quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Preguiça Espiritual






Preguiça Espiritual = Omissão
Mt 21,28-32.
 O pecado da preguiça – ele consiste no torpor espiritual,(estado de sensibilidade reduzida, inatividade física e mental); na falta de gosto pelas coisas de Deus, na indolência espiritual,(falta de dor, insensibilidade, apatia); Tibieza; do filho que disse “Vou, mas não foi”.



Tibieza
Eis irmãos uma situação difícil para o cristão, esta a quem muitas vezes não sabemos como enfrentar, a chamada “tibieza”.
E o que seria “tibieza”? O próprio Jesus nos responde “não és nem frio nem quente. Oxalá fostes frio ou quente! Mas como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te” (Apo 3, 15-16).
Existem dois tipos de tibieza: Inevitável e evitável.
A inevitável – nem os santos estão livres, pois abrange faltas cometidas sem ser por vontade e sim pela nossa fragilidade humana como: distração na oração, perturbações interiores, palavras inúteis, desejo de se mostrar. Devemos sempre evitar essas falhas, mas é quase impossível evitá-las devido a nossa natureza humana corrompida pelo pecado, mas o que podemos fazer é nos arrepender sempre, pois desgostam muito o coração de Deus.
A evitável – essas impedem a nossa santificação, pois advêm de pecados cometidos de olhos abertos que podem ser evitados com a graça de Deus. Santa Tereza D’Ávila nos diz: “Que Deus nos livre dos pecados deliberados, por pequeno que seja.” Que pecados seriam esses? Por exemplo: “mentiras, murmurações, ressentimento, vaidade, antipatia, palavras ou conversas picantes, etc.” Santa Tereza dizia “com as coisas pequenas o demônio vai abrindo buracos onde entram as coisas grandes”. Por isso devemos recear cometer tais pecados, pois eles nos afastam de Deus.
Existem cinco meios para deixar a tibieza e caminhar na perfeição:
1. Desejo de perfeição: Quem deseja a perfeição nunca deixa de progredir nela; aquele que não a deseja, andará sempre para trás e se torna mais imperfeito do que no começo. Na caminhada quem não avança, retrocede arrastado pelo pecado.
2. A decisão de alcançá-la: Não basta só o desejo de ser santo, se não juntarmos a esse desejo a firme decisão de alcançá-la. Devemos sempre deixar que as convicções de nossas decisões saiam do coração de Deus e revelem-se na nossa vida.
3. A meditação: Quem não medita as verdades eternas não vive como cristão, pois deixa de caminhar na luz e passa a andar na escuridão. As verdades da fé não se enxergam bem com os olhos do corpo e sim com os olhos da alma a partir do momento que nosso espírito medita.
4. Comunhão freqüente: É nesse sacramento que afugentamos o mal dentro de nós, pois esse sacramento aumenta o amor de Deus em nós, e o amor de Deus pelos outros. Podemos dizer que a tibieza é como uma fogueira apagada e a Eucaristia é o fogo, quanto mais comungamos mais acendemos esse fogo em nós!
5. Oração: É o meio onde conhecemos o amor de Jesus por nós! Quando rezamos Deus
nos faz conhecer a verdade sobre nós mesmo através de sua palavra, e nos conhecendo passamos a superar nossas fraquezas por uma graça e amor de Deus.
Diante de tudo isso só podemos acreditar que a tibieza pode nos afastar ou nos aproximar de Deus. Isso depende de nós, das nossas escolhas. Como está escrito: “Pedi e se vos dará” (Mateus 7,7a), por isso peçamos para não cair nessa tibieza e Deus fará o resto.
Mt. 25, 1-13 – coloque-se no lugar das virgens imprudentes.
Mt 25,14-30 coloque-se no lugar do homem que enterrou o talento.
Mt 25,31-46 coloque-se no lugar dos pobres, dos prisioneiros, dos doentes.

Ministério de Formação
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