em várias cidades e, em Roma, pelas reverendas irmãs de Torre di Specchio, pela senhora Prudentina Diaz e pela Duquesa Sforza, que não se dedignava de prepará-las com suas próprias mãos pela gran­de admiração que lhe tinha. Carregou essa cruz durante 46 anos, aproximadamente. Dela tirou o seguinte proveito, isto é, pensou que fora enviada por Deus para que ficasse continuamente preso nos hospitais. Embora, na opinião dos médicos, a chaga fosse de natureza desconhecida e fora do normal, escapando ao alcance da me­dicina, por ser pútrida, corrosiva e profunda, cercando quase toda a perna, o pus que dela saía, embora muito, não exalava mau cheiro e não exigia outro tratamento que gazes, faixas e unguento basílico. Uma senhora de Gênova, que lavava as faixas, observou que a água que usava, mesmo, depois de vá­rios dias, não cheirava mal, antes, exalava cheiro agradável, deixando no fundo da bacia uma sedimentação amarela.

A segunda misericórdia foi que, quando mordomo do Hospital S. Tiago, pelo muito esforço que fazia, dia
  noite, para cuidar dos doentes, contraiu uma grande hérnia que o obrigou a usar continuamente um cinturão de ferro, que lhe causava tanto incômodo que, como ele próprio dizia, só quem sofria dessa enfermidade podia acreditar. Carregou esta cruz durante, pelo menos, 38 anos. Dela tirou este proveito: pensou que, tendo sido vendido e dado por Deus como escravo aos pobres, devia, como sinal de es­cravidão, estar sempre amarrado e acorrentado.

A terceira misericórdia foram dois calos enormes na sola do pé da perna doente, que lhe causavam tantas dores, que as estradas lhe pareciam atapetadas de espinhos e abro­lhos. Quando.’mancava, não era tanto pela dor da chaga, quanto pelo  incômodo dos calos que, às vezes, aumentava tanto que, nas viagens, não conseguia apoiar o pé no estribo e devia usar uma bolsa cheia de palha em lugar do estribo. Carregou esta cruz durante 25 anos, aproximadamen­te. Dela tirou o seguinte proveito: o bom Padre achava que Nosso Senhor queria que, a cada passo que dava, lembrasse que a terra não era a sua pátria e, pensando no céu, se apres­sasse em ganhar o pálio e a coroa.

A quarta misericórdia foi quando, em Nápoles, sofreu grande dor nos lados e lhe causou tantas pedras nos rins que, de tanto em tanto e com muita dor, expelia uma do tamanho de um pequeno caroço de azeitona e, às vezes, foi preciso arrancá-la com pinças. Carregou esta cruz durante dez anos e dela tirou o se­guinte proveito: achava que Deus lhe tinha mandado esta enfermidade para que se acostumasse a servi-lo sem alegria, antes, com extremo sofrimento e aflição corporal, que, dizia, é sinal de verdadeiro amor, pois, é preciso servir a Deus com mais constância e fervor, quando a alma se sente esmagada por dores e enfermidades corporais, árida e sem qualquer satisfação espiritual. Esta foi quase uma constante na vida de Camilo, pois raramente era alimentado e banqueteado com satisfações e alegrias, coisa que Deus costuma dar a outros servos seus. O mais das vezes, caminhou pela estrada pedregosa da aridez e do abandono.

A quinta e última misericórdia foi a que lhe enviou por último, isto é, uma falta de apetite tão grande que qualquer alimento que tomasse não lhe proporcionava nem satisfação, nem forças, que, aliás, iam diminuindo. Antes, sentia náusea, mau cheiro e repulsa. Esta falta de apetite aumentou tanto que o levou à morte. Dizia que, ao comer qualquer coisa, sofria não um martírio, mas três, isto é, um quando pensava em comer, podendo repetir como Jó: “Antes de comer suspiro”; outro, quando comia; e outro, quando, após comer, acabava quase sempre vo­mitando, tamanha a dificuldade que tinha de segurar a comida. De fato, sua aversão à comida era tanta que, às vezes, bastava não só ver, mas também falar em comida para se sentir indisposto. Apesar de tudo, fazia violência contra si mesmo e procurava comer por amor de Deus. Às vezes, dizia a si mesmo: “Pois sirva pelo que comeste com tanto apetite!” Carregou esta cruz durante trinta meses. Antes, foi esta que se impôs, o derrotou e levou ao túmulo. Enquanto viveu, tirou desta enfermidade o seguinte proveito, isto é, compreendeu que tinha chegado o momento de partir e o fim de sua peregrinação e Deus queria que não sentisse mais prazer neste mundo. Resultou que descuidou deste mal, dom do céu, e não lhe deu a devida importância no começo. Procurou escondê­-lo, com medo de cair nas mãos dos médicos, de precisar de tratamento especial e ter que deixar as suas atividades de caridade. Dizia que isto seria o seu maior sacrifício, pior que qualquer mal e doença. Sem se preocupar consigo mesmo, procurava trabalhar como se fosse um jovem de trinta anos, quando, na realidade, estava com mais de 60.


Texto de : Instituto Camiliano de Pastoral da Saúde
domingo, 6 de julho de 2014
A Promessa do Pai

A Promessa do Pai


O Espírito Santo é a Promessa do Pai. Ele está o tempo todo conosco, todos os dias de nossas vidas. Mesmo que você esteja aqui pela primeira vez.
Jo. 14, 15-17
O Espírito Santo é o paráclito, o advogado. O que sempre nos aponta para uma direção, um caminho. Ele também nos defende, concretiza a presença de Deus em nossas vidas. Quem nos faz entender as coisas de Deus é o Espírito Santo. Nós podemos receber o batismo do Espírito Santo todos os dias.
O que nos impulsionou a está aqui foi o Espírito Santo, Ele quer que mergulhemos novamente Nele. Se você se entregar hoje e realmente desejar o Espírito Santo, Ele vai se derramar em você.
Nós somos chamados todos os dias a enfrentarmos todas as batalhas para santidade. O Espírito Santo é quem nos dá força para vencer essas batalhas.
Durante a minha caminhada chegou um momento em minha vida que eu não quis mais permanecer na Comunidade e eu decidi ir viver minha vida nas festas. Em um Carnaval que era com a minha banda favorita, no meio da festa comecei a refletir e lembrar do Rejubilar, o evento da Comunidade. O Amor de Deus começou a mexer comigo, dentro de mim meu coração pulsava mais forte. Ali era o Espírito Santo inquietando meu coração. Muitas vezes buscamos Deus em muitas coisas enquanto ele está dentro de nós, no nosso coração. A minha luta não acabou mais a cada dia o Espírito Santo está me iluminando. Ele me ajuda, nos ajuda. Todos nós somos chamados a ser santos. Nós precisamos sonhar com isso e quem nos ajuda é o Espírito Santo.
I Cor. 12,4.11
O Espírito Santo nos dá os Seus dons, para se manifestar em nós.
Hoje é o dia de muitas bênçãos e graças. A Igreja vive o Pentecostes, a descida do Espírito Santo desça sobre nós.
Ato 2.
Que o Espírito Santo se derrame em nós hoje de diversas formas como língua de fogo, vento impetuoso. Que o seu coração esteja dispostos a receber o Espírito Santo.

´


Pentecostes na Casa da Paz-Marco-CE
08/06/2014
Ana Luíza – Comunidade Coração de Maria
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