sexta-feira, 2 de março de 2012

História da Jornada Mundial da Juventude



  A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é uma semana de eventos da Igreja Católica para os jovens e com os jovens. Reúne a juventude do mundo todo para celebrarem e aprenderem sobre a fé Católica, para construírem pontes de amizade e esperança entre continentes, povos e culturas. È um encontro de fé, oração e comunhão entre os jovens do mundo todo e o Santo Padre.
  Inspirado nos grandes encontros de jovens em eventos especiais ocorridos no Domingo de Ramos, em Roma, em 1983 e1984, o Papa João Paulo II estabeleceu a Jornada Mundial da Juventude como um evento e um meio para alcançar a nova geração de Católicos e propagar os ensinamentos da Igreja.
  A JMJ é uma festa da alegria. O entusiasmo e o caráter juvenil se revelam na JMJ por meio da oração, da dança, da música e de outras manifestações artísticas. É a prova da coexistência pacífica entre muitas nações: é a união acima das barreiras do idioma e da cultura, e, por isso, uma expressão da certeza de que Deus trará para a humanidade uma nova época, da justiça e da paz.
  Acompanhando historicamente as Jornadas, dois símbolos são marcos da JMJ e da Fé dos jovens: a Cruz da Jornada e o ícone de Nossa Senhora .
  “Cruz “do Ano Santo”, “Cruz do Jubileu”, “Cruz peregrina”, Cruz dos Jovens”, são alguns dos nomes pelos quais a cruz é reconhecida ao redor do mundo. Entregue  pelo Papa João Paulo II à juventude, em 1984 durante o encerramento do Ano Santo da Redenção, como sinal do amor de Cristo pela humanidade, a cruz de madeira, que mede 3,80m de altura, já visitou as Américas, Ásia, África, e Austrália, e segue presente em cada celebração da JMJ.
 No Brasil, os símbolos chegaram no dia 18 de setembro de 2011, na Arquidiocese de São Paulo. A partir de então, até a Jornada a ser realizada no Rio de Janeiro, entre 23 e 28 de julho de 2013, que reunirá os jovens Brasileiros ao Papa Bento XVI, a Cruz dos jovens visitará Dioceses de todo o país. Nesse ano (2013), completam-se 29 anos de peregrinação da cruz.
  Já em 2003, o Papa João Paulo II  dá aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhado a cruz: o Ícone de Nossa Senhora , “Salus Populi Romani”( Protetora do povo Romano), cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na Basílica de Santa Maria Maior, primeira e maior basílica dedicada à Maria, Mãe de Deus, no ocidente. Com esse novo dom, por ocasião do Ano Mariano, o Papa voltou a indicar a Mãe de Deus como modelo para o público juvenil e o convidou a acompanhar, com ela, o Senhor Jesus neste caminho da cruz.



Texto:Fabiano Fachini
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