quarta-feira, 29 de agosto de 2012
SEL 2012  (Sonho Eterno de Liberdade)

SEL 2012 (Sonho Eterno de Liberdade)




Tema: A MARCA DO ETERNO.
Dias 07,08 e 09 de Setembro.
Local: Derby Clube de Sobral_CE.
apartir das 17:00hs.

Shows,pregações,adoração,louvor e muita alegria;...........

Atrações :

BANDA ROSA DE SARON
PADRE CHRYSTIAN SHANKAR
MINISTÉRIO CORAÇÃO DE MARIA
DJ EMANUEL
SWINGUEIRA DE CRISTO

(Tanto ingresso com camarote dão direito à participar dos três dias de evento)
INGRESSO: 1° LOTE R$: 20,00 PISTA
CAMAROTE : R$: 100,00( direto a assistir o show na parte superior do clube,com maior comodidade, e mesa de resistência)

 REALIZAÇÃO:
 COMUNIDADE CATÓLICA CORAÇÃO DE MARIA
terça-feira, 28 de agosto de 2012
História da salvação pessoal

História da salvação pessoal




A história da salvação pessoal é um instrumento de autoconhecimento, reconciliação com sua história, consigo mesmo, com as pessoas, fonte de cura, crescimento no entendimento da pedagogia de Deus e etc. Mas principalmente, ela serve para como santa Terezinha, cada um descobrir e dizer: “ Eu sou aquilo que Deus pensa de mim”, “Deus me ama”.

O principal para escrever sua história de salvação é deixar Jesus ir a frente e reescreve -la a partir do seu olhar amoroso. Não seria simples concatenar de fatos, nem mesmo uma autobiografia, mas sua história com Deus, melhor, como Deus agiu na sua história. Deixemos que através dessa aventura o Senhor com seu amor reabra os processos no tempo e costure com fios de ouro nossa história, para que, reconciliados possamos dizer um verdadeiro sim a Deus, fruto de um coração grato como o de Maria, que reconhece que o Senhor realizou maravilhas e não um sim motivado por medo ou fuga, mesmo que inconscientemente.

A primeira e natural atitude que temos diante da realidade de termos, de escrever algo sobre nós ou sobre nossa história é o medo de enfrentar nossa verdade e isso, nos paralisa. Deixemos que a realidade nos liberte! Não tenhamos medo da verdade, pois Cristo mesmo nos diz: “ Eu sou o caminho a verdade e a vida”. E aquele que é verdade é amor, é próprio do amor sempre e em todos os momentos amar. Não tenhamos medo de perceber os momentos onde o Senhor nos amou, mesmo na dor, pois nestes momentos foi onde Ele mais amou, ama, prova e faz amadurecer nosso amor por Ele.

Outra observação importante é termos a convicção que Cristo que se fez carne e habitou no meio de nós. Não se contendo em amor, se faz pão e vive em nós, e por isso viveu e vive conosco todos os momentos de nossa vida, sentiu e sente tudo o que sentimos, por isso pode nos ajudar a vermos com os seus olhos e nos reconciliarmos com cada fato da nossa história e , sobretudo, a ver a mão forte e amorosa do Pai a nos guiar e nos atrair para si.

Você deve estar se perguntando: Como farei isso?

É simples, separe um caderno só para sua história de salvação pessoal. Coloque seu nome completo na primeira folha, o nome de seus pais e sua data de nascimento , com a data que você está iniciando. Pronto depois é só clamar ao Espírito Santo para que venha sobre a sua memória e deixar Jesus te conduzir para onde Ele quiser.

O que fazer com ela? E se eu encontrar dificuldade em escrevê-la?

Se você encontrar dificuldade em escrevê-la ou em sair de alguma etapa, peça ajuda de seu formador pessoal para que lhe instrua ou reze por você. Depois de escrita, ou até mesmo durante a escrita você deverá apresentar ao seu formador e deixar que Jesus na pessoa delete ajude a ver a mão de Deus na sua história.

Por onde começar?

Comece com a sua criação. Você é obra prima de Deus, pensado, amado e criado por Deus. Para isso Ele utilizou duas pessoas (seus pais). Deus é amor, o pensar de Deus é amor, é criação. Quando Deus pensou em você, Ele lhe amou e criou. Reze sobre isso e comece a escrever sobre aquilo que Deus lhe inspirar. Depois passe para o seu nascimento, escreva o que você sabe sobre ele, onde foi, como foi, como foi acolhido... deixe Jesus, pelo seu Espírito lhe guiar pelo caminho mais seguro, pois Ele, como bom pastor,sabe por onde lhe levar para que para que você chegue as suas verdes pastagens e às suas águas repousantes .

Não esqueça que diz o salmo 22; mesmo que você tenha passado pelo vale tenebroso, Ele esteve com você, Ele o conhece, lhe sonda, sabe tudo sobre você, mas quer também, a partir de hoje fazer você se conhecer e ver o quanto é amado e escolhido por Deus, do jeito que você é. Diante disso, só resta a gratidão e , em sinal de gratidão, só nos restará dizer sim, eis aqui : Faça-se em mim segundo a vossa vontade.

Ministério de Formação Filhos de Sião
domingo, 26 de agosto de 2012
Homilia do 21° Domingo do tempo comum

Homilia do 21° Domingo do tempo comum


Homilia em áudio (MP3) do 21º Domingo do tempo comum – Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.

Deus, que é Amor, ama-nos com amor infinito. Esse Amor é-nos revelado não só pelas obras maravilhosas da Criação e Redenção mas também ainda pela presença real de Jesus na Santíssima Eucaristia. Aí poderemos, de uma forma concreta, saborear e ver como Ele é bom. Vamos hoje, e mais uma vez, refletir em tão consoladoras realidades.

Evangelho (João 6,60-69)

Domingo, 26 de Agosto de 2012.


Naquele tempo, muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?”
Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. Mas entre vós há alguns que não crêem”.
Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo.
E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim, a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”.
A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele.
Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?”
Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”.

Baixe aqui a Homilia





quinta-feira, 23 de agosto de 2012
 III Romaria dos Catequistas

III Romaria dos Catequistas



 Acontecerá nos dias 25 e 26 de agosto a III Romaria dos Catequistas do Regional Nordeste 1, em Sobral. A Comissão de Catequese do Regional preparou um subsídio de reflexão para motivar a participação de todos os catequistas. Nessa mesma ocasião estará sendo concluído o Ano Mariano e dando abertura ao Ano Catequético.
 Nas três paradas contemplaremos o a mística dos sacramentos da iniciação à vida cristã tendo em vista o Projeto da CNBB sobre a mesma.

1ª Contemplação do Sacramento do Batismo
- Matriz do Coração de Jesus  
2ª Contemplação do Sacramento da Crisma
- Santuário São Francisco
3ª Contemplação do Sacramento da Eucaristia
- Arco de Nossa Senhora.


“Movidos pela força da oração, ungidos pelo espírito da missão, vamos juntos construir uma igreja em ação."

AINDA ALGUMAS OBSERVAÇÕES:- TEREMOS confeccionadas as camisas padronizadas para as equipes de serviços que estarão nas escolas, na UVA e no CETRESO além das equipes durante a romaria.
- o lanche para os romeiros das dioceses de fora está sendo providenciado pelos grupos responsáveis da acolhida.
- os subsídios de oração e reflexão em preparação à romaria já se encontram a disposição, faça seu pedido se ainda não o fez, custa apenas 2,00;
- o kit do romeiro (blusa, tiara e bastão de neon) já está sendo confeccionado na medida dos pedidos feitos. Algumas paróquias já mandaram o tamanho e a quantidade das blusas, custa apenas 12,00 cada.
- a previsão é de 6 a 7 mil romeiros, por isso, precisamos do apoio de todos os padres da nossa diocese;




PROGRAMAÇÃO: Após a acolhida das caravanas nos locais acima indicados deverão se dirigir para o estacionamento da UVA.  CONCENTRAÇÃO – UVA - ACOLHIDA e ITINERÁRIO: - UVA (Missa de abertura com a acolhida das caravanas e a passagem do Ano Mariano para o Catequético) Homenagem a Dom José Tupinambá da Frota por todo seu empenho na formação humana e cateqúetica de toda região Norte (motivada pelo Pe Assis Rocha),  em seguida a caminhada SAINDO DA UVA virando à direita na Rua Salvador, seguindo até a esquina da Rua Augusto dos Anjos, virando à esquerda. Segue-se até a Rua Cel. Diogo Gomes virando à direita para a 1ª parada em frente à Matriz do Coração de Jesus. Segue-se pela Rua Des. Moreira da Rocha até virar à esquerda na Rua Jorn. Deolindo Barreto até o Santuário de São Francisco onde acontecerá a 2ª parada tendo como homenageado São Francisco na missão dos frades capuchinhos (A senhora Cecília membro da comissão bíblico-cateqúetica a nível nacional). Após o intervalo na Praça de Alimentação, que será montada pelas comunidades na praça do santuário,  segue-se a romaria na Rua Cel. Rangel, passando pela Praça de Cuba e seguindo até passar em frente à Matriz de N. Sra. Do Patrocínio, onde na esquina da Rua Cel. José Inácio vira-se à esquerda indo até a Av. Dom José à esquerda, na qual segue-se a Romaria até virar à direita na Rua Cel. Mont’Alverne e depois à esquerda na Av Dr. Guarani rumo ao Arco de Nossa Senhora de Fátima para a 3ª e última parada com o espetáculo sobre a vida do Pe Ibiapina.

“Movidos pela força da oração, ungidos pelo espírito da missão, vamos juntos construir uma igreja em ação. ”
Atenciosamente,
Pe. Marcos Uchoa, pela Comissão.
Diocese de Sobral

Fonte: Jornal Correio da Semana
Gotejar o perdão!

Gotejar o perdão!



Não existe a menor possibilidade de cura interior sem a efetiva experiência do perdão. Sem perdão não podemos nem mesmo falar em cura interior. Por mais difícil e exigente que seja, o perdão é absolutamente fundamental. É condição sem a qual não existe cura. O perdão é absolutamente excludente: ou se perdoa e se recebe a cura, ou não se perdoa e a cura estará cada vez mais longe do coração ferido. Como perdoar com o coração ferido? Aí está um segredo fabuloso. O perdão não é um sentimento, mas uma decisão. Logo, é preciso que a compreensão do perdão seja deslocada do campo das emoções, sobre as quais não temos controle, e assim chegar ao campo da vontade, que é dominada pela razão e nãovpela emoção. É preciso clarear também a diferença entre vontade e desejo. O desejo é emocional, a vontade é racional. O perdão, portanto, é racional. É fruto de decisão. É possível mesmo quando o desejo é contrário. O perdão é um ato da vontade. Perdoar não é deixar de sentir, não é aniquilar os sentimentos e as emoções, mas canalizá-los para a meta de nossa vida. É possível perdoar uma pessoa e continuar sentindo raiva ou tristeza no coração. Aliás, se espero a raiva e a tristeza passarem, isso é sinal de que o problema já foi esquecido, e então o perdão não é mais necessário. Perdoar não é deixar de sentir amargura interior. Perdoar é gotejar amor no próprio coração e, a partir daí, chegar a gotejar amor no coração de quem nos feriu e magoou. Não devemos pensar que, quando perdoamos e continuamos sentindo a ferida, o perdão tenha sido falso ou mentiroso. O perdão só tem sentido quando nos sentimos feridos e machucados, e isso gera amargura e tristeza interior, O perdão só pode ser exercido quando temos o coração ferido. Sem a ferida, o que vamos perdoar? Como perdoar se não nos sentimos ofendidos? Logo, a amargura interior é a indicação de que algo negativo aconteceu e que precisa ser perdoado. O sentimento tem de ser revestido pela inteligência e pelo Espírito Santo, sem o qual é impossível perdoar. Quando confundimos perdão com sentimento, acabamos deixando que as emoções negativas dominem nossa vontade. É preciso sair do campo do desejo para chegar ao autodomínio da vontade. Perdão é uma decisão. Para gotejar perdão em nosso coração temos de nos decidir a vencer as emoções. Apesar do que sentimos, nos decidimos pelo perdão. Esse é o passo fundamental. Gotejar perdão é decidir não se deixar dominar pelos sentimentos estragados que a ofensa, a traição, os abusos e as agressões imprimiram em nosso coração. Nesse sentido, estou frisando a necessidade de gotejar perdão. Ninguém perdoa uma ofensa grave de uma hora para outra. O perdão não é um ato mágico que produz esquecimento da ofensa recebida. O perdão é um ato voluntário, uma decisão da inteligência, que supõe manter-se perseverante na decisão — ou melhor, nas decisões, já que não basta uma única decisão. Ele precisa ser gotejado, de maneira lenta e constante. Perdão é convicção firmemente mantida e expressamente manifesta.


Livro: Gotas de cura interior, Padre Leo.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Minha vocação é o amor

Minha vocação é o amor



Santa Terezinha não só descobriu no coração da Igreja que sua vocação era o amor, mas sabia que o seu coração – e o de todos nós – foi feito para amar. Terezinha entrou com 15 anos no Mosteiro das Carmelitas, com a autorização do Papa e sua vida passou na humildade, simplicidade e confiança plena em Deus.
Todos os gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual. O mais profundo desejo do coração de Terezinha era ter sido missionária “desde a criação do mundo, até a consumação dos séculos”. Sua vida nos deixou como proposta, selada na autobiografia “História de uma alma”, e como intercessora dos missionários sacerdotes e pecadores que não conheciam Jesus, continua ainda hoje, vivendo o Céu, fazendo o bem aos da terra. Proclamada principal padroeira das missões em 1927, padroeira secundária da França em 1944, e Doutora da Igreja, que nos ensina o caminho da santidade pela humildade em 1997, na data do seu centenário. ela mesma testemunha que a primeira palavra que leu sozinha foi: ” céus “; agora a última sua entrada nesta morada, pois exclamou : ” meu Deus, eu vos amo…eu vos amo “.

Fonte: Reporter de Cristo
terça-feira, 21 de agosto de 2012
O ano da Fé

O ano da Fé



Catequese de Dom Osvino, Arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil.
BRASILIA, segunda-feira, 20 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - Vamos iniciar a nossa conversa ouvindo o saudoso Papa, hoje Beato, João Paulo II: “Tem-se instalado em muitos um sentimento religioso vago e pouco comprometido com a vida... levam uma vida como se Deus não existisse” (23.11.95 no Congresso Nacional da Igreja Italiana).
Vamos ouvir também nosso Papa atual Bento XVI que, em maio de 2010, em Lisboa, comentou: “Sucede não poucas vezes que os cristãos sintam maior preocupação com as conseqüências sociais, culturais e políticas da fé do que com a própria fé, considerando-se como um pressuposto óbvio da vida diária. Ora, tal pressuposto não só deixou de existir, mas, frequentemente, acaba até negado. Enquanto, no passado, era possível reconhecer um tecido cultural unitário, amplamente compartilhado no seu apelo aos conteúdos da fé e aos valores por ela inspirados, hoje parece que já não é assim em grandes setores da sociedade devido a uma profunda crise de fé que atingiu muitas pessoas”.No início deste ano, o Papa disse que “em grandes regiões do mundo a fé corre o risco de se apagar como uma chama que já não encontra alimento. Estamos enfrentando uma profunda crise de fé, uma perda do sentido religioso, que é o maior desafio para a Igreja hoje”.Constata-se uma lassidão, um afrouxamento na fé, um cansaço da fé...À luz disto Bento XVI anuncia o Ano da fé (de 11/10/2012 a 30/11/2013) com o objetivo de tirar o cansaço da fé e tornar Deus presente neste mundo.A fé é o elemento central no cristianismo. O que é ter fé num mundo que não pergunta mais sobre a verdade das coisas, mas pergunta sobre a utilidade das coisas. Este mundo sem Deus quer viver dos fatos concretos, visíveis, da competência e da eficiência pessoal... eu resolvo, eu decido....A pessoa de fé, no entanto, confia naquilo que não é feito por ela, que não é visível, confia naquilo que é dado por um Outro. A fé dá um sentido profundo à existência e este sentido não pode ser construído ou comprado pelo homem, mas é recebido (dom). Na fé eu recebo o que não pensei e, por isso, tenho a necessidade de ouvir, ouvir o que Deus revela, ouvir a Palavra de Deus. “Escuta, Israel, o Senhor é o teu Deus, Ele é o único Deus” (canto litúrgico).A fé é iniciativa de Deus. É Ele quem, por primeiro, nos ama e nos busca. Nós O encontramos definitivamente na sua Palavra. A fé é, portanto, um dom de Deus que nos é dado como proposta na sua Palavra. A fé acontece quando (e apenas quando) respondo à proposta de Deus. A fé tem dois aspectos interligados: a confiança pessoal em Deus e a aceitação (obediência) ao que Ele revela. “A fé é a atitude de quem está plantado no chão sólido da Palavra de Deus” (Bento XVI, 2005).A Palavra de Deus tomou forma humana, fez-se carne em Jesus. Nele Deus se manifestou humanamente. Muitas vezes e de muitos modos, Deus falou aos nossos pais. Nestes últimos dias, diz a carta aos Hebreus (1, 1-3a), falou-nos por meio do seu Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas (e pelo qual também criou o universo. Ele é o resplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser). Por isto nós cremos num Outro, num Tu, numa pessoa. O centro da nossa fé é Jesus, autor e consumador da fé (Hb 12,2). A fé cristã distingue-se da opinião, da crença, da ideologia e também da religião. Ela tem a ver com a Verdade e o Amor. O essencial na fé consiste na resposta confiante e no abandono a Deus que veio até nós em Jesus Cristo. Creio em Deus que se manifesta em Jesus Cristo.A fé consiste em seguir o que Jesus revela e no entregar-se livre e totalmente a Deus oferecendo-se a Ele que se revela, com a submissão plena da inteligência e da vontade dando voluntariamente assentimento à revelação que Deus nos fez (Dei Verbum, 5).A fé cristã é uma atitude pessoal e livre, uma entrega amorosa e confiante a Deus, a partir da revelação que é transmitida viva e humanamente por Jesus Cristo, Deus presente. “Este é o meu Filho amado. Escutai-O” (Mc, 9,7).O Papa nos convoca para propormos a nossa fé à crise, ao cansaço da fé em nosso meio. Por isto, Bento XVI propõe o Ano da fé (de 11/10/12 a 30/11/13):
1º Para retomar a exata consciência da fé,
2º Para reavivar, purificar, confirmar e professar a fé (Paulo VI – 1967).
3º Para confirmar os conteúdos essenciais da fé para que sejam compreendidos e aprofundados de maneira sempre nova para se dar testemunho coerente deles em condições novas e diversas do passado (Porta Fidei, 5).
Por isso, o Ano da Fé será um momento de graça e de compromisso para uma conversão a Deus, para fortalecer a nossa fé Nele e para anunciá-Lo com alegria ao homem do nosso tempo, àqueles que estão perto de nós, nossos familiares, nossos colegas....Diante da profunda crise de fé, diante de uma perda do sentido religioso que constitui o maior desafio para a Igreja de hoje, a renovação da fé deve ser a prioridade no compromisso de toda a Igreja nos nossos dias. ”Desejo que o Ano da fé possa contribuir, com a colaboração cordial de todos os componentes do Povo de Deus, para tornar Deus novamente presente neste mundo e para abrir os homens ao acesso da fé, ao confiar-se àquele Deus que nos amou até o fim (Jo 13,1), em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado”. (Bento XVI, no lançamento do Ano da Fé – Porta Fidei). E o Papa continua conclamando:Mostremos a todos a força e a beleza da féSeja um tempo de reflexão e de redescoberta da fé na família e na ComunidadeSó acreditando é que a fé cresce e se revigora. Ela torna-nos fecundos porque alarga o coração com a esperança e nos leva à prática da caridade.Celebrar a fé confessando-a solenemente em variadas formas e lugares (na família, na escola, no grupo, na Comunidade)Descobrir novamente os conteúdos da fé.... refletir sobre o próprio ato com que se crê e professá-los pessoal e comunitariamente. Até solenizá-los. Rezar o Creio em família todos os diasou pelo menos aos domingos durante o Ano da fé (de 11 de outubro 2012 a 30 de novembro de 2013).
Onde encontrar a doutrina da fé?
Na 1ª parte do Catecismo da Igreja Católica (livrarias católicas)No compêndio do Catecismo da Igreja Católica (livrarias católicas)No Youcat – Catecismo da Igreja Católica para a juventude (editora Paulus).
Com São Paulo podemos dizer a todos: Neste Ano da Fé cada um “busque a fé” (2 Tim 2,22). Ela obriga a tornar-se testemunha da presença do Ressuscitado.
O Ano da Fé será um tempo de graça!
† Dom Osvino José Both
Arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil

domingo, 19 de agosto de 2012
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Saiba como acontece a JMJ!



Atos Centrais, Atos Especiais, Catequeses, Vigília e Missa de Envio. Alguns desses termos podem não ser tão conhecidos, mas eles compõem o vocabulário básico da programação que tem sido feita nas Jornadas Mundiais da Juventude.
A programação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013 também deverá seguir o mesmo padrão. Ela estará dividida em uma sequência de atos centrais, culturais e especiais. A agenda oficial, com horários, ainda não foi divulgada.
"Os atos centrais são a coluna dorsal da Jornada", explicou o coordenador geral do Comitê Organizador Local (COL), monsenhor Joel Portella Amado. "Acontecem, em geral, com a participação do Papa".
A primeira grande cerimônia da JMJ Rio2013 é a acolhida com o arcebispo local, Dom Orani João Tempesta, no primeiro dia do evento (23 de julho). O peregrino estará chegando e esse é o seu primeiro contato com a Jornada.
Para o arcebispo, a Jornada é um encontro dos jovens com Cristo aqui no Brasil. "Eles vêm como romeiros, como peregrinos", disse o arcebispo. "São pessoas que já caminham nas suas paróquias, nos seus países, nas suas capelas, nos seus movimentos, que são chamados a esse encontro com o Senhor e que se dispuseram a dar esse passo. Eles devem se firmar na fé para voltarem às suas comunidades testemunhando Jesus Cristo, Nosso Senhor e tornando-se aqueles que ajudam a transformar esse mundo para melhor, criando a civilização do amor neste mundo em mudança, neste mundo plural. Portanto, uma grande oportunidade de investir na juventude”.
E completa: “A Jornada tem esse aspecto, que está no espírito de cada jovem, de romeiro - de peregrinação, de ter tempo de oração, tempo de confissão, tempo de caminhada".
Abrindo a Jornada, ocorre a acolhida dos jovens pela Arquidiocese, na Praia de Copacabana. "É um lugar que tem um paradigma da cidade e todo mundo sabe o que significa Copacabana para o Rio de Janeiro enquanto identidade e também tem o nome de Nossa Senhora", afirma o arcebispo. "Então, nós começamos com Maria que nos acolhe, Nossa Senhora de Copacabana, para depois dar o passo seguinte lá em Santa Cruz, que é justamente a Cruz de Cristo, da JMJ, que acompanha também a juventude, lembrando que esses dois ícones também serão representados nos dois locais”.
Para ele, poder receber os jovens no Rio de Janeiro é dizer da alegria de acolher os que vêm como peregrinos, como missionários. "É realmente um momento em que toda a Arquidiocese deve estar empenhada para que além do bom acolhimento a todos nas suas casas, nos seus locais públicos, nas suas residências, nos salões paroquiais, nas igrejas, possam ter o calor humano de todos os cariocas, de todos brasileiros", disse.
Nos dias 24, 25 e 26 de julho, acontecem as catequeses. "É a parte que aprofunda o tema divulgado pelo Papa", explica monsenhor Joel. "As catequeses são ministradas pelos bispos de vários países para atender todos os idiomas". Os nomes desses bispos são indicados pelo Pontifício Conselho para os Leigos (que é o Comitê Organizador Central das Jornadas) e deverão ser divulgados 30 dias antes da JMJ.

Atos centrais
Ainda no dia 25, quinta-feira, é celebrada a cerimônia de acolhida do Sumo Pontífice. "Não é uma missa. É uma liturgia da palavra, um rito de acolhida em que a palavra de Deus é proclamada. O arcebispo dá uma saudação ao Papa, que falará para todos os jovens".
No dia 26, sexta-feira, é realizada a Via-Sacra. "Trata-se de uma antiga tradição da igreja. A Via-Sacra ocorre porque a Jornada é um encontro com Cristo. Então, nos voltamos para o mistério máximo de Jesus que é a sua morte e ressureição", explica o monsenhor.
O atos centrais do final de semana acontecerão na Base Aérea de Santa Cruz. No dia 27, sábado, é a vigília com o Papa, reunindo todos os peregrinos. No dia 28, domingo, será celebrada a Missa de Envio. "Atendendo o lema 'Ide e fazei discípulos entre todas as nações', a missa envia os jovens. A Jornada não acabou. É um ponto de partida. O peregrino volta para casa, anuncia o Evangelho e até a próxima Jornada", concluiu.

Atos especiais
Os atos especiais são aqueles que não fazem parte da Jornada, mas são característicos de cada uma. "Em Madri, o Papa visitou um hospital, a família real", relembra o coordenador. "Aqui no Brasil, a agenda depende ainda de definição da Santa Sé, o que deve sair no final do ano"

Publicada  13/08/2012
Fonte: Comunidade Católica Shalom 
Solenidade da Assunção de Nossa Senhora

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora


Homilia em áudio (MP3) da Solenidade da Assunção de Nossa Senhora-Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_Ce.

Nossa Senhora está associada a Cristo na Sua Ressurreição e subida ao Céu. Celebremos a glorificação da Santíssima Virgem com alegria e confiantes na Sua protecção maternal.

Evangelho (Lucas 1,39-56)
Assunção de Nossa Senhora




Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia.
Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador, porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque o Todo-poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam.
Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. Encheu de bens os famintos, e despediu os ricos de mãos vazias. Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”.
Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.

Baixe aqui a Homilia




sábado, 18 de agosto de 2012
Semana da Família

Semana da Família


Partilho com vocês as melhores lembranças da minha vida:
Lembro quando meu pai chegava da pescaria, mamãe já tinha preparado o fogo para cozinhar  o peixe. Enquanto isso papai organizava a mesa, uma saca de uru no meio da sala ao redor 10 crianças faziam a festa. Finalmente panelas ao centro todos sentavam, primeiro a  servir-se era  papai depois nós. Tempos que não voltam, restam apenas a lembrança de um amor familiar plantado em Deus. Amo minha família.
Obrigada papai.

Vander Lúcia.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
A importância de se aprofundar na palavra de Deus

A importância de se aprofundar na palavra de Deus



Não conhecer a sagrada escritura é não conhecer a Cristo.(ignorar a escritura é ignorar a Cristo).

 A sagrada escritura deve ser lida com o mesmo espírito que  foi escrita. O Espírito Santo, que inspirou a escritura é o mesmo que inspira aquele que lê.

 O que vem do espírito, só é plenamente entendido pela a ação do espírito.

A leitura da Bíblia é indispensável para o progresso espiritual. O homem novo, gerado no batismo, chega a maturidade pela escuta da palavra de Deus.

A palavra fecunda a mente e o coração do leitor. Pela leitura da palavra o crente concebe no seu coração aquilo que está escrito.

  O contato freqüente com a palavra de Deus, gera no leitor uma mentalidade bíblica; as  idéias, as imagens, as próprias palavras da escritura chegam pouco a pouco, a tornar-se parte integrante do leitor assíduo.

O mundo bíblico invade o mundo interior do homem. O horizonte bíblico invade nossa atmosfera mundana; substitui nossos pensamentos e imagens vãs, por idéias santas e santificadoras; leva-nos a pensar, sem esforço, nas realidades da salvação e nos dar o poder de elevar-mos facilmente a elas.

 O leitor assíduo da escritura, sabe que a alguém vem ao seu encontro, que alguém está com ele. Sua alma se sente fortalecida com a presença amiga do verbo. Daí surge uma união consciente e intensa com Deus.

 A oração visa a verdade, que brota da palavra de Deus, e é um caminho seguro para a santificação. ( Adriano silva)

A palavra divina assimilada transforma o coração humano em coração divinizado. A leitura assídua da palavra de Deus gera em nós a fé, que se encarna no amor ao próximo. É a fé informada pela caridade, que nos leva a buscar a salvação e santificação das almas, e alimenta em nós o desejo de santificação.

A igreja sempre venerou as sagradas escrituras como venerou o corpo do Senhor, pois ambos alimentam e dirigem toda a vida do Cristão.

  Na sagrada escritura a igreja encontra incessantemente seu alimento e sua força, pois nela não acolhe somente uma palavra humana, mas o que ela é realmente : A palavra de Deus!.

Nos santos livros sagrados o Pai que esta nos céu vem carinhosamente ao encontro de seus filhos e com eles fala.

Eis porque é necessário que os sacerdotes de Cristo, como os diáconos ou pregadores da palavra, se apeguem as escrituras, mediante assídua leitura e cuidadosos estudos da mesma, para que não venham os ser, “vãs pregadores da palavra de Deus”.

 A igreja exorta, com ardor e insistência, a todos os fieis Cristãos, que pela freqüente leitura das divinas escrituras, alcancem esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo ( Flp3,8). II Timóteo 3,14-17.

A igualdade da nossa vida apostólica depende também dos nossos tempos prolongados de oração e nosso estudo da palavra.

Ministério de Formação filhos de Sião.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Assunção gloriosa de Maria

Assunção gloriosa de Maria


Objetam muito os protestantes contra a Assunção, pedindo textos da
Bíblia, que a comprovem.

O fato histórico da Assunção não se encontra na Bíblia, pois os livros do
Novo Testamento foram escritos para pôr em foco Jesus Cristo. Não se
ocupam, portanto, de Maria Sma. senão enquanto em função de Mãe de
Cristo, e nada podem narrar de sua Assunção histórica.

Mas, não obstante, a Bíblia nos prova indiretamente que a Virgem Maria
teve uma vitória completa sobre a morte em união com Cristo. Eis os
textos: GÊN. III, 15: -- “Porei inimizades entre ti e a Mulher, entre a tua
descendência e a   descendência dela. E um dia Ela te esmagará a
cabeça”.

Confia-se a interpretação que demos deste texto no artigo Imaculada
Conceição.

Muitos Santos Padres o interpretam como sendo uma referência
profética à mulher por excelência que teria uma vitória total sobre o
Demônio.

Uma vitória total: quanto ao pecado e sua conseqüência, que é a morte.
Assim deve-se deduzir que Nossa Senhora, segundo o augúrio da Bíblia,
devia triunfar sobre a morte, ressurgindo e subindo ao Céu.

1º COR, 20-23: -- “Mas eis que ressuscitou Cristo, como primícias dos
que morreram. Pois assim como por um homem veio a morte, também
por um homem veio a ressurreição dos mortos. Assim como em Adão
todos morreram, também em Cristo todos serão vivificados”.

ECLE. XXV, 33. -- “De uma mulher teve princípio o pecado, por ela
todos morremos”.

NOTA: Estes dois textos comparados nos mostram que o pecado entrou
neste mundo por um homem -- Adão e por uma mulher -- Eva, e que a
vida entrou por um Homem -- Cristo, que deve reconstruir tudo, e sua
reconstituição de tudo vai até à ressurreição, de que Ele mesmo é as
primícias. Mas, se a morte entrou por um homem e por uma mulher,
Adão e Eva, a vida que entra por Cristo, entra também, de algum modo,
por uma mulher, Maria. E se Cristo reconstitui a vida como primícias de
ressurreição, Maria também devia participar desta reconstituição pela
mesma forma, como primícias da ressurreição. Assim, deste texto de S.
Paulo, deflui um forte argumento a favor da Assunção de Maria.

APOC. XII, 1 e segs.: -- “ Um grande sinal apareceu no céu: uma
senhora vestida de sol e a lua debaixo de seus pés, e  sobre a sua
cabeça uma cora de doze estrelas”.

“E a Senhora voou para o deserto, onde de Deus lhe tinha preparado um
lugar”.

“E foram dadas à Senhora duas asas de uma grande águia, para que
voasse para o deserto, para o lugar do seu retiro”.

NOTA: -- Leia-se todo o capítulo XII do Apocalipse e ver-se-á a luta do
Dragão (Demônio) contra a Mulher (Maria), luta que culmina com a
vitória total da Mulher.

HEBR. II., 14: -- “Como os filhos participam da carne e do sangue,
também Ele (Cristo) participou das mesmas causas, afim de destruir,
pela sua morte, “aquele que tinha o império da morte, isto é, o
Demônio”.

Vê-se, por este texto, que é império do Demônio a morte. Maria para
vencer, pois, o Demônio, tinha de triunfar da morte, pela Assunção
gloriosa.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Uma Família de Deus

Uma Família de Deus


"A familia está chamada a ser templo, ou seja, casa de oração: uma oração simples, cheia de esforço e de ternura. Uma oração que se faz vida, para que toda a vida se transforme em oração" . (João Paulo II)
Anualmente, na segunda semana do mês de agosto, celebramos a Semana Nacional da Família, oportunidade em que podemos contemplar a família à luz da divina graça do chamado. A realização da semana da família faz parte do esforço permanente da Igreja para que a “família assuma seu ser e sua missão no âmbito da sociedade e da Igreja” (DA 432).
Em meio a tantos desafios que atingem a família, a Igreja não se cansa de destacar sua importância singular como igreja doméstica, comunidade privilegiada, primeira escola da fé (CIC 2204). A Igreja crê que “nossas famílias têm sua origem, seu modelo perfeito, sua motivação mais bela e seu último destino na comunhão de amor das três Pessoas divinas” (DA 434).

domingo, 12 de agosto de 2012
Feliz Aniversário Lucinha!!!

Feliz Aniversário Lucinha!!!


Tenho um sentimento de gratidão,que preenche meu coração e eleva minh'alma.

Senhor!  Sou grata por me dar mais uma vez o prazer de viver mais um dia.

Sou grata por poder estar junto de quem amo, e mesmo que não estivesse perto, seria grata por poder amar.

Senhor!  Sou grata por tudo aquilo que já consegui realizar.

Sou grata por todas as vezes que precisei e o senhor estava comigo, e mesmo que o resultado não tenha sido como eu queria, tenho certeza que o Senhor fez o melhor por mim.

Por isso, Senhor!

"Sou grata"

Muitas Felicidades, que a senhora continue com este carisma e  semblante sempre alegre, que nos contagia e no qual reflete-nos a face de Deus. Estes são os mais sinceros votos da Família Filhos de Sião !!!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012
5º Show Sonhos

5º Show Sonhos


 5° Show Sonhos, dia 1º de Setembro em Bela Cruz_CE, com as presenças de Suely Façanha, Banda Filhos de Davi, Shalomgod e Arcanjos lançando seu 2º cd.
Inicio a partir das 19h com a Santa Missa.
Local; Centro de Convenções Manoel Severiano.
Realização; Comunidade Católica aliança com Maria.
Contatos; 96033596
 Http://aliançacommaria.blogspot.com.


terça-feira, 7 de agosto de 2012
Família, berço de vocações

Família, berço de vocações



Agosto é o mês vocacional e também pode ser chamado mês da família. Toda vocação tem sua origem na família. Valorizando a família promoveremos as vocações. A família é geradora da vida e berço das vocações. Tudo começa na instituição familiar, criada por Deus no início da criação. Portanto a família é uma instituição divina e tem a marca de Deus que é o Amor.
 É no seio da família que se inicia todo o processo formativo do ser humano. Sempre, na historia, a família foi considerada a primeira escola de fé e dos valores humanos e cristãos. É ali que aprendemos a dizer pela primeira vez: papai, mamãe. É também no colo dos nossos pais que aprendemos a fazer o sinal da cruz e a rezar as primeiras orações. É na convivência familiar que somos iniciados ao respeito, obediência, trabalho e partilha. É no seio da família que aprendemos as primeiras virtudes cristãs e os princípios éticos e morais da justiça e da fraternidade.
É por estes motivos que o Papa Bento XVI ensina que a família é o maior patrimônio da humanidade e o tesouro mais importante dos povos.
Ela tem sido e é a escola da fé, dos valores humanos e cívicos, lar em que a vida humana nasce e é acolhida generosa e responsavelmente. Por isso a família é insubstituível para a vida dos povos.
A família é o espaço sagrado de nascermos, vivermos e morrermos dignamente. Não há outro lugar mais nobre para o ser humano desenvolver-se integralmente. Mas para que a família seja de fato o santuário da vida, é preciso escolher e experimentar os valores fundamentais que a sustentam, tais como o amor, a fidelidade, o respeito, a espiritualidade, a fé e a oração.
Você sabe muito bem o valor da família em sua vida. Já pensou o que seria de você sem a sua família? Se você ama a sua vida, também deve amar a sua família. E, se ama sua família, o que faz por ela?
Sugiro que, para fortalecer e iluminar seu amor e espiritualidade familiar, leia e reflita o texto de Mateus 6, 19-21. Depois responda para si mesmo:
1. O que eu considero tesouro em minha vida.
2. O que mais me alegra na vivencia familiar.
3. Quais as preocupações que eu tenho em relação à família.
Que Deus abençoe as famílias. Amém.



Dom Canísio Klaus

Arquidiocese de Florianópolis



segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Parabéns Advânio!!!!!
O Projeto Juvetude recebe neste dia a graça da contemplação do dom de sua vida.
Hoje, temos dentro de nós o ânime causado por ocasião tão especial do dia de hoje.
Que Deus possa crescer cada vez mais em seu interior sem limites, sem fraquezas, sem reservas.
Que o dom da fé seja firme, combatente e cada vez mais crescente tornando-te um grande guerreiro nesta grande construção!
Obrigado em Sião, por cada parte construída por você nesta obra.
E que o carisma em ti possa explodir aos arredores de teus ambientes e que cada um que assim te olhar possa ser inflamador pelo Espírito consolador, que em ti, age e faz.
Você é parte irreparável deste projeto, desta comunidade, dos planos de Deus!
Você é grande!
Parabéns!!!! 
domingo, 5 de agosto de 2012
Parabéns Mons. Rômulo

Parabéns Mons. Rômulo


UMA PESSOA SÉRIA QUE TRABALHA CERTO PELO REINO DE DEUS, ESTÁ SEMPRE PRONTO A ACOLHER A VONTADE E DEUS, E TEM UMA DAS MAIS BELAS VOCAÇÕES! COMO NÃO AGRADECE-LO NESTE DIA EM QUE FAZEMOS MEMÓRIA A SÃO JOÃO MARIA VIANEY O CURA DAR'S, ONDE LEMBRAMOS DE SUA VOCAÇÃO E SUA VIDA, PARABÉNS NESTE DIA DO PADRE 

De; Francisco Eduardo
sábado, 4 de agosto de 2012
Dia do Padre

Dia do Padre


No dia 4 de agosto a Igreja celebra a memória de São João Maria Vianney, presbítero, o patrono dos presbíteros. Ele disse que “a mais bela profissão do homem é amar e rezar”. Viveu intensamente seu sacerdócio e buscou na oração, na palavra e na eucaristia forças para servir a Deus nos irmãos e irmãs que o procuravam. Um homem, um sacerdote, um santo.

Neste dia, também comemoramos o dia do padre. E por isso não irei ater-me em apenas desejar um "Feliz dia do Padre", mas levar você a entender este homem, este sacerdote, este padre, este presbítero.

Padre: que quer dizer pai; que aconselha, corrige, dá esperança aos filhos e filhas quando é preciso.

Sacerdote: que quer dizer dote sagrado; é aquele que oferece a Deus o sacrifício de louvor, que consagra, que abençoa, que dirige a Deus preces em favor do povo.

Presbítero: que quer dizer ancião. O mais velho, aquele que tem a sabedoria da última palavra, aquele que ensina.

Poderíamos dizer mais, no entanto não se faz necessário. O que importa agora é tomarmos conhecimento da nossa vida de cristãos, de pessoas batizadas e chamadas á santidade.

Quando crianças fomos levados às águas batismais e toda pessoa, homem e mulher, pelo batismo se torna filho e filha de Deus. E “pelo batismo homem e mulher são incorporados à Igreja de Cristo”. Diz mais: “Entre todos os fiéis vigora uma verdadeira igualdade para a construção do Corpo de Cristo”.

Para melhor compreendermos o relato e onde queremos chegar continuaremos nossa homenagem ao padre fazendo a seguinte distinção: Pelo batismo temos uma missão única na Igreja, a missão de pregar o Evangelho. Este é o princípio de Igualdade Fundamental.

Mas dentre os batizados há uma diferenciação funcional. E esta diferença se conecta ao princípio hierárquico ou institucional.

Muito bem, chegamos a um ponto importante nesta homenagem. Este padre, sacerdote, presbítero, é o homem batizado como você. Mas que respondeu a um chamado para ser consagrado ao serviço do Reino. É este padre que te dá os sacramentos, que te abençoa, que te orienta, que te corrige, que te olha com compaixão e carinho. Mas é também este padre que é homem. Que sofre, se angustia e chora, que tem vontades e desejos, que precisa do calor humano da família e dos amigos, que sorri, que brinca, que busca a amizade dos adultos e crianças.

Não se pode enxergar somente o homem uma vez consagrado; não se pode enxergar somente o padre pois este é um homem.

Por isso este padre está sempre sujeito a erros e pecados. No entanto ele tem muito mais acertos e virtudes.

Você que é batizado, olhe agora para este homem batizado que foi consagrado. Você pode não amá-lo, mas tem a obrigação de respeitá-lo; de rezar por ele, de defendê-lo, de mostrar aos incrédulos a sua santidade.

Neste dia, leve sua homenagem a ele.

E a todos os padres digo o que os fiéis leigos gostariam de dizer: “busquem a santidade, trabalhem juntos na construção do Corpo de Cristo, estejam sempre unidos pela fraternidade e pela oração e se ajudem, pois vocês são dispensadores dos mistérios de Deus a serviço do seu povo”.

Querido e amado padre: que Deus te abençoe, te proteja, e que como Maria, Mãe de todos os sacerdotes te ajude a dizer todo dia um sim generoso a Deus por tão grande dádiva em sua vida.

Parabéns.
Fonte: Igreja Hoje
http://www.igrejahoje.com.br
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
Adoração

Adoração




Dos Santos Magos está escrito que, depois de deixar para trás em Jerusalém as discussões dos sacerdotes e as intrigas de Herodes, recomeçaram com intensa alegria a seguir a estrela, encontraram o Menino e “prostrando-se, o adoraram” (Mt 2,11). Para nós, com efeito, chegou o momento de nos prostrarmos e adorar.

Se o pecado que torna os homens “sem desculpas” é o de não reconhecer a Deus como Deus, então seu antídoto específico é unicamente a adoração, por ser reservada exclusivamente a Deus, atesta adequadamente que se reconhece a Deus “como Deus”. Na adoração é levado à expressão máxima aquilo que o Apóstolo chama “prestar glória e dar graças”, isto é, o reconhecimento e a gratidão para com Deus.

Foi no Novo Testamento – dizíamos acima – que elevou a palavra “adoração” a essa dignidade que antes não tinha. No Novo Testamento, toda vez que se tenta adorar alguém que não seja Deus em pessoa, a reação imediata é: “Não faças isto! A Deus é que se deve adorar (cf. Ap 19,10; 22,9; At 10-25-26; 14,13s). Como se, caso contrário, se incorresse num perigo mortal. A Igreja acolheu esse ensinamento, fazendo da adoração o ato por excelência do culto de latria, distinto do chamado dulia, reservado aos Santos, e da hiperdulia, reservado a Nossa Senhora. A adoração é, pois, o único ato religioso que não se pode oferecer a ninguém no universo inteiro, nem sequer à Santíssima Virgem, mas só a Deus. Disso lhe provém sua dignidade e forças únicas.

Mas em que consiste ao certo e como se manifesta a adoração? A adoração pode ser preparada por uma longa reflexão, mas termina com uma intuição e, como qualquer intuição, não têm longa duração. É como um lampejo de luz dentro da noite. Mas de uma luz especial: não tanto luz de verdade, como luz da realidade. É a percepção da grandeza, majestade, beleza e, juntamente, da bondade de Deus e de sua presença que tolhe a respiração. É uma espécie de naufrágio no oceano sem margens nem fundo da majestade divina. Mas “naufragar” é doce nesse mar”.

Uma expressão de adoração mais eficaz que qualquer palavra é o silêncio. Com efeito, ele exprime por si mesmo que a realidade supera qualquer palavra. Com que força ressoa na Bíblia a intimação: “Cale-se diante dele toda a terra!” (Hab 2,20) e: “Silêncio na presença do Senhor Deus!” (Sf 1,7). Quando “os sentidos estão envolvidos num silêncio limitado e com ajuda do silêncio envelhecem as recordações”, então só nos resta adorar.

Conforme alguns, a própria palavra “adorar” indicaria, em latim, o gesto de pôr a mão sobre a boca, como para impor a si mesmo o silêncio. Se isso for verdade, foi um gesto de adoração o de Jó, quando, ao encontrar-se sozinho face a face com o Onipotente, no fim de sua aventura, diz: “Sim, fui leviano; que te replicarei? Ponho a mão sobre minha boca” (Jó 40,4). Nesse sentido, o versículo de um salmo, depois incluído na liturgia, rezava no texto hebraico: “Para ti o silêncio é louvor”, Tibi silentium laus! (sl 65,2, texto massorético). Adorar, segundo a estupenda expressão de são Gregório Nazianzeno citada acima, significa elevar a Deus um “hino de silêncio”. Assim como, à medida que se escala uma alta montanha, o ar vai ficando rarefeito, assim à medida que nos avizinhamos de Deus a palavra deve tornar-se mais breve, até chegar, no fim, à completa mudez e unir-se em silêncio àquele que é inefável.

Se se quiser dizer alguma coisa precisamente para “prender” a mente e impedi-la de vagar em outros objetos, convém fazê-lo com a palavra mais breve que existe: Sim, Amém. De fato, adorar é consentir. É permitir que Deus seja Deus. É dizer sim a Deus como Deus e a si mesmo como criatura de Deus. E é, por isso, o remédio para desespero, que consiste precisamente, como vimos, num “recusar desesperadamente ser aquilo que se é”, isto é, dependente de Deus.

A adoração exige, pois, que se reze e se cale. Mas seria tal atitude digna de um homem? Não o humilha, ferindo sua dignidade? Ou melhor, seria ela verdadeiramente digna de Deus? Que Deus é esse, se necessita que suas criaturas se prostrem por terra diante dele e se calem? Seria talvez Deus semelhante a um desses soberanos orientais que inventaram a adoração em seu proveito? Inútil é negá-lo, a adoração comporta para as criaturas também um aspecto de radical humilhação, um se tornar pequeno, um entregar-se. Foi exatamente isso, como vimos, que obstou a que os pagãos adorassem a Deus como Deus. A adoração sempre comporta um aspecto de sacrifício, de imolação de qualquer coisa. Precisamente assim, ela atesta que Deus é Deus e que nada nem ninguém tem direito de existir diante dele, a não ser graças a ele. Com a adoração, imola-se e se sacrifica o próprio eu, a própria glória, a própria auto-suficiência. Mas essa glória é falsa e inconsistente, e desfazer-se dela é para o homem uma libertação.

Adorando, “liberta-se a verdade antes prisioneira da injustiça”. A pessoa torna-se “autêntica” no sentido mais profundo da palavra. Na adoração antecipa-se já o retorno de todas as coisas a Deus. O indivíduo abandona-se ao sentido e ao fluxo do ser. Assim como a água encontra a paz fluindo para o mar, e o pássaro, a alegria abandonando-se ao curso do vento, assim o adorador na adoração. Adorar a Deus não é pois um dever, uma obrigação, quanto um privilégio, ou melhor, uma necessidade. O homem carece de alguma coisa majestosa para amar e adorar! Ele é feito para isso. Não é, pois, Deus quem precisa de adoração, mas o homem, de adorar.

Acreditava, Kierkegaard, que “o homem, cujo corpo se ergue para o céu, é um ser que adora. Sua estatura é o sinal que o contradistingue, mas a capacidade de prostrar-se em adoração é uma característica ainda maior. A glória suprema consiste em ser nada adorando. Alguns percebem a semelhança com Deus no poder da dominação. Mas não é dominando como Deus que o homem é semelhante a Deus. A semelhança se encontra no interior de uma infinita diferença. Explico-me: o homem e Deus se assemelham em uma relação não direta, mas inversamente proporcional. Para haver semelhança entre eles é preciso que Deus se torne o objeto eterno e onipresente da adoração e que o homem se torne uma criatura incessantemente adoradora. Se o homem pretende tornar-se semelhante a Deus mediante a dominação, esquece Deus e, desaparecido Deus, brinca de soberano em sua ausência. Isto é o paganismo: a vida do homem na ausência de Deus”.

Mas a adoração deve ser livre. O que torna a adoração digna de Deus e simultaneamente digna do homem é a liberdade, entendida não só negativamente como ausência de coação, mas também positivamente como ímpeto alegre, dom espontâneo da criatura que exprime assim a alegria de não ser ela mesma Deus, para poder ter acima de si um Deus para adorar, admirar, celebrar.

Também para Deus o valor da adoração está na liberdade. “Eu mesmo sou livre, diz Deus, e criei o homem à minha imagem e semelhança... A liberdade dessa criatura é o mais belo reflexo da liberdade do criador que haja no mundo...Quando uma vez se experimentou o ser amado livremente, as submissões não têm mais gosto algum. Quando se provou o ser amado por homens livres, a prostração dos escravos não têm mais sentido algum”.
“Senhor eu não posso abster-me de amar-te; eu preciso de algo majestoso para amar. Há em minha alma a necessidade de uma majestade que nunca, nunca me cansarei de adorar”.

Frei Patrício Sciadini, OCD
(Texto retirado do livro Subida ao Monte Sinai de Raniero Cantalamessa, capítulo 28, Algo Majestoso para amar, págs 165 a 169, Edições Loyola, São Paulo, Brasil, 1997).

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