sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Virgem de Sião



 O Filho de Sião tem seu modelo em Nossa Senhora. O concilio vaticano II chama-a de excelsa “ Filha de Sião” que sobressai entre os humildes e pobres do Senhor.
É a  que viveu por excelência  o verdadeiro ser Sião.
Adoradora: Maria recebeu o verbo encarnado no seu ventre, antecipando assim em certa medida, o que se realiza sacramentalmente em nós, quando recebemos a sagrada comunhão. E na visitação a sua prima Isabel levou em si Jesus, tornando-se assim, o primeiro sacrifício da história.
 Sejamos autenticamente Marianos , para sermos autenticamente Eucarísticos.
Aprendamos com ela a sermos almas Eucarísticas.
  Aquele Jesus que faz-se presente na Eucaristia, com seu corpo, sangue,alma e divindade é o mesmo que nasceu em Belém. Jesus Eucarístico é o verdadeiro Filho de Maria, que por sua vez é portanto, verdadeira mãe da Eucaristia.
O amém que pronunciamos ao recebermos a comunhão é semelhante ao faça-se de Maria.
Como Maria creu naquilo que o Senhor lhe revelara, a igreja crê, sem hesitação, na Eucaristia.
Se quisermos redescobrir em toda a sua riqueza a relação intima entre a igreja e a Eucaristia, não podemos esquecer Maria, mãe e modelo da igreja.(João Paulo II)
Maria mulher do louvor:  Minha alma glorifica ao Senhor , meu espírito exulta de alegria em Deus meu salvador.
Assim como Maria nós devemos ser alegres em Deus, mesmo no meio de contradições e dificuldades, desafios e dores, deste tempo  de grande tribulação, pois o filho de Sião não murmura, louva, Maria nunca murmurou.
Desde que Deus criou o homem, este é convidado a viver uma aliança de amor, e ser um cooperador Dele. Sabemos que desde o principio, a história da humanidade está marcada pela infidelidade a esta aliança de amor, e o demônio vive a nos tentar para que quebremos esta aliança.
Nossa Senhora jamais quebrou esta aliança, foi fiel ao convite de Deus desde o principio. O grande segredo de Maria para esta fidelidade, foi sua humildade e confiança. Maria se fez sempre pequena serva e nunca quis ser cheia de privilégios.
Orgulhosos como somos, bastamos fazer pouco para julgarmos merecedores de grandes favores de Deus e dos irmãos.
Maria foi anti-orgulho.
Se ela tivesse sentido orgulho provavelmente teria chamado Isabel para servi-la. Teria achado ela ser o centro e digna de ser servida.
   Maria não era centrada em si mesma, não vivia em torno de si mesma e de seus planos mas em torno de Deus e de Sua vontade. Ela não tentava misturar sua vontade com a vontade Deus, mas abandonou inteiramente sua vontade em prol de fazer o que Deus lhe pedira. Maria confiou extremamente em Deus. Ela não colocou sua confiança em pessoas, em coisas,títulos, elogios ou confirmações que viessem de outros. Maria simplesmente deu o seu ser para que nela se cumprisse a vontade de Deus e sabia que esta vontade exigia dela abandonar seus próprios planos e sonhos.


Ministério de Formação Filhos de Sião.
Encontro da Comunidade Filhos de Sião.
28/05/06.




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