Formação

Notícias da Igreja

Destaques

domingo, 29 de abril de 2012
Homilia do 4º Domingo da Páscoa

Homilia do 4º Domingo da Páscoa


Homilia (MP3) do 4º Domingo da Páscoa-Mons. Rômulo, Paróquia de São Manuel do Marco-CE.
Jesus Cristo fundou um rebanho e colocou Pedro à frente desse rebanho para que, junto com os demais apóstolos, o pastoreasse. Pedro e os demais apóstolos morreram, mas a obra de Jesus, que é a Igreja, deveria continuar. Lógico é que o Senhor fizesse perpetuar o serviço do pastoreio de sua Esposa, a Igreja. Os mesmos apóstolos colocaram pessoas à frente das diversas comunidades para pastoreá-las. Tratava-se, afinal, da obra de Jesus que já não podia mais parar!

Evangelho (João 10,11-18)
Domingo, 29 de Abril de 2012


Naquele tempo, disse Jesus: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas.
O mercenário, que não é pastor e não é dono das ovelhas, vê o lobo chegar, abandona as ovelhas e foge, e o lobo as ataca e dispersa. Pois ele é apenas um mercenário que não se importa com as ovellhas.
Eu sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem, assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai. Eu dou minha vida pelas ovelhas.
Tenho ainda outras ovelhas que não são deste redil: também a elas devo conduzir; elas escutarão a minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor.
É por isso que meu Pai me ama, porque dou a minha vida, para depois recebê-la novamente. Ninguém tira a minha vida, eu a dou por mim mesmo; tenho poder de entregá-la e tenho poder de recebê-la novamente; esta é a ordem que recebi de meu Pai”.




Baixe aqui a Homilia

sexta-feira, 27 de abril de 2012
Dons Carismáticos

Dons Carismáticos


 Dom da fé.
“Esta é a vitoria que vence o mundo: A nossa fé(I Jo5,4)
A fé é um dom que o Espírito Santo colocou a nossa disposição para que possamos usufruir da própria onipotência de Deus.
A fé é capaz de aniquilar todas as forças infernais, é ela que nos desperta para acreditarmos em algo que não se vê.
Hoje infelizmente estamos submersos no materialismo e orgulhosos pela própria auto-suficiência, nós precisamos crer mais .
Cremos somente em si mesmo, nas próprias capacidades, nos talentos, no dinheiro.
A fé é um dom de Deus; um raio de luz que parte de Deus para alma humana, que para vingar deve encontrar um terreno adequado, deve ser aceito de coração aberto.
A fé é uma virtude: coragem,valentia,valor,ânimo.
A virtude da fé encerra ainda num aspecto que deve ser revelado. A fé não é sua adesão.(união). as promessas de Cristo.
Em outras palavras, fé significa entrega total a Deus e a sua providência. Deus ao criar-nos preparou um plano, relativo a cada um de nós.Precisamos descobrir, aceitar e colaborar com todas as nossas forças. 
A fé como carisma
Este realmente é um dom sobrenatural do Espírito Santo. É Deus mesmo que, em determinada circunstância, faz com que a pessoa haja de maneira que ele quer. Há determinadas situações em que certas pessoas são revestidas de um poder, tornando-as capazes de ver claramente que Deus revelará o seu poder e sua bondade. Em outras palavras o homem de fé percebe em si mesmo e com absoluta certeza, que o Senhor deseja realizar um milagre por meio dele.
A fé carismática nos faz ver agora o que irá acontecer depois.
O dom da fé é um carisma (I cor 12,9) relacionado com os demais. O dom da fé serve de preparação para usar os outros principalmente o dom dos milagres. Como os demais dons é um carisma concedido gratuitamente. 
Dom de milagres
O dom de milagres está intimamente relacionada com o dom das curas.
O dom de milagres é também um dom do Espírito Santo.
O segredo para o milagre é as promessas de Jesus.(Jo 14,12) MT(17,20),(mc 9,23)(mc11, 22-23) MT(24,35).Todos os cristãos pode ter o dom de milagres como também podemos ser objeto de  milagres. 
Dom de discernimento
O que é o discernimento do Espírito?
O discernimento é uma habilidade ou capacidade dada por Deus de se reconhecer a identidade dos “espíritos” que estão por detrás de diferentes manifestações ou atividades. Este dom essencial à igreja, é geralmente concedido aos pastores do rebanho de Deus e aos que estão em posição de guardar e de guiar os santos.
O dom do Espírito Santo não procede de capacidade humana. O discernimento é intuição pela a qual Deus faz os cristãos tomarem consciência do que está acontecendo.
O uso do dom nos ajuda, portanto, a conhecer o espírito, isto é, o principio animador. Com o dom, podemos chegar, com facilidade, à origem de uma inspiração e confirmar de onde pode vir:
·         Se provém de Deus;
·         Se original da mente humana;
·         Se provém dos espíritos maus;
Para que o uso do dom de discernimento, seja utilizado com cada vez mais eficiência e eficácia e como é um dom do Espírito, deve ser usado à luz da oração em linguas que facilita a nossa mente a perceber a orientação de Deus com sabedoria. Essa oração acompanhada de jejum e em comunhão constante com o Senhor.
Precisamos praticar o dom de discernimento e assim veremos que muitas situações de nossas vidas serão simples e práticas de se resolver.
Jesus se deixou guiar pelo discernimento em diversas situações de sua vida pública e em seu ministério e ao passo que tais situações acontecia, ensinava aos seus discípulos a também se deixarem guiar pelo discernimento.
Se nosso zelo espiritual ou doutrinal com as coisas de Deus, não serem acompanhado de discernimento, muitas coisas poderá ser afirmado de forma inadequada ou falsificada.     





 
Acreditar sem ver

Acreditar sem ver


Homem de fé é aquele que não vê e mesmo assim não desiste...
Deus não decepciona aquele que busca e espera n’Ele. É belíssima a passagem de quando Moisés é levado pelo movimento das águas e é encontrado pela filha do faraó. Para o povo sair da escravidão, o mar precisou se abrir. O povo, diante da impossibilidade de vencer as águas, se volta contra o profeta e lhe pergunta por que ele os retirara do Egito, se eles não têm como ultrapassar o mar. Diante do questionamento dele, o Senhor lhe diz apenas uma frase: "Diga ao povo que caminhe". Deus não lhe proferiu uma frase que garantisse o milagre, mas que requeria fé.
A expressão de Deus não é uma expressão que facilita a vida, mas que encoraja. O Senhor não facilita, pois quem facilita corre o risco de infantilizar o facilitado e Ele não nos quer infantis na fé. Deus nos quer amadurecidos, prontos para dar o primeiro passo. Fé é saber acreditar quando tudo está ao contrário. Homem de fé não é aquele que vê. É o que não vê e mesmo assim não desiste.
Na experiência do povo de Israel, diante de um povo que o [Moisés] quer matar, Deus não facilita para ele, mas requer sua fé. O povo queria uma reposta mágica, mas Deus dá uma ordem que encoraja, que faz crescer dentro deles a lembrança que aquele Deus que caminhou com eles não os deixará na mão. Nós não sabemos como será, mas não desistimos do que esperamos. Quando tudo indicava que a morte iria chegar, com os pés na água, seguindo a ordem do Senhor, o milagre aconteceu.
Por um lado, eles estavam imobilizados pelo mar que podia afogá-los; por outro, pelo exército que poderia matá-los. Aquele povo estava emparedado. Ser homem e mulher de fé é você viver uma única alternativa: aquela de não poder recuar. É como diz Santo Agostinho: "Deus só nos pede aquilo que Ele já nos deu. Tudo está em nós sob forma de dom".
A experiência da fé nos movimenta para sermos o que realmente somos. Você não tem outro destino, a não ser a santidade; da mesma forma que o povo de Israel não tinha outra opção a não ser a libertação. Ninguém emagrece fazendo novena. Ou nós nos disciplinamos ou não vamos emagrecer!
O que faz um homem ser de fé é a resposta que dá diante da insegurança. Isso é Cristianismo. Não é uma postura angelical, é uma forma de se tornar guerreiro, soldado. Coragem! Vitória é o que Deus quer celebrar na nossa vida por meio da fé.




Padre Fábio de Melo
(Artigo produzido a partir da homilia de 20/fev/2007)
Maria, resplandecente de glória

Maria, resplandecente de glória



A graça de que Maria foi enriquecida é proporcionada a quatro causas incompreensíveis:

1. A dignidade de Mãe de Deus, infinita em seu gênero.

2. O amor com que Deus amou a Sua Mãe era o amor mais intenso que jamais tenha existido, depois do
amor das três pessoas divinas entre si.

3. O poder de Deus que, de certo modo, esgotou os seus tesouros na santificação de Maria, deu-Lhe tudo
o que era razoável dar a uma criatura.

4. Enfim, o mérito desta grande Rainha, não só igualado, mas muitas vezes ultrapassado por uma
superabundância dos dons de Deus.

Daí, se compararmos a graça de Maria com a graça de um homem, a de um anjo, e mesmo a de todos os
homens e de todos os anjos juntos, teremos uma espécie de infinito entre os dois termos da comparação.

As provas são supérfluas após o que dissemos a respeito da primeira graça dada à Virgem em Sua
Conceição. Pode-se, pois, dizer que "a glória de Maria supera a glória de todos os anjos e de todos os
santos juntamente, porque os Seus méritos estão acima dos méritos de todos os bem-aventurados".

Estas são as palavras de São Pedro Damião (De Assumpt. B. Virg.)

Sim, é aos seus méritos incomparáveis que Maria deve esta exaltação sem igual. Como Mãe de Deus, é
verdade, Ela tem direito à coroa real: o Filho de Maria não podia deixar de conhecer os méritos de Sua
Mãe; mas as pedras preciosas que ornam o Seu diadema e o Seu manto real, Ela as adquiriu por Seu
zelo inimitável no serviço de Deus.

"Assim como as Suas obras foram as mais perfeitas de todas, diz Santo Ildefonso, não é possível
conceber a recompensa e a glória que Ela mereceu". (Sermo 2 de Assumpt.)

"E se está fora de dúvida que Deus recompensa segundo o mérito, como no-lo declarou o apóstolo (Rom.
2,6), igualmente, diz Santo Tomás, a bem-aventurada Virgem, cujo mérito excede o de todos os homens e
o de todos os anjos deve ter sido exaltada acima de todas as ordens celestes". (De sanct.)

"Em uma palavra, diz S.Bernardo, calculai as graças singulares que Ela recebeu na terra, e tereis a
medida da glória que Ela goza no céu". (Sermo 1 et 2 de Assumpt.)

"Se o Salvador promete aos Seus apóstolos um trono magnifico no Céu, por O terem seguido (Mt. 19,28),
e reserva uma grande recompensa à fidelidade no cumprimento dos seus menores deveres (Mt. 25,23),
que testemunho de honra não dará Ele diante de toda a corte celestial à Sua Mãe, sempre fiel e tão
constante?... Que trono não será por Ele ereto para esta Mãe amante que O seguiu e dEle tão ternamente
cuidou aqui na terra, não O abandonou nunca, nem sequer no tempo de Sua morte, quando a ignomínia
de Jesus recaía sobre Ela, que lhe dera a vida?..." (Jamar, op.cit.)

Com que entusiasmo e transportes não deviam os anjos honrar aquela que o próprio Deus honra de um
modo tão inefável?...

E com que acentos não se unirá a Igreja da terra aos louvores dos anjos e da Igreja triunfante, para cantar
a glória daquele a quem Deus revestiu de certo modo com a Sua própria glória?...

Inauditas são também as Suas homenagens, só excedidas por aquelas que reivindica para Si a infinita
majestade do Altíssimo.

"Os bem-aventurados louvam a Deus em Maria, diz Dionísio, o cartucho, e louvam Maria Santíssima em
Deus, que com tanto amor e munificência trata esta augusta Rainha". (De laud. B. Virg., lib. 4. c. 15)

O profeta-rei anunciava os gloriosos destinos da bem-aventurada Virgem, mil anos antes que lhe fosse
dado ver eles se realizarem.

"A Rainha, diz ele, está à Vossa dextra, engalanada com manto de ouro, com variedade de adornos...
Mas o principal ornamento da Filha do Rei vem, sobretudo de Sua beleza. Longas filas de virgens formam
o Seu cortejo. É em nome dEla que serão apresentadas ao Senhor, e elas se dirigem ao Eterno, em
transportes de alegria. Ó Rainha, possuireis uma posteridade inumerável... Vossos filhos serão os
príncipes da terra e lembrar-se-ão de Vós em todas as gerações e os povos publicarão eternamente os
Vossos louvores".

Oh! sim, nós também, sobretudo nós, ó terna Mãe, associar-nos-emos aos coros angélicos para
proclamar-Vos, Vós, resplandecente de glória, como éreis resplandecente de graças, pois a glória é o
aperfeiçoamento da graça!

Fazei que um dia nos envolva junto a vós um raio dessa glória, para completar e coroar o amor que Vos
dedicamos desde agora, e que vos queríamos sempre dedicar.

Fonte:Porque Amo Maria_Pe. Júlio Maria



Eucaristia: a nossa defesa

Eucaristia: a nossa defesa


Na vida de Santa Clara houve um episódio maravilhoso, em que se evidencia a força, a ação e o poder do Santíssimo Sacramento.

Naquela época, os árabes, seguidores de Maomé, estavam invadindo a Europa para destruir o Cristianismo e fazer calar o Evangelho de Jesus. Já haviam feito isso na Terra Santa, construindo mesquitas sobre os lugares onde Jesus nasceu, viveu e morreu, mostrando que eles e sua religião “estavam por cima”. Queriam acabar com o Cristianismo e até mesmo com a lembrança de Jesus Cristo.

Ao chegar em Assis, na Itália, dirigiram-se para o convento, onde moravam Clara e suas irmãs, com o propósito de acabar com aquelas moças consagradas a Deus. Entraram em Assis e invadiram aquele núcleo fortíssimo do cristianismo autêntico, que pregava e vivia o Evangelho. Sabiam que Francisco estava morto e que  lá estariam seus irmãos e as irmãs de Clara.

Quando soube que aqueles homens se dirigiam para o convento, armados e dispostos a destruir tudo, Clara,mesmo doente, foi até o sacrário,pegou o ostensório com a hóstia consagrada e o trouxe em suas mãos.

Era a arma que ela e suas irmãs tinham naquele momento. Então, foi até a janela que dava para o pátio e apresentou o Santíssimo Sacramento diante daqueles homens, que já estavam próximos, subindo a colina. Repentinamente, eles começaram a fugir em debandada. Aconteceu no meio deles uma grande confusão e, sem entender o que se passava, todos se retiraram.

Clara permaneceu com o ostensório diante da janela até que todos fossem embora. Depois, ela e suas irmãs entraram, dando graças a Jesus ali presente na Eucaristia, porque tinham presenciado seu poder libertador.

Aqueles homens contaram depois que, ao subirem em direção ao convento, foram ofuscados por raios provenientes de algo dourado que uma mulher estava segurando. Os raios eram violentos, como em dia de tempestade, e ofuscavam seus olhos. Por isso se retiraram em debandada, numa grande confusão. Enquanto eles não foram embora, os raios não cessaram.

Hoje a nossa defesa diante dos problemas que enfrentamos em nossa casa, com os filhos, com o casamento, com nossa família está na presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo, no Santíssimo Sacramento.

Do Livro “Eucaristia, Nosso Tesouro”, de Mons. Jonas Abib

segunda-feira, 23 de abril de 2012
Liberdade e responsabilidade

Liberdade e responsabilidade


Liberdade e responsabilidade são duas palavras que não podem jamais serem separadas. Devem estar sempre juntas. Uma completa a outra e ambas ajudam a fortalecer nossa personalidade, nosso modo de ver e viver no mundo.
 Todos nós sabemos o que é liberdade e responsabilidade. Mas, vamos pensar nessas palavras nos seguintes termos: Liberdade é  a  faculdade que o ser humano possui para decidir ou agir segundo a própria vontade e determinação, no meio de uma sociedade organizada, dentro dos limites impostos por normas bem definidas. Ou seja, liberdade não é simplesmente fazer tudo o que eu quero. Responsável é a pessoa que responde pelos próprios atos ou pelos de outros. Que responde legal ou moralmente pela vida, pelo bem-estar, etc., de alguém.
 O direito define responsabilidade como sendo a obrigação de responder pelos próprios atos  ou  pelos dos outros.
  Podemos, então, entender que a responsabilidade é pré-requisito para a liberdade, ou seja, para viver minha liberdade eu devo ser responsável.
 Até aqui tudo mais simples e obvio, não é verdade?  Mas, por que será que muitas pessoas vivem sua  liberdade sem nenhuma responsabilidade? O que deu errado com elas?
  É difícil responder a essas perguntas. Os motivos são muitos e variados para cada pessoa, mas eu ousaria dizer que a falta de DEUS, pode ser um dos motivos para que muitas pessoas vivam como se fossem donas do mundo, fazendo o que lhes dá na cabeça, sem medir as conseqüências de seus atos, e pior, sem assumir a responsabilidade pelo o que fizeram. Quer um exemplo? O sujeito bebe, “enche a cara” porque é livre para fazer isso. Depois bate o carro e acaba ferindo ou até matando uma pessoa.  Na justiça, recorre de todas as maneiras  para não pagar pelo seu erro. Ou seja, não assume suas responsabilidades. E o processo leva 10 anos ou mais para ser resolvido, sempre em prejuízo da vítima. Outro exemplo é da pessoa que, por ser livre, faz o uso de drogas, mas que, irresponsavelmente, está financiando o crime organizado.
 Ao contrário, quando temos Deus no coração , observamos Suas leis, levamos uma vida espiritual, amamos nossa vida e as dos outros, nos tornamos verdadeiramente livres e responsáveis por nós mesmos, pelos outros e pela a vida. Nossas escolhas e decisões passam pelo crivo do sagrado, que limita nossas atitudes contra a vida, nos impõe limites éticos, morais e comportamentais, nos leva à  atitudes solidárias e nos tira de nosso egoísmo, abrindo nosso coração ao próximo, o que reforça nossa intimidade com Deus.
  Vivendo assim caminhamos para a santidade, para um mundo onde nosso bem estar passa pelo bem estar dos outros, e nossa liberdade, pela liberdade dos outros. Os santos foram pessoas verdadeiramente livres e nos ensinam  a viver com responsabilidade, a liberdade que Deus nos deu.
 Queridos jovens, não tenham medo de, livremente e com responsabilidade, passarem a agirem contra as forças negativas do seu grupo de amigos. Não tenham medo de irem contra a maré, a onda , a moda,  o comportamento, se vocês perceberem que estão no caminho errado. Suas escolhas vão fazer toda a diferença em sua vida, para o bem ou para o mal.


Texto: Cássio Abreu -ASJ

Homilia do 3º Domingo da Páscoa

Homilia do 3º Domingo da Páscoa





Homilia em áudio (MP3) do 3º Domingo da Páscoa - Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco _CE.
A alegria pascal é a atitude de profunda paz pelo encontro com Jesus Cristo Vivo e Ressuscitado.Saiba eu louvar, agradecer e sentir a urgência do compromisso com Jesus Cristo que dá a vida por mim. Saiba fazer Igreja na comunhão que dimana da presença de Cristo Ressuscitado.


Evangelho (Lucas 24,35-48)
Domingo, 22 de Abril de 2012

Naquele tempo, os dois discípulos contaram o que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.
Ainda estavam falando, quando o próprio Jesus apareceu no meio deles e lhes disse: “A paz esteja convosco!”
Eles ficaram assustados e cheios de medo, pensando que estavam vendo um fantasma.
Mas Jesus disse: “Por que estais preocupados, e por que tendes dúvidas no coração? Vede minhas mãos e meus pés: sou eu mesmo! Tocai em mim e vede! Um fantasma não tem carne, nem ossos, como estais vendo que eu tenho”.
E, dizendo isso, Jesus mostrou-lhes as mãos e os pés.
Mas eles ainda não podiam acreditar, porque estavam muito alegres e surpresos. Então Jesus disse: “Tendes aqui alguma coisa para comer?” Deram-lhe um pedaço de peixe assado. Ele o tomou e comeu diante deles.
Depois disse-lhes: “São estas as coisas que vos falei quando ainda estava convosco: era preciso que se cumprisse tudo o que está escrito sobre mim na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos”.
Então Jesus abriu a inteligência dos discípulos para entenderem as Escrituras, e lhes disse: “Assim está escrito: ‘O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos ao terceiro dia, e no seu nome serão anunciados a conversão e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém’. Vós sereis testemunhas de tudo isso”.



Baixe aqui a Homilia

Ultimas Notícias
Loading...
Enviar Mensagem
Aperte Esc para Fechar
Copyright © 2010 - 2017 Comunidade Católica Filhos de Sião Todos os Direitos Reservados