sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Vida de Nosso Padroeiro, Mártir: São Manuel.



São Manoel viveu por volta de de 340 a 362; nasceu na cidade de Ctesiphonte, na Pérsia, hoje Irã, então governada por Sapor II, terrível inimigo dos cristãos. Seu pai era o Arqui-mago e sacerdote dos ídolos, mas permitia que sua mulher, cristã, educasse os filhos no cristianismo.

Manoel foi enviado a Constantinopla, junto com seus irmãos Ismael e Sabel, para assinar um Tratado de Paz entre sua pátria, a Pérsia e o Império Romano. Baltano, que governava Constantinopla, enviou-os à Roma para tratar diretamente com o Imperador Juliano. O Imperador Juliano recebeu Manoel e seus irmãos com honras de Estado em seu palácio, tentando seduzí-los à suas crenças por meio do luxo, mas diante da recusa dos embaixadores cristãos a prestar culto ao Sol e a outros deuses pagãos, ordenou que lhes fosse imposta a pena a que eram condenados os cristãos: o martírio. Sendo Manoel o primogênito, foi atravessado com com um cravo de ferro em cada ombro e outro atravessou-lhe de ouvido a ouvido. Seguiu-se à morte dos santos um forte tremor de terra que soterrou seus corpos antes que fossem reduzidos a cinzas, como queria Juliano. Methaphraste escreve, em 17 de junho, a vida de São Manoel e, em sua obra, conta como como se propagaram os inúmeros milagres atribuídos ao nosso padroeiro. Todo o oriente toma conhecimento da vida gloriosa de São Manoel, o Padroeiro dos diplomatas. E pela ressonância, em toda a Europa, especialmente em Portugal, onde seu nome é hoje o mais adotado pelos portugueses. História escrita pelo padre Manoel Rodrigues de Faria (Lisboa, 1846) e dedicada ao 5o. Marquês de Pombal, Manoel José de Carvalho Melo Daum DÁlbuquerque Souza e Lorena. Resumo feito na cidade fundada pelo português Padre Manoel de Jesus e Maria - Rio Pomba, MG.- Segundo folheto divulgado em Rio Pomba, pelo padre Mário Marcelo, quando pároco da igreja de São Manoel.

Oração a São Manoel

Oh! Glorioso Mártir São Manoel, perfeito modelo de paciência que suportastes toda sorte de humilhações, até derramardes o vosso sangue e chegardes ao ponto de dardes ávida por amor de Jesus, tudo isso com paciência, a mais perfeita; alcançai-nos de Jesus, abraçar sempre com todo amor a pequena cruz das contrariedades e aflições, inevitáveis nesta vida.

À vossa poderosa intercessão recorro cheio de confiança. Ensinai-me a vencer os movimentos da ira e impaciência, aceitando corajosamente as humilhações que as pessoas me fizerem, a fim de provar meu amor ao nosso amável Senhor, Jesus Cristo, a quem sejam dadas todas as honras e glórias por todos os séculos, dos séculos. Amém.

( Livro da Festa 2012, págs: 26 e 27).

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