quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Eu quero alçar


Eu Quero Alçar
Paro! Levanto meu olhar e percebo o que tenho que fazer. Tento alçar, mas há peso. Fico parado. Levanto meu olhar. Começo a perceber. Tem que ser aliviado. Então olho e busco os pesos. Deixo cair as coisas que me pesam. Paro. Ainda há mais. Ainda posso sentir. Penso e percebo onde estão. Deixo cair, pois quero alçar. Ainda está pesado. Medito e percebo que há coisas que não quero soltar. Fico parado. Levanto meu olhar. Abaixo meu olhar... Levanto meu olhar! Solto o que ainda me pesava. Salto e vou ao encontro do Alto.
Gosto de olhar as coisas do alto, e do alto sinto a brisa leve (Espírito Santo), do alto sinto o aquecer matutino (amor de Deus), do alto eu não sinto cansaço, do alto eu repouso seguro que não vou cair, do alto eu me curo, do alto eu me sinto livre, do alto eu não sou da Terra, do alto eu vejo onde me nutrir, onde me saciar.
Do alto deixo as coisas da Terra, do alto me torno o que realmente eu sou. Liberto a minha identidade. Do alto vejo vida, do alto vivo. Do alto vejo mais facilmente se vai chover, se vai nublar, se vai esfriar ou aquecer. Do alto, consigo alcançar os altos certos, e do alto consigo alcançar os mais altos, só preciso me esforçar mais um pouco.
Do alto vejo vida em tudo, do alto sou guiado, do alto cumpro a minha missão, do alto contemplo e do alto sou contemplado.
Do alto eu posso fazer, por que do alto eu vejo. Do alto eu mostro que existe amor, do alto não há desejo de ser grande nem pequeno. Do alto só desejo alçar. Do alto percebo que estou mais perto.
(Esta publicação foi escrita após a visualização de um vôo)
por: Breno Aguiar, missionário Sião
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