sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Somos autores da nossa história.


A   última   fronteira   da  ciência; Descobrir quem somos: "Quem discrimina os outros diminui, quem
supervaloriza os outros diminui a si mesmo".

A vida humana é belíssima, mas brevíssima. Cada um de nós vive num pequeno parêntes de tempo. Envolvemo-nos em tantas atividades sociais que não percebemos   o   mistério   que   cerca   a existência.Por ser tão breve a vida, deveríamos vivê-la com sabedoria para sermos cada vez mais pais, educadores e profissionais inteligentes, jovens mais sábios, amigos mais   afetivos.   Muitos   vivem   apenas porque estão vivos.
Vivem sem objetivos, sem metas, sem ideais, sem sonhos. Não sabem como lidar com sua fragilidade e lágrimas. Sabem lidar com os aplausos, mas   desesperam-se   diante   das   vaias. Recebem diplomas na escola, mas não sabem ousar, criar, correr riscos calculados e cultivar o que amam. Você já procurou esquecer tudo ao seu redor e olhar para dentro de si? Eu estudo a mente humana há anos, e cada vez mais sinto que a ciência  sabe  muito  pouco  sobre  quem somos. Ter capacidade de pensar e se emocionar   são   fenômenos   difíceis   de entender. A última fronteira da ciência é saber   quem somos. É   desvendar   a natureza da energia psíquica e os segredos da nossa inteligência. Nossa espécie tem consciência da grandeza da inteligência de cada   ser   humano?   Pouquíssima!   Que sociedade   é   essa   em   que   alguns   são supervalorizados e a maioria é relegada ao rol dos anônimos? Muitos podem não ter fama e status social, mas para a ciência todos   somos   igualmente   complexos   e dignos.Afinal   de   contas,   todos   somos grandes artistas no teatro da vida. Toda vez que confecciona uma idéia você é um grande artista. A Rainha da Inglaterra não tem mais valor e nem mais complexidade intelectual do que um mendigo nas ruas de uma cidade; pareça ou não absurda, esta é uma verdade cientifica. Um cientista da Nasa não tem mais segredos psíquicos do   que   um   miserável   faminto   do   3º mundo.   Respeitar   e   tomar   algumas pessoas   como   modelo   é   saudável. Superdimensioná-las é doentio, bloqueia nossa inteligência e liberdade. Cada ser humano tem uma história magnífica,
uma mente fantástica e um potencial intelectual grandioso, mas frequentemente represado. Podemos e devemos ser autores da nossa história.

Trecho do Livro:
Seja Líder de Si Mesmo - O Maior
Desafio do Ser Humano
Autor: Augusto Cury
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