domingo, 29 de julho de 2012
Disposição para seguir Jesus

Disposição para seguir Jesus




Um pouco da nossa história.

É preciso deixar tudo para fazer o que Deus quer.

Foi preciso de nossa parte muita ousadia para fazermos a vontade de Deus. O desejo do nosso coração era o  reino de Deus. Por isso acreditávamos em sua palavra e deixávamos tudo.

Hoje qual a nossa disposição para construir o reino de Deus? 
Qual a qualidade do meu discipulado hoje? 
O que devo sacrificar hoje por causa do reino de Deus? 
Será que não estou apegado a estatura espiritual  a que cheguei hoje? 

Preciso devolver as coisas que Deus me deu a Ele mesmo. Nada que Deus me deu é empecilho para que eu cuide de Sua obra. É preciso se lançar sem saber onde vamos chegar . O importante é se lançar. Deus não nos chama para administrar estrutura, Deus nos chama para salvar almas.Nos chama para nos lançarmos no nada por causa do reino. Só os loucos se lançaram ao nada, os sábios jamais se lançarão. Na nossa vida de “loucura de Deus”até para se casar eu devo ter convicção que é para a construção do reino de Deus. 
 
Que loucura fizemos em 1998, sem nunca termos saído da cidade, saímos com cerca de 100 pessoas para a cidade de Meruoca (retiro)  com o desejo de vivermos a radicalidade do evangelho, se fosse hoje com as nossas exigências não teríamos ido.
Irmãos, nós somos chamados pela palavra de Deus a voltarmos as qualidades do verdadeiro discípulo. Não percamos o sabor, porque perder o sabor é servir somente para ser lançado fora. Deixemos que a ousadia dos primeiros nos invada. A ousadia do Kairós realizado em 1999. Nós fomos até para um congresso que não era para estarmos presentes.
È preciso crescer na obra e na vontade de Deus. Abandone-se irmão,busque,cresça na vontade e no desígnio de Deus.

Oração;

Senhor Jesus, diante de Ti, e da Tua escolha por mim, e da benção que derrama sobre mim, eu me revisto das qualidades do verdadeiro discípulo. Eu quero Jesus, por amor a Ti, deixar tudo.
Eu quero tomar a minha cruz e te seguir. Eu quero por amor a Ti renunciar a tudo. Por amor a Ti quero ser como sal. Eu quero dar  sabor a construção do reino, amém.


Retiro de liderança 07/10/2010 - Casa da Paz
Formação de  Adriano, Co fundador da Comunidade Filhos de Sião

quarta-feira, 25 de julho de 2012
As consequências do pecado em nosso relacionamento

As consequências do pecado em nosso relacionamento


Deus nos criou para uma união íntima com Ele, que nos levasse a relacionarmos conosco e com os outros. Entretanto, o pecado a comunhão que outrora tínhamos com o Senhor e como grave consequência disto, desordenou-nos em todos os nossos relacionamentos. Vamos ler Gn 3,7-20 e meditarmos um pouco a esse respeito. O pecado cavou em Adão e Eva um grande abismo; já não conseguiam mais se comunicar um ao outro. Pois acusavam-se reciprocamente e se falavam cada vez menos. Muito ao contrário do que acontecia quando habitavam no Jardim do Éden. O relacionamento que possuíam no Paraíso era a imagem de Deus.
O pecado nos tornou cegos e egoístas. Mas como cegos? Ele nos tirou a visão interior a respeito de Deus, conosco e com os outros. Egoístas, pois buscamos a nós mesmos de maneira exclusivista, querendo sempre a nossa própria satisfação que gera a "independência" de Deus. O egoísmo é uma doença que nos leva ao desamor dos outros, a querer ser servido, a nunca abaixar-se para servir, aos ressentimentos, ` as mágoas... Entretanto, contra essa maldita enfermidade Deus nos concede sua Graça Divina.
O pecado deixou várias seqüelas em nós. O individualismo é um grande mal gerado pelo pecado. Vivemos hoje numa cultura extremamente individualista, onde a lei é cada um por si e Deus por todos. Aprendemos desde o berço que quem pode mais chora muito menos. O individualismo nos leva a uma recusa do relacionamento com Deus, e sem o qual somos incapazes de nos relacionarmos com os outros. " Se não amo ao irmão, a quem vejo, como poderei amar a Deus? " ( I Jo 2,10)
Você conhece a história de Caim e Abel? Nela vemos o reflexo daquilo que o pecado fez ao coração do homem. Vamos ler atenciosamente Gn 4, 1-25.
O primogênito, Caim, tornou-se como seu pai Adão, agricultor e lavrador. Ao contrário, Abel, escolheu ser pastor e cuidar de ovelhas. Este ofício oferecia-lhe tempo para rezar, para escutar a Palavra de Deus e servi-lo. O que Abel significa para nós? É a pessoa cuja vida está em caminho para atingir a vida eterna. Não possui um lugar fixo, mas está sempre a caminho. Não esforça-se para acumular propriedades, e dá a Deus o que há de melhor.
E Caim? É o protótipo do homem preso às coisas deste mundo, que investe o melhor do seu tempo e dos seus talentos para realizar exclusivamente a si mesmo através do sucesso material. Porém, todo seu sucesso se transformou num insucesso e derrota. Tornou-se um errante, sem parada, e não encontrou nenhuma satisfação verdadeira, nem sequer nesta vida, onde tudo é passageiro.
O coração de Caim era tomado pela competição e pelo individualismo. Ele não trabalhava para Deus, mas para si, e não suportava de forma alguma ver a predileção de Deus por Abel. Por isso, tomado pela inveja eliminou aquele cuja vida era voltada para Deus, provocando assim o primeiro assassinato na história do homem. Tudo isso que vimos levou-nos a uma isenção da responsabilidade para com o outro. Um exemplo claríssimo que podemos tomar está em Mt 27, 24. Pilatos para não assumir seu posicionamento em relação a Jesus, o qual acreditava ser inocente preferiu lavar as mãos. Quantas vezes você não lavou sua mão para não assumir qualquer responsabilidade com o teu próximo? Vamos rezar um pouco sobre isso.


domingo, 22 de julho de 2012
Homilia do 16º Domingo do tempo comum

Homilia do 16º Domingo do tempo comum


Homilia em áudio (MP3) do 16º Domingo do tempo comum – Monsenhor Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Jesus é o Bom Pastor que cuida com solicitude do Seu rebanho, defendendo-o dos perigos, alimentando-o com a Sua Palavra e o Seu Corpo e Sangue, na Santíssima Eucaristia. Vamos, mais uma vez, alimentar-nos espiritualmente, com tão abundante, reconfortante e delicioso manjar.


Evangelho (Marcos 6,30-34)
Domingo, 22 de Julho de 2012

Naquele tempo, os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado.
Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer.
Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles.
Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

Baixe aqui a Homilia



sábado, 21 de julho de 2012
Deus nos chama a servir

Deus nos chama a servir



- "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me conferiu a unção para anunciar a boa nova aos pobres. Enviou-me a proclamar aos cativos a libertação e aos cegos, a recuperação da vista, para despedir os oprimidos em liberdade, para proclamar um ano de acolhimento da parte do Senhor" (Lc 4,18-19).

Nós, cristãos, podemos fazer destas palavras de Jesus nossas próprias palavras. Podemos assumi-las em nossa vida porque fomos incorporados a Cristo pelo Batismo e por isto somos participantes do múnus sacerdotal, profético e régio de Cristo. Nos tornamos, pelo múnus sacerdotal, servos da salvação de Deus para os nossos irmãos; pelo múnus profético, anunciadores da Palavra de Deus e pelo múnus régio somos chamados a libertar os homens da escravidão do mundo e do pecado através do senhorio de Cristo.

Em tempo algum o homem esteve tão longe de Deus como está agora. E isto acontece especialmente nos países que se dizem cristãos. Por isso, o Senhor deseja renovar a sua Igreja. Renovar a Igreja de Jesus Cristo não é construir uma Igreja nova, não é simplesmente buscar novidades, mas é dar a vida para que seus membros passem a viver a sua fé de um modo novo, possam aproximar-se do Pai por Cristo, num mesmo Espírito (cf. LG 4).

Para isso, Deus chama cada um dos cristãos a exercer um serviço específico (ou vários) dentro da Igreja, com a finalidade de edificar o seu Corpo e a sua Casa. Todos os homens necessitam ser "pastoreados" como templos do Espírito Santo, como filhos de Deus, de uma forma pessoal e particular, para que assim formados, santificados, congregados ao redor de Cristo, edifiquem o seu Corpo.

O Espírito está soprando de um modo novo, está atraindo pessoas e dando a elas coragem para assumir e testemunhar sua fé com um renovado ardor missionário. A RCC (Renovação Carismática Católica) é uma das grandes obras do Espírito para a Igreja e para o mundo de hoje. É, sem dúvida, uma manifestação sensível e concreta com a qual o Espírito Santo de Deus, de forma nova e fecunda, vem presenteando o mundo e a Igreja. Percebemos isso pelos frutos que podemos colher, como: a busca, por parte de milhares de cristãos, de uma experiência profunda com Deus, especialmente através da oração; o amor profundo à Sagrada Escritura, que não é só um livro para estudos e reflexão, mas fonte de oração e de vida; a importância de Nossa Senhora na vida dos cristãos; o apreço pela participação na vida da Igreja, na liturgia e nos trabalhos pastorais; a manifestação dos carismas do espírito de modo novo e atual; a comunhão profunda com a hierarquia da Igreja; a efetiva participação de tantos jovens, adultos e crianças nos grupos de oração e Encontros Evangelizadores e Formativos; a conversão contínua e o espírito ecumênico; o grande número de vocações sacerdotais e religiosas; o nascimento de inúmeras comunidades de vida e aliança, e tantos outros frutos maravilhosos.

Na RCC, popularizou-se o termo "ministério" com o termo "serviço". Portanto, ministério significa um serviço que prestamos para a edificação da Igreja. Quantos são os ministérios? Tantos quanto se fizerem necessários para a evangelização de toda a humanidade. Há nas dioceses e paróquias toda uma gama de pastorais, de acordo com cada realidade. A Renovação, além de ser fortemente chamada a participar dos serviços pastorais, exerce ministérios característicos de sua espiritualidade como o ministério de oração de cura e aconselhamento, de pregação, de intercessão, de música, de teatro, de ensino, de dança, de evangelização, de seminário de vida no Espírito, servos de seminário, de acolhimento, de pastoreio, de animadores de grupos de oração, e outros que o Senhor queira inspirar. Foi o próprio Jesus que, vindo ao mundo, exerceu o maior de todos os serviços e instruiu os seus para abraçar o serviço ao Reino com generosidade, caridade e obediência.

Todos estes aspectos que foram esclarecidos acima são muito importantes, mas existe um aspecto que está acima de todos, que é o "sim" da nossa vida dado a Deus para ser canal de salvação para todos os homens. Não adianta de nada existirem os ministérios muito bem organizados se não houverem pessoas que queiram dar o seu tempo em serviço da salvação de Deus para os homens.

Precisamos assumir a mesma atitude de São Francisco de Assis, que teve uma profunda experiência com Deus e descobriu que Ele queria a reconstrução da sua Igreja. Claro que pensou, a princípio, que era para reconstruir algum Templo que estava danificado. Assim, dedicou alguns anos de sua vida à reforma da Igreja de S. Damião. Mas o que o Senhor queria dele ia muito além da reparação desse Templo. O Senhor queria usá-lo para uma radical reforma e renovação na sua Igreja. Da mesma forma que Deus usou São Francisco, Ele deseja usar cada cristão que abre o seu coração para fazer o mesmo pela sua Igreja, pois ela precisa de permanente renovação, de renovado ardor, da experiência com o Deus vivo.

São Francisco entregou-se de corpo e alma ao serviço do Evangelho. Desapegado das riquezas, das glórias humanas, colocou sua confiança unicamente em Deus. Viveu por Deus e para Deus. O Espírito, que fez de Francisco um homem novo, é o mesmo que nos transforma e nos torna discípulos verdadeiros de Jesus Cristo. Como discípulos, temos a mesma missão: anunciar o Evangelho de Cristo.

Ser servo é um chamado de Deus. É um dom de Deus. E, diante da situação que o mundo se encontra faz-se urgente a existência de inúmeros servos. Jesus ao ver a multidão, ficou cheio de compaixão porque ela estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos: "A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe" (Mt 9,37-38). Messe é uma plantação pronta para ser colhida e que, se não o for no tempo certo, perde-se. Jesus compara os homens com a messe. Estes precisam receber logo a Palavra da salvação, caso contrário, perder-se-ão.

Aquele que teve uma experiência do Deus vivo, torna-se servo por graça. Dentro do seu coração nasce um anseio de levar o seu Senhor a todas as criaturas para tirá-las da escravidão do pecado e da morte. Não é servo por iniciativa própria, mas por graça, porque assim o Senhor lhe constituiu. Servo constituído pelo amor de Deus e cheio deste amor deseja servir, deseja ser canal da mesma graça que transformou sua vida para os seus irmãos. Não é simplesmente alguém que exerce um ministério como se exercesse um trabalho, uma função, mas alguém que antes de servir, ama e porque ama, serve.

Hoje contemplamos uma situação gravíssima, porque o número de homens que necessitam encontrar Jesus, que estão se perdendo, que estão sofrendo, é elevado demais, no entanto o número de servos comprometidos, que não medem esforços, tempo, trabalho, amor é muito insignificante. Acreditamos que é preciso suplicar ao Pai da messe, como fez Jesus, que envie operários para a sua messe, mas também precisamos abrir nossos ouvidos para escutarmos a voz de Deus que chama milhares de filhos seus a doarem as suas vidas e a serem testemunhas do Amor, para que assim, o mundo encontre a verdadeira paz.

Fonte: Comunidade Católica Shalom

quinta-feira, 19 de julho de 2012
Reaprender o Louvor

Reaprender o Louvor



Criados à Imagem de Deus, fomos feitos para tudo receber dele, viver unidos a Ele e assim contemplar todas as coisas nele. Mas depois do pecado original, não olhamos mais que a nós mesmos e não contemplamos mais o mundo senão através do nosso pobre olhar. Louvar não nos é mais natural: há também a fadiga da prova, os fardos da existência etc. Além disso, o mundo em que vivemos privilegia uma cultura de violência e de morte face à qual é difícil articular uma resposta cristã. Esta resposta existe, portanto! Deus nos tem concedido um dom maravilhoso: a fé. E o cume da fé é o louvor.

"Eu estou no meio de vós"

Não consideramos demasiado rápido que o louvor seja simples. Os cristãos carregam o fardo dia como todo homem nesse mundo. Mas eles o carregam diferentemente, e é essa diferença, preparada no de Cristo, provada na Igreja, que lhe faz no mundo operários em toda parte.
O fundamento do louvor não é uma "crença" ou uma "esperança" mas a certeza da fé: "Eu estou no meio de vós", nos diz o Cristo (Lc 22,27). O que nós temos visto ou entendido, feito ou omito, Deus aí está, no Poder de sua Presença divina. Não há nenhum espaço, nenhum momento da existência humana, seja ele inconfessável, onde Deus não esteja presente, e isso muda tudo! Porque essa presença é a presença de um Deus que salva. Quando nos criou para Ele, sua Palavra tem já ecoava: "Tudo quanto suplicardes e pedirdes, crede que recebestes, e assim será para vós" (Mc 11,24).

Desde a manhã, eu te louvo

Uma tal certeza de fé deve antes de tudo habitar nossa vida pessoal. Atenção! "pessoal" não significa "solitária". Porque não temos nenhuma vida pessoal se nós vivemos sem Deus e nossos irmãos.
E a relação com Deus o fundamento da vida de todo homem. Este último está presente como um pai que vela sobre seu filho antes mesmo que ele tenha consciência disso. Esta presença pode já ser um motivo de louvor a cada amanhecer, no instante que se dá a abertura de nossas pálpebras: "Ao amanhecer, Senhor, eu Te rendo graças por esta noite onde Tu me preservaste do mal, e eu Te louvo por esse dia passado em Tua Presença". A gente não fala no futuro, porque este dia está desde agora inteiramente na mão de Deus, .e qualquer coisa que nele aconteça. Por essa palavra pronunciada, meu coração se torna disponível à presença divina que prepara já alguns de meus encontros, cada episódio do dia. Haverá alegrias e provas, mas eu não temerei nada pois o Senhor está presente.

O "reflexo" do coração

Esta prece ao amanhecer não abre somente nossas pálpebras mas nosso olhar. Uma das grandes fontes de desequilíbrio psicológico hoje vem porque não sabemos mais nem olhar nem receber. Demasiado freqüentemente, nós vivemos só para nós mesmos. Nós consumimos nossas relações como os bens materiais, ou mesmo a natureza. Nós não procuramos conhecer, a impressão nos basta. Nós percebemos as coisas e os homens como mercadorias amontoadas. Isso nos fecha à ação de Deus que não trabalha na confusão. Eu não posso louvar a Deus pelas impressões que me habitam, ou pelo que eu penso. Eu não posso louvá-lo por uns fatos precisos e pelo que eu sei, isso que eu conheço. A questão aqui não é de um saber enciclopédico.

Ele se move num conhecimento simples, mas essencial. Desde a manhã, por exemplo, eu sei que cada segundo do dia está na mão de Deus, e eu escolho olhar seriamente esta realidade escolhendo uma decisão precisa: glorificar a Deus em cada ocasião que eu terei de reconhecer sua presença. Antes de "consumir" meu dia, eu o assumirei sem medo. A colocação em lugar de um pequeno reflexo, o "reflexo do coração", permite entrar pouco a pouco nesse olhar, nessa atitude. Ele consiste em pronunciar em toda ocasião uma breve exclamação que pode ser, a que mais me convém: "Glória a Deus", "Seja glorificado, Senhor", ou "Senhor, eu te amo".

Uma tal exclamação tem a enorme vantagem de por fim a invasão do pecado em mim. Por exemplo, eu sai do chuveiro e não encontro mais a toalha que havia preparado: minha mulher precisou dela para enxugar os cabelos! Antes de deixar complacentemente que se crie em min uma irritação alias para ???? compreensível porém pecado, eu me volto para o reflexo da o olhar de Deus: "Glória a Deus" – mesmo de maneira irritada, a oração produz seu efeito. E se for preciso que eu faça uma reprimenda à minha mulher, essa não será mais sob o ???????? de pecado, mas sob o golpe do pecado, mas sob a caridade.
Outro exemplo, eu me encontro em meu trabalho e os colegas me retardam ainda que e eu tenho um encontro profissional importante. Dizendo "Glória a Deus", eu remeto toda essa situação a Deus. Eu creio que Ele está presente nesse situação Ademais, minha chateação fará avançar as coisas? E eu sei que não tomo nunca uma boa decisão sob o efeito do pecado! Quando eu chego a esse encontro, meu interlocutor me acolhe com uma xícara de café que ele teve tempo de preparar com o meu atraso. "Glória a Deus", e o café tem outro gosto, esse da presença amável de Deus e de meus irmãos!" Eu não "consumo" mais eu o recebo, e entro numa atitude de maravilhamento: pois, o Senhor está comigo e Ele envia anjos para preparar meu caminho.

Exercer o louvor

Cada dia pode apresentar mais de cem ocasiões para louvar. Em muitos casos, é verdade, é preciso querer louvar, querer exercer a fé. Se esperamos para ter boa disposição, nós somos ingênuos! Querer louvar, não através de método, mas por obediência. O louvor é com efeito um mandamento que atravessa a Bíblia de ponta a ponta. E como a fé se exerce no sentido onde ela se aprende, o louvor se exerce da mesma maneira. Pouco a pouco, este louvor exercido vai combater mais e mais rapidamente todas as tentações que se apresentarem, tanto nas situações mais graves como nas mais simples, seja uma simples bolsa desaparecida seja um engarrafamento!
Muitos que têm posto no lugar esse "reflexo espiritual", têm podido atravessar situações dramáticas que vencidas no Senhor não são mais motivos de sofrimento, mas as suportam até o fim com a coragem da fé.

O louvor das crianças na Igreja
O desejo de Deus é maior ainda. Ele não se move para nos fazer chegar a ter melhor relação pessoal, mas uma participação no ser mesmo de Deus e à sua obra de Salvação. A todos esses que vivem com Deus esta relação de fé, de louvor, de obediência e de amor, Deus transforma-os em seus amigos. "Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim!"(Gal 2,20), exclama São Paulo. O Espírito Santo permite ao Pai e ao Filho de fazer em nós sua morada. Um só Espírito para um só Corpo: o de Cristo e o da Igreja.
A fé é o fruto da presença em nós do Espírito Santo. É necessário nos abrir à essa presença no tempo e no contratempo. É assim que exercemos a fé e que fazemos a experiência de um crescimento na comunhão com Deus e uns com os outros.
À cada "Glória a Deus" pronunciado, é uma vitória da caridade que arrasta todo o Corpo da Igreja ao louvor. Isso porque a essência da prece é comunitária, eclesial e litúrgica. Quando eu me retiro para o meu quarto para orar, isto não é senão comunhão com todos os meus irmãos e primeiro com aqueles que o Senhor me confia precisamente. Da mesma maneira, não há verdadeiro louvor fora da Igreja.

O conteúdo do louvor

Porém, pensarão alguns, eu não sei o que dizer! Ainda assim, há um meio muito simples. Por que a noite não retorna sobre o dia passado e não marca sobre uma caderneta os momentos fortes que lhe marcaram? Um guardanapo que foi a ocasião de uma bela vitória da caridade sobre nosso pecado; uma xícara de café ofertada e uma situação profissional recuperada de maneira inesperada. A gente fala freqüentemente de exame de consciência da noite, porém ele será renovado por um exame prévio das maravilhas de Deus em nós e ao nosso redor, sem esquecer os acontecimentos do mundo. Em sete dias dá para encher 10 páginas de uma caderneta (inútil relatar os acontecimentos; uma simples anotação basta), e essa caderneta aberta de noite no grupo de oração, dará um conteúdo preciso ao meu louvor. Ë assim que cada um, ouvindo o louvor uns dos outros, será renovado na fé, na certeza de que Deus está trabalhando hoje, e que o mal que parece vitorioso ao nosso redor, rende as armas diante do poder do louvor.
Não tenhamos medo, em nossas assembléias, de render graças por tudo isso, sem distinguir demasiadamente entre louvor e ação de graças. A ação de graças transforma-se em louvor, porque ela bendiz a Deus que se revela no que Ele faz. Se nós aclamamos Deus como Criador, Salvador, Rei Soberano, Senhor, etc., Ele se manifestará concretamente como tal, e através desta manifestação dele mesmo. É seu ser eterno que é revelado e que nós aclamamos. Aquilo que Deus faz, Ele não cessa de refazer, porque Ele é fiel.
Esta certeza é a da Igreja; ela traz sua prece desde as origens, e cremos que esta Mãe dos viventes, como toda mãe, só é feliz quando seus filhos estão felizes, vivos, firmes, adultos na sua fé, porém sem esquecer que eles são as crianças. Está aí a fonte de nossa alegria, está aí a origem de toda evangelização.


Jean-Luc Moens e Pe. Alain Dumont
domingo, 15 de julho de 2012
Homilia do 15º Domingo do tempo Comum

Homilia do 15º Domingo do tempo Comum



Homilia em áudio (MP3)do 15º Domingo do tempo comum – Monsenhor Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
Bendito seja Deus que nos reuniu como família, para celebrar a páscoa do seu filho amado. A exemplo dos primeiros apóstolos somos chamados a estar com Jesus. A convivência com Ele renova nossa alegria e nos fortalece na missão de pregar a conversão e combater todas as formas de mal presentes no mundo.


Evangelho (Marcos 6,7-13)
Domingo, 15 de Julho de 2012



Naquele tempo, Jesus chamou os doze, e começou a enviá-los dois a dois, dando-lhes poder sobre os espíritos impuros.
Recomendou-lhes que não levassem nada para o caminho, a não ser um cajado; nem pão, nem sacola, nem dinheiro na cintura. Mandou que andassem de sandálias e que não levassem duas túnicas.
E Jesus disse ainda: “Quando entrardes numa casa, ficai ali até vossa partida. Se em algum lugar não vos receberem, nem quiserem vos escutar, quando sairdes, sacudi a poeira dos pés, como testemunho contra eles”.
Então os doze partiram e pregaram que todos se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam numerosos doentes, ungindo-os com óleo.

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sábado, 14 de julho de 2012
A vida de  Camilo de Léllis

A vida de Camilo de Léllis



Camilo de Léllis nasceu na Itália. Em Buquiânico, pequena cidade pertencente à Província de Abruzzo, dentro do reinado de Nápoles. Foi no dia 25 de maio de 1550 que nasceu Camilo de Léllis.
Filho de João de Léllis e de Camila de Compellis. Ambos de Abruzzo. Camilo
nasce em berço modesto, o pai tinha por profissão a arte da guerra era soldado e capitão de infantaria.
Camilo é o segundo filho do casal, o primeiro de nome José, morreu criança, assim
que seus pais casaram. Enquanto que Camilo trinta anos mais tarde, isto é quando seus pais estão já em idade avançada e sua mãe mais que provável estéril, pois ter já mais de cinqüenta anos é então que Camila sente-se grávida pela segunda vez.
Por isso chamavam Camila de Santa Isabel. Quando Camila sentiu as contrações do parto, estava ela na missa solene de S. Urbano padroeiro da igreja de Buquiânico. Por pouco que Camilo não nasce na igreja em meio à missa, dando tempo de Camila chegar em sua casa para assim dar a luz.
A infância de Camilo foi de certa forma, bem perturbada, ele freqüentou a escola,
porém pouco apreendeu, mal sabia ler e escrever. Contudo muito aprendeu das artes do
mundo. Isto é o jogo do baralho e de dados etc.
Ao completar 18 anos, alistou-se no exército junto com seu pai, pois sua mãe já
havia morrido seis anos antes. Não conseguindo chegar com seu pai ao local da guerra pelo fato da doença de seu pai ter se agravado levando-o a morte dias mais tarde. Tendo assim seu primeiro contato com os franciscanos os quais fizeram o enterro do seu pai.
Camilo sem sua mãe e sem seu pai sofre por outro infortúnio, por lhe aparecer na
perna direita uma pequena ferida que tomava conta de sua perna com o passar dos dias.
Em situação salutar e emocional abalada, Camilo depara-se com dois frades
franciscanos. Os quais reverberaram nele um desejo de tornar-se religioso franciscano.
Porém seu tio Frei Paulo de Loreto o qual era franciscano não quis lhe aceitar por saber de seu passado mundano.
Rejeitado pelos Franciscanos, Camilo viaja para Roma, para internar-se no Hospital
S. Tiago dos Incuráveis, com o intuito de tratar-se de sua chaga. Em troca de seu tratamento ajudava nos afazeres do Hospital, porém foi demitido pelo mordomo Ângelo Napolitano, por ser “cabeça dura”, e mais por estar sempre envolvido em jogos de baralho.Sem um norte, Camilo retorna a participar de aventuras ligadas a guerra, porém todo seu heroísmo ganhado como soldado é colocado a baixo, por causa de seu vício pelo jogo.Aponto de perder tudo, dinheiro, sua espada e sua camisa.
A solução seria agora pedir esmola. Assim o fez. Com pena de vê-lo nessa situação
mendigante, Antônio de Nicastro, procurador dos padres capuchinhos, faz um convite a
Camilo para que esse trabalhe-se na construção de um convento capuchinho em troca de
comida e alguns trocados. Camilo relutou, mas não vendo situação melhor aceitou o
convite.Camilo da ínicio ao seu trabalho na construção do convento. Sua função era transportar água, pedras e cal por meio de dois jumentos.
Com o termino da construção, recebeu Camilo outros serviços e foi justamente em
um desses serviços, isto é, em uma viagem para o convento de S. João na Manfredônia, que Camilo refletindo sobre sua vida pecaminosa, cai por terra ajoelhando sobre uma pedra entre soluços e lágrimas, chora de sua triste vida passada. Se arrependendo por não ter dedicado toda sua vida a Deus.
Esse fato aconteceu no dia 2 de fevereiro de 1575, dia da Imaculada Virgem Maria,
sendo então considerado o dia de sua conversão.
A partir desse fato ocorrido com Camilo, o faz mudar de vida. Toma para si uma
vida de penitência, decide ser capuchinho, porém sua chaga no pé torna-o a incomodar. E o superior provincial Frei João Maria de Thusa, pede-lhe para sair da Ordem, prometendo-lhe que quando recuperado poderia retornar.
Dessa forma Camilo retorna para Roma, para o Hospital S. Tiago dos Incuráveis,
com objetivo de tratar-se e ajudar nas obras de misericórdia, mesmo por que seu
comportamento era de um novo homem.

Camilo escolhe para ser seu orientador espiritual P. E Felipe Néri, este era o
fundador da Congregação do Oratório, com quem se confessava todos os domingos e dias santos. Assim sendo Camilo sarou de sua chaga e retornou a ser capuchinho pela segunda vez, porém foi demitido, sua chaga tornou-se a abri.
È então que Camilo retorna novamente a Roma, para o Hospital S. Tiago dos
Incuráveis e é nomeado mordomo do Hospital.
Contudo o desejo de Camilo de ser Frade de S. Francisco, sempre o deixava
perturbado, tanto é que tentou ser pela terceira vez, mas o próprio Frei João Maria de Thuse o impediu lavrando uma ata no dia 26 de novembro de 1580.
Dentro da realidade hospitalar Camilo convertido a Deus percebe que para melhor
ajudar os doentes seria preciso fundar uma companhia de homens bons e não mercenários como havia.

Camilo ao desenvolver essa sua idéia de companhia torno-a concreta, porém por inveja
daqueles que não fizeram parte dela, os fazem inventar calunias, aos diretores dos hospitais em relação ao grupo de Camilo. E em resposta a isso os diretores obrigam Camilo a desfazer tal Companhia.
É então que Camilo desanimado sonha com o crucifixo, que mexe a cabeça da cruz e lê
anima, dizendo-lhe para que tenha animo, não tenha medo, pusilânime à frente, faça desta proibição uma libertação, pois não é sua obra é Minha obra, isto é do próprio Deus.
A partir dessa visão que Camilo teve, nada lhe impede de fundar a Companhia,
resolve ser padre primeiramente, com o intuito de atender os doentes por completo, isto é de maneira espiritual e corporal.
A primeira missa que Camilo celebra foi no dia 10 de junho de 1584 na igreja do
Hospital S. Tiago. Depois disso Camilo em prol de seu ideal deixa o Hospital e junto com outros companheiros vão para a Igreja Nossa Senhora dos Milagres. Tal atitude de Camilo fez com que seu diretor espiritual P. E Felipe, deixa-se de sê-lo por não acreditar na idéia de Camilo.E tão somente no dia 18 de março de 1586 o então papa Sisto V aprova em seu santificado a Companhia de Camilo como Congregação. Permitindo a Camilo que tenha um distintivo próprio sendo este a cruz vermelha usada a partir do dia 26 de junho de mesmo ano.
Camilo como superior da Congregação compra a Igreja de Nossa Senhora Madalena
em Roma e começa a disseminar o carisma de sua Congregação pelas cidades de Roma.
Os Ministros dos Enfermos, destacados como padres da boa morte por causa do
símbolo vermelho, isto é da cruz no abito preto que usavam, passavam por diversas
provações e muitos serviços, por causa das grandes epidemias acontecidas na época.
Em virtude das obras de caridade realizada pela Congregação o então papa da época
Gregório XIV, eleva a Congregação a Ordem, tornando pública a bula de fundação no dia 21 de setembro de 1591.
Após ter a Congregação erigida a Ordem, Camilo a governa por 27 anos e assim que
percebe que sua Ordem está bem estruturada, que passou pelos obstáculos terríveis de
maneira humilde, deixa seu cargo para melhor servir no Hospital os doentes.
No decorrer da vida de Camilo, teve ele como nos descreve Cicatelli cinco
misericórdias. A primeira misericórdia foi uma chaga incurável numa das pernas a qual
suportou por mais de 46 anos. A segunda misericórdia foi o surgimento de uma hérnia, devido os seus esforços físicos a ponto de Camilo usar um cinturão de ferro para segurar sua hérnia num período de pelo menos 38 anos.
A terceira misericórdia foi o surgimento de dois calos enormes na sola de seu pé da
perna doente, semelhante a espinhos encravados, eram suas dores, as quais agüentou por
mais de 25 anos.
A quarta misericórdia foi às dores que sentia nos lados, causando-lhe pedras nos
rins, chegava até a expelir e eram do tamanho de uma azeitona, sofreu desse mau por 10
anos.
A quinta e última misericórdia foi à falta de apetite, nem um alimento lhe dava
satisfação, num período de 30 meses.
Camilo morreu no dia 14 de julho de 1614 as nove da noite, dia de S. Boaventura.
Tinha 64 anos um mês e vinte dias de vida, sendo quarenta anos convertido a Deus, 28 anos após a aprovação da Congregação por Sisto V e 23 após a Constituição da Ordem pelo Papa Gregório XIV. Por fim como fato curioso Camilo após três dias morto, apresentava uma postura dócil e o mais sobrenatural, foi o estado de seu corpo o qual sofreu tantas moléstias, retorna a um estado normal perfeito sem danos algum.


P. E Sanzio Cicatelli M. I. “VITA DEL P.CAMILLO DE LELLIS”.

sexta-feira, 13 de julho de 2012
Festa de nosso Baluarte São Camilo de Lellis

Festa de nosso Baluarte São Camilo de Lellis


Amados filhos, quero compartilhar com vocês a alegria de viver as vésperas da festa de nosso Baluarte São Camilo de Lellis. São Camilo na vocação Sião nos inspira o ser missionário. Aprendemos com ele viver a missão de modo prazeroso. Segundo São Camilo devemos ter pressa na missão. Diz-nos: Mãos sujas são as que não fazem nada. E ainda devemos ter pressa, andar solto..."Que cegueira a minha, a de não vos ter conhecido antes e mais cedo, Senhor! Porque não empreguei toda a minha vida em vos servir? Perdoai, Senhor, a este pecador!.."
Desejo que este dia seja para nós um lançar-se na vontade de Deus.
Lucinha
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Obrigado Senhor !

Obrigado Senhor !


Hoje tive a felicidade de visitar a relíquia do coração de São Camilo de Lellis exposta na Igreja do Cristo Rei  em Fortaleza. Foi um momento emocionante. Olhar o coração daquele que amou os pobres e por eles se entregou como se fosse o próprio Cristo. Na oportunidade pedi a Cristo que me desse um coração como o de Camilo.

Lucinha - Fundadora da Comunidade Filhos de Sião
A Liberdade Humana

A Liberdade Humana


- Não há dúvida de que a liberdade é um dos mais belos dons que Deus concedeu a nós, seres humanos. Quando nos criou, Deus nos amou tanto que nos deixou livres para acolhê-lo ou recusá-lo. Isto é grande prova de amor! E quanto mais conhecermos e experimentarmos este amor, mais nos sentiremos seguros para, livremente, optar pelo bem e pela verdade.

Nossa liberdade é coordenada pela razão e pela vontade, e esta deverá estar direcionada para Deus, nossa bem-aventurança, pois só assim poderemos fazer nossas opções e ser capazes de assumi-las com responsabilidade. A liberdade caminha de mãos dadas com a responsabilidade, sem esta, o que era liberdade passa a ser escravidão. "O progresso na virtude, o conhecimento do bem e a ascese aumentam o domínio da vontade sobre seus atos" (Cat 1734).

O ser humano anseia por liberdade, por Deus, por felicidade, por paz. Anseia por tudo aquilo que já possui, mas continua buscando fora o que encontrará somente dentro de si. A liberdade é um dom inerente ao homem; dom que é preciso reconquistar, com o auxílio da graça. Não são as coisas externas (ambientes, situações) que devem condicionar a liberdade humana, este dom está impresso em nosso ser, é uma marca indelével em cada obra-prima de Deus. Ou seja, enquanto existir, o ser humano é livre, e quando deixar esta vida e for para a morada eterna, gozará plenamente deste dom. Seguramente, nenhuma condição na qual o homem se encontre tem forças de por si roubar sua liberdade, porque "onde se acha o Espírito do Senhor, aí está a liberdade" (2 Cor 3,17).

"O exercício da liberdade não implica o direito de dizer e fazer tudo. É falso pretender que o homem, sujeito da liberdade, baste a si mesmo, tendo por fim a satisfação de seu próprio interesse no gozo dos bens terrenos" (Cat 1740). Se pararmos para refletir sobre realidades que nos cercam, veremos que o mau uso da liberdade causou uma inversão de valores; o homem, criado livre, hoje é escravo do modismo e das paixões desordenadas. Hoje, o homem chama de bom o que, de fato, não é bom. Por exemplo, discute-se no país acerca da legalização do aborto, e questiona-se: "A mulher tem ou não direito de legislar sobre o seu próprio corpo e aquilo que acontece dentro dele?" Numa questão como essa, poderemos nos indagar: "O homem é de fato livre ou ele se tornou escravo do pecado a tal ponto que já não sabe optar sozinho por aquilo que o fará realmente feliz?"

Embora pareça que já não há chance para recuperar o que perdeu, devemos confiar na graça que continuamente Deus derrama sobre nós a fim de retornarmos ao seu coração: fonte e fim de toda liberdade, afinal, "quanto mais dóceis formos aos impulsos da graça, mais crescem nossa liberdade íntima e nossa firmeza nas provas e diante das pressões e coações do mundo externo" (Cat 1742).

Se compararmos o homem com uma águia, diremos que ela foi criada para alçar altos vôos, mas ninguém pode impedi-la de se comportar como animal rasteiro. A Igreja cumpre o seu papel de mãe e educadora mostrando ao homem a sua verdadeira dignidade de filho muito amado do Pai, e o faz perceber que a águia não deve contentar-se com vôos rasteiros, dado que as belezas do alto estão ao seu alcance.

O homem recebeu de Deus o poder de decisão (cf. Eclo 15,14), mas também recebeu a graça para que possa decidir-se pelo bem; buscar a sua essência, que é o amor.

A liberdade é dos filhos.

Frei Gabriel de Santa Maria Madalena, OCD
Programação do Festival Halleluya 2012

Programação do Festival Halleluya 2012



QUARTA-FEIRA: Celebração Eucarística,Dayana Cardoso,Batista Lima ,Banda Anjos de Resgate


QUINTA-FEIRA: Comunidade Recado,Olívia Ferreira,Diego Fernandes,Banda Rosa de Saron


SEXTA-FEIRA: Kyrios Dei,Ziza FernandeS, Cosme, Adriana Arydes,Adoração e Vida, Banda Dominus


SÁBADO: Vencedores do Festival ,Irª. Kelly Patrícia,Davidson Silva,Suely Façanha,Banda Missionário Shalom,Banda Dom,Alto Louvor


DOMINGO: Celebração Eucarística,Eugênio Jorge,Pe. Fábio de Melo ,Todas as atrações 


sexta-feira, 6 de julho de 2012
O Preciosíssimo Sangue de Cristo

O Preciosíssimo Sangue de Cristo



A Igreja dedica o mês de julho à devoção do preciosíssimo Sangue de Cristo, derramado pelo perdão dos nossos pecados. Depois de meditar longamente sobre o Coração misericordioso de Jesus, no mês de junho, a mãe Igreja deseja que veneremos profundamente o preciosíssimo Sangue do Senhor. (A Grandeza do Sangue de Cristo)
Segundo o Santo Padre João XXIII, a piedade cristã para com Nosso Senhor Jesus Cristo tem-se manifestado no decurso dos séculos, através de três devoções aprovadas pela Igreja intimamente unidas entre si: ao Seu Santo Nome, ao Seu Coração Sagrado e ao Seu Preciosíssimo Sangue. A devoção ao Preciosíssimo Sangue pode e deve manifestar-se da seguinte forma:
1 - Venerando Jesus no Santíssimo Sacramento do Altar, principalmente no momento da Elevação do Sagrado Cálice, na Santa Missa.
2 - Recebendo-o na Sagrada Comunhão, mesmo só sob as espécies de pão, pois que, "o Sangue divino está indissoluvelmente unido ao Corpo de Cristo no Sacramento da Eucaristia. Desta maneira, os fiéis que dele se aproximarem dignamente receberão os mais abundantes frutos da redenção, da ressurreição e da vida eterna que o Sangue derramado por Cristo sob o impulso do Espírito Santo para todo o gênero humano".
3 - Honrando-O com especiais orações e com a Ladainha , principalmente durante este mês de julho, mês dedicado ao Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Fonte: ASJ
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Fortaleza receberá relíquia do coração de São Camilo de Lellis

Fortaleza receberá relíquia do coração de São Camilo de Lellis

Hospital Cura D'ars receberá a relíquia.

Para celebrar os 90 anos dos Camilianos no Brasil, o Conselho Geral da Ordem Camiliana, em Roma, autorizou a vinda da relíquia do coração do Santo padroeiro dos doentes e profissionais da saúde para nosso País. São Camilo de Lellis  tornou-se exemplo e inspiração para nós, no cuidado dos enfermos e sofredores, em um mundo cada vez mais tecnicizado e sem alma.

De  9 a 11 de Julho, Fortaleza-CE, terá o privilégio da visita do coração de São Camilo de Lelis,que estará no Hospital Cura D´ars, na Rua Costa Barros, 833 - Centro.

Fonte: Província Camiliana Brasileira
Relíquia do coração de São Camilo de Lellis está em peregrinação no Brasil

Relíquia do coração de São Camilo de Lellis está em peregrinação no Brasil


Relíquia do coração de São Camilo de Lellis está em peregrinação, pela primeira vez, no Brasil

A relíquia do Coração de São Camilo de Lellis continua sua peregrinação por alguns estados do Brasil e nesta quinta-feira, 5, chega ao Amapá. Essa é a primeira vez que a relíquia do santo, padroeiro dos doentes, visita o país. O motivo é a comemoração dos 90 anos da chegada dos primeiros missionários camilianos ao solo brasileiro.

Em Macapá, capital do Amapá, o relicário ficará exposto durante toda a quinta-feira, na Catedral São José, e até o domingo, 8, visitará algumas paróquias da diocese.

A relíquia chegou de Roma no sábado, 30, e foi exposta para visita e veneração na Casa Generalícia dos religiosos camilianos, em São Paulo. Em seguida, foi encaminhada para Brasília, onde permaneceu até esta quarta-feira. Após a visita ao Amapá, o relicário segue peregrinação para Fortaleza (CE).

Após a morte de São Camilo, os padres da Ordem dos Ministros dos Enfermos (Camilianos) pediram que o coração dele fosse retirado e embalsamado. O coração ficou guardado até sua beatificação (em 1742 pelo Papa Bento XIV), depois disso, o órgão foi exposto em uma relíquia, em Roma, para veneração dos fiéis.

O relicário também irá visitar as cidades de São Paulo (SP), Cachoeira Paulista (SP), Aparecida (SP), Osasco (SP), Santos (SP), Jundiaí (SP), Rio de Janeiro (RJ), Monte Santo (MG), Iomerê (SC), Pinhais (PR) e Cachoeiro de Itapemirim (ES). E no último dia do mês, retornará para Roma.

Fonte: Kelen Galvan Redação Canção Nova Notícias
domingo, 1 de julho de 2012
Solenidade de São Pedro e São Paulo

Solenidade de São Pedro e São Paulo



Homilia em áudio (MP3) da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo, presidida por Mons. Rômulo da Paróquia de São Manuel do Marco_CE.
 Celebramos a Solenidade litúrgica dos Apóstolos S. Pedro e S. Paulo; S. Pedro, escolhido por Cristo para seu primeiro Vigário na Terra, e S. Paulo, escolhido para ser o grande Apóstolo das Gentes. Ambos deram a vida pelo seu Senhor através do mais belo testemunho, o testemunho do martírio. Aprendamos com eles a ser fiéis discípulos de Jesus Cristo.

Evangelho (Mateus 16,13-19)
Domingo, 1 de Julho de 2012


Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”
Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.
Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.


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