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domingo, 30 de junho de 2013
Solenidade de São Pedro e São Paulo

Solenidade de São Pedro e São Paulo


Homilia (MP3) da Solenidade de São Pedro e São Paulo - Mons. Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco-CE.
Celebramos a festa de São Pedro e São Paulo, os grandes Apóstolos de Cristo, que gastaram as suas vidas ao serviço de Jesus.
É dia de alegria para toda a Igreja e convite a imitar o seu amor e a sua generosidade.

Evangelho (Mt 16,13-19)
Domingo 30 de Junho de 2013.


Naquele tempo,  Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
 Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
 Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu.  Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la.  Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que desligares na terra será desligado nos céus”


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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Jornada terá relíquias de Santa Teresinha

Jornada terá relíquias de Santa Teresinha


Uma relíquia de Santa Teresa de Lisieux será exposta em capela na Feira Vocacional da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013. O pedaço do hábito da patrona do evento chegou no dia 29 de maio ao Comitê Organizador Local (COL). O objeto foi trazido pela representante do Centro de Peregrinação de Lisieux, Dominique Menevielle, e pela Ir. Marie-Christine.

O Setor Preparação Pastoral também está negociando a vinda de um objeto usado pela santa para ficar em exposição. De acordo com o Padre Arnaldo Rodrigues, um dos diretores do Setor, as relíquias peregrinarão pelas paróquias do Rio de Janeiro.

Os atos centrais da JMJ terão também uma relíquia do beato João Paulo II. Parte do sangue do idealizador das Jornadas está guardada em uma ampola, num livro prata, em um relicário próprio, e estará disponível para a veneração dos fiéis como aconteceu na JMJ de 2011, em Madri, na Espanha.

O Setor de Preparação Pastoral do COL está trabalhando para trazer outras relíquias de patronos e intercessores da JMJ Rio2013. Já foi concedida a autorização necessária para trazer o corpo do beato Pier Giorgio Frassati. Já estão a caminho os processos para pedir relíquias da beata Ciara Luce Badano, beato Frederico Ozanam e do brasileiro Santo Antônio de Santana Galvão.

Exposição

Uma das atrações do Festival da Juventude é a exposição sobre a vida de Santa Teresinha, organizada pelo Carmelo de Lisieux através da Associação dos Amigos de Lisieux. Durante a JMJ, a exposição estará na Praça do Conhecimento no Morro do Alemão.

Mais do que apresentar a história dela, a exposição apresenta a maneira como ela conseguiu transformar a dor e o sofrimento em amor e se converteu em uma das santas mais populares da Igreja sem sair do convento.

Segundo a coordenadora das exposições do Festival da Juventude, Paloma Lladó, “a mostra esteve na catedral de Notre Dame, em Paris, por seis meses e recebeu milhões de visitantes”. A exposição também passou por algumas prisões e bairros pobres da França e Itália. 

Durante a visita ao COL, Dominique contou que Santa Teresinha já tem uma história com a JMJ. Foi na edição de Paris na França, em 1997, que o Papa João Paulo II a anunciou como doutora da Igreja. Na ocasião, o Sumo Pontífice a definiu com três palavras: mulher, jovem e contemplativa. Dominique contou ainda outra curiosidade: os brasileiros são o grupo que mais peregrina até Lisieux, cidade onde fica o Carmelo em que viveu Santa Teresinha.

Fonte: JMJ RIO 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
 Arraiá de Cristo Filhos de Sião

Arraiá de Cristo Filhos de Sião


Alô  cumpades e cumades, tamos cunvidano a todo ôces pra participar de nosso Arraiá de Cristo Filhos de Sião, que vai acontecer no dia 28 de junho, as 19 horas na Praça da Prefeitura de Marco_CE.  Nós vamo ter muita cumida tipica , quadrilha improvisada, além da tradicional Quadrilha do Pequeno Gigante. Não perca contamos com a presença de ôces, vai se bâm di mais!
domingo, 23 de junho de 2013
Homilia do 12ª Domingo do Tempo Comum

Homilia do 12ª Domingo do Tempo Comum


Homilia (MP3) do 12ª Domingo do Tempo Comum - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Em que Jesus cremos?
A resposta é vital porque a nossa fé n’Ele determina toda a nossa vida. A liturgia da palavra deste domingo poderá ajudar-nos a interiorizar esta pergunta e a procurar dar-lhe resposta.

Evangelho (Lc 9,18-24)
Domingo 23 de Junho de 2013.



Certo dia, Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?”

Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”.

Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”

Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”.

Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.

Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará”.


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sexta-feira, 21 de junho de 2013
Que é a contrição perfeita?

Que é a contrição perfeita?


Contrição é uma dor da alma e uma detestação dos pecados cometidos. Deve acompanhá-la o propósito, quer dizer, uma firme vontade de emendar a vida e de não mais pecar. Para que a contrição seja legítima, deve ser interna e estar na alma, isto é‚ que não seja uma mera expressão feita com os lábios e sem reflexão: isto seria apenas contrição de boca.
Não é necessário manifestar exteriormente a contrição interna por meio de suspiros, lágrimas, etc.: tudo isto pode ser sinal de contrição, não é, porém, sua essência. A essência da contrição está na alma, na vontade, em afastar-se deveras do pecado e converter-se para Deus.
Além disto, a contrição deve ser geral, quer dizer, deve estender-se a todos os pecados cometidos ou, pelo menos, a todos os mortais. Deve, finalmente, ser sobrenatural e não meramente natural, pois esta nada aproveita.
Segue-se que a contrição, como todo o bem, deve proceder de Deus e da sua graça, e, com a graça de Deus, desenvolver-se na alma. Porém, não tenhas receio; basta que a peças, basta que tenhas boa vontade e te arrependas por algum motivo legítimo, sobrenatural, e Deus te dará a graça necessária.
Se o motivo se funda na natureza ou somente na razão (por exemplo, nos danos temporais, na vergonha, doença, etc.), é muito fácil que a dor seja puramente natural e sem mérito; porém, se o motivo da contrição é alguma verdade da Fé, por exemplo: o inferno, o purgatório, o céu, Deus, etc., então a contrição é legítima, sobrenatural.
E esta contrição legítima e sobrenatural pode, por sua vez, ser de duas classes: perfeita e imperfeita; e com isto temos chegado a nossa matéria da contrição perfeita.
Em poucas palavras, contrição perfeita é a contrição que procede de amor; imperfeita, a que procede do temor de Deus.
É contrição perfeita quando procede de amor perfeito a Deus. Pois bem, o nosso amor a Deus é perfeito quando o amamos porque Ele é em Si infinitamente perfeito, formoso e bom (amor de benevolência), e porque nos mostrou de uma maneira tão admirável o seu amor (amor de agradecimento).
É imperfeito o amor de Deus quando o amamos porque esperamos alguma coisa dEle. De modo que, com o amor imperfeito, pensamos sobretudo nos dons; com o perfeito, na bondade do dador; com o amor imperfeito, amamos mais os dons; com o perfeito amamos mais o dador, e isto não tanto pelos seus dons como pelo amor e bondade que nos dons se manifesta.
Do amor nasce a contrição. Será, pois, perfeita a contrição se nos arrependermos dos pecados por amor perfeito de Deus, quer seja de benevolência quer de agradecimento. Será imperfeita se nos arrependermos dos pecados por temor de Deus, porque pelo pecado perdemos a recompensa de Deus, o Céu, e merecemos seu castigo, o inferno ou o purgatório.
Na contrição imperfeita, fixamo-nos principalmente em nós e nas desgraças que, segundo a Fé nos ensina, nos acarretou o pecado. Na contrição perfeita, fixamo-nos sobretudo em Deus, na sua grandeza, na sua formosura, amor e bondade, vendo quanto o pecado O ofende, e que foi o pecado que Lhe ocasionou tantos sofrimentos e dores para nos redimir. Na contrição perfeita, não queremos unicamente o nosso bem, senão o bem de Deus.
Com um exemplo o verás melhor. Quando São Pedro negou o Divino Salvador, saiu fora e “chorou amargamente” (I Lc 22,62). — Por que chora São Pedro? É, porventura, pensando na vergonha que vai ter diante dos outros apóstolos? Se assim fosse, a sua dor teria sido puramente natural e sem mérito. É porque receia que seu Divino Mestre lhe tire, como ele merece, o cargo de Apóstolo e Superior e o expulse do seu reino? Então seria boa contrição, mas somente imperfeita. Mas, não; Pedro arrepende-se e chora, antes de tudo, porque ofendeu a seu amado Mestre, tão bom, tão santo, tão digno de ser amado e por ser tão desagradecido ao seu imenso amor por ele. Tem, pois, verdadeira e perfeita contrição.
Agora dize-me: tens tu também, cristão de minha alma, algum fundamento, algum motivo, parecido com o de São Pedro, para te arrependeres dos teus pecados por amor, e por amor perfeito e agradecido? Sim, certamente, pois os benefícios que Deus te tem feito são mais que os cabelos da tua cabeça, e, considerando-os, podes dizer, em cada um deles, o que dizia São João: “Amemos a Deus já que Ele nos amou primeiro” (I Jo 4,19).
E como te amou?
“Com amor eterno te amei — disse Ele — e me compadeci de ti e te atrai a mim” (Jer 31,3).
Sim, com amor eterno te amou. Desde toda a eternidade, desde quando ainda não havia nem um átomo de ti sobre a terra, te olhou com aqueles seus olhos amorosos e que tudo penetram, e te preparou alma e corpo, céu e terra, com o amor com que uma mãe prepara todo o necessário para o filhinho que ainda não nasceu. Ele deu-te a saúde e a vida, Ele te deu e te dá, em cada dia, todos os bens naturais. Consideração esta que até aos pagãos pode fazê-los chegar ao conhecimento e amor perfeito de Deus; quanto mais a ti, cristão, que conheces outro gênero muito diferente de amor e de bondade, o amor e bondade sobrenatural de Deus para contigo; porque Deus se compadeceu de ti; e quando, com todo o gênero humano, estavas condenado pela culpa original, Deus enviou o seu Unigênito Filho, e Ele se fez teu Salvador e te remiu com seu sangue, morrendo na Cruz. E em ti pensava com entranhado amor quando agonizava no horto das Oliveiras, e quando derramava o seu sangue com os açoites e os espinhos, e quando subia arrastando a pesada Cruz pelo longo e áspero caminho do Calvário; e quando, cravado nela, se desfazia em sangue entre indizíveis tormentos. Em ti pensava com entranhado amor, como se tu foras o único homem da terra.
Que tens a concluir daqui? “Amemos a Deus já que Ele nos amou primeiro” (I Jo 4,19).
E Deus te atraiu a Ele pelo batismo, graça capital e primeira da tua vida, e pela Igreja, em cujo seio foste então admitido. Quantos há que, só a força de trabalhos e canseiras, conseguem encontrar a verdadeira Fé, e a ti te a ofereceu Deus desde o berço, por puro amor. Atraiu-te a Ele e te atrai sempre pelos sacramentos e pelas inumeráveis graças interiores e exteriores de que te enche todos os dias, pois, em verdade, estás nadando, como em imenso mar, na bondade e amor de Deus. E este amor, quer ainda coroá-lo colocando-te consigo no Céu e fazendo-te eternamente feliz. Que lhe deves por tanto amor? Não é verdade que deves corresponder a ele? Amemos também a Deus já que Ele nos amou primeiro.
Pois, vamos a contas e dize-me: Como tens pago a Deus, tão bom e amoroso, o seu amor e bondade para contigo? Dir-me-ás, sem dúvida, que com ingratidão e pecados. E pesa-te essa ingratidão? Sem dúvida que sim e queres ressarcir a tua pesada ingratidão, amando quanto possas tão grande e amoroso benfeitor. Pois, olha, se assim é, já tens contrição perfeita, contrição de amor de Deus. Para facilitar, chama-se a esta contrição de amor de Deus, contrição de amor ou de caridade.
Na mesma contrição de caridade, há uma mais levantada, que é quando alguém ama a Deus porque Ele é em si infinitamente formoso, glorioso, perfeito e digno de amor, prescindindo do seu amor e misericórdia para conosco. Há estrelas — e com esta comparação julgo que entenderás melhor — que, por estarem muito longe de nós, não as podemos distinguir, e, contudo, são tão grandes e formosas como o sol, que tão prodigamente nos dá o calor e a vida. Pois assim, ainda quando o homem não tivesse visto nem gozado nunca do amor de Deus, eterna estrela do céu, ainda quando Deus não tivesse criado o mundo nem criatura alguma, seria apesar disso grande, formoso, glorioso e digno de ser amado, porque é em si mesmo e para si, o bem mais excelente, o mais perfeito e digno de amor. Isto e não outra coisa quer dizer essa expressão que, mais de uma vez, terás encontrado nos devocionários e nas fórmulas do ato de contrição e te terá parecido talvez algum tanto obscura.
Detém-te, pois, agora e contempla o amor de Deus; contempla-o, sobretudo, nos amargos sofrimentos do Salvador, a cuja luz o compreenderás tão facilmente como facilmente te arrebatará o coração.
Eis aqui o modo de alcançar praticamente a contrição perfeita.


Extraído do livro "A contrição perfeita
uma chave de ouro do Céu" aos fiéis oferecida por J. de Driesch Sacerdote da Arquidiocese de Colônia
com um prólogo pelo P. Agostinho Lehmkuhl, S.J.
Tradução para o português;  Bahia Tip. de S. Francisco 1913
Indulgências - Nocão geral

Indulgências - Nocão geral


1 - indulgencia é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já perdoados quanto a culpa, que o fiel, devidamente disposto e em certas e determinadas condições, alcança pôr meio da Igreja, a qual, como dispensadora da redenção, distribui e aplica, com autoridade, o tesouro das satisfações de Cristo e dos Santos.

2 - A indulgencia é parcial ou plenária, conforme liberta, em parte ou no todo, da pena temporal devida pelos pecados.

3 - Ninguém pode lucrar indulgencias a favor de outras pessoas vivas.

4 - Qualquer fiel pode lucrar indulgências parciais ou plenárias para si mesmo ou aplica-las aos defuntos como sufrágio.

5 - O fiel que, ao menos com o coração contrito, faz uma obra enriquecida de indulgência parcial, com o auxilio da Igreja, alcança o perdão da pena temporal, em valor correspondente ao que ele próprio já ganha com sua ação.

6 - O fiel cristão que usa objetos de piedade (crucifixo ou cruz, rosário, escapulário, medalha) devidamente abençoados pôr qualquer sacerdote ou diácono, ganha indulgencia parcial. Se os mesmos objetos forem bentos pelo Sumo Pontífice ou pôr qualquer Bispo, o fiel, ao usa-los com piedade, pode alcançar até‚ a indulgencia plenária na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, se acrescentar alguma formula legitima de profissão de fé.

7 - Parágrafo 1. Para que alguém seja capaz de lucrar indulgencias, deve ser batizado, não estar excomungado e encontrar-se em estado de graça, pelo menos no fim das obras prescritas.
    Parágrafo 2. O fiel deve também TER INTENÇÃO, AO MENOS GERAL, DE GANHAR A INDULGENCIA e cumprir as ações prescritas, no tempo determinado e no modo devido, segundo o teor da concessão.

8 - Parágrafo 1. A indulgencia plenária só se pode ganhar uma vez ao dia.
    Parágrafo 2. Contudo, o fiel em artigo de morte pode ganha-la, mesmo que já tenha conseguido nesse dia.
    Parágrafo 5. A indulgencia parcial pode ganhar-se mais vezes ao dia, se expressamente não se determinar o contrario.

9 - Parágrafo 1. A obra prescrita para alcançar a indulgencia plenária anexa a igreja ou oratório, e a visita aos mesmos: neles se recitam a oração dominical e o símbolo dos apóstolo (Pai-Nosso e Credo), a não ser caso especial em que se marque outra coisa.

10 - Parágrafo 1. Para lucrar a indulgencia plenária, além da repulsa de todo o afeto a qualquer pecado ate‚ venial, requerem-se a execução da obra enriquecida da indulgencia e o cumprimento das três condições seguintes: confissão sacramental, comunhão eucarística, e oração nas intenções do Sumo Pontífice.
     Parágrafo 2. Com uma só confissão podem ganhar-se várias Indulgencias, mas com uma só comunhão e uma só oração alcança-se uma só Indulgencia plenária.
        Par grafo 3. As três condições podem cumprir-se em v rios dias, antes ou depois da execução da obra prescrita; convém, contudo, que tal comunhão e tal oração se pratiquem no próprio dia da obra prescrita.
        Parágrafo 4. Se falta a devida disposição ou se a obra prescrita e as três condições não se cumprem, a indulgencia será só parcial, salvo o que se prescreve nos nn. 27 e 28 em favor dos 'impedidos'.
        Parágrafo 5. A condição de se rezar nas intenções do Sumo Pontífice se cumpre ao se recitar nessas intenções um Pai-Nosso e uma Ave-Maria, mas podem os fieis acrescentar outras orações conforme sua piedade e devoção.

11 - Concede-se indulgencia parcial ao fiel que, no cumprimento de seus deveres e na tolerância das aflições da vida, ergue o espírito a Deus com humilde confiança, acrescentando alguma piedosa invocação, mesmo só em pensamento.

CONCESSÕES
(OBS: Aqui só constam algumas das concessões contidas no manual.)
Indulgência PARCIAL

                     - Atos de Fé, Esperança e Caridade.
                     - 'Nos vos damos graças, Senhor, pôr todos os vossos benefícios. Vos que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém.
- Santo Anjo (oração ao Anjo da Guarda)
                     - Angelus, Regina Caeli.
                     - Alma de Cristo.
- Comunhão Espiritual.
                     - Creio
                     - Ladainhas aprovadas pela autoridade competente. Sobressaem-se as seguintes: Santíssimo Nome de Jesus, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, de São José‚ e de Todos os Santos.
                     - Magnificat.
                     - Lembrai-vos
                     - Miserere (Tende piedade)
- Ofícios breves: Ofícios breves da Paixão de NSJC, Sagrado Coração de Jesus, da Santíssima Virgem Maria, da Imaculada Conceição e de São José‚.
- Oração mental.
                     - Salve Rainha.
                     - Sinal da Cruz.
                     - Veni Creator.
- Renovação das promessas do batismo.

INDULGENCIAS PLENÁRIAS

(OBS.: Como acima, aqui só constam algumas das indulgencias do manual).

- indulgência plenária - Concede-se indulgencia parcial ao fiel que visitar o Santíssimo Sacramento para adorá-lo, se o fizer pôr meia hora ao menos, a indulgencia será plenária.

- Visita ao cemitério - Ao fiel que visitar devotamente um cemitério e rezar, mesmo em espírito, pelos defuntos, concede-se indulgencia aplicável somente as almas do purgatório. Esta indulgencia será plenária, cada dia, de 1 a 8 de novembro; nos outros dias será parcial.

- Exercícios espirituais - Concede-se indulgencia plenária ao fiel que faz os exercícios espirituais ao menos pôr três dias.

- indulgencia na hora da morte - O sacerdote que administra os sacramentos ao fiel em perigo de vida não deixe de lhe comunicar a bênção apostólica com a indulgencia plenária. Se não houver sacerdote, a Igreja mãe compassiva, concede benignamente a mesma indulgencia ao cristão bem disposto para ganha-la na hora da morte, se durante a vida habitualmente tiver recitado para isso algumas orações. Para alcançar esta indulgencia plenária louvavelmente se rezam tais orações fazendo uso de um crucifixo ou de uma simples cruz.
A condição de ele habitualmente ter recitado algumas orações supre as três condições requeridas para ganhar a indulgencia plenária. A mesma indulgencia plenária em artigo de morte, pode ganha-la o fiel que no mesmo dia já  tenha ganho outra indulgencia plenária. (Esta concessão vem assinalada na const. apost. Indulgentiarum Doctrina, norma 18)

- Primeira Comunhão - Concede-se indulgencia plenária aos fieis que se aproximarem pela primeira vez da sagrada comunhão, ou que assistam a outros que se aproximam.

- Reza do Rosário de Nossa Senhora - indulgencia plenária, se o Rosário se recitar na igreja ou oratório publico ou em família, na comunidade religiosa ou em pia associação; parcial, em outras circunstâncias.
(O Rosário‚ uma formula de oração em que distinguimos quinze dezenas de saudações angélicas [Ave-Marias], separadas pela oração dominical [Pai-Nosso] e em cada uma recordamos em piedosa meditação os mistérios da nossa Redenção). Chama-se também a terça parte dessa oração o Terço. Para a indulgencia plenária determina-se o seguinte:
1 - Basta a reza da terça parte do Rosário, mas as cinco dezenas devem-se recitar juntas.
2 - Piedosa meditação deve acompanhar a oração vocal.
3 - Na recitação publica, devem-se anunciar os mistérios, conforme o costume aprovado do lugar; na recitação privada, basta que o fiel ajunte a meditação dos mistérios a oração vocal.

- Leitura espiritual da Sagrada Escritura - Concede-se indulgencia parcial ao fiel que ler a Sagrada Escritura com a veneração devida à palavra divina, e a modo de leitura espiritual. A indulgencia ser  plenária, se o fizer pelo espaço de meia hora pelo menos.

- Visita à igreja ou altar no dia da dedicação e ali piedosamente rezar o Pai-Nosso e o Credo.

(OBS.: A numeração do presente resumo não segue a do original. Para um estudo mais aprofundado recomenda-se adquirir o próprio Manual, encontrável em livrarias católicas.)

PONTOS ESSENCIAIS E NOÇÃO GERAL SOBRE A DOUTRINA DAS INDULGENCIAS
EXTRAÍDOS DO 'MANUAL DAS INDULGENCIAS', EDITADO PELA
PENITENCIARIA APOSTÓLICA EM 29 DE JUNHO DE 1968.
(Edições Paulinas, São Paulo, 1990)


Extraído do  Site Leituras Católicas
domingo, 16 de junho de 2013
Homilia do 11° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 11° Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 11° Domingo do Tempo Comum- Mons. Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
 Fixemos o nosso olhar em Jesus: acolhe, sente-se comovido pelos gestos de amor de quem tem consciência que pecou, dá vida e dignidade a quem aceita a proposta das suas palavras, dos seus gestos de vida nova.

Evangelho (Lc 7,36-8,3)

Naquele tempo,  um fariseu convidou Jesus para uma refeição em sua casa. Jesus entrou na casa do fariseu e pôs-se à mesa.

 Certa mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que Jesus estava à mesa, na casa do fariseu. Ela trouxe um frasco de alabastro com perfume,  e, ficando por detrás, chorava aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés, enxugava-os com os cabelos, cobria-os de beijos e os ungia com o perfume.

 Vendo isso, o fariseu que o havia convidado ficou pensando: “Se este homem fosse um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, pois é uma pecadora”.

 Jesus disse então ao fariseu: “Simão, tenho uma coisa para te dizer”. Simão respondeu: “Fala, Mestre!”

 “Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentas moedas de prata, o outro, cinquenta.  Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou os dois. Qual deles o amará mais?”

 Simão respondeu: “Acho que é aquele ao qual perdoou mais”. Jesus lhe disse: “Tu julgaste corretamente”.

 Então Jesus virou-se para a mulher e disse a Simão: “Estás vendo esta mulher? Quando entrei em tua casa, tu não me ofereceste água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas e enxugou-os com os cabelos.  Tu não me deste o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés.  Tu não derramaste óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume.

 Por esta razão, eu te declaro: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados porque ela mostrou muito amor. Aquele a quem se perdoa pouco, mostra pouco amor”.

 E Jesus disse à mulher: “Teus pecados estão perdoados”.

 Então, os convidados começaram a pensar: “Quem é este que até perdoa pecados?”

 Mas Jesus disse à mulher: “Tua fé te salvou. Vai em paz!”

 Depois disso, Jesus andava por cidades e povoados, pregando e anunciando a Boa-nova do Reino de Deus. Os doze iam com ele; 2 e também algumas mulheres que haviam sido curadas de maus espíritos e doenças: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios; 3 Joana, mulher de Cuza, alto funcionário de Herodes; Susana, e várias outras mulheres que ajudavam a Jesus e aos discípulos com os bens que possuíam.

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terça-feira, 11 de junho de 2013
Maria e os dogmas de Fé

Maria e os dogmas de Fé



Os dogmas da igreja são verdades de fé nos quais os católicos devem crer. Existem 44 dogmas divididos em oito categorias: Deus, Jesus Cristo, Criação do mundo, Ser humano, Papa e Igreja, Sacramentos, Escatologia e Maria.
Mariologia é a disciplina especifica que estuda a pessoa, o papel e o significado da Virgem Maria na história. A doutrina sobre a Virgem Maria se desenvolveu ao longo do tempo, foi estudada e codificada pelos Concílios e pelos principais teólogos das ordens religiosas e universidades Marianas. Segundo a doutrina da Igreja Católica, Maria está associada aos seguintes dogmas de fé:
1.Virgindade perpétua.
Este dogma ensina que Maria é virgem antes, durante e depois do parto. É o dogma Mariano mais antigo da Igreja, que afirma a “ real e perpétua virgindade, mesmo no ato de dar à luz o Filho de Deus feito homem”. O nascimento de Jesus foi uma concepção milagrosa. Inácio de Antioquia descreveu a virgindade de Maria no ano 107, e São Tomás de Aquino ensinou essa doutrina na Suma Teológica. Essa doutrina já era um dogma desde o cristianismo primitivo, sendo declarada por notáveis escritores, como São Justino Mártir e Orígenes. O Papa Paulo IV o reconfirmou no Gum quorundam, no Concílio de Trento, em 1555.
2. Maternidade Divina.
Maria é verdadeiramente Mãe de Deus encarnado, Jesus Cristo. Nos primeiros três séculos , os padres da Igreja utilizaram as definições Mater Dei (latim) ou theokótos (grego), que significa Mãe de Deus. Jesus é homem e Deus. Maria foi Mãe deste Deus feito homem. É uma verdade em primeiro lugar, sobre Cristo, é preciso afirmar que Jesus é verdadeiramente Deus para que possamos falar que Maria é Mãe de Deus.  Este dogma foi decretado no Terceiro Concílio Ecumênico de Éfeso (431).
3. Imaculada Conceição.
Na bula ineffabilis Deus, de 1854, foi feita a definição oficial do dogma da Imaculada Conceição, que não é ensinada explicitamente nas Escrituras. É possível saber quando essa crença se tornou um artigo de fé, mas por volta dos séculos VIII e IX ela passou a ser aceita. Em 1854, o Papa Pio IX proclama o dogma que sustenta que a Santíssima Virgem Maria foi preservada de toda a mácula do pecado original desde a sua concepção. Esta crença foi confirmada quatro anos depois, em 1858, pela própria Virgem Maria, quando ela apareceu a Bernadete Soubirous, em  Lourdes, na França, e lhe disse: “ Je suis l´Immaculée Conception”(Eu sou a Imaculada Conceição).
4. Assunção de Maria.
Maria no fim de sua vida terrena, foi elevada de corpo e alma ao Céu. Esse dogma foi definido pelo Papa Pio XII, na munificentissimus Deus, em 1950: “(...) pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso de sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do Céu.”
A Igreja já acreditava nesta verdade desde os séculos V e VI, quando havia a celebração da chamada Dormição de Maria.

Texto : Padre Francisco Sehnem, csj
Revista Brasil Cristão ASJ- Maio 2013 www.asj.org.br
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Homilia do 10° Domingo do Tempo Comum

Homilia do 10° Domingo do Tempo Comum


Homilia (MP3) do 10° Domingo do Tempo Comum - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco-CE.
A liturgia deste domingo tem como protagonistas duas viúvas que poderemos considerar como símbolo de todos os marginalizados.
A nossa comunidade, reunida à luz da ressurreição de Jesus, deve procurar refletir no modo como tem seguido os procedimentos do Senhor no amparo aos mais fragilizados da nossa sociedade.

Evangelho (Mt 5,1-12)
Domingo, 9 de Junho de 2013.


Naquele tempo:  Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se,  e Jesus começou a ensiná-los:

 “Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.  Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.

 Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.  Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão sa­ciados.

 Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.  Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.

 Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.  Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.

 Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.

 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus. Do mesmo modo perseguiram os profetas que vieram antes de vós.

Baixe aqui a Homilia


As obras de Misericórdia

As obras de Misericórdia



Na devoção à Divina Misericórdia a prática das Obras de Misericórdia quer corporais quer espirituais são muito importantes.

Sem a confiança na Misericórdia e sem a prática das obras de Misericórdia pedidas por Jesus não existe uma verdadeira devoção à Misericórdia. "Se por teu intermédio peço aos homens o culto à Minha Misericórdia, por tua vez deves ser a primeira a distinguir-te pela confiança na Minha Misericórdia. Estou exigindo de ti atos de misericórdia, que devem decorrer do amor para comigo…".Eu te indico três maneiras de praticar a misericórdia para com o próximo: a primeira é a ação, a segunda a palavra e a terceira a oração. "(D. 742)

As obras de misericórdia, segundo Catecismo de São Pio X

Obra de misericórdia é aquela com que se socorre o nosso próximo nas suas necessidades corporais ou espirituais.

As obras de misericórdia são quatorze: sete corporais e sete espirituais, conforme são corporais ou espirituais as necessidades que se socorrem.

As obras de misericórdia corporais são:

1ª Dar de comer a quem tem fome;

2ª Dar de beber a quem tem sede;

3ª Vestir os nus;

4ª Dar pousada aos peregrinos;

5ª Assistir aos enfermos;

6ª Visitar os presos;

7ª Enterrar os mortos.

As obras de misericórdia espirituais são:

1ª Dar bom conselho;

2ª Ensinar os ignorantes;

3ª Corrigir os que erram;

4ª Consolar os aflitos;

5ª Perdoar as injúrias;

6ª Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo;

7ª Rogar a Deus por vivos e defuntos.

(Catecismo de S. Pio X. Capítulo IV. "Das obras de misericórdia")

Cada um dentro de suas possibilidades e dons, pode em diversos momentos da vida fazer obras de misericórdia.

Para uns é mais fácil visitar enfermos, para outros é mais fácil ensinar os ignorantes. Mas para todos em alguma fase da vida surgirão os momentos de "perdoar as injúrias" e "sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo".

No Diário de Santa Faustina algo nos chama a atenção: "O Amor é a flor e a Misericórdia é o fruto".

Todo ato de amor resulta em misericórdia, não há como fugir desta verdade!

O menor ato de amor que você praticar, terá como resultado a misericórdia!

Praticar, obras de Misericórdia, é amar concretamente a Jesus nos irmãos. Que recompensa há em amar somente aos que nos amam? Por isso, todos são incluidos nesta condição. Ame os que te perseguem, os que te caluniam, os que não gostam de voce, etc. Seus gestos de amor transformarão os corações: primeiro o seu, e em conseqüência, o do próximo!

 Fonte:  Católico Orante
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Homilia do 9ª Domingo do Tempo Comum

Homilia do 9ª Domingo do Tempo Comum



Homilia (MP3) do 9ª Domingo do Tempo Comum - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
A Palavra de Deus, nos coloca hoje frente a uma fé admirada e elogiada por Jesus. Que fé? “A fé que não conhece fronteiras nem raças. Jesus Cristo e o Pai que ele veio revelar são os mesmos em qualquer parte do mundo. Pode acontecer que, como aconteceu com Jesus, encontremos mais fé fora que dentro de ambientes religiosos. Isso nos deve manter em atitude humilde e respeitosa. O respeito é devido também a quem não crê ou professa a nossa mesma fé. Temos em comum a mesma fé no Senhor morto e ressuscitado por nós, mas cada povo deve expressar a própria fé a partir de sua cultura e realidade” (J. Bortolini. Roteiros homiléticos, p. 612).

Evangelho (Lc 7,1-10)
Domingo, 02 de Junho de 2013


Naquele tempo, 1quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte.

O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado.

Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”. Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente ao teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado: ‘Faze isto’!, ele o faz”.

Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”.

Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.


Baixe aqui a Homilia

domingo, 2 de junho de 2013
Aniversário da Casa de Maria

Aniversário da Casa de Maria




No próximo dia 5 de Junho, é dia de festa na Comunidade Filhos de Sião, pois estaremos comemorando o primeiro aniversário da Com. terapêutica Casa de Maria. Assim também celebraremos a vida dos nossos jovens irmãos  que se dispuseram a deixar tudo para doarem suas vidas à serviço de Jesus Cristo, caracterizado  em adolescentes dependentes de substâncias psicoativas  que tanto necessitam de ajuda, e que por muitas vezes são rejeitados da sociedade.
A Casa de Maria é uma comunidade que foca na pessoa com o objetivo de reabilitar e recuperar o ser humano em todas as suas áreas:física, psíquica e principalmente espiritual.
Dedicada ao tratamento de adolescentes entre 14 a 18 anos dependentes químicos em convênios com as Prefeituras de Acaraú, Bela Cruz, Jijoca e Itarema.
Localização:    Avenida Voluntários da Pátria - 990 - Morada Nova, 62800-000 Acaraú
Informações de contato:
https://www.facebook.com/ctcasademaria

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus



Não há dúvida de que a devoção ao Coração do Salvador tem sido, e continua a ser, uma das expressões mais difundidas e amadas da piedade eclesiástica... Entendida à luz da Sagrada Escritura, a expressão “Coração de Cristo” designa o mesmo mistério de Cristo, a totalidade do seu ser, a sua pessoa considerada no seu núcleo mais íntimo e essencial: Filho de Deus, não-criada sabedoria, caridade infinita, salvação e santificação de toda a humanidade. O Sagrado Coração é Cristo, o Verbo encarnado, Salvador, que intrinsecamente possui, no Espírito, um infinito amor divino e humano pelo Pai e pelo seus irmãos.(166)

Jesus, que com o Pai é um (Jo 10,30), convida os seus discípulos a viver em comunhão com Ele, a modelar suas vidas Nele e com os Seus ensinamentos. Ele, em resposta, apresenta a si mesmo como mestre “manso e humilde de Coração” (Mt. 11, 29). Pode dizer-se que a devoção ao Coração de Jesus é a forma profética e evangélica de um culto de olhar fixo, de todos os Cristãos, Naquele que foi transpassado (Jo 19,37; Zac 12,10) ... pela lança, do qual brotou sangue e água, símbolo do “sacramento admirável de toda a Igreja”.

São João nos conta sobre Nosso Senhor mostrando Suas mãos e o Seu lado para os discípulos (Jo 20,20) ...Este evento tem tido também uma notável influência  na origem e desenvolvimento da devoção ao Sagrado Coração pela Igreja.(167)

A devoção ao Sagrado Coração era particularmente forte na época da Idade Média. Muitos Santos desenvolveram e encorajaram esta devoção...Percebiam no Sagrado Coração o “refúgio”, no qual encontramos a cura, a misericórdia, o lugar de encontro com Ele, a fonte do amor infinito do Senhor, a fonte da qual brota a água do Espírito, a verdadeira terra prometida e o verdadeiro paraíso.(169)

Na época moderna o culto ao Sagrado Coração do Salvador teve novo desenvolvimento. No momento em que o jansenismo proclamava os rigores da justiça divina, a devoção ao Coração de Cristo foi um antídoto para suscitar nos fiéis o amor ao Senhor e a confiança na sua infinita misericórdia, simbolizado pelo Seu Coração.(170)

A piedade popular tende a identificar uma devoção com a sua representação icnográfica. Isto é algo normal, e um fenômeno positivo. Entretanto, inconvenientes podem aparecer: ... imagens com um caráter muito sentimental e adocicado são incapazes de  manifestar uma devoção com um conteúdo teológico robusto e não favorecem a aproximação dos fiéis ao Mistério do Sagrado Coração de nosso Salvador...
O Sagrado Coração é Cristo crucificado, Seu lado perfurado com uma lança, com Seu sangue e água brotando. (Jo 19, 34). (173)


Fonte: Diretório sobre a Piedade Popular - Congregação para o Culto Divino,Vaticano-2001

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