terça-feira, 4 de outubro de 2011

Dia de São Francisco, nosso baluarte.


Pietro de Bernadone, ou Francisco de Assis. Nascido no berço de uma família nobre, tinha costumes voltados a uma vida de luxo e padrões sociais da classe média. Seu pai,prospero homem de negócios, vivia muito preocupado com o prestigio da família. Era ambicioso e sempre sonhava com o titulo de nobreza de seu filho. Sob a influencia do pai Francisco assim desejava este titulo e fascinados pelos ideais militares. Com sua mãe aprendeu a gentileza, a bondade do coração, o gosto pelas coisas belas, a paixão pela música, poesia e a grande alegria de viver.
 A oportunidade militar não tardou e foi em 1202, quando tinha 20 anos, que Francisco participara de uma guerra em favor da cidade de Assis.
 E foi na sua sede ao sonho militar que Francisco foi aprisionado junto com alguns amigos que ansiavam este sonho.
Amargou um ano de cadeia, onde inclusive, adoeceu. Neste período teve assim o tempo necessário para refletir sobre a fragilidade das coisas terrenas e a brevidade da vida. Não perdendo o habitual bom humor animando a todos.
Após um ano de prisão, foi libertado retornando a Assis.
Demorou pouco tempo até que Francisco tomasse consciência do emaranhado de vaidades, desejos de grandeza, honra e gloria mundanas que ainda o mantinham aprisionado.
Foi quando a humildade de Cristo toca o seu coração e a voz de Deus ecoa no seu intimo:
_Francisco não vês que minha casa está ameaçando ruir, corre e trata de reparar!
_Ó glorioso Deus altíssimo iluminai as trevas do meu coração, concedei-me uma fé verdadeira, uma esperança firme e um amor perfeito. Dá-me Senhor um reto sentir e conhecer, a fim de que possas cumpri o sagrado encargo que acabas de dar-me. Amem
Francisco de Assis torna-se agora um amante da vida, e nesse valioso amor a pobreza e a humildade se tornam um ponto central de sua espiritualidade. 
Em meio a felicidade que o Senhor envolveu Francisco, seu coração chora...
_Quisera ser neste momento o maior oceano da terra, para ter tudo isso de lágrimas. Quisera que se abrissem ao mesmo tempo todas as comportas do mundo e se soltassem cataratas e os dilúvios para me emprestarem mais lágrimas. Mas ainda que juntemos todos os rios e mares, não haverá lágrimas suficientes para chorar a dor e o amor se meu Senhor crucificados. Quisera ter as asas invencíveis de uma águia para atravessar as cordilheiras e gritar sobre as cidades o amor não é amado!o amor não é amado! Como é que os homens podem amar uns aos outros se não amam o amor?
Em meio ao choro de São Francisco de Assis, lembra ele da liberdade que senti. Pois agora sabe que nada no mundo o aprisiona. Sabe ele que és plenamente feliz, pois agora nada no mundo tem o direito de lhe causar tristeza ou dor. São Francisco agora sabe que és livre.

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