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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Feliz 2015!

Feliz 2015!


Agradecemos a você que nos visita e te desejamos um Ano Novo com muita Fé, e Paz, e que o seu  maior objetivo em 2015 seja buscar o verdadeiro sentido da vida que é Jesus Cristo, que Ele te abençoe e que a Virgem de Sião te cubra com o seu manto e o proteja durante sua caminhada. Feliz 2015!
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Natal, delicadeza de Deus

Natal, delicadeza de Deus



Tempo de cuidar para não se perder experiências de fé que produziram heranças inestimáveis
Enquanto se vive, de diversos modos, o clima festivo dessa época do ano, é oportuno deixar ecoar nos corações o apelo convocatório de Santo Agostinho, lá no século quinto, em um de seus sermões: “Desperta, ó homem: por tua causa Deus se fez homem. Desperta, tu que dormes, levanta-te dentre os mortos e sobre ti Cristo resplandecerá (Ef 5,14).
Por tua causa, repito, Deus se fez homem. Estarias morto para sempre, se ele não tivesse nascido no tempo. Jamais te libertarias da carne do pecado, se ele não tivesse assumido uma carne semelhante à do pecado. Estarias condenado a uma eterna miséria, se não fosse a sua misericórdia. Não voltarias à vida, se ele não tivesse vindo ao encontro da tua morte. Terias perecido, se ele não te socorresse. Estarias perdido, se ele não viesse salvar-te. Celebremos com alegria a vinda da nossa salvação e redenção. Celebremos este dia de festa, em que o grande e eterno Dia, gerado pelo Dia grande e eterno, veio a este nosso dia temporal e tão breve.” Esse apelo essencial é vivamente oportuno no coração deste tempo.
Diante do desafio de se construir a paz universal, uma questão deve interpelar cada pessoa: existe outro fundamento maior e mais completo dessa paz que o amor revelado no Filho de Deus encarnado, Jesus Cristo? A celebração do Natal ultrapassa as luzes e cores não raramente presentes nas praças e casas. Alguns enfeites com tons mais chamativos, mas sem força para remeter ao núcleo central do Natal do Senhor: a manifestação mais plena e incontestável de amor. Acolhido no mais íntimo do coração, esse amor reconcilia cada um com Deus e consigo mesmo, renova as relações entre as pessoas e gera uma indispensável sede de fraternidade, único remédio para se vencer a guerra e acabar com o flagelo amedrontador da violência.
O Natal é a festa do amor e da reconciliação. O presépio, na sua singeleza com força educativa, quando surge no atual contexto – marcado pelas estratégias, armações, cálculos e disputas pelo poder – remete-nos à simplicidade como caminho para descobrir o segredo de saber viver. Não apenas pela indiscutível singeleza da manjedoura, fora da cidade, entre os animais. Acima de tudo, pelo desconcerto que se experimenta ao contemplá-lo, quando se constata que a entrada de Deus no mundo, o Filho encarnado, ocorre sem apego algum à condição divina. O presépio, portanto, é remédio para o orgulho e a altivez.
A encarnação do Verbo de Deus, Jesus Cristo, a festa do Natal, é o antídoto que combate, na raiz, o sofrimento. Desmobiliza a lógica da prepotência, alimentada pelo desejo de dominar e explorar os outros, por ideologias de poder e ódios que se perpetuam entre pessoas, grupos, partidos, tribos, culturas e nações. O verdadeiro sentido do Natal está na contramão desses descompassos que alimentam incontáveis cenários e impedem avanços. Há um silabário da justiça e uma gramática da paz cuja aprendizagem não tem escola mais adequada e eficiente do que aquela em que Ele, Cristo, é o mestre. Seus ensinamentos, pela força pedagógica de sua proximidade – Natal é festa da proximidade de Deus – não se reduz e não se traduz em qualquer tipo de manifestação, mesmo as que contêm elementos religiosos.
O desvirtuamento que se vê impetrado sobre o sentido do Natal pelo consumismo não é menor do que aquele advindo de equivocadas expressões, dinâmicas e práticas religiosas.
São casas de culto que buscam apropriar-se do Natal sem priorizar a construção das bases da personalidade e da cultura a partir do que há de mais autêntico nas raízes cristãs. Silenciosamente, esses desvirtuamentos comerciais e culturais estão produzindo uma séria crise que atinge a beleza do cristianismo e a sua contribuição incalculável para a paz.
Ainda é tempo de cuidar para não se perder experiências de fé que produziram heranças inestimáveis, são bases de culturas e caminho para construir um mundo melhor. Ecoe mais uma vez a indicação de Santo Agostinho: “Como veio a paz à terra senão por ter a verdade brotado da terra, isto é, Cristo ter nascido em carne humana? Ele é a nossa paz: de dois povos fez um só, para que fôssemos homens de boa vontade, unidos uns aos outros pelo suave vínculo da caridade.”
Nessa compreensão e vivência se poderá, copiosamente, celebrar o Natal, delicadeza de Deus.

Dom Walmor Oliveira de Azevedo

Arcebispo Metropolitano de Belo Horizonte,

 Fonte: Canção Nova




terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Como se comportar na Missa

Como se comportar na Missa




Caro Amigo, deseja portar-se na Igreja como verdadeiro católico?
 Ao entrar, observe se há a pia de água benta. Se houver, persigne-se com ela, recordando o seu Batismo, pelo qual você, marcado para sempre pela cruz do Redentor, entrou na Igreja.
 Entrar na igreja-casa deve sempre nos recordar a graça de quando entramos na Igreja-Povo de Deus Pai, Corpo de Cristo e Templo do Espírito! Depois, vá até o seu lugar. Antes de entrar na fileira dos bancos, faça a genuflexão ao Santíssimo Sacramento, se Ele estiver à vista: dobre até o solo seu joelho direito. Os católicos orientais em geral rezam de pé para recordarem que são humanidade nova e gloriosa em Cristo; rezam, pois, de pé, numa posição gloriosa. Belíssimo! Nós, católicos latinos, ajoelhamo-os em várias ocasiões, como ato de humildade ante o Senhor e, sobretudo, recordando o senhorio de Cristo Jesus, diante de Quem deve dobrar-se todo joelho no céu, na terra e nos abismos. Assim, recordamos também que ainda não somos plenamente glorificados, ainda estamos a caminho! Belíssimo também! Depois, já no seu lugar, ajoelhe-se e reze; derrame seu coração ante o Senhor em louvor, adoração e amoroso silêncio. Se não estiver inspirado, basta saudar o Santíssimo Sacramento, rezar o Pai-nosso, um Glória ao Pai, uma Ave-Maria... Somente depois sente-se e, calma e silenciosamente, pensando nas coisas de Deus, nas coisas da vida e nas coisas do céu, espere o início da santa Liturgia! Se necessitar realmente falar com seu vizinho, faça-o com voz muito baixa e com discrição. É importante preservar o ambiente de sacralidade, respeito e religioso silêncio: "O lugar em que pisas é santo"; foi especialmente consagrado a Deus! É assim que um verdadeiro católico, consciente e educado na fé, se porta!

 Por Dom Henrique Soares da Costa.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
domingo, 7 de dezembro de 2014
A Imaculada Conceição da Virgem Maria

A Imaculada Conceição da Virgem Maria



A Doutrina

  O credo na Imaculada Conceição da Virgem Maria consiste em que Deus no momento da conceição da Virgem (união da alma com o corpo) impediu que sua alma (criada por Deus) fosse manchada pelo corpo, que possuía o germe corrompido do pecado original. Deus fez isso pelos méritos de Cristo, a fim de preparar o tabernáculo onde Cristo entraria e chegaria ao mundo.

O Testemunho de São Lucas

Uma das provas da imaculada conceição da Virgem Maria está na saudação do Anjo Gabriel. São Lucas, ao registrar que a Maria é ?cheia de graça? utilizada a palavra grega ?charitoo?, que é utilizada na Sagrada Escritura para designar a Graça no sentido pleno ou em toda sua plenitude.

Por esta razão, São Jerônimo, o maior especialista cristão nas línguas sagradas, no séc. IV ao traduzir as Escrituras para o latim (versão conhecida como Vulgata), traduziu a expressão grega como "gratia plena", que em português seria ?graça plena?.

Que plenitude da Graça era essa que Maria alcançou? Era a Graça original, a Graça perdida no tempo em a nossa natureza humana não estava sujeita ao pecado, mas caiu nele por livre escolha.

Deus ao preservar a Virgem da transmissão do pecado original, a transforma em uma Nova Eva, Mãe da Igreja e dos Cristãos.

A Necessidade da Imaculada Conceição

O pecado é a ofensa a Deus, ele O entristece, desta forma, a Segunda Pessoa da Trindade não poderia ser concebido em um ventre sujeito ao pecado. Ora, quando recebemos alguém em nossa casa procuramos deixar a casa em ordem, limpa, para que nossos convidados se sintam bem, se sintam acolhidos. Devemos entender a imaculada conceição da Virgem, como esta arrumação, providenciada pelo próprio Deus, pelos méritos de Cristo, para que Ele pudesse se encarnar.

Uma figura da Imaculada Conceição está no livro de Josué, onde lemos:

"Eis que a arca da aliança do Senhor de toda a terra vai atravessar diante de vós o Jordão. Tomai doze homens, um de cada tribo de Israel. Logo que os sacerdotes que levam a arca de Javé, o Senhor de toda a terra, tiverem tocado com a planta dos seus pés as águas do Jordão, estas serão cortadas, e as águas que vêm de cima pararão, amontoando-se. O povo dobrou suas tendas e dispôs-se a passar o Jordão, tendo diante de si os sacerdotes que marchavam na frente do povo levando a arca. No momento em que os portadores da arca chegaram ao rio e os sacerdotes mergulharam os seus pés na beira do rio - o Jordão estava transbordante e inundava suas margens durante todo o tempo da ceifa -,as águas que vinham de cima detiveram-se e amontoaram-se em uma grande extensão, até perto de Adom, localidade situada nas proximidades de Sartã; e as águas que desciam para o mar da planície, o mar Salgado, foram completamente separadas. O povo atravessou defronte de Jericó" (Js 3,11-16) (grifos meus).

Da mesma forma como nos tempos de Josué, o Senhor impediu que as águas do Jordão tocassem a Arca da Aliança, o Senhor também impediu que as torrentes do pecado original tocassem a alma da Virgem no momento de sua conceição, com o fim único de preparar o tabernáculo pelo qual Cristo viria.

Por isso o escritor sagrado deixou registrado: "Porém, já veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo)" (Hb 9,11) (grifos meus).

Se a Virgem não foi preparada para ser a Mãe do Salvador, ela de forma alguma seria "um tabernáculo mais excelente e mais perfeito ".

Respondendo às objeções

1 - A Bíblia afirma que todos pecaram

Alguns apresentam como principal objeção à Imaculada Conceição, as seguintes palavras de São Paulo: "com efeito, todos pecaram e todos estão privados da glória de Deus" (Rm 3,23).

Essa é uma lei geral, mas sabemos que existem exceções a leis gerais. Por exemplo, também está escrito: "Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo" (Hb 9,27).

No entanto o morto que Elizeu ressuscitou, Lázaro, a filha do Centurião, e tantos outros exemplos de pessoas que foram ressuscitadas, morreram duas vezes.

Devemos nos lembrar que São Paulo escreveu em grego. Onde lemos "todos" ele utilizou a palavra  "pas" que também possui sentido mais geral. Esta palavra designa cada indivíduo de um gênero ou grupo se precedida do mesmo, caso contrário ela tem sentido coletivo de forma geral.

Por exemplo, em Mt 1,17 lemos: "Portanto, [todas] as gerações, desde Abraão até Davi, são quatorze. Desde Davi até o cativeiro de Babilônia, quatorze gerações. E, depois do cativeiro até Cristo, quatorze gerações" (Mt 1,17).

No português, a palavra "todas" (que coloquei entre colchetes) não aparece, mas ela está presente no original grego, onde o versículo começa da seguinte forma: "oun pas genea". A expressão "pas genea" significa "todas as gerações". Assim o escritor sagrado quer deixar bem claro que de Abraão até Davi, TODAS as gerações sem exceção foram quatorze.

"Sua fama espalhou-se por toda a Síria: traziam-lhe [todos] os doentes e os enfermos, os possessos, os lunáticos, os paralíticos. E ele curava a todos" (Mt 4,24).

Assim como no exemplo anterior, a palavra "todos" que não aparece no português, está presente no original grego. A expressão "todos os doentes" foi escrita em grego como "pas kakos echo". Aqui também o escritor sagrado quer deixar bem claro que Jesus curou TODOS os doentes que lhe trouxeram, sem exceção.

Já que demonstramos o uso de "pas" na totalidade, vamos demonstrar o uso de forma geral.

Por exemplo, ainda em Mateus lemos: "Sereis odiados de todos por causa de meu nome, mas aquele que perseverar até o fim será salvo" (Mt 10,22). Em grego o versículo começa da seguinte forma: "kai esomai miseo hupo pas dia mou onouma". A expressão  "hupo pas dia mou onouma" significa "por todos por causa do meu nome ".

Aqui o evangelista está se referindo a "todos" de forma geral, não a todos sem exceção, pois, nem todos os homens odiaram os cristãos por causa de Cristo.

O que queremos demonstrar é que "pas" como foi empregado por São Paulo, não tem o sentido de TODAS as pessoas sem exceção, mas significa as pessoas de forma geral. Além do mais, se quisermos dar a  "pas" um emprego que o Apóstolo não deu e que pela exegese bíblica ela não tem, cairíamos em heresia, pois deveríamos afirmar que Cristo também pecou, já que também era homem. Se "todos" são todos os homens, por conseqüência deveremos negaremos que Cristo é verdadeiro homem. Se Cristo foi exceção, por quê não poderá ter havido outras exceções? Estaria Deus limitado a operar tal milagre?

Lamento muito, mas Rm 3,23 não pode ser usado para negar a Imaculada Conceição da Virgem Maria.

2 - Maria não pode ser imaculada, pois afirma que Deus é seu Salvador

Outra tentativa para negar a Imaculada Conceição da Virgem, são as palavras dela mesma conforme o testemunho de São Lucas: "E Maria disse: Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador" (Lc 1,46-47).

Sinceramente, eu não vejo como a Graça de Deus operada na Virgem possa negar que este mesmo Deus seja seu o Salvador. Seria o mesmo que dizer que Deus não é o salvador de Elias, por tê-lo arrebatado em vida.

Um bombeiro que tira alguém soterrado em um buraco ou que impede que alguém caia e seja soterrado em um buraco, por acaso não foi o salvador de ambas as vidas?

Muitos cristãos crêem que Moisés não morreu de fato, devido ao mistério que a Escritura coloca sobre sua morte. Se Deus realmente ressuscitou Moisés, por acaso deixou Ele de ser seu Salvador?

São Paulo no ensina que "Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé" (1 Cor 15,14) e ainda "E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados" (1 Cor 15,17).

Isso mostra que Jesus se tornou nosso Salvador após Sua morte e ressurreição. Então, como Deus poderia ter sido o Salvador da Virgem no momento da anunciação? A resposta é simples: da mesma forma como foi o Salvador de Elias e Moisés, isto é, através de uma operação extra-ordinária da Sua Graça. Desta forma, as palavras da Virgem Maria não negam o milagre nela operado, ao contrário, só o confirmam, pois ela declara que Deus é o seu Salvador, mesmo antes do mesmo ter nascido, morrido e ressuscitado.

3 - Jesus não necessitaria que Sua Mãe fosse imaculada, pois poderia operar na Sua própria conceição o milagre que os católicos crêem que foi operado na Virgem.

Primeiramente, com exceção dos Adventistas, todos os cristãos concordam que Jesus era imaculado. E isto está mesmo presente no ensinamento Paulino, onde lemos:

"Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis, como a prata e o ouro, que tendes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso sangue de Cristo, o Cordeiro imaculado e sem defeito algum, aquele que foi predestinado antes da criação do mundo e que nos últimos tempos foi manifestado por amor de vós" (1 Pd 18-20) (grifos meus).

Uma coisa é ter pecado em Adão e outra coisa é pecar pessoalmente. Pecar em Adão é nascer com a mancha do pecado original. Pecar pessoalmente é cometer algum pecado.

São Paulo quando afirma que Jesus era imaculado, testifica que Ele em sua natureza humana não possuía a mácula do pecado original, por isso chama o Senhor de "o Cordeiro imaculado". E para confirmar que Jesus não possuía o "defeito de fabricação" que a natureza humana herdou de Adão, complementando "e sem defeito algum". Então São Paulo nos ensina que Jesus é "o Cordeiro imaculado e sem defeito algum" do pecado de Adão.

É verdade que o mesmo milagre que nós católicos cremos que Jesus operou em Sua Mãe, ele poderia ter operado na sua própria conceição. Mas como já expomos, e queremos lembrar, o pecado é a ofensa a Ele, por isso ele JAMAIS poderia ser concebido num ventre sujeito ao pecado.

Também devemos lembrar que o "precioso sangue de Cristo" é o mesmo sangue de Maria. Os cromossomos do Senhor são 100% marianos.

Por isto, Salomão inspirado pelo Espírito Santo profetizou sobre a encarnação do Verbo: "A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado" (Sb 1,4). E por esta mesma razão o autor de Hebreus, chama o ventre de Maria de "um tabernáculo mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas (isto é, não deste mundo)" (cf. Hb 9,11).


Fonte: Veritatis Splendor
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Comunidade de Vida 8 Anos

Comunidade de Vida 8 Anos



Deus nos criou únicos, e assim também em 2006 chamou-nos a viver de forma única dentro da vocação Filhos de Sião.
E como tudo que o Senhor pede, Ele mesmo nos dá, então ao longo destes 8 anos Ele foi nos dando a graça de experimentarmos deste carisma de louvar e adorar o Amor que não é amado nas pequenas lutas e desafios do dia-a-dia com mais coração nas mãos.
E hoje com o coração cheio de gratidão queremos partilhar desta alegria com você,  convidando-lhe a experimentar deste mistério que é ser chamado, eleito como Filhos de Sião e membro de uma nova família que se chama Comunidade de Vida Filhos de Sião.

A todos que se ofertam inteiramente a oração e ao serviço; Parabéns.


 Isabella Carvalho, Consagrada da Comunidade de Vida Filhos de Sião
terça-feira, 25 de novembro de 2014
Advento, Tempo de Espera

Advento, Tempo de Espera





Toda a existência cristã é caracterizada pelo Advento-Vinda, o que vale dizer que somos peregrinos na história, a caminho da pátria definitiva. O Senhor permanentemente vem ao nosso encontro, caminha conosco e mantém viva a nossa esperança.
O Advento manifesta os dois aspectos da vinda do Senhor: nas duas primeiras semanas, o “Advento escatológico”, ou seja, sua vinda definitiva, e, nas duas últimas semanas, o “Advento Natalício”, sua primeira vinda, o Natal. “Abre as portas, deixa entrar o Rei da glória.”
Com o profeta Isaías e com João Batista, acolhemos o apelo à conversão para que sejam superadas todas as formas de dominação, exclusão e miséria, para que se realize uma sociedade com liberdade e dignidade para todos. Com Maria, vivemos a alegria e a confiança.
Seríamos muito pobres se reduzíssemos o Advento, simplesmente, a um tempo de preparação para a festa do Natal. O Advento, tempo de espera, é baseado na expectativa do Reino e a nossa atitude básica é acender e renovar em nós esse desejo e esse ânimo. Num tempo marcado pelo consumo, é preciso que afirmemos profeticamente a esperança.
“O melhor da festa é esperar por ela”, diz um ditado popular. Do ponto de vista humano, a espera e a preparação de um acontecimento são tão importantes quanto o evento. Daí a necessidade de fazermos uma avaliação do que significa e de como vivenciamos o tempo do Advento em nossas vidas. Que importância damos ao tempo do Advento?
O Advento é um tempo único de graça e conversão, então deixo aqui 4 pontos que nos ajudará a viver bem, certo de que a graça de Deus sempre nos acompanha.
01. Alimentar a alegria
« Esta é a beleza da consagração: é a alegria, a alegria… » [9]. A alegria de levar a todos a consolação de Deus. São palavras do papa Francisco no encontro com os seminaristas, os noviços e noviças. « Não há santidade na tristeza » [10], continua o Santo Padre, « não andeis tristes como os que não têm esperança »(1Ts 4, 13).
A alegria não é um adorno inútil, mas exigência e fundamento da vida humana. Nas preocupações de cada dia, todo o homem e mulher procura alcançar a alegria e permanecer nela com todo o seu ser.
02. Renovar nossa entrega de vida a Jesus Cristo.
Submetendo todo o nosso ser ao único e verdadeiro Deus sem nenhuma restrição. Aqui se faz necessário renovarmos nossa entrega de vida a Jesus. Percebermos tudo o que em nós não se submete mais ao Evangelho, a mentalidade de Cristo e termos coragem e romper com tudo o que nos rouba do mesmo. Coragem para romper com o velho. Coragem para iniciar um novo tempo no seguimento de Cristo. Jesus Senhor do meu corpo, do meu pensar, do meu agir, dos meus relacionamentos e até da minha fraqueza.
03. Unidos à igreja de Cristo
Viver intensamente a unidade com o Corpo de Cristo, a Santa mãe Igreja. Se pudéssemos participar das missas todos os dias nesse tempo seria muito bom. Não podemos nos dispensar de viver a unidade nunca, em nenhum momento, principalmente nesse tempo de Advento, onde juntos como Igreja nos preparamos para receber Jesus. Buscar o Sacramento da Confissão, participar ativamente da Missa no Domingo, dia do Senhor, essas atividades nos ajudará a  viver bem  a unidade que é tão essencial nesse tempo de Advento.
04. Caminhar com Maria
Permanecer unido a Nossa Senhora. Permanecer no colo da mãe. Aprender com ela a esperar o Emanuel no silêncio e na oração, na partilha e no serviço aos irmãos. Esse tempo é propício para renovarmos nossa devoção filial a Nossa Senhora.
Com atenta vigilância, alegre expectativa e renovada esperança, vivamos o Tempo do Advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossa comunidade a certeza de que ele continua vindo através de nós.
Vem Senhor Jesus!!! Vem Senhor Jesus!!!!


segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Renunciai à vida passada

Renunciai à vida passada




Renunciai à vida passada,despojai-vos do homem velho,corrompido pelas concupiscências enganadoras.Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma e revesti-vos do homem novo,criado a imagem de Deus,em verdadeira justiça e santidade
  O homem velho no contexto presente é esse homem marcado e influenciado decisivamente pelas carências. Sem projetar a cruz de Cristo na vida interior,o homem permanece escravo das próprias paixões,mesclando o dom de Deus com sua subjetividade decaída. Esse é o homem velho do qual São Paulo alerta: despojai-vos!          Mas Paulo também se refere a um “homem novo”, que deverá revestir a natureza humana. Esse homem é, ainda segundo Paulo, feito à imagem de Deus. Essa expressão recorda a criação do primeiro homem, Adão, que foi feito à imagem e semelhança do seu criador (Gn 1,26 a).
  A primeira “imagem e semelhança” de Deus foi atingida pelo pecado. Quando Deus enviou Jesus foi como se tivesse criado o homem de novo, já que por meio dele restaurou a essência e natureza original da humanidade. É por isso que São Paulo usa em relação a Jesus, o mesmo qualificativo que foi usado no Gênesis em relação a Adão: imagem e semelhança de Deus. Jesus é a nova, verdadeira e perfeita imagem de Deus. É dele, portanto, que o homem deve ser revestido. Não é suficiente despojar-se de “Adão”, mas é preciso também revestir-se de Cristo. O despojamento do homem velho encaminha a posse do homem novo, No plano subjetivo, isso supõe experimentar, compreender e viver a Redenção. Ora, a imagem da redenção é a imagem do crucificado. Assim, O crucificado é a nova imagem do homem, o cristão deve projetar em si a imagem do crucificado  não apenas para si mesmo, mais principalmente para os outros. É preciso uma mudança radical, mais essa mudança só Deus pode fazer, transformar um coração de pedra em um coração de carne. Esta transformação é Graças a morte e ressurreição de Jesus; e JESUS está VIVO pode fazer tudo novo por que para Deus nada é impossível



Ministério de Formação
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
O Logotipo do Jubileu

O Logotipo do Jubileu



O Logotipo do Jubileu é composto por quatro elementos:

Silhueta da Catedral de Sobral, evidenciando sua torre (tomada do centro para a direita), tendo no centro a imagem da Padroeira;

As Insígnias: 100 Anos, nome da Diocese e data;

12 estrelas, simbolizando a coroa de Maria;

Fundo azul, recordando o Rio Acaraú que atravessa a Diocese.

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A SILHUETA DA CATEDRAL DE SOBRAL simboliza a sede da nossa Diocese, sinal da unidade de nossas paróquias, comunidades e de todo o povo de Deus. Nossa catedral está situada à margem esquerda do rio Acaraú, que banha parte da Diocese, e, por isso, pode ser entendida como um farol que norteia os peregrinos até a presença do Senhor.

AS INSÍGNIAS COM OS 100 ANOS, O NOME DA DIOCESE E A DATA 1915-2015 marcam o evento histórico de criação da Diocese de Sobral pela bula ‘Catolicæ Religionis Bonum’ do Papa Bento XV, o ano inicial de nossa Diocese, 1915, e o ano de 2015, quando completará 100 anos de caminhada.

AS ESTRELAS nos remetem a Maria, mãe de Jesus, nossa padroeira e também às 12 tribos de Israel, povo eleito, raça escolhida e nação santa.

O FUNDO AZUL recorda o rio Acaraú que, com suas águas, atravessa a Diocese e lembra que somos discípulos missionários, pescadores de homens e de mulheres para o Reino de Deus: “Avancem para águas mais profundas…”(Lc 5,4).

Fonte:http://diocesedesobral100anos.com/
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Diocese de Sobral 100 Anos

Diocese de Sobral 100 Anos




A Igreja é chamada a manifestar a presença viva de Jesus Cristo no mundo. O que a alma é para o corpo, assim devem ser os cristãos atuando dentro das realidades do mundo. Sua presença deve primar pelo serviço às pessoas, acolhendo suas elegrias e esperanças, levando o dinamismo do Evangelho, superando as contradições e implantando a fraterna solidariedade. (cf. GS 1)
Esta presença da Igreja registra-se na região norte do estado do Ceará, desde o século XVII, com a chegada dos jesuítas à Serra da Ibiapaba e a missão junto aos índios. No entanto, sua ação evangelizadora torna-se mais visível com a criação da Diocese de Sobral desmembrada da então Diocese de Fortaleza, em 10 de novembro de 1915, pela bula “Catholicae Religionis Bonum” do Papa Bento XV.
A Diocese de Sobral originariamente compreendia quase toda a região norte do Ceará e uma parte da região oeste. Posteriormente cedeu territórios para a criação das dioceses de Crateús em 1964, Tianguá e Itapipoca em 1971. Atualmente seu território compreende 29 municípios com 39 paróquias e 5 áreas pastorais divididas em 4 Regiões Episcopais (Região Sede, Região Vale do Acaraú, Região Vale do Coreaú e Região do Araras).
A Diocese, durante toda a sua existência , marcou a história a zona norte do Ceará e principalmente da cidade de Sobral, não somente com sua missão estritamente evangelizadora, mas também com seu trabalho frutífero no campo da educação, da saúde e da comunicação.


Dom José Tupinambá da Frota


 (1916 – 1923 e 1924-1959)
1° Bispo Lema: “Opportet illum regnare” (É preciso que Ele reine).
Nascimento – 10 de setembro de 1882
Ordenação Presbiteral – 29 de outubro de 1905
Sagração Episcopal – 29 de junho de 1916
Nomeado 1º Bispo de Sobral – 24 de Janeiro de 1916 a 06 de Abril de 1923
Nomeado Bispo da Diocese de Uberaba-MG – 06 de Abril de 1923 a 10 de Março de 1924
Nomeado novamente Bispo de Sobral – 10 de Março de 1924 a 25 de Setembro de 1959
Falecimento – 25 de setembro de 1959


Dom José Bezerra Coutinho


(Bispo auxiliar de D. José e Vigário Capitular)
Nascimento – 07 de Fevereiro de 1910
Ordenação Presbiteral – 03 de Dezembro de 1933
Sagração Episcopal – 28 de Outubro de 1956
Bispo Auxiliar de Sobral – 1956 a 1959
Vigário Capitular – 1959 – 1961
Nomeado Bispo de Estância-SE – 28 de Janeiro de 1961
Falecimento – 7 de novembro de 2008
Lema: “Dominus Illuminatio mea” (O Senhor é minha luz).

Dom João José da Mota Albuquerque



(1961-1964)
2° Bispo Lema: “In manus tuas” (Em tuas mãos).
Nascimento – 27 de março de 1913
Ordenação Presbiteral – 28 de abril de 1935
Sagração Episcopal – 28 de abril de 1957
Bispo de Sobral – 21 de maio de 1961 a 15 de julho de 1964, quando foi designado para a Arquidiocese de São Luís – MA
Falecimento – 12 de setembro de 1987


Dom Walfrido Teixeira Vieira


3º Bispo - Dom Walfrido Teixeira Vieira
(1965-1997)
3° Bispo Lema: “Secundum Verbum Tuum” (Conforme tua Palavra).
Nascimento – 17 de dezembro de 1921
Ordenação Presbiteral – 29 de junho de 1946
Sagração Episcopal – 26 de junho de 1961
Bispo de Sobral – 06 de janeiro de 1965 a 17 de março de 1998
Falecimento – 09 de novembro de 2001


Dom Aldo di Cillo Pagotto




(1998 – 2004)
4° Bispo Lema: “Unum corpus, et unus Spiritus” (Um só Corpo e um só Espírito).
Nascimento – 16 de setembro de 1949
Ordenação Presbiteral – 7 de dezembro de 1977
Sagração Episcopal – 31 de outubro de 1997 como bispo coadjutor de Sobral
Bispo de Sobral – 19 de Março de 1998 a 05 de Maio de 2004 quando foi designado para a Arquidiocese de João Pessoa – PB


Dom Antônio Fernando Saburido




5º Bispo Lema: “Secundum Verbum Tuum” (Conforme tua Palavra).
Nascimento – 10 de junho de 1947
Ordenação Presbiteral –  17 de dezembro de 1983
Sagração Episcopal – 20 de agosto de 2000
Bispo de Sobral – 18 de maio de 2005 a 1º de Julho de 2009 quando foi nomeado Arcebispo de Olinda e Recife – PE


Dom Odelir José Magri, mccj




(12.12.2010)
6º Bispo Lema: “Venite Post Me” (Vinde após mim).
Nascimento – 18 de abril de 1963
Ordenação Presbiteral – 18 de outubro de 1992
Sagração Episcopal e Posse em Sobral – 12 de dezembro de 2010




Fonte: http://diocesedesobral100anos.com
domingo, 9 de novembro de 2014
A castidade no casamento

A castidade no casamento



Os noivos são aconselhados pela doutrina católica a viverem a virtude da castidade também no matrimônio. As motivações são as mesmas desde o namoro, sendo a principal o seguimento dos ensinamentos da Igreja Católica. Entretanto, um aspecto particular da castidade no casamento diz respeito às formas de planejamento familiar, isto é, os casais utilizam apenas com os métodos naturais e não uso de preservativos ou remédios anticoncepcionais para evitar a gravidez. O casal casto que não planeja ter filhos em um determinado momento, tem relação conjugal quando a esposa não está em período fértil, e durante os períodos férteis, vivem em abstinência para que não precisem utilizar de métodos artificiais que não são aceitos pela doutrina católica.
Lembram da nossa irmã Rochelle, (In memorian) Pois bem,ela namorou por mais de 5 anos, viveu a pureza em seu namoro com todos os percalços que já havia citado, permaneceu casada por mais de 13 anos com seu esposo, teve três belos filhos, e viveu a castidade no seu casamento até o fim. “A castidade no matrimônio, antes de ser somente o uso de métodos naturais, significa primeiro ter um lugar no coração reservado para amar a Deus e um lugar reservado para amar ao cônjuge”.Rochelle tinha plena convicção de que sua missão como Filha de Sião também era a de levar seu esposo para o céu, mesmo que ele não fizesse parte da Comunidade Filhos de Sião. Isso sim, é uma sexualidade vivida de acordo com a dignidade da pessoa, com o valor que ela tem por si só.
De acordo com Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, que defende o uso dos métodos naturais, algumas das formas mais comuns são:
O “calendário”(tabelinha), que permite obter, mediante cálculos matemáticos, os dias de fertilidade do casal;
O método da temperatura corporal da mulher devido ao aumento hormonal da progesterona;
E o método billings, que reconhece o período fértil da mulher pela observação diária de uma secreção natural da mulher que varia de acordo com o ciclo menstrual e que fica mais evidente no período fértil, de ovulação.
No caso da Rochelle, ela utilizava o método do calendário juntamente com o método deBillings.
 Dito tudo isto fica claro que é mais fácil viver esses momentos de abstinência, justamente quando se vive já no namoro a castidade. Mas quem conheceu a Rochelle vai concordar comigo, que mesmo tendo vivido a castidade desde o seu namoro, e conhecendo os princípios do seu esposo, sempre foi desafiante para ela viver a castidade. De fato foram a sua fé em Deus e seu ideal de família cristã que a fizeram perseverar!
Portanto, mesmo que seu cônjuge ainda não seja engajado como você, não desista dele. Reze, dialogue, confie em Deus, porque uma dia você verá a mão de Deus agindo em sua casa. Nunca duvide de que a castidade sempre esteve nos planos de Deus para a construção da sua família. E acredite, um dia você e seu cônjuge irão compreender que mesmo não podendo ter uma relação conjugal em alguma época do casamento, isso não vai levar seu marido e nem você a buscar outra pessoa, ou até mesmo procurar obter prazer sozinhos, com filmes pornográficos ou revistas.
E ambos compreenderão que tudo isso traz muito mais segurança na fidelidade do casal. Porque é uma fidelidade que busca ser completa, não somente em relação a traição com outra pessoa, mas em pensamentos e atos individuais.
Para o psicólogo e terapeuta Marcelo Tomokiti, as maiores dificuldades para quem busca viver a castidade é a “cultura predominante na sociedade hoje que prega o próprio prazer como o supremo bem da vida humana”, afirma. Para vencer essas dificuldades, Tomokiti assegura que é necessário “o autoconhecimento e o fortalecimento das próprias convicções e da vida de oração.”


Julineide Mendes, Consagrada da Comunidade Filhos de Sião
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Preguiça Espiritual

Preguiça Espiritual






Preguiça Espiritual = Omissão
Mt 21,28-32.
 O pecado da preguiça – ele consiste no torpor espiritual,(estado de sensibilidade reduzida, inatividade física e mental); na falta de gosto pelas coisas de Deus, na indolência espiritual,(falta de dor, insensibilidade, apatia); Tibieza; do filho que disse “Vou, mas não foi”.



Tibieza
Eis irmãos uma situação difícil para o cristão, esta a quem muitas vezes não sabemos como enfrentar, a chamada “tibieza”.
E o que seria “tibieza”? O próprio Jesus nos responde “não és nem frio nem quente. Oxalá fostes frio ou quente! Mas como és morno, nem frio nem quente, vou vomitar-te” (Apo 3, 15-16).
Existem dois tipos de tibieza: Inevitável e evitável.
A inevitável – nem os santos estão livres, pois abrange faltas cometidas sem ser por vontade e sim pela nossa fragilidade humana como: distração na oração, perturbações interiores, palavras inúteis, desejo de se mostrar. Devemos sempre evitar essas falhas, mas é quase impossível evitá-las devido a nossa natureza humana corrompida pelo pecado, mas o que podemos fazer é nos arrepender sempre, pois desgostam muito o coração de Deus.
A evitável – essas impedem a nossa santificação, pois advêm de pecados cometidos de olhos abertos que podem ser evitados com a graça de Deus. Santa Tereza D’Ávila nos diz: “Que Deus nos livre dos pecados deliberados, por pequeno que seja.” Que pecados seriam esses? Por exemplo: “mentiras, murmurações, ressentimento, vaidade, antipatia, palavras ou conversas picantes, etc.” Santa Tereza dizia “com as coisas pequenas o demônio vai abrindo buracos onde entram as coisas grandes”. Por isso devemos recear cometer tais pecados, pois eles nos afastam de Deus.
Existem cinco meios para deixar a tibieza e caminhar na perfeição:
1. Desejo de perfeição: Quem deseja a perfeição nunca deixa de progredir nela; aquele que não a deseja, andará sempre para trás e se torna mais imperfeito do que no começo. Na caminhada quem não avança, retrocede arrastado pelo pecado.
2. A decisão de alcançá-la: Não basta só o desejo de ser santo, se não juntarmos a esse desejo a firme decisão de alcançá-la. Devemos sempre deixar que as convicções de nossas decisões saiam do coração de Deus e revelem-se na nossa vida.
3. A meditação: Quem não medita as verdades eternas não vive como cristão, pois deixa de caminhar na luz e passa a andar na escuridão. As verdades da fé não se enxergam bem com os olhos do corpo e sim com os olhos da alma a partir do momento que nosso espírito medita.
4. Comunhão freqüente: É nesse sacramento que afugentamos o mal dentro de nós, pois esse sacramento aumenta o amor de Deus em nós, e o amor de Deus pelos outros. Podemos dizer que a tibieza é como uma fogueira apagada e a Eucaristia é o fogo, quanto mais comungamos mais acendemos esse fogo em nós!
5. Oração: É o meio onde conhecemos o amor de Jesus por nós! Quando rezamos Deus
nos faz conhecer a verdade sobre nós mesmo através de sua palavra, e nos conhecendo passamos a superar nossas fraquezas por uma graça e amor de Deus.
Diante de tudo isso só podemos acreditar que a tibieza pode nos afastar ou nos aproximar de Deus. Isso depende de nós, das nossas escolhas. Como está escrito: “Pedi e se vos dará” (Mateus 7,7a), por isso peçamos para não cair nessa tibieza e Deus fará o resto.
Mt. 25, 1-13 – coloque-se no lugar das virgens imprudentes.
Mt 25,14-30 coloque-se no lugar do homem que enterrou o talento.
Mt 25,31-46 coloque-se no lugar dos pobres, dos prisioneiros, dos doentes.

Ministério de Formação
terça-feira, 21 de outubro de 2014
VemNessaOnda - Testemunho de Manuel

VemNessaOnda - Testemunho de Manuel




VemNessaOnda 2014.
Testemunho de vida de Manuel, núcleo do Ministério Jovem Diocesano de Sobral e membro da Comunidade Coração de Maria.


 
 
O VemNessaOnda aconteceu nos dias 18 e 19 de outubro em Marco-CE.  Click e confira as fotos do Evento
domingo, 5 de outubro de 2014
O Rosário, Instrumento de Salvação.

O Rosário, Instrumento de Salvação.


A Santíssima Virgem revelou ao Beato Alano que, quando São Domingos pregou o Rosário, pecadores endurecidos foram tocados e choraram amargamente seus crimes, e até crianças fizeram penitências incríveis.

O fervor foi tão grande, por toda a parte onde ele pregava, que os pecadores mudaram de vida e edificaram todo o mundo por suas penitências.

Se vós sentis vossa consciência carregada de pecados, tomai o Rosário e rezai uma parte dele em honra de alguns dos mistérios da vida, da paixão ou da glória de Jesus Cristo.

Convencei-vos de que, enquanto estiverdes meditando e honrando esses mistérios, no céu Ele mostrará suas chagas sagradas ao Pai, tomará a vossa defesa e obterá a contrição e o perdão dos vossos pecados. Ele mesmo disse um dia ao Beato Alano: "Se esses míseros pecadores rezassem frequentemente o Rosário, participariam dos méritos da minha paixão e Eu, como seu advogado, aplacaria a Justiça divina".

Nossa vida é uma guerra e uma tentação contínuas, na qual não temos que combater inimigos de carne e de sangue, mas as próprias potências do inferno.

Armai-vos, pois, com a arma de Deus que é o santo Rosário. Esmagareis assim a cabeça do demônio e permanecereis inabaláveis diante de todas as suas tentações.

É por isso que o Rosário, ainda que considerado materialmente, é tão terrível ao demônio, e os Santos dele se serviram para expulsá-lo dos corpos de possessos, como testemunham muitas narrativas.

O Beato Alano atesta que livrou grande número de possessos colocando o Rosário em seu pescoço.

Santo Agostinho assegura que não há exercício mais frutuoso e mais útil para a salvação do que pensar frequentemente nos sofrimentos de Nosso Senhor.

Santo Alberto Magno, mestre de São Tomás, soube por revelação que a simples lembrança ou meditação da paixão de Jesus Cristo é mais meritória ao cristão do que jejuar a pão e água todas as sextas-feiras de um ano inteiro, ou tomar a disciplina até o sangue todas as semanas, ou recitar todos os dias os cento e cinqüenta Salmos.

O Padre Dorland conta que a Santíssima Virgem declarou ao venerável Domingos, cartuxo devoto do santo Rosário, que residia em Trèves no ano de 1481, que "todas as vezes que um fiel recita o Rosário com as meditações dos mistérios da vida e da paixão de Jesus Cristo em estado de graça, ele obtém plena e inteira remissão de todos os seus pecados".

Ao Beato Alano, Ela disse: "Grande quantidade de indulgências foram concedidas ao meu Rosário, mas fica sabendo que Eu acrescentarei ainda muitas mais, aos que rezarem o terço em estado de graça, de joelhos e devotamente. E a quem nas mesmas condições perseverar nessa devoção, Eu lhe obterei no fim da vida, como recompensa por esse bom serviço, a plena remissão da pena e da culpa de todos os seus pecados".


(Extraído do livro: A eficácia maravilhosa do Santo Rosário,
de São Luís Maria Grignion de Montfort)

Fonte: Últimas e Derradeiras Graças
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Planejando a Família no amor

Planejando a Família no amor



Congresso das Famílias.

  Tema: Planejando a Família no amor.

  Pregadores: Sérgio e Socorro – Comunidade Reflexo de Deus.

A família é uma vontade de Deus. E ninguém, por mais que tente, vai conseguir destruir.

Quando no casamento um dos dois ganhar, os dois perderam.

Gen. 1, 28

São três dimensões que os casais precisam viver:

1-Espiritualidade

O homem e a mulher precisam ter uma espiritualidade para que os dois possam crescer juntos. Todas as expectativas de vocês devem estar em Deus, porque quanto mais próximo de Deus, mais próximo do seu marido e da sua esposa você vai estar. É preciso ter espiritualidade, oração, porque se chegar um momento difícil, como exemplo: uma doença na família, se eu não tiver Deus, você não vai suportar, o outro (seu marido e sua esposa) precisa de você. Tenha necessidade de estar perto de Deus, você homem e você mulher tem que viver a espiritualidade pessoal, particular.

2-Sensibilidade

As vezes temos mais cuidado com as pessoas da rua do que com os próprios de sua casa.É preciso iniciar e terminar as discursões, e o casal entregar juntos suas diferenças a Deus.

Precisamos cultivar sempre o amor pelo outro.

3-Sexualidade

Façamos desta área de nossa vida algo divino, e não algo banal. Nesta área tem algo muito importante que é o planejamento familiar.




O Congresso das Famílias aconteceu nos dias 27 e 28 de setembro naCasa da Paz, na rua Gov. Raul Barbosa, Centro Marco-CE.
Confira fotos do evento, aqui:  facebook.com/comfilhosdesiao



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