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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Eucaristia: Fonte de misericórdia

Eucaristia: Fonte de misericórdia



 

 A Eucaristia é o mistério da pobreza. Não somente Ele se mostra numa extrema pobreza, mas veio do céu em auxílio à nossa pobreza.
Naquele momento Ele atendia á pobreza da Igreja abatida por uma heresia. A igreja estava doente, totalmente enfraquecida e necessitada.
quando uma heresia acontece, a força do inferno é que vem para ferir a Igreja e tentar solapar os seus fundamentos. Mas o próprio Jesus afirmou: " As portas do inferno não prevaleceram contra ela" (Mt 16,18).

Ainda hoje, o Céu continua a vir em auxílio da nossa pobreza, todos os dias em que Jesus se dá a nós na Eucaristia.

Necessitamos da Eucaristia a cada dia, por causa das nossas dúvidas, da fraqueza da nossa fé e para que nos firmemos no caminho de Deus e Seus mandamentos. A Eucaristia é uma necessidade para nossa pobreza.

A igreja precisa da Eucaristia, pois é santa e pecadora.Ela é pecadora porque fazemos parte dela. Somos o corpo de Cristo, e, por causa da nossa pobreza, empobrecemos a Igeja. Por causa do nosso pecado, fazemos a Igreja pecadora.

A Igreja Católica é a imagem do Amor do Pai, pois não põe para fora ninguém que comete pecado. Ao contrário, ela recebe o filho pecador, o filho pródigo, de braços abertos.

Mesmo com nossos pecados, não deixemos de ser filhos. A Igreja continua sendo mãe e continuamos ser filhos. Ela não põe ninguém para "fora de casa", não faz nenhum julgamento e não condena ninguém como réu.

Como Igreja, nós também precisamos ser cheios de misericórdia, por isso necessitamos da Eucaristia.

Queremos que todos deixem o pecado. Queremos que aqueles que participam da nossa comunidade, do grupo de oração, do grupo de pastoral, do grupo de casais,do grupo de jovens,queremos que todos eles sejam santos.Não aceitamos que ninguém dê contra testemunho. Mas precisamos ser cheios de misericórdia, pois cada um de nós se encontra em processo de conversão. É preciso confiar em Deus e acreditar no outro. Não podemos excluir ninguém. Deus mesmo respeita e acompanha o processo duro e demorado da conversão de cada um de nós.

Para conseguir vencer os preconceitos e as barreiras que temos em relação aos outros, para ter um coração acolhedor, humilde, para ser como nossa mãe, a Igreja, necessitamos da Eucaristia.

A Eucaristia foi instituída para ser elo de união entre nós. É preciso celebrar na Eucaristia a nossa união:
Santo Agostinho diz a respeito: " Ó sacramento da piedade! Ó sacramento da unidade! Ó vinculo da caridade!. Quanto mais dolorosas se fazem sentir as divisões da Igreja que rompem a participação comum à mesa do Senhor, tanto mais prementes são as orações ao Senhor para que voltem os dias da unidade completa de todos os que nele crêem.( Catecismo da Igreja Católica, n. 1398)


Não podemos celebrar a Eucaristia e alimentar mágoa no coração, porque a Ceia do senhor é ceia do amor e da unidade. Como o próprio Jesus disse,é preciso que deixemos nossa oferta no altar e nos reconciliar com nosso irmão.

Estaríamos nos deformando e dividindo a Igreja de Deus se persistíssemos em celebrar ceia do Senhor divididos. Precisamos tomar todas as medidas necessárias, para acabar com nossas divisões, desavenças e brigas. Nossos corações precisam estar purificados de toda mágoa,ressentimento e rancor para que então a ceia do Senhor seja realmente proveitosa para nossa vida presente e para a eternidade.

Do Livro; Eucaristia: Nosso tesouro - Padre Jonas Abib
Editora Canção Nova, Edições Loyola
Homilia do 30° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 30° Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 30° Domingo do Tempo Comum, Monsenhor Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.

A vida de cada um de nós há de ser uma caminhada para o Céu. Ali nos espera o prêmio da vitória.
Para o alcançarmos temos de lutar. Uma luta dentro de nós. É o bom combate da fé, de que fala S.Paulo na segunda leitura de hoje.
Na Santa Missa vimos renovar o nosso empenho por ser santos e enchendo-nos da força de Cristo.

Evangelho (Lc 18,9-14)
Domingo, 27 de outubro de 2013.


Naquele tempo, Jesus contou esta parábola para alguns que confiavam na sua própria justiça e desprezavam os outros:

“Dois homens subiram ao Templo para rezar: um era fariseu, o outro cobrador de impostos.

O fariseu, de pé, rezava assim em seu íntimo: ‘Ó Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens, ladrões, desonestos, adúlteros, nem como este cobrador de impostos. Eu jejuo duas vezes por semana, e dou o dízimo de toda a minha renda’.

O cobrador de impostos, porém, ficou à distância, e nem se atrevia a levantar os olhos para o céu; mas batia no peito, dizendo: ‘Meu Deus, tem piedade de mim que sou pecador!’

Eu vos digo: este último voltou para casa justificado, o outro não. Pois quem se eleva será humilhado, e quem se humilha será elevado”.

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domingo, 20 de outubro de 2013
A formação comunitária

A formação comunitária



A formação comunitária possui a missão de formar;  zelar pela vida vocacional espiritual, fraterna e apostólica dos membros da comunidade. Isto deve ser feito através do testemunho, da animação, do acompanhamento dos membros da comunidade fora comunitária e pessoal. Contata-se assim, que participar da formação comunitária não é, portanto, uma função, ou seja, algo que se tenha que cumprir ou que fazer cumprir, mais algo a ser vivenciado, uma enorme responsabilidade dada por Deus.

O responsável pela formação comunitária deve ser alguém que manifeste sua feliz pertença, a Deus e à comunidade expressando, por uma vivencia alegre, seu desejo de fazer a vontade de Deus, acolhendo as bênçãos e renuncias que fazem parte desse chamado. Através dessa vivencia, à,  anima a vida comunitária levando-a à fidelidade. É ainda alguém que tem uma profunda identidade com o carisma e que compreende a sua missão como oportunidade de dar provas de amor a Deus.
 Amar o irmão é uma maneira concreta de manifestarmos o quanto se ama o Senhor, amando aqueles a que tanto ele ama e por quem ele deu a sua própria vida. como não dar a vida por aquele a quem Jesus a deu? É vontade de Deus o transbordamento de amor sobre aqueles que ele ama. Ao viver o amor incondicional a Jesus, o responsável pela formação comunitária acolherá cada irmão escutando-o aceitando-o, pela presença e oração, humana espiritual vocacional.
  Por meio de uma autentica vida de oração o responsável deixar-se-á amar por Deus e desejará amar cada irmão como ele mesmo é amado. O seu amor para com os irmãos deve ser reflexo de sua intimidade com Deus; O senhor deseja  que seus filhos deem aquilo que recebe dele sabendo que isto não empobrecerá, mas, pelo contrário, os enriquecera aos olhos daquele que os ama.
O responsável pela formação é alguém que sabe que ainda não está pronto, mais que se reconhece como processo formativo como os demais irmão. Ele cresce em autoconhecimento e na aceitação de si e, por isso, leva cada irmão a viver com serenidade o seu próprio itinerário. Não torna tensa a vida comunitária com exigências desnecessárias, impaciências, intolerâncias, por que em si mesmo tem aprendido que Deus é o primeiro agente da formação, e  tudo realiza com sabedoria e amor, progressivamente. Respeita o ritmo de cada irmão e, sem tensão de resultados, leva-o a dar passos concretos na doação de si para a edificação do corpo comunitário.                                                                                                                                                                       

Adriano Silva - Co Fundador Comunidade Católica Filhos de Sião.
Homilia do 29° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 29° Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 29° Domingo do Tempo Comum, Monsenhor Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.

Na liturgia de hoje, o Senhor nos convida à oração perseverante. Ele,que cuida de nossa vida todo tempo, dispõe-se a atender às nossas súplicas, fazendo justiça aos injustiçados.

Evangelho (Lc 18,1-8)
Domingo, 20 de outubro de 2013.


Naquele tempo, Jesus contou aos discípulos uma parábola, para mostrar-lhes a necessidade de rezar sempre, e nunca desistir, dizendo:

”Numa cidade havia um juiz que não temia a Deus, e não respeitava homem algum. Na mesma cidade havia uma viúva, que vinha à procura do juiz, pedindo: ‘Faze-me justiça contra o meu adversário!’

Durante muito tempo, o juiz se recusou. Por fim, ele pensou: ‘Eu não temo a Deus, e não respeito homem algum. Mas esta viúva já me está aborrecendo. Vou fazer-lhe justiça, para que ela não venha a agredir-me!’”

E o Senhor acrescentou: “Escutai o que diz este juiz injusto. E Deus, não fará justiça aos seus escolhidos, que dia e noite gritam por ele? Será que vai fazê-los esperar?

Eu vos digo que Deus lhes fará justiça bem depressa. Mas o Filho do homem, quando vier, será que ainda vai encontrar fé sobre a terra?”

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segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Homilia do 28° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 28° Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 28° Domingo do Tempo Comum, Monsenhor Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Jesus, usa de Misericórdia para com os dez leprosos, dando exemplo aos discípulos da caridade, assim os faz entender que a  salvação se estende a todos, até para aqueles mais pecadores e excluídos da sociedade.
Celebramos hoje a Solenidade de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil.

Evangelho - Lc 17,11-19
Domingo, 13 de outubro de 2013.

Aconteceu que, caminhando para Jerusalém, Jesus passava entre a Samaria e a Galiléia.
Quando estava para entrar num povoado,dez leprosos vieram ao seu encontro.
Pararam à distância,e gritaram: 'Jesus, Mestre, tem compaixão de nós!'
Ao vê-los, Jesus disse:
'Ide apresentar-vos aos sacerdotes.'Enquanto caminhavam, aconteceu que ficaram curados.
Um deles, ao perceber que estava curado,voltou glorificando a Deus em alta voz;
atirou-se aos pés de Jesus, com o rosto por terra,
e lhe agradeceu. E este era um samaritano.
Então Jesus lhe perguntou: 'Não foram dez os curados?
E os outro nove, onde estão? Não houve quem voltasse para dar glória a Deus,
a não ser este estrangeiro?' E disse-lhe: 'Levanta-te e vai! Tua fé te salvou.'


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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Louvar-te 2013

Louvar-te 2013




A Comunidade Católica Filhos de Sião, apresenta... Louvar-te  e Talento Sião.
Será neste sábado 12 de outubro, a partir das 19H na Praça da Prefeitura de Marco, com as atrações: Show do Ministério Filhos de Sião, apresentação de  danças do Projeto Pequeno Gigante, apresentações artísticas e ainda teremos stands com talentos confeccionados pelos membros da Comunidade.
Venha e traga sua turma...estamos esperando por você!

Realização: Comunidade Filhos de Sião, Projeto Criança Pequeno Gigante.
domingo, 6 de outubro de 2013
Homilia do 27° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 27° Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 27° Domingo do Tempo Comum - Mons.Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Reunimo-nos para reavivar em nós a chama do amor e da fé operante e transformadora, que nos compromete com o projeto de Jesus. O olhar da fé nos mostra o rosto sofrido de homens e mulheres desorientados pelas injustiças e necessitados do serviço e da missão da igreja.

Evangelho (Lc 17,5-10)
Domingo, 6 de Outubro de 2013.

Naquele tempo, os apóstolos disseram ao Senhor: “Aumenta a nossa fé!”
O Senhor respondeu: “Se vós tivésseis fé, mesmo pequena como um grão de mostarda, poderíeis dizer a esta amoreira: ‘Arranca-te daqui e planta-te no mar’, e ela vos obedeceria.
Se algum de vós tem um empregado que trabalha a terra ou cuida dos animais, por acaso vai dizer-lhe, quando ele volta do campo: ‘Vem depressa para a mesa?’
Pelo contrário, não vai dizer ao empregado: ‘Prepara-me o jantar, cinge-te e serve-me, enquanto eu como e bebo; depois disso tu poderás comer e beber?’ Será que vai agradecer ao empregado, porque fez o que lhe havia mandado?
Assim também vós: quando tiverdes feito tudo o que vos mandaram, dizei: ‘Somos servos inúteis; fizemos o que devíamos fazer’”.




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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Francisco, o jovem de Assis

Francisco, o jovem de Assis



Francisco nasceu em 1182 em Assis, na Itália. Seus pais eram Pedro e Dona Pica de Bernardone,  ricos e comerciantes. O pai era um homem de negócios, vivia preocupado com o prestigio da família. Era ganancioso. Além disso, sonhava com um titulo de nobreza para o filho.
Os jovens naquele tempo, vivendo numa cidade como Assis eram fascinados pelos os ideais militares. Francisco e os amigos de farra eram fãs das historias e as aventuras  do rei Arthur.
Se o pai, Pedro, ganhava para acumular, Francisco ganhava para repartir. Aprendeu com a mãe a gentileza e a bondade do coração, o gosto pelas coisas belas, a paixão pela musica, a poesia, a alegria de viver.
A oportunidade não tardou a surgir para Francisco mostrar a sua capacidade de cavaleiro, de soldado. Foi em 1202, quando ele tinha 20 anos. As cidade naquele tempo viviam em constantes disputas.
Francisco e os companheiros de festas, que igualmente sonhavam com as façanhas e honras militares, não perderam tempo e participaram da guerra. Em sua maioria esses jovens foram feitos  prisioneiros. Entre eles Francisco. amargou um ano de cadeia, onde adoeceu. Aí teve tempo  para refletir sobre a fragilidade das coisas terrenas e a brevidade da vida. Não perdeu porem o habitual bom humor, animando a todos.
Após um ano de prisão, foi libertado, retornando a Assis. Demorou pouco tempo, ate que Francisco tomasse consciência do emaranhado  de vaidades, desejos de grandezas, de honra e gloria mundana que ainda o mantinha aprisionado.
Francisco continua nesta vidinha “ até que Deus o olhou do céu”, como diz Thomaz de Celano, o confrade e biografo. Até esta época Francisco ignorava os planos que Deus lhe reservara. Não tinha ainda adquirido o gosto pelas as coisas de Deus.

Que queres que eu faça?

Mais ou menos três anos após ter tomado parte da guerra entre Assis e Perugia, Francisco demonstrava não ter aprendido a lição. Estava sempre pronto para outra. Era o ano de 1205. Bem disposto e brincalhão, como sempre, já montado em seu cavalo, falava para quem o quisesse ouvir: “voltarei como príncipe!”. Mas o jovem Francisco não vai longe. Em Espoleto, onde passa a noite, em sonho ouve Deus lhe dizer, em tom familiar:
_ Francisco, quem pode fazer mais por ti? O Senhor ou o servo?
_Naturalmente que é o Senhor, responde Francisco.
_ Por que, então, abandonas o Senhor para seguir o servo?
_ Senhor que queres que eu  faça?, pergunta Francisco, com certa impaciência:
_ Volta para Assis, lá será dito o que fazer.
Não deve ter sido fácil o retorno a Assis. Estava contrariando o projeto de conseguir o titulo de nobreza. Desafiava os sorrisos de deboche e a ironia de vizinhos, os comentários maliciosos, a chateação do pai, e levava muitas duvidas no coração. Trazia, contudo, a esperança e a certeza de que Deus tinha algo de especial para ele.
Iniciava-se um tempo de busca, de escuta, de silencio, de oração, de paciência e de ativa espera. Pode-se dizer que até então Francisco era um cristão “normal” como tantos outros: fazia alguma oração; ia à Missa aos domingos; dava esmolas aos pobres, etc.
Não havia, porém buscado apaixonadamente conhecer e pôr em prática a vontade de Deus.
Deus possui uma paciência infinita. Revelou-se lentamente a Francisco, sem pressa, passo a passo.

O amargo que se torna doce

Francisco não ficou sentado, de braços cruzados, à espera do que Deus lhe queria revelar. Buscou descobrir a vontade Dele nos sinais, nos acontecimentos e, sobretudo, gastou os joelhos na oração, acompanhada da ajuda fraterna aos pobres. Isso aguçou em Francisco a docilidade, a sensibilidade. Tudo lhe falava.
Procurava não gastar tempo com futilidades em que Deus certamente não se encontra. Andava ansioso à procura da vontade de Deus.
Um dia, andando a cavalo nos arredores de Assis, Francisco inesperadamente depara com um leproso, que, o olha assustado. O primeiro impulso de Francisco foi galopar para longe, fugir.
Tinha nojo só de ver essas pessoas deformadas pela lepra. Francisco quis jogar-lhe alguma moeda, como já havia feito antes com outros leprosos. Misteriosa força interior, contudo, impeliu-o a apear do cavalo e ir ao encontro do leproso para abraçar e beijar aquele irmão rejeitado por todos. Foi isto que ele fez.
Esse foi o momento especial da graça de Deus que lhe revolucionou a vida e deu o empurrão decisivo rumo à vocação e conversão do jovem de Assis.
Com esse gesto, Francisco sepultou, de vez, o medo, o comodismo de quem não consegue aceitar o Evangelho integralmente. O gesto de Francisco aproximou-o decisivamente do Cristo pobre e sofredor, presente no irmão leproso. O leproso foi quem ajudou Francisco a definir a sua vocação. Deus se revelou através de alguém que, em princípio, não tinha nada para oferecer.
 Ao abraçá-lo e beijá-lo, Francisco foi presenteado. O encontro com o leproso, tornou-se para Francisco,  a chave para compreender o Evangelho. O infeliz era a lembrança viva do Cristo crucificado, o encontro com o Cristo que sofre em cada homem e mulher.
Anos mais tarde, antes de morrer, Francisco escreveu, no testamento, a respeito dessa experiência:
“Foi assim que o Senhor me concedeu a mim, Frei Francisco, iniciar uma vida de penitência: como eu estivesse em pecado, parecia-me por demais insuportável olhar para os leprosos. Mas o Senhor conduziu-me para o meio deles e eu tive misericórdia para com eles. E, ao afastar-me deles, justamente o que antes me parecia amargo converteu-se para mim em doçura da alma e do espírito”.
A partir daí, Francisco já se transformara. Sentia no coração uma alegria, uma paz difícil de expressar. Sentia-se mais leve, mais próximo de Deus. Encontrara o Cristo vivo, sofredor, naquele irmão leproso.

Excertos do livro Francisco, o irmão sempre alegre

Frei Jorge Egidio Hartmann, OFM
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Formação para as Famílas - José Daniel

Formação para as Famílas - José Daniel





Pregação (MP3) de José Daniel (Comunidade Aliança de Paz) no Encontro para as famílias na Casa da Paz.
Tema: Fé e conversão.

Estamos vivenciando o Ano da Fé, e sabemos que para  ter fé é necessário ouvir a palavra de Deus.
Ler, ouvir e viver a palavra é algo essencial na vida do Cristão.

Em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.
Mateus 17:20


A fé provém da palavra, quem não escuta a palavra não vai ter fé.

Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue?
E como pregarão, se não forem enviados?

Romanos 10:14-15


Baixe aqui a Pregação





Encontro para as famílias com José Daniel e Juliana Kassab - Casa da Paz  21 e 22 de Setembro de 2013
Acampamento Vocacional Diocesano

Acampamento Vocacional Diocesano




Dia 5 de outubro a partir das 17:30H na Praça São Francisco em Sobral_CE.

Teremos celebração Eucarística presidida por Dom Odelir José Magri, Bispo da Diocese de Sobral e Sacerdotes da Diocese, logo depois haverá um grande Show Católico com a banda Missionário Shalom.
Não perca, estaremos celebrando a abertura do Ano Vocacional Diocesano.

* Doe 1Kg de alimento não perecível

Realização: Pastoral Vocacional da Diocese de Sobral


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terça-feira, 1 de outubro de 2013
A Santa das pequenas coisas

A Santa das pequenas coisas



Celebramos hoje 1° de Outubro, a memória de Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, Baluarte da  Comunidade Católica Filhos de Sião.

Na noite de dia 02 de janeiro de 1873, nasce em Alençon (França) a nona e última filha do casal Luís Martin e Zélia Guérin. Aos 09 de abril de 1888, entra no Carmelo de Lisieux e morre no dia 30 de setembro de 1897. Em 17 de maio de 1925, Pio XI preside a cerimônia de canonização de Teresinha Martin, na presença de 33 cardeais, 250 bispos e milhares de fiéis. Em 1927, ainda o Papa Pio XI a declara “Padroeira principal das Missões em todo Universo em pé de igualdade com S. Francisco Xavier”. Em 1997, a santa da simplicidade foi declarada Doutora da Igreja. Eis aí um resumo das principais datas de sua vida, veremos agora o porquê deste “furacão de glória”.

O Espírito Santo conduziu a jovem Teresa a redescobrir a realidade mais fundamental do Evangelho: Deus é verdadeiramente nosso Pai e nós somos seus filhinhos, e com o Espírito podemos nos dirigir com confiança ao Deus amoroso e cheio de Misericórdia, e falar-lhe como Jesus falava: Abbá, Paizinho! Assim é que, conhecendo a verdadeira face de Deus, Teresinha, cujo “amor a Deus crescera com ela à sombra do claustro, a ponto de se tornar um abismo cuja profundidade não era possível calcular”, se lança com toda liberdade em um caminho marcado acima de tudo pela confiança sem limites no Amor Misericordioso de Deus e neste caminho entende que a única coisa que vale aos olhos de Deus é o amor: amor a Deus e ao próximo.
Nesta via, marcada pela confiança a Deus e abandono à sua Vontade Santa, qualquer pessoa, por mais fraca que fosse, poderia seguir sem se importar em acumular méritos, mas esperando receber tudo de Deus.

Santa Teresinha sente-se inspirada a se oferecer “como vítima de holocausto ao Amor Misericordioso de Deus” para que a sua vida se transforme num ato perfeito de amor a Deus, e para que seja fecunda no sentido de fazer Jesus conhecido e amado. A partir de então, o amor fraterno e o zelo apostólico de Teresa se tornam cada dia maiores. Sente-se inflamada pelo desejo de salvação das almas e seu zelo pela Igreja e pelas Missões no mundo inteiro a consomem. Tornara-se a Irmã universal, todos os homens são seus irmãos, especialmente os mais pecadores, os ateus, os infiéis. Luta com todas as suas armas para salvá-los.
Suas armas são todas espirituais: a oração, a humildade de coração, a castidade, o sacrifício, a pobreza, a ternura que dispensava às irmãs de sua comunidade. Gostaria de ser tudo para poder servir a todos; queria ser mártir para dar testemunho de Jesus com a própria vida; queria ser apóstola e missionária para pregar o nome de Jesus em toda a Terra; queria ser profeta e doutora para poder instruir as pessoas sobre a Verdade; gostaria de ser guerreira para lutar por Jesus, e ser sacerdote para poder dá-lo às almas.
Era o amor a Deus que incendiava assim o coração da pobre Teresa e que veio mostrar a ela que a única maneira de ser tudo para todos, era o Amor. Ousada como sempre, Santa Teresinha partilha que “a Igreja tinha coração e que este era ardente de amor… o amor abrange todas as vocações e alcança todos os lugares…”, e sem a menor cerimônia ela se apossa de sua vocação: Minha vocação é o amor”, “serei o amor… Assim serei tudo…”.
E é impressionante vê-la escrever no último ano de sua vida: “Agora compreendo que a caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros, em não se admirar de suas fraquezas, em edificar-se com os mínimos atos de virtude que se lhes veja praticar; antes de tudo aprendi que a caridade não deve ficar estanque no fundo do coração”. Depois de uma vida toda edificada no amor, o Espírito Santo vem lhe ensinar ainda que o maior, o mais perfeito, o mais verdadeiro amor é o de Jesus, e que é preciso que ela ame seus irmãos, suas irmãs como o próprio Jesus os ama.

Edwiges  Moura

Fonte: Edições Shalom


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