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domingo, 30 de setembro de 2012
Homilia do 26° Domingo do tempo comum

Homilia do 26° Domingo do tempo comum



Homilia em áudio (MP3) do 26° Domingo do tempo comum - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
O Senhor convida-nos hoje a reflectir sobre os que vivem em ambientes diversos dos nossos e que fazem todo o bem que podem. Lembremo-nos que o Espírito sopra onde quer e não os invejemos, pois isso seria fanatismo, talvez inconsciente. Por isso, deveremos estar abertos à luz de Deus, a fim de que nos ajude a discernir e a agir em situações que por vezes são difíceis ou delicadas.

Evangelho (Marcos 9,38-43.45.47-48)
Domingo, 30 de Setembro de 2012

Naquele tempo, João disse a Jesus: “Mestre, vimos um homem expulsar demônios em teu nome. Mas nós o proibimos, porque ele não nos segue”.
Jesus disse: “Não o proibais, pois ninguém faz milagres em meu nome para depois falar mal de mim. Quem não é contra nós é a nosso favor.
Em verdade eu vos digo: quem vos der a beber um copo de água, porque sois de Cristo, não ficará sem receber a sua recompensa.
E, se alguém escandalizar um destes pequeninos que creem, melhor seria que fosse jogado no mar com uma pedra de moinho amarrada ao pescoço.
Se tua mão te leva a pecar, corta-a! É melhor entrar na Vida sem uma das mãos, do que, tendo as duas, ir para o inferno, para o fogo que nunca se apaga.
Se teu pé te leva a pecar, corta-o! É melhor entrar na Vida sem um dos pés, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno.
Se teu olho te leva a pecar, arranca-o! É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só, do que, tendo os dois, ser jogado no inferno, ‘onde o verme deles não morre, e o fogo não se apaga’”.



Baixe Aqui a Homilia






sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A importância do retiro espiritual

A importância do retiro espiritual


Sua comunidade tem o costume de realizar retiros?

As pastorais de sua paróquia têm em seus cronogramas anuais tal atividade? Os catequistas e demais lideranças costumam se fortalecer em alguns dias de afastamento?? Esse artigo trará algumas importantes respostas para suas principais dúvidas.

Retiro significa sair do seu lugar de convívio, afastar-se; deixar suas atividades para buscar uma reflexão... Lembro ainda que a palavra Retiro é mais ampla, pois se refere a todos aqueles que se recolhem para orar, tendo assim um encontro mais profundo com Deus (Mt 6, 5-8). Todas as pastorais deveriam ter, em seu cronograma anual, um retiro espiritual. E também os catequistas deveriam participar de tais atividades, pois precisam também encher “suas talhas” com a Graça de Deus, visando que elas não fiquem secas.

- POR QUE DEVEMOS FAZER RETIROS?

O Retiro é fundamental para fortalecer a fé das pessoas, pois elas deixam suas preocupações diárias para voltar seu pensamento para o Senhor. E nesses dias de refúgio, os jovens e adultos podem perceber a importância de suas famílias, a valorização das amizades, além de todos poderem passar pelo “deserto” entendendo a plenitude da fé. Lembro que o “deserto” não dever ser visto como algo sem vida, estéril, ou duro de caminhar, mas como algo fértil. E essa fertilidade poderá nos transformar e nos renovar na caminhada.

Não podemos esquecer que Jesus, em vários momentos, saía várias vezes para rezar, para meditar:

“Venham vocês também para um lugar deserto e descansem um pouco” (Mc 6, 31)
“Partiram na barca para um lugar solitário, à parte”.(Mc 6, 32)
“Retirou-se para uma região vizinha do deserto, a uma cidade chamada Efraim, e ali se detinha com seus discípulos.” (Jo 11, 54).
Num daqueles dias ele subiu com os seus discípulos a uma barca. Disse ele: Passemos à outra margem do lago. E eles partiram. (Lc 8, 22)
“A hora já estava bem avançada quando se achegaram a ele os seus discípulos e disseram: Este lugar é deserto, e já é tarde”. (Mc 6, 35).
“Mas ele costumava retirar-se a lugares solitários para orar”.(Lc 5, 16).

Os retiros espirituais, de formação, as vivências ou os chamados acampamentos são muito importantes para aprofundar nossa fé. Os retiros podem ser de metade de um dia, de um dia, de três dias, de uma semana... Depende da sua finalidade e do público-alvo.

- EIS UMA DICA

É interessante dividir a coordenação em equipes visando dinamizar a organização e também diminuir que cada um fique sobrecarregado. Equipe de finanças, cozinha, música, momentos de oração, formação, intercessão, apoio, dinâmica, ornamentação, dentre outros. Nem sempre nossas coordenações são grandes em números e essas “mini-equipes” ficam representadas por uma ou duas pessoas, todavia, já é uma boa divisão de tarefas.Nas reuniões preparatórias cada equipe apresenta seus avanços e o retiro vai tendo sua estrutura montada. Peça, se possível, a presença do sacerdote em algumas dessas reuniões, visando apresentar o que vem sendo estruturado e pedindo orientações e sugestões.

- COMO PREPARAR TAL EVENTO

Para a realização dessa atividade, é necessário ter em mente o objetivo do retiro, ver a realidade do grupo e buscar apoio e orientação com o sacerdote de sua comunidade. A equipe de coordenação precisa estar fortalecida e sem problemas internos, pois algo assim pode comprometer seu evento. Eis as principais etapas da organização:


    Pensar o tema do retiro (ponto fundamental que abrangerá as demais partes do evento);


    Projetar o programa (corpo do retiro com as pregações, os momentos de oração, animações, desertos, lembrancinhas, celebração com o padre, as músicas, as dinâmicas, a ornamentação...)


    - Pesquisar o melhor local (é necessário pesquisar um local que traga as melhores condições para receber os retirantes e para a realização das atividades pensadas no programa do Retiro).

Além dessas medidas, é necessário lembrar do transporte, da alimentação, lista do que levar, Missa de entrega, autorização dos responsáveis, possíveis gastos, os horários, material de primeiros socorros, mensagens dos amigos e responsáveis.

- COLHENDO OS FRUTOS

Cada Retiro é um momento único, mesmo que você repita o tema e as atividades nos ano seguinte. Não se podem prever as suas realizações em cada pessoa, mas tenha certeza que o Espírito Santo irá agir e fará que esse retirante tenha um encontro maior com Deus. Talvez você pense que essa atividade requer muitas atenções, traz inúmeras dificuldades e obstáculos para a sua realização, porém não se esqueça que você não estará sozinho(a)! O sacerdote é o seu maior aliado e ainda você dispõe da sua equipe de coordenação.

Ao iniciar esse grandioso projeto, você irá compreender a importância dos retiros na vida das pessoas; entenderá que será necessária persistência e trabalho árduo para montar toda a sua estrutura; ter toda a calma e paciência para executá-lo junto com sua equipe; achará as respostas para suas principais dúvidas e verá o quão maravilhoso é o seu resultado, pois os retiros são magníficos momentos de forte interiorização e maior sintonia com nosso amado Deus. Lance essa idéia em seu grupo, movimento ou pastoral.

- TOME NOTA!!

Devido a falta de literatura sobre o tema, foi feito um livro (Como preparar um Retiro) que orienta todas essas tarefas descritas acima e ainda traz inúmeros exemplos de retiros já realizados para exemplificar toda a teoria explicada no decorrer do mesmo.

Fica a sugestão de leitura para que catequistas, agentes de pastoral e sacerdotes possam ter suas dúvidas sanadas para ampliar e aprofundar seus retiros.



Fonte: Catequese de Crisma


segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Conhecendo a realidade dos jovens

Conhecendo a realidade dos jovens


Conhecer os jovens é condição prévia para evangelizá-los. Não se pode amar nem evangelizar a
quem não se conhece. Por esse motivo, iniciamos com alguns elementos das realidades juvenis, buscando
conhecer a geração de jovens cuja evangelização se apresenta como um dos grandes desafios
da Igreja neste início do século XXI. É necessário ter em conta a variedade de comportamentos e
situações da juventude hoje e a dificuldade de delinear um único perfil da mesma no mundo e
no Brasil. Além do mais, trata-se de uma situação exposta à oscilação constante, marcada ainda
com maior impacto pela velocidade social das mudanças culturais e históricas, com as vulnerabilidades
e potencialidades dos jovens, tudo isso confrontado com uma experiência significativa da
Igreja quanto à evangelização da juventude.
As transformações culturais e os jovens
 A modernidade abriu as portas do mundo para
uma nova atitude do homem e da mulher face à vida, acentuando a centralidade da razão, a
liberdade, a igualdade e a fraternidade. Num primeiro momento, a Igreja fragilizou-se ao resistir
à possibilidade de mudança, distanciando-se da juventude, da sua linguagem, de suas expressões
e maneiras de ser e viver diante do avanço da modernidade. Uma das finalidades do Concílio
Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII,era ajustar melhor as instituições da Igreja às
necessidades de nosso tempo.
 Nas últimas décadas, ao lado da cultura moderna
vem-se fortalecendo a cultura pós-moderna. A pós-modernidade não é uma nova cultura que se
contrapõe de modo frontal à modernidade. Constatam-se mudanças no cenário, grande velocidade
e volume da informação, rapidez na mudança do cotidiano por parte da tecnologia, novos códigos
e comportamentos. Devido à globalização e ao poder de comunicação dos meios eletrônicos,
essas mudanças vêm penetrando fortemente no meio juvenil.
 A pós-modernidade não substitui a modernidade.As duas culturas vivem juntas. Os valores da
modernidade continuam sendo importantes para os jovens: a democracia, o diálogo, a busca de
felicidade humana, a transparência, os direitos individuais, a liberdade, a justiça, a sexualidade,
a igualdade e o respeito à diversidade. Uma Igreja que não acolhe esses valores encontra grandes
dificuldades para evangelizar os jovens.
 Os jovens de hoje e a Igreja em que vivem são influenciados pelos impactos da modernidade
e da pós-modernidade. Alguns elementos deste momento histórico exercem grande influência na
mentalidade, nos valores e no comportamento de todas as pessoas. Ignorar estas mudanças é dificultar
o processo de evangelização da juventude — o grupo social que assimila esses valores e
mentalidade com mais rapidez. Uma evangelização que não dialoga com os sistemas culturais é
uma evangelização de verniz, que não resiste aos ventos contrários.
 Dentre os muitos elementos da nova cultura pós-moderna que influem no processo de
evangelização dos jovens e no fenômeno da indiferença de uma parcela da juventude face
à Igreja, destacamos a subjetividade, as novas expressões da vivência do sagrado e a centralidade
das emoções.

Documento 85 da CNBB "Evangelização da Juventude - Desafios e Perspectivas Pastorais"
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Prepare seus filhos para o Sacramento da Confissão

Prepare seus filhos para o Sacramento da Confissão


O CAMINHO DO CONFESSIONÁRIO!

Como em toda a educação, aqui é também imenso o papel dos pais, tanto como diretamente como indiretamente. Na formação da consciência as crianças pequenas se guiam totalmente pelo que dizem e fazem os pais. Para elas constituem eles toda a autoridade do bem e do mal: vale o que dizem os pais. Vê-se então que estes devem ter muito boa consciência e muito cuidado em suas palavras e atos, a fim de não formar erradamente os filhos.

Até cinco ou seis anos, medem as crianças o bem ou mal pelo agrado ou desagrado causado aos pais. Importa, então, agir com muitodiscernimento, agradando-se do bem moral e de desagradando do mal moral, muito mais que de qualquer falta outra que cometas as crianças.

Evite-se dar demasiada importância a certos defeitos puramente naturais: é mais grave mentir que quebrar um prato; muito mais grave vingar-se do que rasgar a roupa no jogo. E os pais devem ser razoáveis no trato dessas faltas, porque pelas suas atitudes é que as crianças julgam da gravidade delas.

Prestem os pais atenção a certos atos, praticados com intenção deliberadamente má. É interessante notar que as crianças alegam, às vezes, a má intenção como desculpa. “Quebrei o carrinho dele porque ele me bateu”. O que eles alegam como excusante é, pelo contrário, agravante.

Se a criança é ainda muito pequena, não vamos falar propriamente em pecado, mas é imprescindível mostrar-lhe que fez o mal, e habituá-la a pedir perdão a Deus, relacionando logo o mal com a ofensa a Deus, que é também quem pode perdoar. Os pais perdoam em lugar de Deus...

A própria maneira de se portarem os pais quando a esse perdão influi na formação do filho para a Confissão, embora não o percebam. De fato, - se perdoam sem exigir arrependimento nem respeito de emenda, dão a entender que a falta é coisa de pouca monta, ou sem valia; e assim pensa a criança que poderá portar-se com a Confissão; - se tomam uma atitude por demais severa, levam a criança a dissimular para escapar aos rigores: e assim poderão mais tarde agir na Confissão, disfarçando pecados ou fugindo ao confessionário por temor: - se perdoam com demasiada facilidade, correm o risco de extirpar da consciência infantil o temor de Deus, o medo de pecar, o arrependimento, o desejo de emenda, facilitando a insensibilidade moral e a recaída nos pecados.

Se, porém, perdoam, exigindo que se arrependam, e prometam não reincidir, agem acertadamente, porque não tornam muito penosa a confissão da falta (e por extensão a Confissão) e exigem (como Deus exigirá na Confissão) arrependimento e propósito.

As crianças transferem com muita naturalidade o modo de agir dos pais com relação às suas faltas para a atuação do confessor. É bom, então, que saibam que Deus acolhe com misericórdia o pecador, mas exige que se arrependa e se emende. Muito contribui para a atitude das crianças em face da Confissão a que elas virem ser a dos próprios pais. Se estes se confessam a miúde e falam da Confissão com felicidade, claro que ensinam aos filhos o caminho do confessionário. Os outros, infelizmente, não!

SENSO DO PECADO - EDUQUE SEU FILHO(A)

É uma das conseqüências do senso de Deus. O homem perdeu o senso do pecado porque perdeu primeiro o senso de Deus. Se para nós Deus é (e será sempre) o Senhor, Senhor de tudo, Senhor absoluto, então a sua Lei é a suprema regra da vida, e importa obedecer-lhe acima de todas as coisas, sejam quais forem as conseqüências humanas.

E se Deus é para nós o Pai, que nos ama como a melhor das mães ama a seu filho, Pai previdente que faz por nós as maravilhas de sua onipotência e nos dá as mais estupendas provas de seu amor, é preciso amá-Lo de “todo o coração, de toda a alma, com todas as forças”. (Cf. Lc. 10,27).

Se dermos à criança o senso de Deus, damos-lhe, por isso mesmo, o senso do pecado. Ela sabe e sente que nada há mais importante do que obedecer a Deus, e nada lhe doerá mais do que ofender ao Pai de tanta bondade e tanto amor. É este o primeiro aspecto do pecado que devemos apresentar: - ele é uma ofensa a Deus, paga de ingratidão a quem nos ama com amor infinito, é uma recusa de amor de Deus, um “não!” ao Pai do Céu.

Dando à criança esta atitude em face do pecado, é mais fácil dar-lhe o sendo de reparação:

- Se desobedecer a uma ordem do Soberano Senhor, devo apresentar-Lhe desculpas;

- Se ofender a um Pai tão bom, devo dizer-Lhe que estou arrependido e que nunca mais farei essa ingratidão.

Só em segundo lugar apresentaremos os efeitos do pecado em nós. São graves, terríveis:

- Expulsa de nós o Espírito Santo;

- Priva-nos da condição de filhos de Deus;

- Despoja-nos de todos os méritos;

- Entrega-nos ao Demônio;

- Condena-nos ao inferno.

Nada se pode imaginar de pior ... para o homem. Mas o pecado é, antes de tudo, a ofensa a Deus, e só depois podemos considerar o mal que ele nos faz. Primeiro, Deus ofendido; depois, o homem arruinado. É o mesmo ato que produz os dois efeitos; mas consideraremos primeiro o que é mais grave. Este aspecto deve ser mais salientado do que até agora tem sido. Isto não significa que menosprezemos os efeitos do pecado para nós. Não; até porque nada há de mais funesto para o homem, sendo mesmo a única verdadeira desgraça (desgraça) que nos pode acontecer. Aliás, o senso do bem espiritual ajuda-nos a avaliar o mal do pecado. Quem sabe: - apreciar a beleza da graça santificante;

- prezar o inefável dom da habilitação de Deus em nós;

- estimar devidamente a felicidade de poder gozar da amizade divina.

Esse saberá também avaliar o que seja o pecado:

- rompimento com Deus;

- destruição da vida divina em nós;

- sujeição ao demônio.

Por isso um dos meios eficazes de infundir horror ao pecado é dar o amor ao estado de graça, a prática habitual da virtude, o gosto da consciência tranqüila. O hábito da vida consciente em graça dará o senso do pecado, com o hábito da limpeza da à criança e repugnância à sujeira.

Mas, (permita a insistência), apesar de tudo, é secundário. O primeiro valor é o que se refere diretamente a Deus: - o pecado é uma ofensa à Bondade Infinita.

CRIANÇAS E O SILÊNCIO

O "silêncio". Indico quase sempre o "silêncio" e dou-lhe uma importância que alguns catequistas reputarão exagerada. Mas não é.

Já por si exteriorizada e dispersiva, tem a criança atual um mundo trepidante a chamá-la para fora, distraí-la, prendê-la ao sensível. Habituá-la, pois, a um instante de silêncio, chamá-la a concentrar-se, a pensar em determinado assunto que lhe escapa aos sentidos, é ensinar-lhe a dominar o mundo exterior, a fixar o pensamento num objeto desejado, a vencer as próprias distrações, a conseguir aos poucos o domínio das faculdades inferiores pelas superiores. Aplicando-as às coisas religiosas, estamos orientando-a para a oração - que passará de mecânica repetição de palavras, às vezes sem a mínima atenção, para um encontro consciente do homem com Deus, uma verdadeira conversa, uma "elevação da alma a Deus", como quer a própria definição.

Este "silêncio" tem suma importância, inclusive para nós. Começássemos sempre com ele as nossas orações, e veríamos como escassearia a distração, que corrói como o cupim que deixa da madeira apenas a forma.

Excertos do livro: Preparação para a Primeira Comunhão – Mons. Álvaro Negromonte
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Hino Oficial JMJ Rio2013

Hino Oficial JMJ Rio2013

Foi lançado esta semana o clipe oficial da JMJ 2013 no Rio de Janeiro "Esperança do Amanhecer".
 A música e o clipe podem ser conferidos e baixados no site oficial da JMJ. A Jornada Mundial da Juventude acontecerá entre 23 e 28 de julho de 2013 e deve receber cerca de quatro milhões de jovens de todo o mundo.
Acompanhe o vídeo e a letra da música abaixo.



(Hino Oficial da JMJ Rio2013)

Sou marcado desde sempre
com o sinal do Redentor,
que sobre o monte, o Corcovado,
abraça o mundo com Seu amor.

(Refrão)

Cristo nos convida:
"Venham, meus amigos!"
Cristo nos envia:
"Sejam missionários!"

Juventude, primavera:
esperança do amanhecer;
quem escuta este chamado
acolhe o dom de crer!
Quem nos dera fosse a terra,
fosse o mundo todo assim!
Não à guerra, fora o ódio,
Só o bem e paz a não ter fim.

Do nascente ao poente,
nossa casa não tem porta,
nossa terra não tem cerca,
nem limites o nosso amor!
Espalhados pelo mundo,
conservamos o mesmo ardor.
É Tua graça que nos sustenta
nos mantém fiéis a Ti, Senhor!

Atendendo ao Teu chamado:
"Vão e façam, entre as nações,
um povo novo, em unidade,
para mim seus corações!"
Anunciar Teu Evangelho
a toda gente é transformar
o velho homem em novo homem
em mundo novo que vai chegar.
O que é preciso para entrar no ministério?

O que é preciso para entrar no ministério?




Certo dia, um amigo que gostava muito de música e frequentava a paróquia e o grupo de oração perguntou-me: “O que é necessário para entrar no ministério de música?”. Apesar da pouca experiência como ministro de música, a resposta me veio logo à boca: “É preciso ter dois ouvidos: um para a música e outro para Deus”.

Muitas pessoas admiram o ministério de música por alguns motivos, tais como: o poder que a música tem de envolver os nossos sentimentos e prender a nossa atenção; a beleza dos cânticos e dos sons dos instrumentos; o estar “à frente” diante do grupo de oração; entre outros. E muitas dessas pessoas desejam também fazer parte desse ministério.

O primeiro passo a dar é saber se temos o “dom”. As pessoas já nascem com ele e durante sua vida o aperfeiçoam, principalmente no que diz respeito ao cantar. É importante verificar se temos noções de ritmo, melodia, afinação, tanto para cantar quanto para tocar. Nesse caso, chamo essas características de “ter ouvido para a música”.

Como é precioso, e até mesmo necessário, entrar numa escola e estudar música, aprender e aperfeiçoar o instrumento, conhecer e aplicar técnicas vocais, etc. Se você tem condições de frequentar essas aulas, não perca tempo, invista nisso. Devemos dar o melhor para Deus. Pratique muito, ensaie, amplie o seu repertório, aprenda novas canções, enfim, invista no dom. O dom de Deus cresce em nós à medida que o praticamos.

Até aqui, demos um passo quando descobrimos que somos músicos. No entanto, para ser ministros [de música] precisamos ter ouvido para Deus. Assim como o nosso ouvido precisa estar afinado para a música, como servos de Deus, ele também precisa estar afinado para a voz do Senhor. Servimos ao Rei dos reis e por isso precisamos escutar o que Ele tem para nos dizer, Suas ordens, Seus desígnios e desejos.

Como ter um ouvido para Deus e aperfeiçoá-lo? Através da oração. Somente com uma contínua e crescente vida de oração seremos capazes de nos tornar íntimos do Senhor, escutar a Sua voz e permitir que Ele nos use de acordo com Sua vontade. Por isso, da mesma forma que você estuda a música, tenha uma vida de oração.

De músicos o nosso mundo está cheio, homens e mulheres de vozes belíssimas que nos encantam com suas canções, que causam nossa admiração ao tocarem instrumentos, mas não preenchem nosso coração, pois essa ação somente Deus pode realizar.

A natureza nos deu dois ouvidos, que seja um para a música e outro para Deus. Esse é o ministro de música!

Deus os abençoe,

Com orações,

Emanuel Stênio
Comunidade Canção Nova
domingo, 16 de setembro de 2012
Homilia do 24º Domingo do tempo comum

Homilia do 24º Domingo do tempo comum


Homilia em áudio (MP3) do 24º Domingo do tempo comum - Padre Justino Cortês (convidado) Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mc 8,29). Seríamos, nós, capazes de responder com exatidão essa pergunta? Concedo que respondê-la com exatidão não é tão fácil, pois trata-se de ir aprofundando no conhecimento de Cristo a tal ponto de podermos dizer com o Apóstolo: “julgo como perda todas as coisas, em comparação com esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com ele” (Fl 3,8-9).

Evangelho (Marcos 8,27-35).
Domingo, 16 de Setembro de 2012.

Naquele tempo, Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”.
Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.
Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito.
Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias.
Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo.
Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo: “Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”.


Baixe aqui a Homilia


sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Virgem de Sião

Virgem de Sião



 O Filho de Sião tem seu modelo em Nossa Senhora. O concilio vaticano II chama-a de excelsa “ Filha de Sião” que sobressai entre os humildes e pobres do Senhor.
É a  que viveu por excelência  o verdadeiro ser Sião.
Adoradora: Maria recebeu o verbo encarnado no seu ventre, antecipando assim em certa medida, o que se realiza sacramentalmente em nós, quando recebemos a sagrada comunhão. E na visitação a sua prima Isabel levou em si Jesus, tornando-se assim, o primeiro sacrifício da história.
 Sejamos autenticamente Marianos , para sermos autenticamente Eucarísticos.
Aprendamos com ela a sermos almas Eucarísticas.
  Aquele Jesus que faz-se presente na Eucaristia, com seu corpo, sangue,alma e divindade é o mesmo que nasceu em Belém. Jesus Eucarístico é o verdadeiro Filho de Maria, que por sua vez é portanto, verdadeira mãe da Eucaristia.
O amém que pronunciamos ao recebermos a comunhão é semelhante ao faça-se de Maria.
Como Maria creu naquilo que o Senhor lhe revelara, a igreja crê, sem hesitação, na Eucaristia.
Se quisermos redescobrir em toda a sua riqueza a relação intima entre a igreja e a Eucaristia, não podemos esquecer Maria, mãe e modelo da igreja.(João Paulo II)
Maria mulher do louvor:  Minha alma glorifica ao Senhor , meu espírito exulta de alegria em Deus meu salvador.
Assim como Maria nós devemos ser alegres em Deus, mesmo no meio de contradições e dificuldades, desafios e dores, deste tempo  de grande tribulação, pois o filho de Sião não murmura, louva, Maria nunca murmurou.
Desde que Deus criou o homem, este é convidado a viver uma aliança de amor, e ser um cooperador Dele. Sabemos que desde o principio, a história da humanidade está marcada pela infidelidade a esta aliança de amor, e o demônio vive a nos tentar para que quebremos esta aliança.
Nossa Senhora jamais quebrou esta aliança, foi fiel ao convite de Deus desde o principio. O grande segredo de Maria para esta fidelidade, foi sua humildade e confiança. Maria se fez sempre pequena serva e nunca quis ser cheia de privilégios.
Orgulhosos como somos, bastamos fazer pouco para julgarmos merecedores de grandes favores de Deus e dos irmãos.
Maria foi anti-orgulho.
Se ela tivesse sentido orgulho provavelmente teria chamado Isabel para servi-la. Teria achado ela ser o centro e digna de ser servida.
   Maria não era centrada em si mesma, não vivia em torno de si mesma e de seus planos mas em torno de Deus e de Sua vontade. Ela não tentava misturar sua vontade com a vontade Deus, mas abandonou inteiramente sua vontade em prol de fazer o que Deus lhe pedira. Maria confiou extremamente em Deus. Ela não colocou sua confiança em pessoas, em coisas,títulos, elogios ou confirmações que viessem de outros. Maria simplesmente deu o seu ser para que nela se cumprisse a vontade de Deus e sabia que esta vontade exigia dela abandonar seus próprios planos e sonhos.


Ministério de Formação Filhos de Sião.
Encontro da Comunidade Filhos de Sião.
28/05/06.




terça-feira, 11 de setembro de 2012
Cronologia de Santa Terezinha do menino Jesus

Cronologia de Santa Terezinha do menino Jesus


ALENÇON (1873-1877)
02/01/1873 às 23:30 hs.
Nasce Maria Francisca Teresa Martin, à Rua Sainte-Blaise, 36, hoje 42.

04/01/1873
Batismo na igreja de Nossa Senhora, pelo Pe. Lucien Dumaine. Padrinhos: a irmã mais velha, Marie (13 anos) e Paul Albert Boul (13 anos).

14/01/1873
Primeiro sorriso à sua mãe.

15/03 ou 16/03/1873
Partida para Semallé (Orne), casa de Rosa Taillé, a fim de ser amamentada.

02/04/1874
Retorna definitivamente para sua casa.

24/06/1874
Começa a falar quase tudo.

29/03/1875
Viagem com a mãe até Mans para visitar Irmã Maria Dositéia, no mosteiro da Visitação

16/07/1876
Primeiro retrato. Faz beicinhos para o fotógrafo.

24/12/1876
Sua mãe, Zélia Martin, consulta com Dr. Notta, em Lisieux, a respeito de seu tumor no seio. Não é mais possível fazer uma cirurgia.

03/04/1877
Aos quatro anos: "Serei religiosa em um claustro".

04/04/1877
Primeiro escrito de Teresa: um bilhete a Luisa Madalena, amiga de Paulina.

18 a 23/06/1877
Sra. Martin, Maria, Paulina e Leônia fazem uma peregrinação a Lourdes

28/08/1877
Morre da Sra. Martin

29/08/1877
Sepultamento da Sra. Martin. Teresa escolhe Paulina como sua segunda mãe.

LISIEUX - LES BUISSONNETS (1877-1888)

15/11/1877
Chegada de Teresa e suas irmãs a Lisieux, aos cuidados do tio Guérin

16/11/1877
Instalação nos Buissonnets

30/11/1877
Chega o pai, Sr. Louis Martin

08/08/1878
Pela primeira vez, Teresa vê o mar, em Trouville

Verão de 1879 (ou em 1880)
Visão profética a respeito da provação de seu pai

01/12/1880
Primeira carta (que se conserva) que ela escreveu sozinha (a Paulina)

12/01/1882
Inscrição na Obra da Santa Infância

16/02/1882
Paulina decide ingressar no Carmelo

verão 1882.
Fica sabendo da partida próxima de Paulina. Sente-se chamada ao Carmelo. Fala com Madre Maria de Gonzaga

Outubro 1882
O nome Teresa "do Menino Jesus" lhe é proposto por Madre Maria de Gonzaga.

25/03/1883
Páscoa. Sr. Martin, Maria e Leônia estão em Paris. Teresa ado



06/04/1883
Tomada de hábito de Paulina (Irmã Inês de Jesus). Teresa pôde abraçar sua irmã no locutório.

07/04/1883
Recaída, nos Buissonnets.

13/05/1883
Pentecostes. Sorriso da Virgem, cura repentinamente Teresa.

01/10/1883
Ano de preparação para a Primeira Eucaristia.

02/04/1884
Exame do catecismo

04/05/1884
Retiro preparatório de quatro dias.

07/05/1884
Confissão geral

08/05/1884
Primeira Eucaristia na Abadia das Beneditinas. Profissão de Irmã Inês de Jesus no Carmelo.

22/05/1884
Comunga pela segunda vez.

14/06/1884
Crisma, por Dom Hugonin, bispo de Bayeux, na Abadia. Madrinha: Leônia, sua irmã.

25/09/1884
Inscreve-se na Confraria do Santo Rosário

14/12/1884
Teresa é nomeada Conselheira da Associação dos Santos Anjos, na Abadia.

26/04/1885
Inscreve-se na Confraria da Sagrada Face de Tours

15/10/1885
Inscreve-se no Apostolado da Oração

02/02/1886
Recepção como aspirante das Filhas de Maria.

15/10/1886
Entrada de Maria no Carmelo (Irmã Maria do Sagrado Coração de Jesus)

25/12/1886
Aos trezes anos, depois da Missa da Meia Noite, Graça da Conversão, nos Buissonnets.

29/05/1887
Pentescostes. Teresa consegue do pai licença para ingressar no Carmelo aos quinze anos de idade.

31/10/1887
Visita a Dom Hugonin, em Bayeux, para solicitar ingresso no Carmelo.

20/11/1887
Audiência de Leão XIII. Teresa apresenta seu pedido ao Papa.

28/12/1887
Resposta favorável de Dom Hugonin à priora do Carmelo, Me. Maria de Gonzaga, para admissão de Teresa.

01/01/1888
Resposta positiva, mas o Carmelo delonga em três meses a entrada de Teresa, para depois da Quaresmas.

09/04/1888
Festa da Anunciação. Entrada de Teresa no Carmelo de Lisieux.

NO CARMELO (1888-1897)

9/04/1888 a 10/01/1889
Postulantado

abril 1888
ocupação: rouparia. Deve também varrer um dormitório.

28/05/1888
Confissão geral ao Pe. Pichon

fim de outubro de 1888
Teresa é admitida pelo Capítulo Conventual à tomada de hábito.


Novembro de 1888
em razão do estado de saúde do Sr. Martin, a tomada de hábito de Teresa é adiada

10/01/1889
Tomada de hábito. Última festa para o Sr. Martin. Teresa acrescenta "da Santa Face" ao seu nome religioso.

10/01/1889 a 24/09/1890
Noviciado

Janeiro 1889
Ocupação: refeitório, com Irmã Inês de Jesus e serviço de vassoura.

Julho 1889
Teresa recebe uma graça marial no eremitério de Santa Madalena e "semana do silêncio".

Janeiro 1890
Retardamento da profissão de Teresa. Ela lê Les fondements de la vie spirituelle, do Pe. Surin.

28/08/1890
início do retiro para profissão. Secura espiritual.

02/09/1890
Exame canônico na capela.

07/09/1890
Teresa duvida de sua vocação

08/09/1890
Profissão de Teresa. "Inundada de um rio de paz"

10/02/1891
Designada como segunda sacristã com Irmã Santo Estanislau

07 a 15/10/91
Retiro pregado pelo franciscano Fr. Alexis Prou. Teresa é lançada "nas ondas da confiança e do amor"

12/05/1892
Última visita do Sr. Martin ao locutório.

02/02/1893
Compõe sua primeira poesia, O orvalho Divino.

20/02/1893
Eleição de Madre Inês como Priora. Teresa torna-se auxiliar da Mestra de Noviças, Madre Maria de Gonzaga.

02/01/1894
Atinge a maioridade. Compõe "A Missão de Joana d'Arc"

Primavera 1894
Começa a sofrer da garganta

29/02/1894
Morte do Sr. Martin no Castelo de La Musse (Eure), às 8h e 15m.

Dezembro 1894
Recebe da Madre Inês de Jesus a ordem de escrever suas memórias.

1895
ano da redação do Manuscrito A

abril 1895
Confidencia a Irmã Teresa de Santo Agostinho: "Morrerei em breve".

09/06/1895
Recebe, durante a missa, a inspiração de oferecer-se ao Amor Misericordioso.

11/06/1895
Faz, com Celina, a oblação do Amor, diante da Virgem do Sorriso.

17/10/1895
Teresa é designada, por Madre Inês, irmã espiritual do Pe. Maurício Bellière, seminarista e aspirante a missionário.

20/01/1896
Teresa entrega a Madre Inês o Manuscrito A.



21/03/1896
Difícil eleição (sete dias) de Madre Maria de Gonzaga. Teresa é confirmada no cargo de Mestra auxiliar no noviciado. Outros ofícios: sacristia, pintura, rouparia (com Maria de São José).

2 a 3/03/1896
Noite de Quinta para Sexta-feira Santa: primeira hemoptise, na cela.

05/04/1896
Entrada "nas mais densas trevas", provação da fé, que durará até sua morte.

30/05/1896
Madre Maria de Gonzaga confia a Teresa um segundo irmão espiritual: Pe. Roulland, das Missões Estrangeiras.

08/09/1896
Redação da segunda parte do Manuscrito B

Início de abril 1897
Gravemente enferma.

06/04/1897
Início das Últimas Palavras.

03/06/1897
Redação do Manuscrito C, por ordem de Madre Maria de Gonzaga.

08/07/1897
Teresa desce para a enfermaria. Manuscrito C inacabado

30/08/1897
Última fotografia, no claustro

14/09/1897
Desfolha uma rosa sobre o crucifixo.

29/09/1897
Agonia. Confissão ao Pe. Faucon.

30/09/1897
Morte de Teresa, diante da comunidade reunida, por volta das 19h e 20m.

04/10/1897
Sepultamento no Cemitério de Lisieux

VIDA PÓSTUMA

30/09/1898
Publicação de 2000 exemplares de "História de uma Alma".

26/05/1898
Reine Fauquet, menina cega de quatro anos de idade é curada sobre o túmulo de Teresa.

14/08/1921
Bento XV promulga o Decreto sobre a heroicidade das Virtudes da Venerável Serva de Deus.

29/04/1923
Beatificação da Irmã Teresa do Menino Jesus por Pio XI.

17/05/1925
Solene Canonização na Basílica de São Pedro, em Roma.

14/12/1927
Proclamada Padroeira Universal das Missões.

03/05/1944
Nomeada Padroeira secundária da França, juntamente com Santa Joana d'Arc.

30/09/1997
Primeiro Centenário de Sua Morte.

19/10/1997
Solene Proclamação como Doutora da Igreja, pelo Papa João Paulo II.

13/12/1997
A urna com suas relíquias chega ao Brasil para peregrinar por várias dioceses, trazida pelo Cardeal Primaz Dom Lucas Moreira Neves.

30/09/1998
Primeiro Centenário da Publicação de "História de uma Alma".

domingo, 9 de setembro de 2012
Homilia do 23º Domingo do tempo comum

Homilia do 23º Domingo do tempo comum


Homilia em áudio (MP3) do 23º Domingo do tempo comum - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Na Sua vida pública, Jesus passa distribuindo às mãos cheias os milagres. Eles manifestam o poder, a bondade e a solicitude de Deus por nós.


Evangelho (Marcos 7,31-37)
Domingo, 9 de Setembro de 2012.


Naquele tempo, Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole.
Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão.
Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer: “Abre-te!”
Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade.
Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam.
Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: Aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.


Baixe aqui a Homilia



quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Cuidai irmãos de confimar a vossa vocação !

Cuidai irmãos de confimar a vossa vocação !



Estamos aqui para discernir algo que é muito importante para a nossa vida, para a vida da  igreja, e daquelas pessoas que esperam o nosso sim, que esperam a manifestação do poder de Deus  através da nossa vida.
Vamos falar de dois personagens bíblicos, que assim como nós, também  foram chamados por Deus para doarem sua vida. E que irão nos ajudar a confirmar nossa vocação e eleição.
Êxodo 3 – chamado de Moisés.
Lucas 1,26 _ chamado de Maria.
Nós precisamos acreditar de que Deus é um Deus presente, que olha os seus filhos com amor, que cuida de nós como um vigia, que não dorme nem cochila.
Deus se manifesta a Moisés através de algo extraordinário; uma sarça que ardia, mas não se consumia.
 Se manifesta a Maria através de anjo que revela a vontade de Deus para ela.
Deus também se manifestou a você de uma forma extraordinária. Alguma coisa Deus fez que atraiu sua atenção.
Não por sermos ”bonzinhos”, mas por sermos os piores.
Deus olhou para você, interveio na sua história e como Moisés e Maria,  Ele também quer te confiar uma missão.
Deus chama Moisés e Maria pelos seus próprios nomes: Deus nos olha de uma maneira particular , enquanto que as pessoas não nos valoriza, Deus nos chama pelo nome:  Escute Deus te chamando pelo seu nome ( não temas, pois encontrastes graça diante de Deus).
Deus chama Moisés para libertar o povo da escravidão do Egito para entrar numa terra onde mana  leite e mel.
Deus chama  Maria para ser instrumento para entrada de Jesus na história da humanidade. Para livrar o povo da escravidão do pecado e dar a salvação.
 E você?
Porque Deus escolheu você ?
Qual povo que Deus constitui para que você fosse instrumento de salvação?
Aconteceu uma coisa com Moisés e Maria que acontece conosco.
Quando Deus nos coloca diante de Sua vontade, há uma pergunta que é inevitável:
Como vai acontecer isso?
Deus sabe tudo, Ele conhece nossos medos e dificuldades, Ele conhece tudo.
Maria pergunta: como se fará isso? O anjo à explica.
Maria dá um grande passo na fé, acredita simplesmente na palavra do anjo.
Moisés perguntou a Deus: como vão acreditar em mim?. Deus mostra sinais: a vara que se transforma em serpente, a mão leprosa, a água do rio Nilo que vira sangue.
Maria não pediu prova ao anjo. Mas Deus sabendo do medo que existe no coração do homem, mostra sinais:
Isabel, velha e estéril está com seis meses de grávida.
Deus dá uma injeção de confiança para Maria e para nós. Para Deus nada é impossível.!
Apesar de Moisés ver os sinais ele olha pra Deus e dá uma desculpa: Senhor  não sei falar ao povo. Nós também colocamos muitas desculpas para não dar nosso  sim a Deus, muitas justificativas, coisa que Maria não fez. Ela poderia dar a desculpa de estar noiva e que toda sua vida estava planejada.
Maria nos faz acreditar num Deus que tudo pode. Muitas vezes nós só acreditamos num Deus  que faz milagres,curas e prodígios.E não acreditamos que esse mesmo Deus tem poder para solucionar aquele possível problema que pode acontecer se nós dermos nosso sim.
Maria acreditou que Deus era também capaz de solucionar os problemas e conseqüências do seu sim.
Ou nós acreditamos no Deus que tudo pode ou em um Deus pode mais ou menos tudo.
Moisés diante de que Deus lhe falou, ele disse: Senhor manda quem você quiser, vai dar certo, contato que não seja comigo.
Maria; Se Deus me escolheu, só tenho uma coisa a dizer: Faça-se em mim segundo a vossa vontade.
Você: como tem reagido ao chamado de Deus?
Tem dado justificativas, como Moisés ou está pronto a dar o sim como Maria.
Graças a Deus que Maria não deu justificativas.
É claro que depois do sim de Maria e Moisés eles não viveram sossegados.
Moisés sofreu muito, pois o povo lhe dava bastante trabalho.
Hoje quem não é agradecido pelo sim de Moisés.
Alegrias e dores são conseqüências de um sim a Deus.
Deus precisa do sim agora, mesmo que com seu sim, você venha a chorar, a sofrer, ser perseguido, sentir-se sozinho, caluniado, mesmo assim Deus quer seu sim urgente.
Santa Terezinha nos diz : Mil vidas eu daria se as tivesse, para salvar uma só alma das muitas que vão o inferno.
Ela tinha uma grande noção o que era o céu e que era inferno e amava tanto as almas que queria não só dar sua vida, mas daria mil vidas pela a salvação das almas.
 Qual o sentimento que há em seu coração? Você olha para o mundo e ver como ele está e acha quem não tem nada com isso?
Você  olha com um olhar de quem precisa urgentemente fazer algo contra tudo isso?
Nós não fomos escolhidos nestes tempos atoa:
O mundo moderno é ao mesmo tempo dramático e fascinante: (João Paulo II)
Dramático: Vemos dor,desespero,incredulidade,no meio do povo de Deus.
Fascinante: O mundo é propício de ser semeado a palavra de Deus. Você percebe como as  pessoas tem sede, carência de Deus. Querem ter felicidade na vida  mas não sabem onde buscar.
Deus recolhe a todos para formar um grande exercito para salvar almas. Se você der não para Deus, Ele chamará outros. Não dar pra fazer corpo mole, não temos tempo para isso! Olhe para você, olhe para sua comunidade, olhe para Deus. Olhe para o povo que necessita do seu sim e pare de inventar desculpas, para não fazer o bem que  Deus quer fazer através de você. Dê um sim generoso, como é generoso o amor de Deus para com você!
Amém. Em tuas mãos eu me abandono Senhor.


Retiro; Coração de Jesus. Aspirantes e postulantes.
Data: 28,29 e 30 de maio de 2005.
Ministério de Formação Filhos de Sião.


terça-feira, 4 de setembro de 2012
Mês da Bíblia

Mês da Bíblia



Setembro foi escolhido pelos Bispos Católicos do Brasil como o Mês da Bíblia em razão da festa de São Jerônimo, celebrada no dia 30 do mês.

São Jerônimo, que viveu entre 340 e 420, foi o secretário do Papa Dâmaso e por ele encarregado de fazer a tradução da Sagrada Escritura do hebraico e grego para o latim. Essa versão latina feita por esse santo recebeu o nome de Vulgata, que, em latim significa “popular” e o seu trabalho é referência nas traduções da Bíblia até os nossos dias.

A proposta para o Mês de setembro de 2012 é o estudo do Evangelho segundo Marcos associada ao Projeto Nacional de Evangelização: O Brasil na Missão Continental.

Este projeto foi elaborado pela América Latina após a Conferência de Aparecida e posteriormente reassumido pela Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil em 2011.

Segundo o Serviço de Animação Bíblica das Irmãs Paulinas, “o Evangelho segundo Marcos foi escolhido em sintonia com o ano Litúrgico que estamos vivenciando, o qual, juntamente com o Projeto Nacional de Evangelização, nos ajudará a revistar os escritos da Comunidade de Marcos, percorrendo os cincos aspectos fundamentais do processo de formação do discípulo missionário: o encontro com Cristo, a conversão, o discipulado, a comunidade fraterna e a missão”.

A Comissão Episcopal Pastoral Bíblico-Catequética da CNBB, que anima o estudo bíblico, tomou neste ano uma decisão muito importante e definiu que nos próximos quatro anos (2012-2015), serão estudados os evangelhos de Marcos (2012), Lucas (2013) e Mateus (2014), seguindo a caminhada do Ano Litúrgico, finalizando com o estudo do Evangelho de João em 2015.

   
O Mês da Bíblia, que acontece no mês de setembro de cada ano vem contribuindo para que a Pastoral seja cada vez mais bíblica.

O tema escolhido pela Comissão Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é: "Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Marcos", e o lema é: Coragem! Levanta-te! Ele te chama!. Esta expressão bíblica se encontra na narrativa da cura do cego Bartimeu em Marcos 10, 49. Este texto em São Marcos nos mostra cada etapa do processo de discipulado e de seguimento de Jesus Cristo.

Há também um subsídio disponível dividido em quatro temas: (I) O chamado dos primeiros discípulos – Siga-me; (II) Quem é Jesus? Tu és o Messias; (II) Coragem! Levanta-te! Ele te chama! Mestre que posso ver novamente; (IV) Aonde nos leva o medo? Como vencer o medo?

Com essa proposta da CNBB e o aprofundamento bíblico do Mês da Bíblia estamos dando um novo passo na nossa ação evangelizadora reforçando a formação e a espiritualidade dos agentes pastorais e dos fiéis através do seguimento de Jesus, no estudo dos quatro evangelhos, não somente levando em consideração, mas enfatizando a Missão Continental que nos pede a Conferência de Aparecida, no esforço de uma Nova Evangelização proposta pelo Papa Bento XVl.

O Documento de Aparecida afirma:

“Desconhecer a Sagrada Escritura é desconhecer Jesus Cristo e renunciar a anunciá-lo. Se queremos ser discípulos e missionários de Jesus Cristo é indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus. É preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida cristã na rocha da Palavra de Deus” (DA 247).


Márcia Sousa
www.a12.com
domingo, 2 de setembro de 2012
Homilia do 22°Domingo do tempo comum

Homilia do 22°Domingo do tempo comum


Homilia em áudio (MP3) do 22°Domingo do tempo comum-Mons.Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
A palavra de Deus convida-nos a saber escutar, a observar, a pôr em prática.

Cristo convida-nos à beleza interior, ao acolhimento sincero e coerente da novidade do seu projecto.

Ao termos consciência deste encontro de amor, santidade e vida, que o Espírito Santo, penetre o coração e a inteligência, libertando de toda a hipocrisia, vaidade e soberba. E nos conceda: olhar como Deus olha, ouvir como Deus ouve, falar como Deus fala e amar como Deus ama.


Evangelho (Marcos 7,1-8.14-15.21-23)
Domingo, 2 de Setembro de 2012



Naquele tempo, 1os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus.
Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre.
Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?”
Jesus respondeu: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: ‘Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos’. Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens”.
Em seguida, Jesus chamou a multidão para perto de si e disse: “Escutai, todos, e compreendei: o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassínios, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. Todas estas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem”.



Baixe aqui a Homilia



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