sexta-feira, 10 de junho de 2011

A adoração do Filho de Sião





Adoremos a Jesus com a certeza de que Ele não é amado!

Portamos uma espiritualidade adoradora. Nosso interior é inclinado a estar na presença de Deus, amando-o. Seja na oração pessoal, seja na oração comunitária, seja na recitação do ofício divino, seja no estudo da palavra de Deus, seja na oração do rosário, seja no apostolado, seja na celebração da santa missa ou momentos de lazer. Somos adoradores.

Na adoração não devemos nos preocupar em pedir, mas em amar, pois Deus conhece todas as nossas necessidades. Não vamos a Ele porque precisamos de algo ou porque sofremos, mas porque temos consciência de que Ele deve ser amado. Todo o nosso ser e fazer devem estar impregnado de adoração. Mas o que é adorar? É reconhecer que Deus é Deus. É o ato de prestar glória e dar graças. Adorar é consentir, é dizer sim a Deus como Deus e a si mesmo como criatura de Deus. É humilhar-se, tornar-se pequeno, um entregar-se. A adoração sempre comporta um aspecto de sacrifício, de imolação de qualquer coisa. Precisamente ela atesta que Deus é Deus e que nada nem ninguém têm o direito de existir diante d’Ele, a não ser graças a Ele. Com a adoração, imola-se e sacrifica-se o próprio eu, a própria glória, a própria auto-suficiência. A adoração é, pois, o único ato religioso que não se pode oferecer a ninguém no universo inteiro, nem sequer à Santíssima Virgem Maria, mas só a Deus. Nossa adoração deve ser uma verdadeira festa. Como nos ensina o Sl 149 (Triunfo de Israel).

Vander-Lúcia Menezes Farias-Fundadora

Fonte : Estudo Bíblico, Seduziste-me Senhor ( Maria das Graças Rocha Sousa)

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